História Um amor do passado - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Henrique Fogaça, Paola Carosella
Tags Farosella Fogasella
Exibições 77
Palavras 1.340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiee gente! Obrigada pelo comentários!! Espero que gostem, boa leitura!

Capítulo 4 - Capítulo 4


Para Henrique se despedir da Paola foi difícil, ela não queria ouvi-lo e foi grossa, era compreensível sua reação , mas mesmo assim os dois possuíam uma ligação muito forte, que não poderíam deixar que uma briga besta acabasse com tudo. Ele entrou no carro muito triste pelo o que aconteceu, ficou em silêncio uma parte da viagem. Seu pai estava dirigindo tranquilo e calmo quando de repente um caminhão desgovernado veio em sua direção. O caminhão bateu com força jogando o carro muito forte em um morro. Imediatamente todos desmaiaram, seu João, pai de Henrique foi que aparentemente ficou mais ferido. Logo as ambulâncias chegaram e retiraram com dificuldade as pessoas do carro. Henrique acordou durante esse processo e muito assustado chamava pelo pai, como medo de ter acontecido algo de pior.

Paola~on

Fiquei extremamente preocupada, entrei em desespero com essa notícia. E se ele morresse? Estavamos “brigados", não nos despedimos direito, com certeza ele estava triste comigo e confesso que a minha reação foi infantil, eu tinha que ter ouvido ele. E agora? Talvez não poderia nunca mais ver ele.

- Paola!- minha mãe disse se aproximando.- Minha filha, você está bem?

- Não mãe! - falei em meio ao choro.- Quero ver ele.

- Calma filha, eles estão num hospital longe daqui.- ela falou me abraçando.

- Mas eu quero ir!! - falei saindo do abraço.

- Paola, você não vai ficar correndo atrás desse maloqueiro! Deixa eles seguirem o caminho deles e nós o nosso.

- Como você tem coragem de falar assim deles?- minha mãe ficou em silêncio e subi em direção ao meu quarto.

Deitei na minha cama e fiquei pensando em ir atrás dele, dei um pulo e comecei a arrumar uma pequena mala, eu iria atrás dele de um jeito ou de outro, mesmo que eu me perdesse, mesmo que eu não o encontrasse, eu iria atrás de quem eu amo.

Esperei minha mãe sair para o trabalho e fui até uma vizinha pedir informações como chegar a esse hospital. Dona Teresa me explicou passo a passo o caminho e achei até fácil.

Fui indo no caminho, meio assustada pois não conhecia muito por lá, mas não conseguia tirar ele da cabeça. Tudo o que eu sentia por ele parecia crescer cada dia mais. Cheguei rápido em frente ao hospital e entrei. Me arrepiei toda estava com medo da notícia que teria. Segui até o primeiro balcão.

- Olá no que posso ajuda-la ? - uma moça simpática me perguntou.

- Olá- olhei em seu crachá.- Roberta, eu preciso de informação sobre um menino que sofreu um acidente de carro.

- Qual o seu nome?

- Paola Carosella.

- Ok, Qual o nome do paciente?

- Henrique Fogaça.

- Ele chegou hoje cedo aqui, está no quarto junto com sua irmã. O resto de sua família esta na UTI.

Nesse momento veio um alívio ao ouvir que ele estava no quarto, mas não tanto por seus pais estarem mal.

- Eu posso vê-lo?- perguntei ansiosa.

- Na verdade não posso deixar alguém menor de idade entrar, mas você parece bem preocupada.

Ela me explicou como chegava em seu quarto e eu fui, cada passo que eu dava naquele corredor vazio e longo me deixava mais nervosa. Cheguei na porta de seu quarto, respirei fundo e entrei. Avistei ele na cama dormindo tranquilo, tinha alguns arranhões em seu rosto, mas era de leve. Me aproximei e peguei em sua mão. Não pude segurar algumas lágrimas que escorreram. Eu não queria acordar-lo então deixei um bilhete do lado de sua cama. Esse momento foo difícil, última vez que eu veria ele. Dei um beijo em sua testa e segui de volta para casa.

(...)

Narrador~on

Paola chegou em casa e sua mãe a esperava muito séria. Tiveram uma pequena discussão sobre ela ter ido ao hospital sozinha... Mas esse não foi o único problema. Sua mãe avisou que elas voltariam para a Argentina dentro de duas semanas. Isso fez com que Paola desmoronasse, ela não queria voltar pro seu país, ja havia se acostumado com o Brasil, com as pessoas, sempre que ela se apegava alguém, tinha que desapegar, foi assim com seu pai, com sua vó e com Fogaça...

