História Um amor difícil. - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Personagens Originais
Tags Ino, Narusaku, Naruto, Sakura, Sasukarin, Sasuke, Shikaino, Shikamaru
Exibições 274
Palavras 1.989
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Amores, pretendo aumentar os capítulos pq a fic ta pegando a reta final.

Boa leitura e amo vcs.

Bjs ❤

Capítulo 23 - Capítulo - 23.


Naruto On :


Nevou de novo na terça-feira, e a Ino e o Shikamaru tiveram a brilhante ideia de andar de trenó. Nós só tínhamos dois trenós, mas parecia um ótimo jeito de continuar ignorando o meu julgamento, que tinha sido marcado para meados de dezembro, no fim da semana de provas. Havia uma colina enorme atrás do apartamento do Sasuke, e a Sakura e eu fomos até a casa da mãe dele pegar os dois trenós que ele tinha certeza que estavam na garagem. Não fiquei animado de ir até lá, porque estava com um pouco de medo da mãe dele, mas aproveitei e passei em casa.


Os meninos estavam no quarto deles, jogando videogames que eu havia alugado para o console antigo que nos tínhamos.




— Mai e Takashi, coloquem uma roupa mais quente — eu disse a eles. — A gente vai andar de trenó.

— Sério? — perguntou o Takashi, ansioso. Depois franziu a testa. — Trenó é coisa de criança.

— Não é não. Eu vou andar.

Essa era toda a permissão de que o Takashi precisava. Em cinco minutos, ele e a Mai estavam de suéter e casaco, com as mãos enfiadas em luvas. Estávamos entrando na sala quando demos de cara com meu primo Suigetsu.


— Caralho, estão indo para onde estudos assim?


— Brother, a gente vai ir esquiar, quer ir com a gente?


— Claro, por que não.

Era uma sensação boa, amigável, aconchegante. A melhor coisa que eu tinha sentido desde que recebi aquela mensagem do Sasuke na sexta-feira. Quando voltamos ao apartamento, nossos amigos estavam esperando na colina, jogando bolas de neve uns nos outros. A Ino parecia a abominável mulher das neves cor-de-rosa, vestida dos pés à cabeça em pele fúcsia. Eu nem sabia muito bem onde começava e terminava cada peça. Era apenas um grande ataque peludo aos sentidos.


— Aquilo ali é um Ursinho Carinhoso? — perguntou o Suigetsu e eu ele caímos nas risada.


— Damas e crianças primeiro! — declarou a Ino enquanto todos subíamos a colina.


— A Sakura e a Mai, então — eu disse para ela com um sorriso afetado.


Eu lhe dei o trenó que estava carregando e a beijei.
A Ino me deu um tapa nele.
A Karin estava ocupada juntando uma pilha de neve, então nem se preocupou em ser a primeira a passear de trenó. A Mai e a Sakura se alinharam um ao lado do outro, seus pés à frente de um jeito desengonçado, as luvas agarrando as alças. A colina parecia mais íngreme do topo do que lá de baixo. As luzes do estacionamento lançavam um brilho cruel na neve cintilante, com flocos frescos caindo delicadamente sobre nós.


— Vamos apostar corrida? — ela perguntou com um sorriso a Sakura.


— Você é menor do que eu — ela disse. — Meu peso vai diminuir o impulso da gravidade.


E a resposta foi “Já!”, enquanto ela disparava na frente.


— Ei! — gritou a minha rosada pra minha filha, e ela balançou para frente e para trás antes de conseguir descer pela colina atrás dela.

Puta merda, ela estava indo mais rápido do que imaginava que fosse possível. Mas, em vez de ter medo, parece ter sido estimulante. O vento batia no seu rosto, seu cabelo era um chicote atrás de si, o ar frio enchia seus pulmões. Ela na certa ouvia o pessoal aqui no alto da colina, torcendo por elas, e o som
forte do seu trenó de plástico sobre a neve cristalina. Estava frio, alguns graus abaixo de zero, o que era perfeito para andar de trenó, revigorante e gelado, não molhado e pesado. Curtindo a
liberdade, só entrei em pânico por pouco tempo quando Mai chegou a parte de baixo e percebi que
estava indo direto para o estacionamento. A Sakura já estava em pé, depois de ter sido arrasada na corrida. Ela se jogou de lado para sair do trenó, de um jeito desengonçado, porém eficaz. O trenó continuou deslizando, bateu no bloco de concreto à margem do estacionamento e girou no ar.
Ela levantou-se e tirou a neve do traseiro, depois cumprimentou a Sakura com uma batida de mãos.


