História Um amor inesperado. - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~KarinaSesshy

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Personagens Originais, Rin, Sesshoumaru
Exibições 217
Palavras 2.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite e boa leitura a todos! =3

Capítulo 4 - Capítulo Quatro


Fanfic / Fanfiction Um amor inesperado. - Capítulo 4 - Capítulo Quatro

Rin on

Corei com aquele ato e as batidas do meu coração ficaram mais fortes. Novamente senti aquela sensação estranha, mas ainda não sei dizer o que é.

Abaixei a cabeça envergonha, pois aquelas olhos dourados estavam me deixando mais vermelha do que nunca.                        

Sesshoumaru on

Após a refeição, seguimos para a sala.

Sentei no sofá e ofereci para que ela se sentasse, ligando a TV em seguida.

Sorri ao ver a Rin surpresa por estar vendo as imagens na televisão.

- Isso é uma televisão. Aqui podemos ver um pouco de tudo. Filmes, novelas, seriados, desenhos, entre outros.                        

Rin on

Que aparelho estranho. Como será que funciona?

- E como é possível ver tudo isso? E como conseguiram colocar as pessoas ali dentro? Vocês escravizam pequenos humanos para que eles fiquem dentro dessa tal de televisão?

Sesshoumaru começou a rir.

- Qual é a graça? Não tinha nada disso no meu planeta e eu quero saber como funciona.                        

Sesshoumaru on

- Calma Rin! Não escravizamos ninguém, quer dizer, não mais. Esse é o trabalho delas, elas ganham por isso. Elas são transmitidas através de câmeras, que capturam a imagem pra poder passar na televisão.                        

Rin on

Cocei cabeça, sem entender nada.

- Ainda não entendi como isso funciona.

Sesshoumaru tentou me explicar. Ele falou sobre um tal de estúdio, onde os programas são gravados e depois editados, mas continuei sem entender. É como se ele estivesse falando outro idioma pra mim.                        

Sesshoumaru on

- Não sei mais como te explicar, mas eu tenho uma curiosidade. Vocês do seu planeta falam a mesma língua que os seres humanos?

Rin on

- Hã, bom, eu não sei como te explicar isso. Nem eu sei ao certo, mas, depois que te beijei, passei a falar o mesmo idioma que o seu.

- Eu não sabia que isso era possível, acho que ninguém do meu planeta sabe disso. Como eu te falei, ao beijarmos alguém, estamos nos casando com a pessoa, então nunca beijamos ninguém além do nosso parceiro.

- O meu sistema solar é formado por cinco planetas e em todos falamos a mesma língua, então não tinha como saber dessa habilidade.                        

Sesshoumaru on

- Entendi. Mas vocês nunca pensaram que existiam outras galáxias, ou outros planetas, além dos quais vocês vivem? Porque sempre imaginamos que vocês pudessem existir, só não tínhamos provas. No caso, não temos, só eu mesmo sei da sua existência.

Rin on

- Eu não sei. Meus pais nunca me deixavam sair do castelo. Eu tinha curiosidade de conhecer o universo, mas isso sempre me foi negado.

Abaixei a cabeça, um pouco triste, e tentei segurar as lágrimas que já se formavam.

- Meu pai não compartilhava nenhuma informação sobre outros planetas e nem nada disso, mas eu sempre acreditei que existiam outros seres e sempre quis conhecê-los.                        

Sesshoumaru on

- Rin, saiba que você, aqui comigo, não estará presa. Se você sentir vontade de ser livre, você terá o livre arbítrio para ter isso. Poderá visitar outros planetas e outros sistemas solares, se quiser, mas só que pra isso você irá precisar de uma nave, ao menos que você tenha algum poder de teletransporte.                        

Rin on

- Eu nem sei que poder é esse. Acho que não tenho, porque se ele me desse a chance de visitar outros lugares, eu já teria usado a muito tempo.                        

Sesshoumaru on

- Hum.

Ficamos conversando, descobrindo a origem um do outro, até a noite chegar.

- Vou pedir uma pizza para comermos. - Peguei o telefone em mãos

Rin on

Fiquei observando, curiosa, o que o Sesshoumaru fazia. Ele me explicou que o telefone funciona como o comunicador da nave. Também me explicou o que é pizza e fiquei curiosa pra experimentar isso.

Quando tocaram a campainha, tive que me esconder, enquanto o Sesshoumaru atendia a porta.                        

