História Um amor de verão - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~Siljin

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Bankotsu, Inu no Taishou, Rin, Sara Asano, Sesshoumaru, Youkai Satori
Tags Primos, Rin-patricinha, Sesshoumaru-fazendeiro
Exibições 177
Palavras 2.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite e boa leitura a todos :)

Capítulo 5 - Capítulo Cinco


Fanfic / Fanfiction Um amor de verão - Capítulo 5 - Capítulo Cinco

Sesshoumaru on

Durante o beijo, nos esquecemos do mundo a nossa volta.

Aos poucos, deitei seu corpo no chão e dei continuidade ao beijo. Porém, meu corpo novamente ficou daquela forma.

Tão quente... Tão fervoroso... Parecia uma lareira.

- Rin... Acho melhor pararmos. Sinto meu corpo ficar estranho, quando essa aproximação acontece, e eu não sei explicar.

Escondi meu rosto em seu pescoço e fiquei tentando buscar a calmaria para o meu corpo. 

Rin on

- É normal, Sesshy. - Comecei a acariciar suas costas

- Isso quer dizer que você está excitado. Eu te excito, Sesshy? - Dei uma leve mordida em sua orelha                        

Sesshoumaru on

- Você me deixa de uma maneira delirante. Meu corpo todo fica quente. - Ofeguei

- Sinto meu sangue ferver por todo o meu corpo... Meu coração bate alucinado... Sinto um embrulho estranho no estômago, como se várias borboletas estivesse lá... Minhas pernas ficam trêmulas... Argh!!! Desculpe por esta sendo tão pervertido assim.                        

Rin on

Acabei rindo.

- Você não está sendo pervertido, Sesshy. Você está sendo um garoto normal, que está com os hormônios a flor da pele. É normal ficar assim.                        

Sesshoumaru on

- Mas eu tenho vergonha de ficar assim. Me sinto um pervertido. - Disse sem jeito

- Minha mãe sempre me ensinou a respeitar uma moça, e não é porque somos primos que irei fazer algo tão vergonhoso assim com você. Quero que me perdoe por estar sendo tão ousado.

Rin on

- Você é muito fofo. - Acariciei seu rosto

- Sesshy, quando estivermos sozinhos, quero que esqueça que somos primos. Ficar pensando nisso, pode acabar nos atrapalhando.

- Nós seremos apenas um garoto e uma garota que estão descobrindo seus sentimentos, tudo bem?

Sesshoumaru on

- Por que “Sesshy”? - Perguntei e ela sorriu

Corado, ela me agarrou pela nuca e tomou novamente meus lábios pra si.                        

Rin on

Novamente estou beijando o Sesshoumaru. Ah como é delicioso!!

Puxei os cabelos de sua nuca e mordi o seu lábio inferior.

- Você é lindo! - Mordi seu lábio novamente

Sesshoumaru on

- Não chego aos seus pés. - Acariciei seu rosto

- Você é tão linda, delicada, cheirosa e parece um anjo. Me acho até indigno de tocar você. Sou somente um roceiro sem cultura, sujo e que mal sabe falar ou se expressar. Já você... É tão perfeita, que parece até um sonho você estar me dando bola.

Rin on

- Sesshy, não me faça rir. - Disse sorrindo - Você já se olhou no espelho?

- Um garoto como você, na minha escola, seria atacado pelas garotas. - Ele corou e achei lindo

- Quando eu digo que você é lindo, é porque você é lindo. Na verdade, você é maravilhoso. Parece um ator de cinema.

Sesshoumaru on

- Não exagera. - Revirei os olhos

- Você deve estar cega. Eu não me vejo assim, quando me olho no espelho. Somente vejo um simples menino.

Rin on

- Pois não deveria. Você é realmente muito bonito. Sesshoumaru, você é o garoto mais bonito que já vi.

- Estou completamente encantada com você.

Comecei a alisar seu rosto e a gravar cada centímetro dele.

Sesshoumaru on

- Rin, eu sinto que você vai me machucar e me abandonar. Desculpe ser tão sincero, mas minha mente repete diversas vezes a mesma coisa.                        

Rin on

- Não me importo com a sua sinceridade. Na verdade, eu gosto de pessoas sinceras.

- Sesshoumaru, estou falando sério e de coração aberto, quando digo que não quero te machucar.

- Já falei que vou terminar a escola e voltar pra você. Nossos pais terão que aceitar, porque eu quero ficar com você.                        

Sesshoumaru on

- Não quero me iludir, porque se você for e não voltar mais, meu pai vai me obrigar a casar com uma das meninas daqui. - Fechei os olhos

- Eu não posso contrariá-lo. Aliás... - Ouvi o barulho do carro

- Melhor irmos! - Levantei assustado - Vamos!

