História Um amor difícil. - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Personagens Originais
Tags Ino, Narusaku, Naruto, Sakura, Sasukarin, Sasuke, Shikaino, Shikamaru
Exibições 289
Palavras 1.441
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Então amores, estou aqui novamente, pretendia postar ontem a noite o capítulo, mas olhem a minha situação, estou ajudando a cuidar do meu irmão q recém nasceu, ontem e hj passei o dia todo desmontando meu quarto pra passar e montar na casa da frente, e fiquei um mês longe por estar na bad por estar deprimida com minha vida amorosa, sei pra vc devem parecer bobagem, mas eu tinha ficado meio deprimida, mas agora estou bem e ainda solteira, sou um caso q só por um milagre hehee.

Boa leitura e não deixem de comentar.

Bjs amo vcs.😍❤

Capítulo 19 - Capítulo - 19.


Naruto On :

Na terça, fomos para a casa minha, eu e Sakura estávamos tentando assar uma torta seguindo a receita no meu celular. No dia seguinte, ela ia para casa passar o feriado, compramos uma massa pronta, mas, enquanto Sakura media cuidadosamente os ingredientes do recheio, ela ficou admirada com o cheiro nojento da abóbora enlatada.

— Parece vômito de gato — disse o Mai, se inclinando sobre meu ombro para olhar o que estava dentro da tigela.

— Eu sei. Mas confie em mim, vai ficar gostoso.

— Se você está falando... — disse Takashi, em dúvida.



Então eu decidi ir sentar à mesa da cozinha e ajudar o Takashi com o dever de casa, e a mamãe tinha sumido. Ela não disse a ninguém aonde ia. Os meninos chegaram da escola e ela não estava lá, então não dava para saber quando ela ia aparecer. Isso me deixava nervoso.

— A namorada do meu pai cozinha muito bem — Sakura falou para Mai.

— A gente comeu torta no abrigo no ano passado — disse minha filha. — Era de maçã.

— No abrigo? — perguntei, apesar de saber do que ela estava falando. Eu só não queria acreditar.

— É eles dão comida de graça em feriado.

— Vocês não vão fazer isso este ano! — eu disse da mesa, com o meu maxilar tenso. — Você sabe como eu fico puto por ela ter levar vocês lá. A gente tem dinheiro pra comprar nossa própria comida. A mamãe é simplesmente preguiçosa. Não é certo, quando existem pessoas que realmente precisam disso.

Mesmo eu sabendo muito bem que a minha mãe gastava em drogas a maior parte da pensão por invalidez.

— Ela me obrigou a ir — protestou o Takashi, parecendo confuso e triste, empurrando os óculos para cima.

— Eu sei, bro. Não estou bravo com você. Estou bravo com ela.

A porta dos fundos se abriu, e Shikamaru entrou.

— Você está bravo com a mamãe? Qual é a novidade, porra? — Ele estendeu a mão e bateu o punho fechado no do Takashi. — E aí, cara, qual é? — Depois bagunçou o cabelo do Mai.

— E aí, carinha.
Eu ganhei um tapa na nuca. Com força. Levantei-me, claramente preparado para desafiar o meu irmão, nos dois riamos, mas aquilo era normal. Mas o Shikamaru tinha voltado à atenção para Sakura e para a tigela.


— Ei, o que é isso? Sakura aqui e ela está cozinhando? Alguém chama a polícia, tenho certeza que é uma fugitiva do hospício.

— Oi.

— Sakura é agora minha namorada. Então não seja um babaca.

— Eu? — Shikamaru colocou as mãos no peito num falso protesto. Quando tirou a jaqueta de flanela, ele tinha uma tatuagem idêntica à minha no bíceps.

— O que você está fazendo?

— Torta de abóbora. — Sakura acrescentou as especiarias à mistura.

— Sério? — Ele deu um sorriso na minha direção. — Caramba, cara, você se deu bem, Ino não curte cozinhar como vocês sabem.

— Não responde — eu disse para Sakura. — Nenhuma das suas amigas merece se sujeitar a esse cuzão.

O Shikamaru abriu a boca para dar uma resposta certamente espertinha quando Mai falou da mesa.

— Toc, toc.

Todo mundo olhou surpreso para ela.

— O quê? — Shikamaru perguntou.

— Quem é? — eu perguntei.

— Fô.

— Fô quem?

— Foda-se — disse Mai com um sorriso largo. Quando ela sorria desse jeito, parecia pertencer ao nosso grupo de irmãos.

O efeito foi o mesmo em todo mundo. Todos riram, e o Takashi gritou:

— Ai, meu Deus, que idiota! — enquanto bufava de rir.

— É. Quer dizer que isso é uma para o feriado?

