História Um amor de verdade nunca vai acabar. - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Lucero Hogaza León, Manuel Mijares
Personagens Lucero Hogaza León, Manuel Mijares, Personagens Originais
Tags Hogazamijares, Lucero, Mijares
Exibições 63
Palavras 3.110
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiii amorinhos!

Mijares com uma pontinhas de ciúmes, aproveitem.

Boa leitura!

Capítulo 7 - Noite das meninas



            POV Lucero

Depois de o Kuri ter arruinado o restante do meu dia, cheguei em casa só estava as crianças e minha mãe. Já era noite, as crianças já estavam prontas para ir pra cama, subi até o quarto delas para dar o recado do pai havia dado.

- Mamãe? Cadê o papai? - Ela volteou o olhar e a procura dele.

- Nena, ele foi para casa, ele estava bem cansado, mas ele disse que amanhã pega você e seu irmão na escola. - Dei um beijinho em sua face e me levantei.

- Mamãe! - Ela me chamou quando estava na porta. - Sabia que eu estou muito feliz? 

- Feliz meu amor? Por quê? - Perguntei instigada.

- Porque você é papai estão juntos e vão se casar, isso era o que eu mais queria. – Caminhei até ela e em retorno recebi seu me abraço. - Obrigada mamá. Te amo! – Fiquei emocionada, se meus filhos estavam felizes, eu também estava.

 Ela pegou no sono e eu a deixei para ver o que o Jos estava fazendo.
Bati na porta de seu quarto.

- Jos? Está ai? - Aguardei uns segundos até que ouvi a tranca da port.

- Mãe! - Ele abre a porta.

- Será que eu posso entrar meu rapaz? - Acariciei seus cabelos.

- Entra. – Jos falou secamente.

- Amor, o papai disse que amanhã vai buscar vocês na escola e vai passar o dia com vocês, amanhã a mamãe trabalha. – Me sentei em sua cama, tentando chamar a atenção dele.

- Está bom mãe! - Ele falou colocando os fones nos ouvidos.

- Te amo tanto, sabia? - Falei passando a mão em seus cabelos castanhos.

Me levantei, quando percebi que ele não estava de papo comigo, já estava na porta de seu quarto, eu ouço um ruído.

- Te amo também mamá! - Ele disse baixinho.

- Jos, eu só quero ver você feliz como antes. - Voltei em direção dele.

- Mas você já está me fazendo feliz de novo, mãe! – Repentinamente ele me abraçou apertado.

Nesse momento não pude me conter, algumas lágrimas de emoção e remórcio tomavam conta de mim, mas eu sabia que o lado carinhoso de Jos, só precisa de um empurrãozinho e isso, eu e o pai deles já havíamos dado, então dei um beijo em seu rosto e sai de seu quarto. Fui direto para o meu quarto, na intenção de não ver mais ninguém. Quando abro a porta lá estava.

- Mãe! - Me assusto.

- Filha... - Não deu tempo dela falar mais nada, eu estava em prantos e corri para abraçá-la. - O que foi meu amor? Por que está chorando?

- Mãe, você não acredita no que aquele imbecil falou de mim, melhor, quase falou porque o Mijares não deixou ele falar. – Disse ainda chorando e deitada no colo da minha mãe.

- O que ele ia falar, não importa nena. O que importa agora é sua felicidade. – Ela afagava meus cabelos.

Eu estava martelando tudo que o Kuri havia falado de mim e do Mijares, e por mais que tinha quase implorando pra ele não se meter com a gente, tinha medo do que ele podia fazer, não sabia o que, mas tinha um pressentimento ruim. Mais iria fazer o meu melhor para nada ruim acontecer, tinha que pensar no futuro, tinha que voltar a organizar meu casamento, de novo. Minha mãe ficou comigo ali até que eu pegasse no sono, ela fez como fazia quando eu era pequena e tinha medo.

