História Um amor em Nova Iorque - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Fanfic
Exibições 14
Palavras 3.554
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Mais um capitulo ^^
Espero que gostem...
LEIAM AS NOTAS FINAIS POR FAVOR ❤

Capítulo 7 - Capitulo 6


Pov Morgan Walker – NYC – Sexta feira ás 23h30min

Bruno – Quem começa? Eu ou você? – ele pergunta enquanto andávamos pelo parque debaixo da chuva que agora tinha ficado mais fraca, meus cabelos estavam encharcados assim como minha roupa, seu terno também estava do mesmo jeito e seus cabelos negros agora minguados por causa do excesso de agua.

-Bom a minha história é mais curta, mas se quiser desabafar primeiro... Sua tristeza é notada de longe – ele ri sem graça e passa a mão nos cabelos molhados os jogando pra trás, ele coloca as mãos nos bolso da calça novamente e suspira.

Bruno – Está tão na cara assim? – ele me olha e eu faço que sim com a cabeça - Quer que eu te conte o por quê?

- Se você quiser contar, fique a vontade – sorri e ele sorriu de volta.

Bruno – bem, lembra se da Diana? – afirmei mais uma vez com a cabeça. – Eu acabei de ver ela me traindo com um dos meus sócios – ele disse enquanto olhava pra frente deixando de me olhar.

-Uol tenso hein – lhe dei um sorriso de canto tentando o animar, mas ele não me olhava então não viu meu sorriso o que me deixou meio sem graça, não sei porque.

Bruno – Eu estava conversando com um dos meus “amigos” – ele faz aspas com as mãos -quando eu a vi puxando um dos meus sócios para um canto, achando estranho e eu os segui, e acabei vendo toda a cena, brigamos no meio da festa. – ele fez uma pausa e continuou – ela chorou, disse que não era nada daquilo, resumindo, fez o drama dela e eu não aguentei ficar ali de tanto nojo que eu senti dela então sai e vim pra cá – ele olhou pra mão aparentemente mais triste por lembrar e começou a brincar com um anel que ele usava.

-Vocês estavam noivos? – Ele retirou o anel do dedo, parou no meio do caminho, parei do seu lado e o observei curiosa esperando sua ação.

Bruno – Estávamos. Falou certo – no mesmo instante ele jogou o anel longe, logo após nos olhamos e ele sorriu, depois de uns instantes voltamos a andar e a chuva finalmente parou, conversávamos e riamos animadamente como se já nos conhecêssemos a anos e os problemas não existissem mais, quando percebemos estávamos de volta a entrada do Central Park e eu resolvi que dali mesmo eu iria embora pra casa.

-Bem, acho que vou voltar daqui mesmo – digo me despedindo e seu sorriso some.

Bruno – já? – ele fez biquinho, rio e pego em seu rosto forçando mais o biquinho.

-Que fofo! – o solto e ele sorri. –Mas já esta tarde e eu preciso dormir, meu aniversario já deve ter acabado a tempos.

Bruno – Aniversario? Quantos anos esta fazendo? – ele perguntou alegre.

- 18 – sorrio e ele me abraça de repente, seu corpo e seus braços fortes envolviam meu corpo pequeno e minha cintura fina, fiquei na ponta do pé e o abracei também.

Bruno – Feliz aniversario então – disse ele enquanto em abraçava.

– Obrigada Bruno, mas eu preciso ir – nos afastamos e ele fez o biquinho de novo. – Ah cresça homem! Você tem 24 anos na cara! – Digo brincando ele solta uma risada gostosa.

Bruno – Okay, parei! Posso te levar em casa? – ele propôs.

- Não precisa, eu vou a pé mesmo, boa noite Bru – me viro e quando eu já ia começar a caminhar, ele pegou em minha mão e me virou novamente pra ele.

Bruno – Eu insisto morena – ele olhava em meus olhos e eu nos dele.

-Morena? – sorrio sem graça e sinto minhas bochechas queimarem.

~Merda eu estou corada ~

Depois de muita insistência por parte dele, deixei que o mesmo me levasse em casa, disse ele que tinha que pegar seu carro no prédio onde estava e então fomos conversando sobre nossas vidas e nos conhecendo melhor. Ali naquelas poucas horas crescia uma amizade que eu tenho certeza que duraria muito tempo, ele é uma boa pessoa, diferente de todo o meu conceito sobre empresários, isso! ele é diferente e essa é uma das coisas que eu estou começando a gostar nele. Chegamos então no prédio e fomos ao estacionamento, ele pega o carro, nós entramos e ele dá partida me levando pra casa, em todo o caminho fomos escutando algumas musicas e as que eu conhecia cantava baixinho, quando chegamos na minha casa, antes de eu sair do carro, eu salvei o numero dele e o mesmo salvou o meu.