— Você não vai estar aqui, Sakura? — perguntou o Takashi, parecendo desapontado.
— É, já que eu não vou estar aqui — Sakura falou. — Eu queria fazer alguma coisa pra deixar para os meninos. Vou pra casa do meu pai no feriado.
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
Sakura On:

Meu pai tinha feito um monte de perguntas sobre o Naruto por telefone na segunda-feira e comentado, num tom falsamente casual, que todos os jovens de hoje gostavam de tatuagens, deixando claro que não as aprovava de jeito nenhum. Eu ia ligar para a Yuno.

.
— Oi, Sakura, tudo bem? — ela perguntou quando atendeu o celular.
Uma das coisas de que eu mais gostava na Yuno era que ela era boa em parecer neutra. Se ela estava surpresa por eu ter ligado diretamente para ela, algo que eu nunca preocupação. Se eu fosse obrigada a lidar com alguém que se esforçasse demais, que me perguntasse constantemente se eu estava bem, eu teria muito mais dificuldade para aceitar uma terceira pessoa inserida no lar.
— Tudo ótimo, obrigada. E vocês? O meu pai está surtando por causa do Naruto? — perguntei, porque tinha quase certeza que sim.
A Yuno riu.
— Ele está... Se adaptando. Ele não está acostumado com a ideia de você ter um namorado.
— Mas ele sempre me perguntava se eu estava saindo com alguém — protestei enquanto atravessava o pátio, algumas folhas molhadas do campus grudando nas minhas botas.

— É, bom, os homens são assim. Querer algo e ver a realidade desse algo são duas coisas totalmente diferentes. Além do mais, acho que o seu pai esperava que você namorasse alguém mais parecido com ele. Um cara tipo camisa social.


— Nossa, que narcisista da parte dele — falei entretida. — Acho que eu mesma sempre imaginei que ia terminar com um nerd, mas não dá pra planejar essas coisas.


— Não, não dá. A ironia é que o seu pai e eu também parecemos muito diferentes, mas é claro que ele não enxerga a analogia. Tenho certeza que, assim que ele se recuperar dos músculos e das tatuagens, vai ficar bem.
— Espero que sim. O Naruto é um cara muito legal.

— Falando nisso, acho que devemos ter uma conversa rápida sobre métodos contraceptivos agora mesmo, pra eu poder dizer ao seu pai que a gente já conversou. Assim ele não vai tentar ter essa conversa com você, o que resultaria na vergonha geral de todos nós na quinta-feira e em ele tomando dezessete antiácidos. Quero que ele aproveite o jantar, e não quero você humilhada na frente da família toda.


— Ai, meu Deus — falei horrorizada. — Ele quer falar comigo sobre métodos contraceptivos?


— Infelizmente, sim. Então vamos direto ao ponto. Você está se prevenindo?

— Estou.

— Ótimo perfeito. Tudo bem, então. Vou dizer ao seu pai que tivemos uma longa conversa de mulher pra mulher e que você não está transando com o Naruto ainda.
Eu ri.


— Ótima ideia.

— Porque, sério, isso é da conta dele? Não é.

— Hum, não é. — Havia algumas coisas que você simplesmente não precisava compartilhar com o seu pai.

— Perfeito. Você vem amanhã?

— Não. Vou à quinta de manhã

Quando desliguei o telefone, mudei de ideia e decidi ligar para o meu pai. Mas a ligação caiu direto na caixa postal, e eu deixei uma mensagem. Na quinta de manhã, percebi que ele não tinha me ligado de volta.
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
— Valeu a pena? — perguntou meu pai quando a Yuno e eu entramos pela garagem.
Tínhamos decidido enfrentar as multidões da Black Friday em busca de barganhas. A maioria eram coisas que a Susan queria, e fui junto para passear. Tirei as botas e respondi:

— Foi interessante, com certeza. Mas eu temo pela humanidade.

— Ah, eu já temia pela humanidade. Não preciso de um bando de consumidores alucinados para me dizer isso.


— Mas eu comprei uma máquina de pão por vinte dólares — disse a Yuno, parecendo orgulhosa. — E uma pilha de DVD.


— Quem usa DVD hoje em dia? — perguntou meu pai.
Ela fez uma careta para ele.

— Falou o homem que não compra toalhas novas há vinte anos.

Eu estava no sofá com Yuno e o papai e me aninhei debaixo de uma coberta, completamente feliz, sentindo frio. A sensação durou quase vinte e quatro horas, até eu receber a mensagem Meu telefone zumbiu no bolso. Era uma mensagem do Shikamaru. Por que ele estava me mandando mensagem? Preocupada, toquei na tela para desbloquear o celular. Eu esperava que ele e a Ino não tivessem tido uma briga a distância e agora ele quisesse conselhos.


Mas era pior.


... Naruto tinha sido preso.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...