História Última música, primeira dança - Capítulo 2


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Categorias Originais
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Palavras 404
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Flares


As vezes, a única coisa que desejo é fechar os olhos e toda essa realidade não passar de um pesadelo, mas infelizmente isso não é possível, você já se sentiu perdido, como se não soubesse o local ao qual você pertence, como se fosse um zumbi em meio a seres vivos? 

Existem momentos em que a única coisa que queremos é poder acordar em uma das muitas realidades quase perfeitas de algum livro que lemos ou uma série que assistimos? 

Independente de quem for, em algum momento de nossas vidas nós iremos querer alguém que envie uma luz, uma chama que possa clarear a escuridão em que vivemos. Eu estava encostada na parede, somente escutando aquela música ensurdecedora, como eu não gostava muito de bebidas alcoólicas, estava bebendo apenas um refrigerante qualquer, Clara estava praticamente se engolindo com um cara do outro lado da sala, eu estava levemente siente de que um garoto me observa de uma das cadeiras, o que eu não vejo a menor razão, pois a roupa a qual eu usava não era agarrada muito menos curta, era uma calça jeans, uma blusa cinza e uma jaqueta de couro, o garoto era realmente bonito, tinha cabelos castanhos, e os olhos verdes. Pouco tempo depois o DJ, que no caso era meu amigo, avisou que seria a última música que iria tocar. O garoto, cuja o nome ainda era desconhecido por mim, se levantou e se aproximou de mim...

-Oi - falou já do meu lado 

-hum, oi- falei estranhando isso 

-Por que você é a única garota a qual eu não vi ir pro meio da pista e dançar como se estivesse sendo possuída? - sua pergunta me fez gargalhar. 

-Eu acho que não consigo chegar a esse nível de problema mentais, prefiro que as pessoas pensem que não sou tão vazia quanto as outras- Falo dando de ombros. 

-OK, mas você me daria a honra dessa dança, garota diferente?-Pergunta sorrindo mais que o gato risonho de Alice no País das Maravilhas. 

-Tudo bem, desconhecido-ele dá uma gargalhada que fez com que, por algum motivo, que meu coração aquecesse. 

A sensação de tê-lo próximo a mim fez com que eu me sentisse uma garota de doze anos prestes a falar com o garoto do qual gosta, afasto os pensamentos de minha cabeça. A música que estava tocando era lenta, ele abraçou-me, senti um leve frio na barriga Max apenas o ignorei. 









flares 



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