História Um amor difícil. - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Personagens Originais
Tags Ino, Narusaku, Naruto, Sakura, Sasukarin, Sasuke, Shikaino, Shikamaru
Exibições 260
Palavras 2.087
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura amores.❤

Capítulo 21 - Capítulo - 21.


Naruto On :


— Sakura! — Eu imediatamente olhei feio para o Sasuke. — O que ela está fazendo aqui, porra?

— Eu só tinha um pouco, cara — Sasuke protestou. — Ela pagou o restante da fiança.

— Mas não precisava trazer ela aqui, seu idiota.

— De nada — retrucou Sasuke, visivelmente irritado.


— Por que eu não posso estar aqui? — Ela perguntou, se levantando. — E oi pra você também.

— Porque esse buraco não é lugar pra você. — eu peguei sua mão e a puxei para perto.

Quando eu bati na porta da frente para abrir, eu estava meio agressivo e com raiva, confesso e a porta quicou na parede com um barulho tão alto que Sakura olhou para trás, com medo de alguém gritar comigo ou arrasta-me de volta para a cela. O Sasuke estava andando rápido na nossa frente, e nós todos parecíamos ter o mesmo desejo de sair logo daquele inferno. E eu estava praticamente arrastando, Sakura que tropeçou para conseguir me acompanhar.


— O que aconteceu? — Ela perguntou. — E o que acontece agora?

— Eu posso ser preso ou não, é isso que acontece agora.

— Você está brincando? Por algumas pílulas e sendo réu primário?

— Eu não sou usuário, então o meu exame de drogas saiu limpo. Mas isso me torna um traficante aos olhos da lei. Por que outro motivo alguém teria oito comprimidos de oxicodona? — Eu dei uma risada exasperada de pura fúria, puxando a porta do carro com tanta força que ela abriu e fechou sozinha. — Meu Deus! Que porra!

Depois que eu chutei a porta três vezes com eles ali, eu respirei fundo e me obriguei a ficar calmo. Quando entrei e olhei para ela, ela tinha uma pergunta silenciosa no rosto.

— Quer saber? Vai dar tudo certo. Não se preocupa, baby. Não é suficiente para uma condenação. Vai dar tudo certo. — Eu me abaixei e dei um selinho em Sakura. — Obrigado por pagar a fiança. Eu vou te pagar de volta.

— Não se preocupa com o dinheiro. Não me importa. Estou com medo por você.

— Vai ficar tudo bem — eu repeti, dando a volta no carro.

Eu ser considerado um traficante parecia muito sério. Pior que isso. Terrível, tipo o fim do mundo. Ficar preso? Eu não conseguia nem imaginar e meu irmão? Minha filha? Olhei para o Sasuke no banco de trás, e ele evitou meu olhar de propósito, como se soubesse que isso era mentira.

— A gente pode ficar na sua casa hoje? — eu perguntei a Sasuke — Eu me recuso a ir pra casa até me acalmar, e os dormitórios estão tão vazios que não vão perceber se a Sakura ficar no quarto ou não.

— Claro.

Eu saí da vaga e dirigi por meio quarteirão quando o Sasuke perguntou:

— Então, como foi que você acabou ficando com as pílulas?

— Minha mãe foi até o mercado e deixou as pílulas comigo. O policial veio até a minha janela e começou a me dar uma dura. A próxima coisa que eu lembro é dele me revistando e vasculhando meu carro. Minha mãe obviamente não saiu mais do mercado.

— Sua mãe te deixou ser preso por causa das drogas dela? Como ela pôde fazer isso?

Eu a dei uma olhada séria.

— Porque ela sabia que, se fosse presa, teria que ir pra reabilitação, e todos nós sabemos que ela não quer isso. Além do mais, ela não é ré primária. Nem de longe.

— Mas por que o policial te abordou? — perguntou Sasuke.

— Não sei. — eu peguei o maço de cigarros no painel. — E, sinceramente, não quero mais falar sobre isso. Só quero tomar um banho pra tirar esse cheiro de fracasso e ir pra cama.

— Eu entendo — disse o Sasuke. — Quando fui preso por embriaguez pública, fiquei naquela cela por doze horas com vinte caras. Tinha cheiro de merda e cabelo seboso.

