História Um amor de verão - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Siljin

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Bankotsu, Inu no Taishou, Rin, Sara Asano, Sesshoumaru, Youkai Satori
Tags Primos, Rin-patricinha, Sesshoumaru-fazendeiro
Exibições 221
Palavras 2.193
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá amores! Siljin e eu agradecemos por todos os comentários e favoritos

Boa leitura a todos! :)

Capítulo 2 - Capítulo Dois


Fanfic / Fanfiction Um amor de verão - Capítulo 2 - Capítulo Dois

Sesshoumaru on

Sentado à mesa, olhei de relance para a minha prima.

- Sesshoumaru vai ao rio mais tarde e pedi para que ele te levasse, Rin. Assim você conhece mais um pouco da fazenda.

- Só espero que ela não reclame no meio do caminho.

- Para de ser insensível, filho.

- A senhora sabe que não gosto de frescura pro meu lado.

- É, puxou ao seu pai.

- Uai! Crio ele pra ser macho. - Meu pai respondeu

Rin on

- Se o caminho não tiver muitas pedras e buracos, posso ir sem reclamar. Pelo menos prometo não reclamar em voz alta.

Respondi ao sentar de frente pro Sesshoumaru, na mesa do café.                        

Sesshoumaru on

Revirei os olhos.

- Pode levá-la no cavalo, Sesshoumaru. - Minha mãe disse

- Só montei umas cinco vezes em um cavalo, mãe.

- Vai no mais manso. - Meu pai recomendou

- Ta.

Rin on

- Cavalo? Isso é seguro? Eu nunca montei em um e não to a fim de cair.

Sara: Você vai gostar, minha filha. Andar a cavalo é muito bom.

- Se você ta dizendo.

Peguei um copo e coloquei um pouco de café pra mim.                        

Sesshoumaru on

Minutos depois

Eu estava colocando a cela no cavalo mais manso que tínhamos.

- Aqui! Trouxe uma cesta com alguns lanches, caso fiquem com fome. Aliás, Rin, por que não veste uma roupa de banho? O rio é lindo e é muito bom pra se nadar.

Ouvi minha mãe dizer, antes que entrasse para poder colocar uma regata branca e o chapéu de palha.

Rin on

- Tudo bem. Pede pro Sesshoumaru me esperar alguns minutos, que eu já volto.

Na maior calma e tranquilidade, eu entrei na casa e fui até o quarto. Sesshoumaru saiu de lá, mas eu não falei com ele. Entrei e peguei um biquíni na minha mala, entrei no banheiro e coloquei a peça.                        

Sesshoumaru on

- Tome muito cuidado com a sua prima. Ela é muito delicada.

- Muito fresca, isso sim.

A garota demorou vários minutos para aparecer.

Bufei, quando ela apareceu.

Ajudei-a a subir no cavalo, ficando por trás dela. Segurei nas rédeas do cavalo e o coloquei para se movimentar.                        

Rin on

Ai caramba! Sentir o corpo malhado do meu priminho, contra o meu, não ta ajudando.

Seguimos caminho e aquele sol tava me matando.

- Vai demorar muito? Esse sol está muito quente. Eu já não aguento mais.

Sesshoumaru on

- Você reclama demais. - Retirei meu chapéu e coloquei em sua cabeça

- Já estamos quase lá.

Aos poucos, fomos ouvido o som do rio, indicando que estávamos perto.

Chegando ao local, desci do cavalo e o amarrei em uma árvore, ajudando a dondoca a descer em seguida.

Rin on

Concordo com a minha tia. Esse lugar é lindo e é bom pra tomar banho.

Desfiz a trança do meu cabelo, abri minha jardineira e tirei a blusa. Antes de tirar a jardineira por completo, olhei pro meu primo e ele estava corado.

- O que foi? Nunca viu uma garota de biquíni?                        

Sesshoumaru on

- Não. - Disse mais vermelho que um tomate

- As moças daqui são bem recatadas. Quando elas vêm para o rio, ficam de short e uma blusa. - Me virei de costas

- Vocês, moças da cidade, são bem ousadas.

Me sentei, ainda de costas, em um tronco que havia ali.                        

Rin on

- Não somos ousadas. Esse é o tipo de roupa que se usa em uma piscina, rio, cachoeira, praia... Todas usam. Admito, tem umas que são bem ousadas e usam fio dental, mas eu não sou assim.

Tirei o resto das minhas roupas e fiquei apenas de biquíni azul.                        

Sesshoumaru on

Tirei a blusa e a coloquei por cima do ombro.

Olhei o céu azul, vendo o lindo dia que estava naquela manhã.

O cavalo relinchou, me fazendo olhar em sua direção. Fui até a cesta que estava sobre ele e peguei uma maçã para dá-lo.