*

No dia seguinte eu acordei relativamente cedo, mas as crianças já haviam saído para a aula, então me arrumei e fui trabalhar. No caminho eu resolvi dar as caras na rede social, eu estava meio afastada, até porque eu estava cheia de coisas na cabeça, mas meus fãs sempre estavam ali me apoiando. Era incrível todo aquele amor, as vezes nem acreditava nisso tudo. Até que cheguei no escritório, e logo o Mijares me liga.

- Meu amor? 

- Oi amor! - falo tristonha

- O que foi? Que voz triste é essa Rainha? - Ele se espantou.

- Ah Rei, depois de ontem eu fiquei com medo do que aquele homem pode fazer pra gente. - Deixei escapar uma lágrima, mas logo a sequei.

- Minha Linda, não fique com medo, ele não vai fazer nada, eu não vou deixar. - Ele afirmou me motivando.

- Estou com um pressentimento, mas não quero isso. Você está certo, não vai acontecer nada, porque não vamos permitir. – Me animei um pouco.

- Ei, fica bem! Te amo tá bom? Não vai acontecer nada! 

- Te amo muito, Rei. – Senti meu coração se acalmar. - Preciso trabalhar, tenho que desligar.

- Vai lá Rainha! Beijos, não se preocupem com as crianças, eu estarei com elas o dia todo, a tarde se quiser pode ir buscá-los. - Ele se despediu.

- Tudo bem, eu vou buscá-los de tardezinha. Beijo! - Findei a ligação.

Eu sentia que precisava dele, já queria logo viver juntos como casados novamente. Eu precisava tirar aquele medo de mim, e sabia que só com o Mijares ao meu lado eu conseguiria.

*

Ao decorrer dos dias começo a pensar com mais detalhes na minha “novamente” cerimônia de casamento, já havia passado um mês que o Mijares havia pedido em casamento novamente, eu tinha que preparar algo, não queria nada grande como a primeira vez, eu queria algo para meus familiares e amigos mais próximos. Eu precisava escolher algumas testemunhas para reafirmar esse compromisso. E era muito apressado, já que a renovação dos votos seria para o primeiro sábado do mês de maio. Então imaginei que minhas amigas de toda a vida, Chantal e Mariana poderiam ser minhas madrinhas, pois sei que ela iriam me ajudar com os preparativos. Então criei um mini grupo no WhatsApp, pra poder falar com as duas ao mesmo tempo.

- Olá meninas! – Digitei ansiosa.

- Lu! Como está? – Chanty foi a primeira a responder.

- Melhor que nunca Chanty e você? – Continuei.

- Olá garotas! E ai como vocês estão? – Mari logo deu o ar de sua graça.

- Oi Mari, eu vou muito bem, mas quem está melhor que nós aqui, é a Lucerito. (Emoji de carinha sorridente) – Chanty brincou.

- Ah meninas, isso se chama amor. E falando nesse amor, vocês já sabem que eu vou "me casar" novamente, né?

- Hm Lucerito, está amando mais que nunca! (Emoji de carinha de coraçõeszinhos)

- Claro, e para quando é esse casamento? – Chantal questionou.

- Isso, para quando é? – Mariana pareceu entusiasmada.

- Bom, quero pro mais rápido possível e por isso estou aqui falando exclusivamente com vocês. Vocês são as melhores amigas que eu tenho, sem brincadeira. E por isso vou precisar de vocês e da ajuda de vocês, o casamento é para primeiro sábado de maio. – Comecei a disse sobre o casamento.

- Tão rápido assim? – Disse Mari.

- Que bom Lu! (Palminhas) – Chantal estava aminada, assim como eu.

- Sim Mari, convenhamos que já estou entrando na "melhor idade" o Mijares então. Kkkkkk (Emoticon de macaquinhos tampando os olhos) – Ri de mim mesma com o comentário.

- Melhor idade nada, você está maravilhosa! – Chantal sempre fora tão meiga.

- Isso mesmo Lu, a Chanty tem razão. – Mari acrescentou.

