História Último Beijo - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Itazura Na Kiss
Personagens Kotoko Aihara, Naoki Irie, Personagens Originais
Tags Drama, Itazura Na Kiss, Romance
Visualizações 56
Palavras 1.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá,

Esse cap. e o próximo, será narrado pelo Naoki. Espero que gostem. Bjos.

Capítulo 24 - Confronto - Parte I


Fanfic / Fanfiction Último Beijo - Capítulo 24 - Confronto - Parte I

“...Sua mão pequena deslizava pelo meu peito nu, seus lábios entre aberto suspiravam exaustos. Toquei o topo de sua cabeça tentando arrumar a bagunça em seu cabelo curto. Um sorriso cansado brotou em seu rosto me fazendo sorrir de volta.....” Ouvi o despertador tocar feito louco ao meu lado. Legal, agora eu estava sonhando com ela. Joguei a coberta longe, meio sonolento. Desde a volta da Kotoko, não pensava em outra coisa ao ser ela. A última vez que tinham se visto foi há um mês e desde então se sentia inquieto. Ao sai do banho, foi checquei as mensagens e uma delas era da Srta. Lee.

“Bom dia Sr. Irie, desculpa a mensagem tão cedo, mas sua reunião com o Diretor da i3GO foi cancelada, ele sofreu um acidente grave, mas esta fora de perigo e sendo tratado no Hospital Geral. Quer que eu mande alguma assistência para ele?

No aguardo.

Hana Lee”

A única coisa que prestei atenção foi “Hospital Geral”, esse era o hospital que a Kotoko trabalhava. Melhor eu mesmo ir ver como ele esta. Arrumei-me elegantemente, passei um pouco de perfume e a carteira, afinal precisava passar na floricultura. O carro fazia zigzague entre os demais carros.  Já na recepção do hospital, se informou em qual quarto o senhor Daniel Kim estava.

            - Com licença? – Bate duas vezes para ele ver que eu estava ali.

            - Naoki?! O que faz aqui?! – Ele parecia confuso, para meu azar ele não era o único.

            - Sim, vim assim que soube o que tinha acontecido. – Falei o cumprimentando.

             - Pois é, aconteceu tudo muito rápido.... – Pra falar a verdade eu olhava pra ele, mas não prestava a atenção em nada do que ele dizia, meus ouvidos estavam atentos a qualquer pessoa que entrava na sala. Até que ouvi uma voz familiar.

            - Olá todos, como o senhor está Sr. Kim? – O mesmo doutor que tinha tratado da mãe dele, será se esse hospital só tinha esse medico, senti uma raiva sem motivo desse homem.

            - Dr. quanto tempo vou ficar aqui?

            - Na verdade, o senhor ficará uma semana e depois mais dois meses em casa, pela sua fica, o senhor tem machucados nas duas pernas, o osso da sua perna direita esta quebrado e algumas escoriações pelo corpo. Pra falar a verdade, o senhor nasceu de novo, agradeça aos deuses. – Ele dizia olhando da ficha para o paciente. Até que ele notou minha presença ali – Ohh acho que me lembro de você, sua mãe esta bem? Ela não voltou na data marcada.

            - Sim, sou Irie Naoki, ela esta perfeitamente bem, fez o tratamento diligentemente. – Lembrei da minha mãe dançando na sala uma semana depois.

            - A proposito, você também é meu rival, sabia?

            - O quer dizer com isso?

            - Vi o clima entre você e a Aihara.... Mas isso é assunto para outra ocasião, não é mesmo? – Ele deu um sorriso cínico.

            - O que senhor quem trouxe o assunto a tona. – Falei com o senhor Kim antes de sai – Sr. kim? Estimo melhoras e amanhã venho novamente ver como esta sua saúde.

            - Tenho certeza que virá.... A propósito, a Kotoko esta de folga hoje... – Ouvi aquele médico importável falar.  Sai com uma raiva injustificada.  Fiz algo totalmente insano depois disso.

            - Olá??? Naokiiiii, por que esta me ligando? Aconteceu alguma coisa?

            - Mãe... Bem, é que tenho um amigo que esta precisando de uma enfermeira particular, a senhora poderia me passar o contato da Kotoko?

            - Ah que triste... Você pode anotar ai?

             - Sim, pode falar. – Anotei mentalmente e depois de agradecer , desliguei.

***

            - Bom dia, o qual o seu pedido? – A atendente com cara de entediada me cumprimentou.

            - Quero um café expresso e um pão com queijo, por favor. – A lanchonete estava cheia. Paguei meu pedido e sentei próximo de uma janela. O número do celular da Kotoko piscava em minha mente. Foi um desculpa bem ridícula usar meu amigo doente para conseguir o contato dela. O que eu deveria fazer? Que tipo de sentimento era esse que eu sentia por ela?