— Foi demais! — era a opinião da minha filha.

— Totalmente! — Sorriu Sakura para ela enquanto pegavam os trenós e arrastavam-os colina
acima.

— Minha vez! — disse a Ino, pegando o trenó da mão de Sakura, sem esperar a opinião dos
outros.


Ela e o Takashi sentaram nos trenós, e o Shikamaru deu um empurrão nos dois para eles
avançarem. Eles deram gritinhos o caminho todo até a base da colina, e o capuz cor-de-rosa da Ino voou de sua cabeça e ficou pendurado nas costas.


A Mai me deu um sorriso.

— Cacete, não sei qual dos dois grita mais que nem uma menininha.— puxei Sakura para
um abraço. — Aliás, desculpa de novo por ter vomitado em você.
Ela se aninhou no calor de seu peito.

— Eu já disse, não foi em mim. Foi no chão. E não foi nada de mais, pela terceira vez. Você também cuidou de mim quando eu estava de ressaca. Eu só fiquei chateada por ter que ir pra aula naquele dia. Eu me senti culpada por te deixar sozinho. — Era verdade. Mas ela tinha voltado na hora do almoço com sopa da praça de alimentação, mas parece que eu ainda estava dormindo, então ela retornou ao campus para as aulas da tarde.

— Não tinha nada que você pudesse fazer além de me deixar dormir pra eliminar o uísque, e
foi isso que eu fiz. Mas eu tomei a sopa, às sete da noite. — Eu balancei a cabeça. — Que
idiota. Nem acredito que tive que faltar ao trabalho. Perdi cinquenta dólares à toa.


Sakura estava quase dizendo que eu tinha o direito de ficar bêbado, depois do fim de semana que
teve, quando ouvi a voz da Karin mais alta.

— Sua opinião não vale nada pra mim, já que eu nem sei quem você é — disse ela de um jeito esnobe enquanto olhava feio para o Suigetsu.

Ele parecia ter dado uma sugestão a ela sobre a confecção de bolas de neve, já que estava
agachado e com a mão cheia de flocos.


— Ótimo, então pode fazer bolas de merda — disse ele, se levantando e deixando a bola que
estava pela metade cair das mãos. — E eu sou o Suigetsu, primo do Naruto. E você?


— Karin. Colega de quarto da Saky.


Nenhum dos dois disse que tinha prazer em conhecer o outro, e aparentemente não tinham.
O Shikamaru me lançou um olhar divertido quando o Suigetsu revirou os olhos e se afastou para
aproveitar sua vez, o que ele fez correndo e mergulhando de barriga no trenó com um grito. Eu
ri.

— Por favor — foi a opinião da Karin, e o revirar de olhos combinou com o anterior, do
Suigetsu.


A Ino começou a dar gritinhos quando o Takashi a atingiu com uma bola de neve. Foi um ato ousado para ele, mas acho que o alvo peludo e cor-de-rosa era tentador demais. Ela parecia
um marshmallow rosa, e eu imaginei que, nas sua idade, açúcar fazia parte da maioria das fantasias dele. Ele provavelmente não conseguia evitar o fascínio. Shikamaru desceu a colina
uma vez, e eu e a Sakura fomos juntos, ela aninhada entre as minhas pernas. Mas nós dois juntos éramos pesados demais e empacamos na metade da colina.


— Isso foi um desastre completo — eu disse enquanto nos arrastávamos de volta para o
topo. — A única coisa boa foi a sua bunda se esfregando no meu pinto.
Agora foi a minha vez dela revirar os olhos. Ela disse que era como se os caras nascessem com um manual intitulado Que nojo: as coisas menos românticas para dizer às mulheres. Sendo que todos os itens pareciam provocar gargalhadas em mim.