Que nojo. Eu apenas ri, pois nem sabia o que ia acontecer, quando olhei para o lado vi Sakura chorando de repente.

— Ei, ei — eu disse ainda assustado. — Está tudo bem, baby. — eu dei uma olhada para o Sasuke. — É por isso que você não devia ter trazido a Sakura, seu imbecil.

Sasuke jogou as mãos para o alto em protesto.

— Não culpa o Sasuke — Sakura disse em meio às lágrimas, secando os olhos e tentando se controlar. — Eu queria estar lá. Eu não teria dado o dinheiro da fiança para ele se ele dissesse não.

— Você não precisava ver nada daquilo.

— Bom, mas eu vi. E eu aguento.

Sakura On:


Quando entramos no apartamento, ele foi direto para o banheiro e ligou o chuveiro. Eu meio que esperava que ele me convidasse para ir junto, mas pensei que talvez ele não quisesse fazer isso na frente do Sasuke. O que era idiotice. Ele não se importaria com o que o Sasuke ia pensar de nós dois nus juntos. O mais provável era que ele quisesse ficar sozinho. E isso meio que me chateou. E aí eu fiquei irritada comigo mesma. Eu não podia bancar a carente nessa situação. Eu teria de me acalmar e ser forte pelo Naruto.
O Sasuke foi até a cozinha e abriu a geladeira.

— Quer uma cerveja?

— Quero. — Sem dúvida. — Que horas são?

— Mais de uma da manhã.

Era por isso que eu estava me sentindo tão exausta. Peguei a cerveja e abri, dando um longo gole. Minha garganta estava arranhada, meus olhos inchados.
Cinco minutos depois, quando o Naruto saiu do chuveiro só de calça jeans e com o cabelo molhado, eu estava curtindo a cerveja e vendo tevê com o Sasuke, embora não tivesse a menor ideia do que estava passando na tela.







— Pronta pra ir pra cama? — ele me perguntou, parecendo exausto, irritado e sexy ao mesmo tempo.

— Claro. — Segui o Naruto até o quarto. Estava esgotada demais para me preocupar com o fato de que íamos dormir na cama de outra pessoa. Entramos no quarto extremamente arrumado e tirei os sapatos. Eu teria gostado de um banho, mas o mais importante era que eu queria deitar na cama com o Naruto e apoiar a cabeça no peito dele. Eu precisava desse contato, dessa confiança.
Ele tirou a calça, puxou a coberta e deitou. Quando sua cabeça atingiu o travesseiro, ele suspirou. Eu também tirei a calça e o suéter, ficando de regata. Eu ainda sentia uma pontada de timidez de andar nua na frente do Naruto e preferia que ele tirasse minhas roupas quando fazíamos alguma coisa.

Mas ele não parecia interessado em nada além de me abraçar.


— Como você voltou pra faculdade?

— Meu pai me trouxe.

— Você contou pra ele?

— É, eu tinha que contar, se quisesse voltar pra cá.

Ele ficou em silêncio por um segundo.

— Tenho certeza que ele ficou superanimado de saber que a filha está namorando um traficante.

— Você não é um traficante.

— Fala isso pro juiz. E pro seu pai. Tenho certeza que ele me odeia neste momento.

Odiar era uma palavra forte, mas meu pai definitivamente não estava feliz com a situação.

— Ele confia na minha capacidade de avaliar o caráter das pessoas. — Eu esperava que sim.

— Se eu digo que você é um cara legal, ele acredita em mim.

O Naruto suspirou, mas não falou mais nada. Só beijou o topo da minha cabeça.

— Boa noite.

— Boa noite. — Tentei fechar os olhos, mas eles se abriam sozinhos, com pensamentos girando na cabeça à velocidade de um tornado.
A respiração do Naruto se acalmou e ficou uniforme, e ele dormiu depois de cinco minutos. Muito tempo depois, com os dedos ainda espalhados no peito dele, também dormi. Mas fui arrancada de um sonho sombrio e triste sobre caixas trancadas quando o celular do Naruto tocou. Ele se inclinou por cima de mim e procurou o telefone, olhando a tela para ver quem era.