Rin on

Limpei a sujeira do meu corpo e segui o Sesshoumaru.

Nossos pais saíram do meu pai e sorriram pra nós.

Satori: Oi crianças! Tudo bem por aqui?

- Tudo ótimo, tia. - Sorri para ela                         

Sesshoumaru on

- T-Ta tudo bem. - Falei sem jeito

- Sesshoumaru, preciso que você coloque todos os bois pra dentro da cerca. Eles estão lá no pasto. Pegue o cavalo. - Meu pai disse

- Quer vir comigo, Rin? - Perguntei corado

Rin on

- Claro! Parece divertido. - Sorri para o Sesshoumaru e o segui novamente

Ele pegou o cavalo e fomos até o pasto.

- Eu vou ficar te olhando de longe, tudo bem?                        

Sesshoumaru on

- Não ué. Monta comigo.

Ela sorriu e a ajudei a subir no cavalo.

Fiquei por de trás do seu corpo e logo a ensinei como segurar as rédeas do cavalo.

Rin on

Sesshoumaru me deixou guiar as rédeas, mas suas mãos ficaram o tempo inteiro por cima da minha.

É bom sentir as mãos dele junto das minhas.

Acabei suspirando com esse contato.

Sesshoumaru on

Enquanto o cavalo galopava, sentia o corpo da Rin se esfregar ao meu, e eu já estava ficando quente novamente.

Oh, não!

Aos poucos, fomos colocando os bois para dentro da cerca e eu não queria que esse momento acabasse nunca.

O calor do seu corpo me deixava insano.

Rin on

Assim que todos os bois foram postos pra dentro, Sesshoumaru e eu voltamos para o estábulo, onde deixamos o cavalo; então voltamos a pé para a casa.

- Isso foi muito legal! Gostaria de fazer novamente.                        

Sesshoumaru on

- Temos muitos dias ainda pela frente. - Disse sorrindo

- Pra quem odiava o campo...

Rin on

- Eu sei... Também estou impressionada.

Entramos na casa rindo, o que fez nossas mães nos olharem.

Sara: Do que estão rindo?

- É que eu disse ao Sesshoumaru que gostei de reunir o gado, então começamos a rir porque eu cheguei aqui odiando tudo.

Satori: Sempre soube que mudaria de ideia, em relação a isso.

Sara: O almoço será servido em alguns minutos. Se vocês quiserem, podem tomar um banho e refrescar o corpo.

Sesshoumaru on

Corei violentamente, pensando mais uma vez em besteira.

- Pode ir, Rin. Depois eu vou. - Fui em direção ao batente da calçada, pra sentar ali

Rin on

Depois do almoço em família, a tarde foi tranquila. Nossos pais ficaram contando histórias do passado e, pela primeira vez, eu estava gostando de ouvir.

A noite logo chegou e já estava na hora de nos recolhermos para dormir.

Sesshoumaru apagou a luz e deitou no colchão, me dando boa noite. Logicamente, eu fui até ele e deitei ao seu lado.

Como ele dorme sem camisa, aproveitei para tocar sua barriga tanquinho. Levei meus lábios até seu pescoço e comecei a dar leves beijos ali.                        

Sesshoumaru on

Me assustei e prontamente arregalei os olhos.

- O-O que pensa que está fazendo? - Perguntei nervoso e sem jeito

Rin on

- Aproveitando nosso momento juntos. - Voltei a beijar seu pescoço

Fiquei por cima do Sesshoumaru e ficamos cara a cara. Segurei uma de suas mãos e a levei até minha bunda.

- Pode tocar em mim.                        

Sesshoumaru on

- N-N-Não. - Disse corado e tentei tirá-la de cima de mim, porém foi em vão, pois ela não saiu

- P-Por f-favor... - Ela levou seus beijos até o meu peito, me fazendo derreter sob aqueles lábios

Rin on

Finalmente estou beijando esse peito musculoso. Posso morrer agora e morrerei feliz.

- Por que esta hesitando tanto? Já disse pra esquecer o fato que somos primos.

Sesshoumaru on

- N-Não é-é por isso... Eu te falei. - Virei o rosto pro lado

- Não sou assim. Fui criado pra respeitar uma mulher. Independentemente do que ela seja, eu não ousaria em desrespeitá-la.

Rin on

Suspirei.

- Tudo bem, você venceu essa batalha; mas não a guerra. - Dei um selinho rápido em seus lábios

- Posso ao menos dormir ao seu lado?

Sesshoumaru on

Mordi o lábio inferior.

