História Uh, So Hot. - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Contos, Hentai
Visualizações 34
Palavras 774
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero que gostem. Boa leitura.

Capítulo 3 - Segundo Hot - Parte 1.


Nunca fui uma garotinha santa. Desde pequena, sempre tive aquele jeito ''abusado'' de ser. Só o meu rostinho sapeca me entregava por completo.

No colégio, eu não era popular. Na verdade, eu não era nem um pouquinho popular. Os alunos tiravam onda de mim, devido o meu rosto que na época era coberto de espinhas. Eu usava óculos e franjinha, o que me dava aquele ''ar'' nerd. Quanto aos meus pais? Coitados. Um vivia traindo o outro, ás vezes era a minha mãe, ás vezes era o meu pai, ou os dois juntos de uma só vez. Eles sempre eram muito ausentes e nunca repararam nesse erro. Mas, sabe, eu não os culpo. É melhor assim. Se não fosse por eles, eu não seria o que sou hoje em dia. E eles só não se separaram para manter a classe da família Guimarães. 

Minha mãe foi tirada de um bordel pela minha avó para servir de esposa perfeita para meu pai. Mesmo assim, ela acabou traindo ele com um dos meus tios e então, eu nasci. ''A intrusa da família''. 

Quando completei 16 anos, já estava totalmente diferente do que eu era antes. As espinhas tinham desaparecido, e eu pintei o cabelo de roxo. Tirei os óculos, coloquei lentes de contato e, adicionei alguns piercings na orelha e boca. Coisa que toda a minha família odiou. Não me arrependi de nada.

Tempos depois, ao completar 19 anos, eu já estava mais independente. Já tinha minha própria casa, mas não queria saber nem de estudar mais. Mal pegava em um livro e já estava entediada.

Certo dia, decidi ir em uma boate com uma das minhas amigas, a qual trabalhava lá como prostituta. Chegando lá, ela me mostrou todos os atributos daquele lugar, incluindo um rapaz super gato que me faria uma tatuagem mais tarde. Bebemos, dançamos, provocamos um pouco, até que tinha chegado a hora dela ir trabalhar. A garota subiu no palco e começou a fazer seu show. Os rapazes iam a loucura.

Eu estava entediada de só beber e dançar, até que fui em direção aquele cara gato que minha amiga havia me apresentado, afinal, a noite não tinha acabado e ele me devia uma tattoo. Conversamos um pouco, até que ele me levou a um quarto isolado de todos para fazer a tatuagem. Lá, eu tirei minha saia e deitei na cama de barriga pra baixo, já que não havia maca. 

- Então, princesa, vai querer a tatuagem aonde? - ele me perguntou de costas enquanto preparava as coisas, até que quando virou, seus olhos simplesmente foram de encontro ao meu bumbum. Sorri pervertidamente, afinal, não era só a tatuagem que eu queria naquela noite.

- Eu quero ela bem aqui... - Massageei o local, um pouco acima do bumbum. - Coelho da playboy, por favor. - Prossegui falando calmamente, enquanto observava ele esconder o rosto envergonhado dele. 

- Tá legal, vamos lá. - Ele puxou uma cadeira para perto de mim se sentando na mesma, com as ferramentas do lado. Observou bem o local da tatuagem, passando alguns produtos antes. - Olha, você vai ter que tirar a calcinha também. Se importa? 

- Claro que não. Se quiser, pode tirar ela você mesmo aí pra facilitar. 

Vi que ele tinha ficado um pouco sem jeito, mas mesmo assim fez o que pedi. Puxou minha calcinha para baixo e eu o ajudei, levantando um pouco minha cintura e meus pés, a medida que a calcinha descia.

Não demorou muito e ele fez a tatuagem bem do jeito que eu queria, logo a finalizando e guardando as ferramentas. Mesmo sem a calcinha, me virei de barriga pra cima e, neste mesmo instante ele se virou para mim também. Apenas olhei para ele com aquele jeito safado, e pelo visto ele tinha entendido a mensagem. 

- E então, vai ser aqui mesmo ou na sua casa? - perguntei logo de uma vez. Ele pegou a chave do bolso e abriu a porta, olhando ao redor, antes de dar o seu veredito. - Vamos para um motel. Aqui alguém pode nos pegar em flagra e na minha casa, vizinhos chatos podem estragar tudo. 

Ele pareceu estar se escondendo de alguma coisa, mas eu não liguei. Eu só estava interessada nele e pronto. Vesti minha saia sem a calcinha e me levantei da cama, logo saindo de mãos dadas com ele em direção ao seu carro. Deixei uma simples mensagem no whats para minha amiga, dizendo que sairia para um motel com ele. 

Chegando no motel, ele pegou uma camisinha e saiu do carro, logo depois abrindo a porta do veículo para eu sair também.

 

 


Notas Finais


Continua...


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