- Meninas, vocês são um máximo. Mas voltando ao foco principal, podemos marcar uma noite das meninas, quero convidar vocês formalmente para serem minhas madrinhas. Pode ser sexta à noite no restaurante que sempre, vamos? – Perguntei, eu precisava fazer algo mais formal e não somente convidá-las por mensagem.

- Sim! Eu vou amar, noite das meninas, faz muito tempo que a gente não faz isso. – Mari concordou logo.

- Claro! Faz muito tempo mesmo. – Chanty também concordou de imediato.

- Então está marcado, vou fazer a reserva e nos vemos na sexta. – Findei o assunto.

- Marcado então! – Mariana disse

- Isso aí, estou louca para ver vocês! – Chantal e todo seu entusiasmo também.

- Bom, então vou trabalhar! Beijocas! – Me despedi de minhas amigas.

- Beijos Lu! – Chantal também.

- Até lá! Beijos! – Por fim Mari.

 

°- X -°

P.O.V Narrador

 

- Quer saber da maior, amor?

- O que princesa, percebi que você não largou o telefone desde a hora que acordamos.

Kuri e Seoane eram amantes, muito antes de haver algo entre Lucero e ele. E mesmo depois de estarem namorando, Mariana mesmo se dizendo amiga de Lucero, não deixou Kuri.

- Vou ser madrinha da sua querida Lucero, no casamento dela. – Mariana riu sarcasticamente.

- Ela andou rápido mesmo. – Kuri também ria ironicamente. - E você como melhor amiga vai aceitar, né? - Ele a segurou pelo queixo.

- Não sei ainda, querido. - Seoane lhe deu um leve beijo.

- Ah, Você vai sim! - Ele a agarrou pela cintura. - Estou com uma ideia aqui e vou precisar de você.

- Hum! Vou aceitar a ser madrinha dela no casamento, por que ela é minha amiga Michel. – O homem soltou de sua boca mais um riso irônico.

- Amiga? Você como amiga, ela não precisa de inimiga nenhuma. – Kuri a implica.

Mariana se desfez dos braços de Michel envoltos de si foi até o banheiro, onde começou a pensar em alguns atos que cometeu nas costas da amiga. Kuri estava tramando algo, talvez destruir o casamento Lucero. Ele não ia deixar tudo como está.

- Ela me trocou por aquele idiota e se não vai ficar comigo? – Ele falava e ria para si mesmo. - Eu vou arruinar a vida dela, isso que ela tanto chama de felicidade. – Michel falava alto e Mari ouvia tudo do banheiro, o homem já estava com tudo muito bem planejado em sua cabeça.

 

°- X -°

 

Lucero e Mijares, além do trabalho, conversavam sobre cada detalhe da renovação dos votos matrimoniais.

- Quero tudo bem íntimo, nada de TV, nada de muitas pessoas, mais algo que seja lindo e que faça lembrar de tudo que passamos e me faça imaginar no futuro lindo que nos aguarda. – Lucero dizia com grande entusiasmo e pensando nos mínimos detalhes da cerimônia.

- Minha Rainha, eu quero que você esteja feliz, seja tudo como você quiser. Pra mim tudo que você fizer, vai ser perfeito. – Mijares depositou um beijo calma nos lábios da amada.

*

Era, o dia marcado para Lucero sair com as amigas e para formalizar a elas o pedido para serem as madrinhas e damas de honra de seu casamento. A loira já estava com tudo planejado e já estava pronta para sair. Mas antes, como sempre fazia pegou seu telefone e ligou pra Mijares, já que ainda não estavam morando na mesma casa Lucero precisaria que ele fosse ficar com os filhos.

- Oi minha Rainha! – Mijares atendeu após poucos segundos de espera.

- Manuelito, tudo bem?

- Claro meu amor, ouvindo sua voz fico melhor ainda é você?

- Eu estou perfeitamente bem e preciso de um favorzinho seu, será que você pode fazer pra mim? – Lucero perguntou na esperança e também com alguma certeza de que ele iria dizer sim.

