História Um Amor Bandido - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias A Cidade das Sombras
Tags Brigas, Romance, Sequestro
Exibições 2
Palavras 800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Um


Fanfic / Fanfiction Um Amor Bandido - Capítulo 1 - Um

Acordei cedo com os raios solares adentrando meu quarto, peguei meu celular no criado mudo, verificando a caixa de mensagens com remetente de Priscila.

Mensagem:

Oi Júlia, hoje começa as aulas, tenho novidades, para te contar, você não imagina, minha felicidade em te rever. BJSS

OBS: Quero minha blusa de estampa floral, e uma barra de Chocolate vaca.

Além de ser chata é exigente, é inacreditável isso, mas também fazer o que desde de um mês, que estou devendo uma barra de chocolate e uma blusa de estampa floral. Deixo o celular de lado, levantando de imediato da cama, daqui a pouco a empregada vem arrumar meu quarto, e colocar minhas roupas no closet. Pego um shorts jeans lavagem clara, cos alto, uma blusa preta de manga curta, com um bordado de um coração vermelho no centro.

Entro no meu banheiro particular, trancado a porta, me despir entrando no box tomando um banho de quinze minutos, me enrolo na toalha saindo do box, me seco, visto minhas roupas, trancado e indo até a minha penteadeira, passo secador no meu cabelo em seguida uma pranchar, fazendo beybi lis nas pontas, faço uma maquiagem de leve, dando término.

Assim que a emprega entra no quarto, saio do quarto descendo as escadas, vou direito para conzinha ver Marisa, a cozinheira da mansão dos meus pais, meu Deus Marisa é a melhor cozinheira do mundo,  até eu que faço muito regime, caio na tentação de comer, os pratos típicos e deliciosos de Marisa. 

-Bom dia Marisa -Digo sorrindo.

-Bom dia Magricela -Disse sorrindo e debochado.

-Muito engraçada você em -Reviro os olhos -O que tem pra comer hoje? Não quero nada gorduroso -Sento na cadeira, pegando um pedaço e  meio de pão integral. 

-Tem panquecas, mas porque você está com essas roupas? Hoje não tem aula? 

-Tem sim, mas está cedo, além do mais não gosto muito daquela farda horrorosa, quem fez aquilo ou é cego, ou fora de moda.

Rimos.

-Você tem razão, a farda realmente é horrível e sem graça, mas mesmo assim tem que usa-la -Marisa me serve café, colocando duas panquecas médias no prato.

Mai Good, vou engordar horrores com isso, mas tudo bem.

-Okay Marisa,  não precisar me lembrar disso -Digo áspera. 

Marisa é empregada da mansão,  já faz três anos, sempre a tive como mãe,  já que a minha, só anda viajando,  ela nunca se importou comigo e eu? Não me importo mas com ela.

Termino de tomar meu café da manhã, observando como Marisa cantar mal, enquanto limpa a cozinha,  não é por mal, mas a mesma parece uma hiena rinchando com dor de barriga; Meu Deus. Subi as escadas entrando no quarto, agora chegou a hora de usar a farda horrosa, assim que terminei de vestir, chamei o motorista, para me levar a escola, mas antes tenho que dar uma parada na casa de Priscila. Assim que entrei no carro o motorista deu à partida, não demorou muito para chegarmos a casa de Priscila.

-Júlia! -Gritou a mesma correndo em direção ao carro, ela está com a mesma farda horrorosa de sempre.

-Nossa calma, não precisar se desperar desse jeito, vou te dar um autógrafo -Rir tirando um pedaço de papel e uma caneta na mochila -Pra quem devo dedicar? 

-pra minha amiga Júlia, a vaca leiteira, putiane, filha de uma mãe, baranga dos peitos caídos.

-Háhahaha a única putiane, baranga dos peitos caídos, e você querida -Balanço meus cabelos, com cara de nojo.

Gargalhamos.

-Iai como foi as férias? Achou algum boy maravilha? -Priscila entra no carro sentando no banco, enquanto o motorista da a partida.

-As férias não foram das melhores porque não pude ir para Nova York,  então sem viajem sem boys maravilha -Respondo sem ânimo, enquanto a vaca, passa meu batom vermelho Mati, vaca mil vezes vaca.

Depois da conversa, ligamos o som colocando "Fifth harmony worth it" cantamos alto parecendo duas loucas, mas Priscila tem uma, voz maravilhosa e harmoniosa.

Paramos de cantar assim que o motorista parou o carro, na entranda do Colégio, Priscila e eu descemos recebendo os olhares de todos, a nossa volta, mas nós já estamos acostumadas aos olhares críticos desses mesquinhos e invejosos. 

Chegamos na sala de aula e colocamos nossas mochilas nas cadeiras onde sempre sentamos. Quando bateu o sinal, nossa primeira aula foi a de matemática dois horário, depois nao tivemos mais aulas, então liguei pro motorista vim nós buscar.

-Júlia! Vamos numa festa hoje? -Sugeriu Priscila animada, penteado seus cabelos escuros e longos com um pente.

-Pode ser mas onde vai ser a festa? Espero que não seja num barzinho de pobres -Falo com repudia.

-Júlia; você tem que parar com essa de chamar pessoas simples de podres e mesquinhos, são pessoas de bem, que não conseguiram ter sorte na vida, mas pelo menos tem amor e generosidade no coração -Fito a mesma com a expressão séria no rosto, mostro um sorriso nós lábios, finalizando a conversa. 


Notas Finais


Queridos leitores, sou nova nessa coisa de escrever, estou tentando escrever melhor e dar o melhor de mim, então peço paciência comigo.

Bjss ♡♡♡


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