Será que vou me arrepender disso?

- U-Uhum. - Disse sem jeito

- Mas não é melhor você colocar uma calça? - Me referi ao seu short curtinho de malha preta, que mais parecia uma calcinha

Rin on

- Ficou doido? Nesse calor? Além do mais, só vamos dormir.

Me ajeitei ao seu lado e apoiei a cabeça em seu peito, enquanto minha perna esquerda se enroscava com a dele. Levei minha mão até sua barriga e fiquei fazendo um carinho dele.

Sentir a maciez da pele do Sesshoumaru é tão bom. Cada toque me faz desejar mais. Eu o quero, mas acho que esse "querer" já passou de "algo passageiro" e se tornou "algo duradouro". Tenho quase certeza de que estou apaixonada pelo Sesshoumaru.

Sorri com esse pensamento e acabei pegando sono.

Sesshoumaru on

Aquela noite foi a mais difícil que poderia ser pra mim. Dormi praticamente paralisado, para não fazer muito movimento brusco.

O corpo dela, colado ao meu, me causava coisas. Uma dessas coisas eram arrepios, e aquele fogo insistia em ficar em meu corpo. Mas, mesmo assim, dormir ao seu lado feliz da vida.

Alguns dias depois

Vigésimo dia, ao lado da Rin.

Depois que nos descobrimos estar gostando um do outro, acordávamos juntos. Quer dizer, Rin acordava em meu colchão simples, no chão, enroscada em mim.

Estou tão feliz!

Quando ficávamos a sós, deixávamos o clima esquentar com os beijos e passadas de mãos, porém eu sempre parava. Tenho muito pudor para passar dos limites, e ela acabava reclamando comigo.

Até porque era como se ela já houvesse feito coisas do tipo, e gostasse de sentir certas coisas. No entanto, eu simplesmente não conseguia fazer certas intimidades, pois sou muito acanhado.

Hoje estávamos em frente ao lago, um pouco distante dos nossos pais, onde ficava um canteiro lindo de flores.

Resolvi trazê-la aqui, depois do almoço, já que hoje eu não tinha nada pra fazer com o meu pai.

Sentados embaixo de uma árvore, com ela entre minhas pernas e eu enlaçando sua cintura, suspirava, enquanto sentia o cheiro dos seus deliciosos cabelos.

Me arrepiava, enquanto sentia uma de suas mãos fazer carinho em minha nuca, onde que às vezes ela puxava os cabelinhos do local, me fazendo suspirar.                        

Rin on

Eu estou apaixonada pelo Sesshoumaru. Já não tenho mais dúvidas. Ele, com esse jeitinho acanhado e fofo, conseguiu roubar meu coração.

Virei e sentei no colo do Sesshoumaru, o fazendo arregalar os olhos. Sorri de lado e então o beijei, enquanto enterrava minhas mãos em seus cabelos.

O beijo fluía e então passei a rebolar no colo dele.

Ele é sempre tão tímido. Quero que ele se solte mais comigo.

Sesshoumaru on

Arfava durante o beijo.

Rin puxou minhas mãos, fazendo-as repousar em sua bunda.

Gemi contra seus lábios, e então apertei suas nádegas firmes.

Rin se movia com ainda rapidez em meu colo, e meu corpo estava entrando em colapso. Minha masculinidade se acendeu e tentei parar aquele beijo e me afastar, mas foi impossível.

Rin on

Eu não aguento mais. É tentação demais pra mim.

- Sesshy, vamos sair daqui. Eu quero fazer amor com você. Quero que seja meu primeiro e único. - Dei uma mordida em sua orelha

Sesshoumaru on

Fiquei mudo, pois estava um tanto perplexo.

Não, eu não vou fazer isso com ela. Não posso desonrar uma moça dessa forma.

- N-Não! V-Você t-ta l-louca? Esse tipo de coisa só pode ser feita depois do casamento.

Rin on

- Por favor. - Pedi manhosa

- Eu quero muito fazer isso com você, muito mesmo.

- Quero me entregar a você de corpo e alma. Quero que você me faça sua mulher. Ninguém poderá nos separar, depois disso.                        

Sesshoumaru on

- R-Rin... - Ela colocou o dedo indicador sobre meus lábios e me beijou novamente

Eu queria. Quero na verdade. O que faço? Não quero me arrepender de nada depois.

A fiz levantar do meu colo e, com o coração a mil, peguei em sua mão, fazendo-a correr como eu, até o celeiro.

Temos que rezar pra Deus, para que não sejamos pegos. 


Notas Finais


Obrigada pela presença de todos. Bjs e até o próximo. *Sem previsão*


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