Bruno – Pronto! Entregue. – diz ele após guardar o celular no porta luvas.

-Obrigada Bru – sorri. – boa noite e... Fique bem – digo me referindo a Diana e ele entende perfeitamente.

Bruno – vou ficar, mas você não me contou o seu! Espertinha – ele toca meu nariz como fez da ultima vez me tratando como criança e eu rio.

-Okay, outro dia te conto, provavelmente eu já vou ter superado.

Bruno – Ai não vai ter mais graça – reviro os olhos rindo um pouco.

-Boa noite Bruno – ele ri enquanto eu saio do carro.

Bruno – Boa noite morena – ele me chama pelo apelido carinhoso que aderiu a mim e eu fecho a porta já entrando em minha casa.

Passei pela sala e minha mãe estava falando ao telefone com meu pai, provavelmente, vi que Sally havia deixado minha bolsa em cima do sofá a peguei e logo subi, minha mãe não fez nenhum comentário sobre minha roupa molhada e eu até gostei, seria complicado explicar tudo o que houve essa noite, logo subi e fui para o meu banheiro simples que havia no meu quarto, me despi e tomei um banho quente e demorado para relaxar, assim que terminei me aprontei para dormir, mas antes organizei meu quarto e minha cama, depois de alguns minutos olhando para o céu pela janela recebi uma mensagem, então me aproximei da minha cama e deitei na mesma pegando meu celular cabeceira e abrindo o APP do Whatsapp.

Bruno –Durma bem morena – Sorri.

- Duma bem Bru – ele ficou Off logo depois e eu resolvi ir dormir.

//Depois do final de semana – Segunda ás 07h15min//

Acordo com meu despertador tocando e sinceramente parece que eu não tive final de semana, passou tão rápido e eu fiquei isolada todo o tempo estudando para a prova que terei hoje, meus amigos me mandaram mensagem, mas eu nem liguei, ser líder de torcida não me garante notas. Olhei em volta procurando meu gato, mas lembrei que Sophia se apoderou do meu gatinho que eu nomeei de Açúcar, ele nem fica no meu quarto mais, então eu resolvi dá-lo pra ela, afinal ela tem mais tempo pra ele do que eu, então levantei e fui ao meu banheiro fazer minha higiene matinal e me vesti ali mesmo, fiz um rabo de cavalo alto, sai do banheiro e fui a minha gaveta de bijuterias, peguei o colar que o Julian me deu, voltei ao banheiro e fiz uma maquiagem básica e leve, voltei ao quarto e peguei minha bolsa transversal, coloquei meu all star preto cano médio de sempre e finalmente sai do quarto, já descendo as escadas.

~ Nunca mais eu fico desenhando até duas da manhã ~

- Oh Mãe você... – paro de falar logo que chego a cozinha e vejo Julian conversando com a minha mãe sentado na mesa.

Mãe – Filha, Julian veio saber de você – diz ela sorrindo sentada na mesa e eu olho pra ele depois pra ela, vou até a fruteira e pego uma maçã.

-Saber de mim? – digo apoiando na pia. – Por quê?

Julian – você foi embora e eu nem te vi sexta, e também você não falou comigo esse final de semana – minha mãe franziu o cenho e me olhou.

Mãe – E você chegou toda molhada sexta a noite, por onde andou Morgan? – suspirei.

- Estava com um amigo – minha mãe arregalou os olhos o que me fez rir – não mãe, eu ainda sou virgem. – ela fez uma expressão aliviada e Julian riu baixo.

Julian – Que amigo? – perguntou ele me olhando.

-Não é da sua conta, vamos. – digo mudando de assunto e jogo o que sobrou da maçã no lixo. – estamos atrasados – na verdade nem estávamos, mas eu não queria conversar sobre Bruno agora. – Arrumo minha bolsa no ombro e saio da cozinha mexendo no meu celular, vejo uma mensagem de Bruno e um pequeno sorriso logo se forma nos meus lábios.

*Whatsapp On*

Bruno – Morena ta ai?