Voltei a me sentar no tronco, mas ao reparar na minha prima, só fico ainda mais envergonhado.

Sinto meu corpo esquentar e me abano, até porque estava muito quente.

Meio sem jeito, tiro as botas e a calça jeans surrada, ficando apenas com um calção fino.

Logo depois, entro na água para me refrescar.                        

Rin on

Decidi mergulhar um pouco. Eu não ia muito fundo, porque não quero correr o risco de me afogar e nem nada do tipo.

Nossa! Essa água realmente está maravilhosa.

Sesshoumaru on

Mergulhei e de cara esbarro na Rin.

- D-Desculpe. - Falo sem jeito, já me afastando do seu corpo

Rin on

Ai meu Deus do céu. Por que o meu primo tem que ser tão lindo?

Fui até a margem do rio e fiquei olhando aquele deus grego mergulhar na água.                        

Sesshoumaru on

Suspiro ao ver que ela me olhava.

Por que será que ela me olha tanto? Será que sou tão feio assim?

Com vergonha, me viro e vou mais para o fundo, para ver encontrava algumas pedras bonitas.

Me mãe coleciona, então sempre quando venho, levo as bonitas que acho para ela.                        

Rin on

Assim que o Sesshoumaru volta do fundo, ele está com algumas pedras em mãos.

- Por que você pegou essas pedras?

Ele me explicou sobre a coleção a mãe, então me aproximei dele e comecei a olhar as pedras que ele pegou. Uma delas tinha mais ou menos o formato de um coração e eu amei.

- Que pedra linda! Além de ser azul clara, ainda lembra um coração. Nunca tinha visto nada assim.

Sesshoumaru on

- Toma. - Dei pra ela, ao perceber que havia gostado

- Pode ficar, é pra você.

Ao pegar a pedrinha da minha, nossas mãos acabam se chocando, me fazendo sentir um grande arrepio na nuca.

Rin on

Olhei pro Sesshoumaru e ele estava corado. Acho que eu também estava.

Sorri e agradeci pela pedra.                        

Sesshoumaru on

Guardei as outras pedrinhas na bolsa e peguei a cesta que estava com os lanches. Peguei a toalha e a estirei ao chão.

- Não sei você, mas eu tô morto de fome.

Fui colocando as coisas sobre a toalha.                        

Rin on

- Estou com um pouco de fome também.

Sesshoumaru e eu sentamos na toalha e começamos a comer.

- Então, me fala um pouco sobre você.                        

Sesshoumaru on

- Do quê mais ou menos você quer saber? Por que você talvez já saiba tudo sobre mim. Que me chamo Sesshoumaru, tenho 17 anos e que sou do mato. - Falei irônico           

Rin on

Revirei os olhos.

- Quero saber o que você fez todos esses anos. Tem namorada? Estuda? O que quer fazer quando completar 18 anos? Pretende fazer alguma faculdade? Sei lá, quero saber esse tipo de coisa. Me fala o que você gosta de fazer.                        

Sesshoumaru on

- Uai! Quantas perguntas. - Disse confuso

- Não é porque sou do mato, que não estudo. Temos escola aqui, só que é um pouco longe. Aqui no interior, namorada só se tem se for pra casar. As moças daqui são de família e os pais não deixam as meninas namorar qualquer um. Do que gosto de fazer...? Bom, gosto de ajudar ao meu pai. E não sei se um dia vou poder fazer faculdade, porque não temos muito dinheiro para se gastar, mas pretendo fazer uma prova pra concorrer a uma bolsa, pois tenho vontade de, um dia, ser arquiteto.

- E você?                        

Rin on

- Ainda não sei o que quero fazer. Pretendo fazer faculdade, claro, mas ainda não achei minha verdadeira paixão.

- Bom, eu gosto de moda e sei desenhar um pouco. Talvez eu faça algum curso de artes e depois faça faculdade de moda. - Dei de ombros

- Mas eu tenho quase certeza de que meu pai vai me obrigar a fazer administração. Ele quer que alguém cuide da empresa e como os meus pais só tiveram a mim, uma garota, então a empresa terá que ficar comigo. - Respondi desanimada

- Tenho certeza de que meu pai gostaria que eu fosse homem, porque assim poderia levar o nome da família adiante.                        

Sesshoumaru on

- Pelo menos você tem boas chances de ser e de ter o que quer. - Me levantei

- Acho melhor voltarmos. Já está ficando meio tarde.

Ofereci a mão, para ajudá-la a levantar.                        

Rin on

Aceitei a mão do Sesshoumaru e percebi como suas mãos são calejadas.

São mãos de um homem de verdade, que coloca a mão na massa e não tem medo de ir pra luta. Ah como eu queria que essas mãos deslizassem pelo meu corpo.                        