- Claro que sim, o que você quer que eu faça por você Rainha? – Ele questionou.

- Preciso que você fique com as crianças, tenho que fazer algo importante para o nosso casamento. – Lucero ficou aliviada por ele tinha dito sim ao favor.

- Ficar com as crianças? Isso pra mim não é favor, é um dever e eu amo isso. - Ele riu. - Mas... O que a senhorita vai fazer, despida de solteira não, né?! – Mijares brincou.

- Hum! Ainda não, mas justamente por essa e outras coisas tenho que sair hoje. – A loira sorria pela brincadeira. - Mas vem logo pra casa que eu te conto tudo amor!

- OK! trinta minutos e eu estou aí. 

- Te espero. – Ela desliga o telefone.

Enquanto ela esperava Mijares chegar, avisava para as meninas que dentro de uma hora estaria chegando no restaurante. Logo a Nena foi até onde a mãe estava.

- Mamãe, onde você vai? – A pequena muito curiosa perguntava instigada.

- Nena, vou sair com a tia Chanty e com a tia Mari. – Lucero dizia enquanto Lucerito se sentava ao seu lado.

- Eu quero ir mãe! – Nena fez um biquinho manhoso e olhou para mãe com olhar de cachorrinho pidão.

- Meu amor, hoje não, o papai está chegando pra ficar com vocês. A mamãe vai resolver as coisas do casamento. – A mais velha fala e por fim deu um beijo na testa de sua filha.

Enquanto Lucero conversava com a filha, esperava a chegada de seu amado para ficar com os filhos, o que não demorou muito, pois ele havia conseguido chegar um pouquinho mais cedo que o previsto.

- Amor! – Ela o beijou em cumplicidade, assim que abriu a porta.

- Minha Rainha! - Manuel respondeu ao beijo. - Você está maravilhosa. - ele a olhava de cima a baixo, admirado com a beleza que irradiava da loira.

- Ah, são seus olhos. – Eles se abraçaram. - Manuelito sempre querendo me agradar. – Lucero passava mão sobre o peito dele e o mirava nos olhos.

- Não é, realmente isso é porque você é a mulher mais linda do mundo e eu tenho a grande sorte de ter você comigo. – Se beijaram mais uma vez e Lucerito foi correndo ao encontro dos pais e mais feliz ao abraçar o pai.

-Papá! - Ela gritava eufórica. - Você vai ficar com a gente toda a noite papai?

- Claro que sim minha princesa! – Mijares se desfez do abraço de Lucero para abraçar a pequena. - E seu irmão, onde está? – Ele rodeou o olhar, mas o vendo ali.

- Ah papá ele só sabe ficar naquele iPad dele. Ele tá muito chato. – A pequena lamentou. 

- Amor, tenta conversar com ele, por favor, eu já cansei disso. – Lucero quase implorava.

- Vou falar com ele. Ele tem que parar.

- Não seja cruel, ele ainda está assimilando tudo. Agora preciso ir. – A loira se despediu do marido com um selinho e outro beijo na filha.

- Vai tranquila Rainha. – Mijares se despediu. - Agora só não sei se eu posso ficar tranquilo com você e as meninas juntas e sozinhas. - Ele brincou e sorriu.

- Não seja palhaço. – A loira sorriu cordialmente e saiu.

*

Lucero depois de sair avisou que já estava a caminho e Chantal também havia dito e Mariana ainda não tinha falado nada, mas acredito que deveria estar a caminho também.

 

°- X -°

 

- Tenho que ir pra noite das meninas. – Mariana falou para Kuri, se vestindo.

- Você vai, mas vou te esperar aqui, quero saber de cada mísero detalhe dessa palhaçada que a Lucero quer fazer. – Kuri age sarcasticamente. 

- Quando chegar te conto tudo, baby. - Ela o deu um beijo mas quente e se retirou.