-Não – Coloco risos depois e ele me envia um Emoji revirando os olhos.

Bruno – Palhaça – ele respondeu e ficou OFF.

*Whatsapp OFF*

Julian – Quem é Bruno? – Julian pergunta se aproximando de mim enquanto saiamos da minha casa.

- Ninguém - guardei o celular na bolsa e não o respondi, Julian pegou no meu braço e me virou pra ele. – Que foi? Gente me solta! - Franzo o cenho visivelmente irritada pelo seu ato.

Julian – Por que está agindo assim? – me acalmo e suspiro, ele me solta e me olha nos olhos esperando minha resposta que eu ainda estava formulando na cabeça.

- É sono Julian, dormi tarde só isso –Menti e abaixei a cabeça desviando meu olhar.

Julian – Não é só isso, você esta me tratando assim desde sexta e parece tem me evitado – ele faz uma pausa e eu o olho. – Não nos falamos muito esse final de semana, mas eu senti a sua diferença Morgan – senti meus olhos marejarem por lembrar da cena de sexta feira a noite, Will sabe o que eu vi, até tentou conversar comigo, mas pelo visto nem comentou com Julian.

- Não é nada, só esqueça Okay? Daqui a pouco estou melhor – lhe dou um meio sorriso e fico na ponta do pé para o beijar na bochecha, após fazer isso me afasto e ele me toma em seus braços me abraçando forte enquanto acaricia meus cabelos, retribuo o abraço e ele beija o topo da minha cabeça.

Julian – Chega de dormir tarde por hoje Okay? – rio baixo e nos afastamos, ele me olha sorrindo e logo após isso seguimos o caminho para a escola quando chegamos, ele foi até seus amigos do time e eu adentrei a escola, fui ao meu armário e troquei minhas coisas, enquanto fazia isso escutei um ser me gritando tão alto que além de mim a escola inteira olhou para o outro lado do corredor, vi Sally e quando a maioria das pessoas me olharam me escondi atrás da porta do armário, na verdade tentei né.

Sally – MORGAN! BABADO PRA TE CONTAR! – ela continuava gritando enquanto vinha até mim.

~ Ah que vergonha ~

Sally – EI! – Diz ela ainda gritando quando chegou perto de mim.

-Para de gritar vadia – digo e fecho o armário, ela riu se divertindo com o meu constrangimento e fomos caminhando para a sala. – agora fala o babado.

Sally – Não é nada não, só queria te fazer passar vergonha – revirei os olhos rindo e ela sorriu.

-Você não é normal cara – ela jogou o cabelo enquanto entravamos na sala.

Quebra de Tempo – NYC – Ás 12h40min

Will – Morgan, vai pra casa agora? – Pergunta ele enquanto saiamos da escola, hoje o professor prendeu nossa turma na sala hoje por causa de um trabalho sei lá das contas, não sei já que eu não prestei muita atenção.

-Eu vou sim – respondo.

Sally – Vamos lá pra casa, ai você almoça lá – logo depois dela falar isso um Audi R8 preto parou na frente a escola e eu olhei um pouco surpresa.

- Não é possível – Disse pra mim mesma.

Logo eu vi sair do carro, um homem moreno, forte que usava um terno preto que parecia ser de grife, óculos escuros, sapatos formais pretos e barba por fazer, ele deu a volta no carro e sorriu pra mim vindo em minha direção, ele ajeitou o terno o que me fez o olhar de cima abaixo. Bem, se você esta pensando no Bruno, acertou em cheio, aquele homem maravilhoso estava agora na minha frente com um sorriso lindo e tirando os óculos me possibilitando o olhar nos olhos.

-Ta fazendo o que aqui? Espera! – fiz uma pausa cruzando os braços – como descobriu aonde eu estudo?

Bruno – Oi pra você também morena – Ele diz irônico me cumprimentando.

-Oi Bru, mas o que você está fazendo aqui? – pergunto novamente.

Sally – Quem é ele? – Sally me pergunta enquanto me sacudia sem motivo, tirei suas mãos de mim a fazendo parar de me sacudir.

- Ahn... Sally este é Bruno, bruno esta é Sally e estes são Will – apontei pra ele – Julian e Grace – apontei pra eles também.

Bruno – Olá – ele os cumprimenta. – agora explicando o que eu vim fazer aqui... – ele me olha. – vim te buscar pra almoçar, aceita?

-Opa comida! – ele ri e eu também. – mas tenho que avisar minha mãe – ele assente.