Sesshoumaru on

- Tudo bem? - Perguntou ao ver que ela olhava de uma maneira estranha para as minhas mãos

Confirmou com o rosto vermelho e logo ajeitamos tudo, nos vestindo em seguida, para que fossemos para casa. 

Rin on

E novamente nós montamos no cavalo, onde o Sesshoumaru ficou sentado atrás de mim.

É meu primeiro dia aqui e não estou aguentando a tentação que é esse meu primo gostoso.

Por que? Por que ele tinha que ser tão lindo? Não podia ser um caipira desdentado e horrendo? Tinha que ser essa perfeição do paraíso, em forma de gente?                         

Sesshoumaru on

Fiz o cavalo galopar mais rápido e a Rin acabou se assustando.

Segurei com um dos braços, com firmeza, em sua cintura.

- Calma. - Disse, baixo, em seu ouvido

Rin on

Avá!!! O que eu fiz pra merecer isso? É tentação demais.

Juro que eu podia morrer agora mesmo, bem aqui nos braços do meu primo. Tenha certeza que eu morreria feliz.

Tão lindo! Tão forte! Tão gostoso!

Sesshoumaru on

Discretamente, aproximei o meu nariz daqueles cabelos macios e cheirosos, sentindo o cheiro delicioso que saia deles, me inebriar.

Fechei os olhos e fiquei alucinado com aquele cheiro, que parecia droga.

Relaxei, antes que o meu corpo esquentasse novamente, daquela maneira avassaladora de antes.

Minutos depois, de volta a fazenda dos meus pais, a ajudei a descer, pegando-a pela cintura e fazendo nossos olhares se cruzar com intensidade, enquanto a fazia descer com lentidão até o chão.

Não sei o que deu em mim, mas estou sentindo algo estranho. O que será isso?                        

Rin on

Nos encaramos por alguns segundos, mas logo nos afastamos; pois ouvimos a voz do meu tio Inu. Ele veio ajudar a colocar o cavalo no estábulo e como eu não sei fazer essas coisas, fui para o quarto tomar um banho.

Depois de senti-lo tão perto de mim, preciso de um banho pra relaxar.   

Sesshoumaru on

- O que você tem? Por que ta com essa cara de bobo? - Meu pai perguntou e eu corei

- Não é nada, pai.

- Hum... Aliás, você já tem 17 anos. Ta na hora de escolher uma moça pra se casar. A família Onigumo tem uma boa filha e um ótimo dote.

- Não quero me casar agora, pai. E eu não gosto da Kagura.

- Aqui não é como o povo da cidade, que todos os dias vivem se aventurando nos braços de qualquer uma, desonrando as moças de família. Você é cabra macho e foi criado pra casar. Além do mais, tem que honrar as calças.                        

Rin on

Depois de tomar banho, fiquei sentada na cama, com uma toalha em mãos, enquanto secava os meus cabelos.

Fiquei olhando pela janela, mas eu nem prestava atenção na vista. Eu só conseguia pensar no Sesshoumaru.                        

Sesshoumaru on

Meu pai passou a tarde me dando sermão. Estufei o peito com raiva, já que não podia dizer nada.

Minha mãe veio nos chamar para o jantar, e eu entrei em meu quarto.

Estava todo suado, então precisava de um banho.

- A mãe já vai colocar o jantar. - Falei pra Rin, que sentada em minha cama, olhava para o nada, enquanto pensava

Entrei no banheiro e fui tomar meu banho.                        

Rin on

Penteei meus cabelos e então fui até a mesa. Assim que o Sesshoumaru chegou, começamos a comer. Todos conversavam animadamente, mas eu decidi ficar quieta.

Me senti estranha ao ficar tão perto do meu primo. Na verdade, to me sentindo estranha desde o vi.

Sesshoumaru on

Como não tínhamos televisão, após o jantar fomos todos para a varanda, conversar.

Percebi a Rin distante e me distanciei dos outros.

Me aproximei da garota e sentei ao seu lado.

- Você não me parece bem. Houve algo, prima? - Perguntei meio sem jeito 

 Rin on

Apoiei minha cabeça em seu peito e suspirei.

- Não, não houve nada. Pode me fazer companhia?

Sesshoumaru on

- Uhum.

Olhávamos para o céu estrelado.

Ficamos em silêncio por vários minutos, ouvindo somente a respiração um do outro.

- Somos de mundos tão diferentes. - Quebrei o silêncio

Rin on

- Somos mesmo. Não acho que você se acostumaria a vida na cidade. E também não sei se eu conseguiria me acostumar a vida na fazenda, mas admito uma coisa. Aqui é lindo.

- Nunca gostei muito de silêncio, mas com uma vista como essa e um céu tão estrelado, eu nem me importa que esteja tudo quieto. 


Notas Finais


Esperamos que tenham gostado. Obrigada pela presença de todos! Bjs e até o próximo *Sem previsão*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...