Kuri começou a pensar mil coisas para tentar arruinar o casamento de Lucero com o Mijares. “Eu vou acabar com essa idiotice que eles querem fazer, Manuelito – Ele gargalhava enquanto pensava. - que jeito bizarro e nojento que ela chama ele, coitado, ela vai me pagar por ter tirado a Lucero de mim. ”

 

°- X -°

 

Lucero chegando no local marcado encontra com Chantal que já estava aguardando.

 - Oi Chanty! – A loira deu um abraço de cumprimento em sua amiga. - Estava com saudades. 

- Lucerito, que linda você está! – Chantal abraçou Lucero em retorno. - Será o amor? Diria que você está na sua melhor fase. – Ela se afastou de Lucero para poder observá-la melhor.

- Ah Chanty – Lucero deu um sorrisinho tímido. - Acho que é o amor então. Você não é a primeira que está me dizendo isso hoje.

- Mais é verdade, você está perfeita. – Chantal continua o elogio.

As duas mulheres forma em direção a mesa reservada para esperar a chegada de Mariana, que não demorou muito para chegar.

- Mil perdões pelo atraso, demorei muito? - Mariane chegou meio ofegante.

- Não, acabamos de chegar Mari, sente-se. 

- Mais me diga, você está maravilhosa, me passa a receita. - Ela brincou admirando o quanto Lucero estava resplandecente em seu brilho natural.

- Não está, Mari? A Lu está perfeita. – Chantal de toda uma fofa.

- Meninas, já chega. – Lucero já estava ficando corada em meio a tantos elogios. - Deixa eu entregar pra vocês o 'Save The Date' da cerimônia. – Lucero entregou a cada uma delas, uma caixinha de cor nude envolvida por um laço dourado, dentro havia um bem casado. A caixinha se abria por completo, assim podendo ser lido a data marcada.

- Que lindo está Lu. - Chantal abriu admirada.

- Nossa que perfeito. - Mariana admirou a caixinha.

- Vocês sãos as primeiras a receberem e agora entra o porquê você precisar de vocês. Vocês serão minhas madrinhas e necessito de ajuda para os detalhes, é uma lista gigante, apesar de ser uma pequena cerimônia. – Lucero dizia entusiasmada.

- Fica tranquila Lu, vamos te ajudar em tudo que precisar. - Mari segurou a mão da amiga.

- Vai ficar tudo perfeito e vai dar tudo certo. – Chanty segura a outra mão olha no fundo dos olhos de Lucero passando um pouco de tranquilidade.

- Por isso convidei vocês para essa função, porque eu sei que posso contar com vocês. Obrigada por sempre estarem comigo, ao decorrer desses anos. – Lucero agradeceu as amigas emocionada.

No decorrer da noite vários papos foram surgindo, desde quando elas se conheceram, as histórias bizarras que passaram, típica de uma noite entre mulheres, a noite das meninas. Colocaram a conversa em dia é falaram de algumas coisas do casamento e quando se deram por conta já era bem tarde.

- Meu Deus! – Exclamou Lucero enquanto olhava no relógio em seu pulso. - Realmente mulheres juntas não podem ficar sozinhas, olha já a hora.

- Nossa está tarde mesmo. Eu preciso ir. – Chantal disse.

- Tenho que ir também. – Mariana também.

- Eu também preciso ir. Mais como já está tudo mais ou menos acertado, segunda começamos os preparativos. – Lucero enchia a boca para falar dos preparativos do casamento.

Se despediram e cada qual foi para seu destino. 
No carro a caminho de casa, Lucero passa a pensar mais ainda em cada detalhe do casamento, mas não sabia o porquê, alguma coisa no interior dela a fazia temer, mas era muito estranha a sensação. Talvez medo, nervosismo, passar por experiência de se casar novamente, com o mesmo homem, não era nada do mais normal que existisse. Um amor tão grande e vivendo intensamente, muito a temer, mas muito a batalhar.


Notas Finais


Fuuuiiiiiii


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