Bruno – ligamos do carro – assinto, depois de me despedir dos meus amigos fomos para o carro e entramos, ele da partida e seguimos para o lugar aonde íamos almoçar. – ligue pra sua mãe.

-Sim senhor – digo brincando e ele sorri ainda olhando pra frente.

Logo após ligar pra minha mãe e avisa-la, continuamos seguindo para não sei aonde já que não perguntei para onde íamos, com isso posso dizer que só seguimos para o tal loca, até que Bruno recebe uma ligação e sua voz rapidamente se torna fria, firme e séria, durante a ligação ele fazia expressões de alguém que estava frustrado com aquilo, mas ainda continuava com o mesmo tom de voz. Quando finalmente desligou o mesmo me deu seu telefone para que guardasse junto ao meu no seu porta-luvas, assim que guardei escutei ele bufar e quando o olhei o mesmo passava a mão sobre os cabelos visivelmente frustrado.

- O que houve Bru? – perguntei um pouco curiosa.

Bruno – Terei que passar na empresa, tenho uma reunião muito importante agora  – abaixo a cabeça – Agora só estarei disponível daqui a meia hora, teremos que deixar nosso almoço pra depois, tudo bem morena? – ele me pergunta enquanto e nos aproximávamos de sua empresa.

-Tudo sim – o olho lhe dando um meio sorriso, estacionamos na frente da mesma e ele me olha. – Que foi? – pergunto. – Não precisa perguntar, eu vou esperar no carro – ele ri.

Bruno – ficar aqui? Claro que não – ele sai do carro rindo e vem até a minha porta, ele ajeita o terno e abre a porta pra mim. – Vem morena, você vai entrar comigo – diz ele se abaixando um pouco pra me olhar e eu pego meu celular.

Logo saio e ele fecha o carro o trancando, o mesmo me dá a mão e entramos juntos na empresa, pegamos um elevador e subimos até o décimos andar, quando chegamos lá o elevador se abriu e nós saímos juntos, quando entramos no local passamos por um corredor que largo e chegamos a um lugar que eu consideraria como uma sala de espera, ali se encontrava a secretaria dele que estava de cabeça baixa com um coque perfeito idêntico ao que minha mãe faz para ir ao trabalho.

Bruno – Elisa essa é Morgan, enquanto estou na reunião ela ficará na minha sala, se alguém quiser falar comigo diga que estou em reunião e não posso atender agora – diz ele serio e ela assente o olhando.

Elisa – Sim, senhor – diz ela sendo formal e voltando a se sentar.

Bruno – E se alguém quiser entrar nessa sala, você não tem minha permissão para deixar – diz ele e ela assente, logo depois me olha e me dá um meio sorriso. – Quando eu voltar nós vamos almoçar Okay? – assenti e sorri.

-Okay – Ele sorri mais alegre e logo sai dali, vou a sala dele e entro vendo um enorme espaço,  não tinha muitas coisas ali, apenas uma estante de livros, uma mesa grande com duas cadeiras a frente dela e uma atrás que provavelmente era a dele, um sofá cinza e um jarro de flores simples, para dar um ar mais alegre ao local que só tinha cores extremamente formais, porém o que deixava o lugar incrivelmente deslumbrante, era a enorme parede feita de vidro que dava uma vista perfeita da cidade e do Empire State, simplesmente deslumbrante.

Me aproximei do vidro para poder olhar melhor e resolvi toca-lo de leve só para conseguir mais contato com aquela linda vista, olhei pra baixo e vi carros passando lá embaixo, os carros pareciam formigas já que a distancia que eu estava do chão era enorme, fiquei ali por horas, somente olhando pessoas, carros e etc, ate que resolvi sentar na cadeira dele e peguei uma folha em branco ali, peguei um lápis e comecei a desenhar aleatoriamente, coloquei pra reproduzir a musica Say won’t let go do James Arthur; tocava baixinha a musica, mas era possível ouvir minha voz, eu não tinha noção do que estava desenhando, apenas me deixei levar como sempre faço até que quando eu estava dando os toques finais no desenho escuto um falatório alto que parecia estar vindo da frente e desligo a musica que já havia sido tocada mil vezes, então olhei pra porta que segundos depois foi aberta com violência, me levantei rapidamente e assustada, na porta havia uma senhora branca, de cabelos negros lisos, estava elegante, usava um vestido tubinho vermelho vinho e um salto preto, uma bolsa de couro da mesma cor do vesti e óculos escuros que logo foram tirados me possibilitando ver olhos escuros e traços que me lembravam vagamente Bruno.