            - Com licença, seu café e o pão com queijo. – Uma garçonete me despertou do meu transe.

            - Obrigado.

Comecei a digitar os números no celular, salvei com o nome dela. Agora eu tinha que ter coragem para ligar. Respirei fundo.

            - Alô? – Ouvi sua voz do outro lado da linha.

            - Olá, Kotoko, sou eu?

            - “eu quem”?. – Nem minha voz ela reconhecia mais?

            - Naoki...

            - Ahh... Como conseguiu meu número? – Ela tinha um tom seco e ouvi um barulho como se algo de vidro tivesse caído no chão. Ela xingou baixinho.

            - Tudo bem ai? Ouvi um barulho.

            - Nada que precise se preocupar. Qual o motivo da ligação?

            - Você esta ocupada?

            - Na verdade... Estou em casa.

            - Quer sair um pouco? Preciso te fazer uma proposta.

            - Proposta? Como assim? Não dá pra falar por aqui mesmo?

            - Estou com um pouco de pressa e não dá pra conversar, jantar hoje às 19h?

            - .... Tá... Me manda o endereço por mensagem. Se é só isso, até breve. tututututuuu – Ela desligou na minha cara???

***

Olhei mais uma vez no relógio, ela estava atrasada 10 minutos e não tinha mando mensagem nenhuma. Assim que desligou na minha cara, mandei mensagem para ela com o endereço. O restaurante era bem sofisticado e luxuoso. Pela primeira vez em muito tempo estava ansioso para a chegada de alguém, estava quase ligando quando a vi com cabeça olhando de um lado para o outro. E para meu total choque, a mulher na minha frente era de tirar o folêgo, ela usava um vestido preto de alcinha, justo e acima do joelho. A pele não estava tão bronzeada como da primeira vez que nós nos vimos. O cabelo estava preso de um lado deixando o pescoço tentador pedido caminhos de beijos e nos lábios um batom vermelho escuro. A voz dela me despertou do meu momento de admiração.

            - Oie, ai esta você.

            - Você esta atrasada...

            - Fiquei presa no elevador... – Respondeu com desdém.

            - Sei... E não podia ter mando mensagem? – Eu estava brigando com ela, não era assim que deveria ser.

            - Irie, vamos direto ao ponto, o que é isso tudo? Você disse que queria conversar.

            - Sim, mas você sempre se atrasa, isso pelo menos continua igual..

            - Não me diga que você quer falar do passado.

            - Não, não quero falar sobre ele, não agora. O motivo é outro. – Vi uma centelha de desapontamento em seu rosto, mesmo ela com aquela fachada de durona.

            - Sou todo ouvido. – disse isso pegando bebendo um pouco de vinho e deixando uma marca de batom na taça.

            - Então, tenho um possível investidor para a Pandai e ele se acidentou hoje mais cedo. Ele esta em tratamento no hospital onde você trabalha.

            - Espera um minuto... O que isso tem haver comigo?

            - Pode me deixar terminar? – Falei encarando seus olhos, ela sustentou meu olhar desafiadoramente.

            - Continue... – Disse desviando o olhar.

            - O caso é o seguinte, ele precisa de uma enfermeira particular e queria que eu indicasse alguém. Pensei logo em você, pois é a única enfermeira que conheço. o que me diz, você pode trabalhar para ele por enquanto se recupera?

            - Uhh não sei... Ele é de confiança? Não sei se quero cuidar de alguém desonesto ou mão boba sabe. – Ela falava como se isso já tivesse acontecido, fiquei preocupado.

            - Por que a pergunta? Alguém já te assediou?

            - Prefiro não falar sobre isso, mas em tese.. Sim, já houve episódios assim. – Ela parecia um pouco desconfortável.

            - Quem foi o desgraçado???

            - Irie, foi há muito tempo... Não tem por que se preocupar, você não tem responsabilidades sobre mim. Você perdeu esse direito há mais tempo que isso. – E o último golpe atingiu em cheio.

            - Eu sei disso... Sei que não tenho mais nenhum direito, mas e se eu quisesse ter esse direito novamente? – Seus olhos se arregalaram. Ela parecia furiosa de repente.

            - O que você pensa que esta fazendo? Acha que só por que voltei vou me arrastar aos seus pés novamente? Você esta me subestimando muito Naoki Irei. Com licença, pra mim já deu. - Sem esperar qualquer resposta minha, fui deixado sozinho na mesa.


Notas Finais


Em tempo: vou postar o próximo apenas na segunda, então, bom final de semana. Bjo.


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