— Seu palhaço — ela falou, o que também me fez rir.

A Karin estava sentada no trenó livre e analisava a situação.

— Não quero bater.


— Você vai ficar bem — garantiu a Ino. — É divertido.

— Mas e se eu bater no negócio de cimento? Posso quebrar o tornozelo.

Fiquei surpreso, mas ela realmente parecia ansiosa. Eu não costumava ver a karin com medo,
mas ela estava segurando as alças com força e seus ombros estavam tensos.


— Você não vai quebrar nada — disse a Ino.


— Ou vai logo ou sai do trenó e deixa outra pessoa descer — sugeriu o Suigetsu. Isso claramente irritou a Karin, porque ela se inclinou para frente, como se estivesse tomando impulso para ir.

— Eu vou. Me dá um segundo.
Nesse momento, a bota do Suigetsu deu um empurrão forte no trenó, fazendo-a descer voando colina abaixo, e seus gritos de terror rasgaram a noite silenciosa. Satisfeito com a própria atitude, ele deu um risinho.

— Cara... — eu disse numa censura vaga, mas estava claro que ele estava se esforçando para não rir.


— Isso foi maldade — disse a Ino.


— Por quê? Ela estava monopolizando o trenó.


Todos nós observamos a Karin cair rolando na neve, tão preocupada com o tornozelo que
desceu antes de o trenó parar. Ela rolou umas quatro vezes, com os braços e as pernas espalhados,
feito um anjo de neve. Ficou completamente imóvel por um segundo, e eu dei dois passos, com
a intenção de descer correndo para ver o que ela tinha quebrado. Mas então ela se levantou num
pulo, arrancou o gorro e o jogou no chão.


— Seu babaca! — ela gritou para o Suigetsu lá em cima. — Eu podia ter morrido.

Isso o fez desistir de brigar e começar a gargalhar.


— Você não é tão frágil assim — disse ele. — E parece ter um acolchoamento bem razoável.


Oh-oh. Como isso estava bem longe de ser verdade, era óbvio que ele só estava provocando a
Karin, mas ela não era alguém que eu gostaria de provocar.


— Vixe, bro, essa foi meio pesada — disso o Shikamaru, rindo disfarçadamente.

— Vai. Se. Foder! — A Karin subiu a colina batendo os pés e jogou o trenó no Suigetsu.


O carrinho quicou no braço dele, sua fraca tentativa de bloqueá-lo prejudicada pelos risos.
Ele estava praticamente dobrado para frente, se divertindo muito.

— Não com você. Eu posso ser esmagado. — E caiu na gargalhada de novo, imitando as palavras dela.

— Babaca — disse ela, passando por ele. Depois, com uma velocidade que um ninja invejaria, pegou uma de suas bolas de neve, virou e arremessou na cara do Suigetsu.
Ele parou de rir e limpou o rosto.

— Ei!
Ele sorriu de pura satisfação.
Para mim e olhou para Sakura.

— Você não vai jogar uma bola de neve na minha cara, vai?

— Não. Sou mais sutil que isso. — Eu estremeci.

— Sou a única que está sentindo um frio congelante? —disse Saky

— Entra se quiser — eu disse, a abraçando. — Vou ficar aqui com os meninos.

O Takashi e a Mai desceram de novo pela colina enquanto a Ino e o Shikamaru se beijavam.
Sakura me beijou.

e gritou para a Karin:

— Vou entrar. Quer vir comigo?

— Meu Deus, como quero.

Olhei para trás, para os meninos e a Ino, observando-os rirem e provocarem o Takashi para
ele descer a colina de barriga para baixo. A noite estava quase perfeita, com as pessoas que eu
mais gostava, minha família. O ar estava fresco e limpo, e a neve cobria o estacionamento sujo com um branco puro.

Por um instante, o mundo me pareceu lindo, e eu estava feliz.
Mas, no dia seguinte, a neve provavelmente ia derreter, deixando para trás uma sujeira
marrom lamacenta na qual a gente teria de meter o pé, gostando ou não.


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