História Um amor impossível (incesto) - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiiie, Feliz dia das crianças meus bebês!!!!
  Estavam com saudades? Eu estava kkkk
  Fim de semana eu viajei para Santa Catarina, eu pensei que como eu ia ficar mais de 15 horas dentro de um ônibus (tanto na ida como na volta) eu ia conseguir adiantar capítulos, mas só de pegar o telefone para escrever eu fiquei tonta kkkk Mas aqui estou eu!!!
  Peço para que as adoradoras do Rodrigo e as do Diego não fiquem chatiadas com o capítulo de hoje, do mesmo jeito que teve capítulo para os dois têm que ter para os outros dois. Espero que entendam, a Isa ama os 4 igualmente kkkk
  Amo vocês ❤😙

Capítulo 21 - Como tudo em você é perfeito?


Quando eu e o Diego chegamos, encontramos os meninos na sala.

- Cadê o Lucas? - pergunto me atirando no sofá entre o Matheus e o Filipe.

- No quarto dele com a Giovana - o Matheus responde.

- Esses dois não se desgrudam um minuto - o Rodrigo fala rindo.

- E cadê a Lívia? - pergunto.

- Na casa do Murilo de novo - o Rodrigo responde.

- Estão com fome? O jantar tá no microondas - o Filipe pergunta pra mim e pro Diego.

- Vou trocar de roupa e já vou lá comer - digo pegando minha mochila e subo as escadas.

  Tomo um banho rápido e coloco uma roupa confortável. Depois desço para a cozinha e como a janta que o Filipe fez.

  Como sempre, passamos a noite vendo TV na sala e logo depois cada um vai para o seu quarto.

  Perto das 02:00 começa a chover e trovejar muito forte. Pode parecer besteira, mas eu tenho muito medo de trovão, então eu fico sentada na cama sem conseguir dormir.

- Acordei com os barulhos - o Matheus diz entrando no meu quarto - Sabia que você não ia conseguir dormir. Quer que eu fique aqui com você? - pergunta e eu assinto rápido dando espaço para ele se deitar comigo.

- Qual a necessidade dessas merdas de fazerem tanto barulho? - pergunto me referindo aos trovões e ele da de ombros.

- Lembra aquela vez que estava trovejando tão forte que você foi chorando para o quarto da mamãe e o papai? Depois eu e os meninos levantamos para ver o que estava acontecendo e acabamos dormindo todos juntos no quarto deles - relembra tentando me distrair.

- Lembro - digo rindo me lembrando de nós cinco amontoados na cama dos nossos pais.

  Um trovão forte faz com que eu me encolha e esconda meu rosto no pescoço do Matheus.

- Calma, vai ficar tudo bem - diz acariciando meu cabelo.

  Ergo meu rosto e o beijo.

  O beijo vai ficando mais quente até que eu fico senta em seu colo. Retiro sua camisa e ele retira meu pijama rapidamente. Em um giro rápido eu fico por baixo dele. Enquanto eu retiro seu calção junto com a cueca o Matheus começa a distribuir beijos pelo meu pescoço e seios.

  Consigo retirar o que sobrava de suas roupas e logo sinto seu membro me invadir.

  Nossos gemidos e barulhos são abafados pelos barulhos dos trovões que já não me incomodam tanto no momento.

  Depois de um tempo chego ao meu ápice, logo depois quando o Matheus percebe que também chegou ao seu limite, retira seu membro gozando fora de mim.

- Ótima maneira de me fazer esquecer dos trovões - digo rindo deitada no seu peito.

- Estou sempre a sua disposição - diz rindo levemente - Amanhã, no caso hoje mais tarde, vou te levar em um lugar.

- Que lugar? - pergunto curiosa.

- Eu vi que vai ter tipo um festival de música em um parque, achei que você iria gostar.

- Eu adorei a ideia - digo feliz - eu amo música.

- Sei disso, por isso pensei em te levar lá depois da escola.

- Vou adorar.

- Então é melhor irmos dormir - diz e eu concordo.

                               ~*~

  Acordo com o Matheus agarrado na minha cintura, me viro para ele e começo a fazer carinho em seu rosto.

- Teteu, acorda - digo e ele murmura algo - Temos que ir para a aula.

- Vamos ficar aqui hoje - pede ainda de olhos fechados.

- Não podemos - digo me levantando - Se veste logo e vamos.

  Vou para o banho e logo depois o Matheus entra também. Depois de vestidos vamos tomar café.

- Conseguiu dormir com os trovões? - o Diego pergunta.

- Sim - respondo simplesmente.

- Que trovões? - o Lucas pergunta.

- Os da madrugada, não ouviram? - o Rodrigo pergunta.

- Não - o Lucas e a Giovana dizem.

- Que horas vocês foram dormir? - pergunto para eles.

- Cedo - dizem em uníssono.

- Tem certeza? - o Filipe pergunta e eles assentem.

- Depois da aula eu e a Isa vamos sair - o Matheus avisa.

- Vão a onde? - o Rodrigo pergunta.

- Em um lugar.

- Ok, vamos logo se não vocês vão se atrasar - o Rodrigo diz se levantando e nós vamos junto.
                                
                                  ~*~

    Depois da aula eu e o Matheus vamos direto para o parque onde está tendo o festival de música.

  Tinha um pequeno palco montado no local, várias pessoas estavam ou sentadas tocando música ou nas filas dos treilers de lanches, onde eu e o Matheus fomos para comprar algo para comer.

  Compramos dois hambúrgueres e dois refrigerantes. Depois nos sentamos no chão perto do palco.

  Após comermos eu deito no colo do Matheus e fecho os olhos.

(ouça: Se namorar - Ivo Mozart )

- Deixa eu te falar do meu amor
Nesse momento
Vem sentar mais perto aqui de mim - o Matheus começa a cantar e tocar.

  Me sento de frente pra ele sem entender como ele conseguiu aquele violão.

- Quantas vezes a gente nem precisou falar nada
Pra gente se entender
Pouco a pouco, todo tempo que nós temos
É tão pouco tempo pra gente
Se namorar - continua a cantar e sorri de lado pra mim.

- Como você conseguiu esse violão? - pergunto sorrindo.

- Aquele pessoal ali me emprestou - diz apontando com a cabeça pra um grupo de pessoas sentadas perto de nós.

- Atá - digo rindo.

- Quer cantar? - pergunta sorrindo.

- Quero.

- Qual?

(ouça: Singular - Anavitoria )

- É tão singular
O jeito que me observa acordar
E o meu cabelo não parece te assustar
Você, incrivelmente, não se importa
Se eu te chutar a noite inteira - começo a cantar e o Matheus me acompanha no violão - É singular
Tua vergonha e tua forma de pensar
O teu abraço que me enlaça devagar

- Como tudo em você é perfeito? - o Matheus pergunta depois de eu terminar de cantar.

- Nem tudo é perfeito - digo rindo.

  Passamos a tarde canto e conversando. Depois devolvemos o violão para o dono e voltamos a pé para casa.



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