~Puta merda! ~

... – Quem é você? – perguntou a mulher que parentava ter a idade na faixa dos 40 e com um tom arrogante.

-E-Eu... – gaguejei de nervoso e ela adentrou a sala batendo a porta, ela veio até a mim e eu engoli seco, jogou a bolsa em uma das cadeiras e colocou os óculos em cima da mesa, logo depois me olhou com cara de nojo e colocou as mãos na cintura.

...- Olha aqui, não importa quem você é, só quero que saiba que se você for uma das vadias que o Bruno anda comendo por ai e se por acaso estiver carregando no seu útero algum ser que você ACHA – ela deu ênfase no acha, as palavras dela eram arrogantemente proferidas e o ar de nojo era notável na sua voz, sem dizer dos olhares dela pelo meu corpo, provavelmente por causa da minha roupa simples - que é do meu filho, fique ciente que ele é noivo de alguém muito mais mulher que você, muito mais bonita e que com certeza tem mais a somar com ele do que você – ela estava falando de dinheiro, senti meus olhos marejarem, nunca passei por essa situação na minha vida, nunca fui tão diminuída. – e outra vamos combinar que esta mais do que visível que você não esta a altura de um homem como o meu filho. – suspirei forte contendo lágrimas e uma vontade enorme de arranhar a cara dessa mulher.

-Olha eu realmente não entendo como um homem tão educado, divertido e humilde como o Bruno tem uma mãe dessa – ela franziu o cenho. – e não eu não sou uma das vadias que seu filho come por ai, se bem que ele só comia uma até ela trair ele não é? – disparei logo de uma vez.

Mãe dele – Olha como fala da minha nora garota! Eu posso muito bem acabar com a sua vida em menos de um segundo, e eu tenho certeza que demoraria muito mais pra você reconstrui-la! – ela diz em um tom alto.

- Você não tem caráter mesmo! Só por que tem dinheiro pensa que pode pisar nos outros sem ao menos conhece-los! – faltava pouco sair fogo pelos meus ouvidos.

Mãe – Não preciso conhecer as vadias do meu filho, para poder dizer que são putas que dão para qualquer um na esquina! – ela diz cruzando os braços.

-Eu já disse que não sou uma puta do seu filho! Somos apenas amigos cacete, você é tão sem caráter e mente fechada que ainda não entendeu isso? – ela ri debochando da minha cara.

Mãe dele – MEU FILHO NÃO TEM COMO AMIGOS GENTE DA SUA LAIA GAROTA! – Ela diz e eu respiro fundo. – quer saber, sai! – ela diz apontando pra porta e eu fico espantada com aquilo. – Ah não vai sair não – ela vem até mim e pega nos meus cabelos me fazendo gritar e a chamar de louca.

Eu comecei a chorar de ódio daquela mulher, sinceramente Bruno não merece uma mãe tão filha da puta como essa, ela me arrastou até a porta tão rápido que eu esqueci até meu celular lá dentro, ela abriu a porta e me jogou no chão ajoelhada, meus cabelos estavam soltos e bagunçados, todos caídos sobre meu rosto que agora se encontrava molhado por causa das lagrimas de raiva.

Mãe dele – CHAMA ALGUÉM LOGO PRA TIRAR ESSA PIRANHA DAQUI! – Logo que ela termina essa frase, ajeito meu cabelo os jogando pra trás e limpo meu rosto, mesmo assim algumas lagrimas insistem em cair. – Não precisa, eu mesmo saio. – olho pra ela ainda ajoelhada. – eu não...

Bruno – Morgan? – olho para bruno e ele franze o cenho com um olhar assustado ao me ver chorando, ele logo me levanta, mas não em põe de pé ao invés disso ele me pega no colo feito noiva e eu afundo meu rosto na curva de seu pescoço me encolhendo. – Quero uma explicação. Agora – ele diz com a voz firme e o silencio surge de repente.

 


Notas Finais


Oi Oi gente!!
E ai gostaram?
Desculpem a demora é que eu tenho andado muito ocupada, mas prometo postar com mais frequência, estou em semana de prova então provavelmente não postarei :c

Gente COMENTEM por favor, comentários são MUITO importante pra mim, e favoritem se gostarem, até a próxima pessoal... FUI :3❤


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