Fogaça~on

Acordei com dor no corpo todo, com dificuldade sentei na cama, eu não sabia a quanto tempo estava ali, tudo doía, minha cabeça, minha pernas, meus braços, mas aparentemente não tinha nada enfaixado ou engessado.

-Boa tarde!- uma moça com uma bandeja cheia de comida entrou no quarto. - Como você está se sentindo?

- Dolorido. - falei me arrumando na cama.- Onde está o resto de minha família?

- Bom, sua irmã está no quarto também com ferimentos leves, talvez até menos que você. Já seus pais estão na UTI, devido a pancada, acertou mais eles. Porém estão bem, sem risco de vida, amanhã mesmo ja podem irem por quarto.

Eu fiquei em silêncio e preocupado com meus pais, fiquei encarando a moça por uns instantes e lágrimas começou a descer, era inevitável, tinha que colocar aquele sentimento para fora.

- Não chore meu anjo, vai ficar tudo bem. - Ela disse e fez um carinho em meu cabelo.- Olha, uma moça que aparenta ter sua idade veio aqui.

- O que? A Paola?- perguntei surpreso e feliz.

- Sim, não ficou muito tempo, pois você estava dormindo, mas te deixou isso. - a enfermeira me entregou um bilhete.

Fogaça, me desculpe pela minha atitude, fui muito infantil em não ter te ouvido, fui besta, idiota, eu te amo, vim até aqui ter ver, mesmo que você não esta acordado, só para ver mais uma vez este rostinho lindo. Me perdoa mesmo, vou ver se consigo voltar outro dia.

Melhoras!

Beijos! Paola Carosella!”

Essas palavras mexeram comigo, achei que ela não se importava mais comigo, porém eu estava enganado. Eu precisava arranjar de alguma forma me comunicar com a Paola.

- E ai mano!!- Felipe, meu amigo entrou no quarto falando bem alto.

- E aí, tudo bem?

- Tudo sim, como você tá indo?

Ficamos ali conversando um bom tempo e então surgiu uma ideia, porque eu não mandava uma carta para Paola, através do Felipe, falando que eu precisava vê-la. Expliquei para ele a ideia, ele aceitou. Era muito meu amigo e sempre apoiou nós dois. Ele foi embora e continuei eu ali sozinho, com meus pensamentos.

Narrador ~on

Passou dois dias e Felipe não tinha visto Paola. Ela andava muito ocupada arrumando sua malas e triste por ter que ir. Estava entretida quando ouviu a campainha, quem poderia ser tão cedo. Abriu a porta e era Felipe.

- Desculpe incomodar essa hora, mas eu fui ver o Fogaça...

- Ele ta bem?- ela interrompeu.

- Sim, está sim, ele mandou entregar isso a você, faz dois dias, como eu não a vi esses dias, resolvi vir até aqui.

- Muito obrigada Fe!- ela deu um beijo em sua bochecha, se despediu e entrou.

“ Paola, fiquei sabendo que você veio me ver, mas eu estava dormindo. Por que não me acordou hein? Você eu deixo fazer o que quiser, não me incomodaria se acordasse olhando para seu lindo rosto. Ainda vou ficar um tempo no hospital e parece que vou voltar a morar pertinho de você. Graças a Deus vou continuar junto a você. Se quiser e puder vim me ver eu ficarei muito feliz. Beijos

Te amo minha argentina. Fogaça.”

As palavras dele mexeu com ela, só havia um problema, ela voltaria para a Argentina. Ela começou a chorar sem parar, não saberia como dar essa notícia a ele. Logo se arrumou e decidiu ir ao hospital, pegou o ônibus e logo estava lá, sem se preocupar com o que sua mãe acharia.

- Olá! No que posso ajudá-la.

- Eu vim visitar meu amigo, Henrique Fogaça.

- Pode ir, sabe onde é?

- Sei sim, obrigada.

Ela foi caminhando por aquele corredor imenso, não via a hora de ver ele. Quando entrou no quarto viu uma cena que não lhe agradou, Alice estava sentada na cama ao lado de Fogaça, fazia carinho em seu cabelo e deu- lhe um selinho quando viu Paola, fizera isso de propósito. Os olhos de Paola imediatamente se e encheram de lágrimas. E ela ficou sem reação.

- Paola eu...

Continua


Notas Finais


Obrigada por estarem lendo meus amores!!! Favoritem e comentem! Toda crítica construtiva é bem- vinda! Obg! Até o próximo


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