Naruto On :


— Alô? É eu já saí cara, valeu. — eu me sentei, segurei o telefone longe da boca e murmurou para Sakura: — É o Shikamaru. Volta a dormir, baby. — E sai da cama, ajeitando as cobertas sobre Sakura. Eu atravessei o quarto e abri a porta, falando baixinho. — A Sakura e o Sasuke pagaram a fiança. São, oito oxis, fichado por posse, e o meu exame de drogas estava limpo. Então você sabe o que isso quer dizer. Eu posso pegar doze meses.

Doze meses, sim eu estava falando sério? Eu sabia que não ia ficar bem.

— Ah, ela fez isso de propósito, cara — eu disse. — Eu não ficaria surpreso se descobrisse que ela mesma chamou a polícia. Ele começou a me dar uma dura porque eu não dei seta para fazer o retorno e perguntou por que eu estava parado sem fazer nada no estacionamento. Respondi que a minha mãe estava no mercado e eu estava esperando por ela, e ele me disse que eu estava nervosinho e me mandou sair do carro. Foi tudo uma grande palhaçada. Eu só estava estacionado ali, sem fazer nada. Bom, você sabe que ela surtou a falar que eu achava que era bom demais pra comer na casa dela e que a minha namorada rica está tentando roubar os bebês dela. A merda de sempre, mas agora ela tem uma nova pessoa pra culpar, sabe?

Sakura. isso ela estava a culpando.

— Ela jogou as sobras de comida pela sala. Foi tipo uma granada de Tupperware, cara. Coisas explodindo pra todo lado. — Nesse momento, eu acabei rindo, mas terminei tossindo. — Tão idiota e até meio engraçado, só que ela desperdiçou uma comida boa. Eu nunca tinha comido daquele jeito. Pena que você não foi. ... E outra, quando é que ela tem tantas pílulas ao mesmo tempo? Ela toma tudo assim que consegue comprar. Ou ela compra heroína, que é mais barata. Tinha o equivalente a quinhentos paus naquele saquinho, onde ela conseguiu esse dinheiro, cacete?


E essa era uma ótima pergunta.

— Não que isso importe, na verdade. Tudo que eu sei é que estou fodido. Se eu tiver sorte, escapo com condicional e uma multa, mas não tem como saber o que o juiz vai decidir. Não que eu tenha dinheiro pra pagar a multa, de qualquer maneira.
Tá, a gente se fala mais tarde.


Voltei correndo para a cama e Sakura dormia aparentemente, não pareceu notar nada fora do comum. Simplesmente deslizei de volta para a cama ao seu lado, com a coxa quente roçando em Sakura. Mas eu não voltei a dormir.

— O que você está fazendo? — Sakura sussurrou.

Eu dei uma olhada de relance em Sakura.

— Desculpa, eu não queria te acordar. Só estou jogando. — eu coloquei o telefone de volta na mesa de cabeceira.

Só que eu não estava jogando. Estava fazendo uma busca sobre sentenças para condenados por posse de drogas.

— Eu estou bem acordada. — Deslizou a mão pelo meu peito até abaixo da cintura. — Eu te quero. Ela disse enquanto me beijava.

Provavelmente era a coisa mais ousada que ela já tinha dito a mim, e eu reagi exatamente como ela esperava. Ela soltou um gemido baixo e rolei para cima dela, já tirando sua blusa enquanto me beijava. Eu queria perto de mim, queria sentir aquela conexão íntima, ficar sozinho com ela, sem nossos medos e pensamentos interferindo. Ela claramente sentia a mesma coisa, porque foi mais bruta, mais exigente do que tinha sido até aquele momento.


— Fica por cima — eu exigiu depois de alguns minutos dentro dela. — Me cavalga.
Então me virei a arrastei comigo, e ela acabou sobre seu peito, com o cabelo caindo nos olhos. Eu coloquei seu cabelo atrás da orelha.

— Senta — pedi, os meus olhos brilhavam com algo que eu não entendia.
Ela fez o que eu pedi, se apoiando em meu peito para levantar o tronco, se ajeitando na posição. Ela desconhecida, coloquei as mãos grandes sobre as delas, a prendendo no lugar.
Nossos movimentos e nossas emoções eram frenéticos, urgentes, profundas e apaixonados. Eu sabia que tinha seguido um caminho sem volta.



Eu estava profunda, louca e verdadeiramente apaixonado por Sakura, tanto que quase doía.


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