Sesshoumaru on

Paguei o motoboy, e entrei com a pizza e o refrigerante em mãos.

- Vou pegar uns copos pra gente. - Deixei a pizza em cima da mesa de centro                        

Rin on

Depois de pegar os copos, Sesshoumaru disse que eu podia me servir, mas eu não sabia como. Ele demonstrou, pegando um pedaço de pizza e imitei os seus gestos.

Levei aquilo a boca e mordi.

Uau! Isso é muito bom. Será que só tem comida gostosa nesse planeta?                        

Sesshoumaru on

Vê-la encantada com tudo que os terráqueos têm para oferecê-la, me deixa alegre.

- É, parece que no seu planeta não tem muita coisa gostosa.                        

Rin on

- Na verdade, tem sim. As comidas de lá são ótimas, mas nem se comparam as daqui. Bom, acho que seria covardia comparar nossas comidas. Acho também que seria justo dizer que os dois planetas têm ótimas comidas.                        

Sesshoumaru on

- Eu nem sei o que dizer, porque não provei da comida do seu planeta; então digo que as do planeta Terra são mais gostosas.

Após a comida, Rin e eu subimos.

Entreguei a ela uma escova, ainda lacrada, junto de um creme dental, ensinando-a a usá-los em seguida.

Depois, dei boa noite a ela e segui pro meu quarto.                        

Rin on

Eu não me sentia a vontade naquele lugar. Não sei, mas é como se faltasse algo. Eu me sentia tão sozinha.

Já estava escuro, fazia algumas horas que eu estava deitada, mas não conseguia dormir.

Levantei da cama e fui até o quarto do Sesshoumaru. Ele estava dormindo, lindo como sempre. Me aproximei de sua cama e, com cuidado, deitei ao seu lado. Me aninhei em seus braços e enrolei minha cauda em sua cintura, com muito carinho.

Estando ali, com ele, me senti mais a vontade e peguei no sono rapidamente.                        

Sesshoumaru on

Dia seguinte

Acordei com o celular tocando.

Ainda de olhos fechados, tateei o criado-mudo, pegando o celular da uma vez.

- O que você quer, Jaken? - Falei, já sabendo que era ele

Percebi uma respiração em meu pescoço e só aí vi que a Rin estava em meus braços.

Arregalei os olhos e tentei falar normalmente com o Jaken.

- Você está aí, Sesshoumaru?

- Hã?

- Idiota, estou falando a meia hora e você nem me ouviu.

- Me chame de idiota de novo, e eu vou aí só pra quebrar a sua cara.

- Mas esse seu mau-humor vai continuar até quando?

- Até o dia que eu comer a sua mãe, aquela...

- Não termine as palavras e não fale da minha santa mãezinha que já está no céu.

- Fala logo o que você quer!!!!

- Não berra!!

- Desgraçado! - Rangi os dentes

- Quero que venha aqui às 14 horas.

- Ok! - Desliguei na cara dele

Depositei o celular novamente no criado-mudo e, ao olhar na direção da Rin, a vejo de olhos arregalados.

Rin on

Acordei assustada com todo aquele falatório. Sesshoumaru parecia irritado, muito, muito irritado mesmo.

- Desculpe. Não queria atrapalhar, nem ser inconveniente.                        

Sesshoumaru on

- Não Rin. Não estou assim por sua causa. Foi o meu patrão que me irritou agora pouco. - Acariciei seu rosto

- Só fiquei surpreso por saber que você estava aqui em meu quarto. - Sorri pra ela

- Já que estamos acordados, irei fazer um café da manhã para nós dois e em seguida vamos para o shopping comprar roupas para você, mas antes tenho que chamar a minha mãe; para que ela traga algo para que você vista. Ainda tenho que contar tudo sobre você.

Rin on

Fui tomar banho no meu quarto, enquanto o Sesshoumaru fazia o café.

Ao chegar na sala, ainda usando as roupas que o Sesshoumaru me deu, encontrei uma mulher que mais parecia a versão feminina do Sesshoumaru. Cabelos prata e olhos dourados. Então deduzi que era a mãe dele.                        

Sesshoumaru on

- Ah!!! - Ouvi um grito e corri até sala

- O que foi, mãe?

- Essa mulher tem uma cauda! - Disse desesperada e sentou de uma vez no sofá

- Mãe, se acalme. Quando te ligue, avisei que encontraria algo inusitado, no caso alguém. Esse alguém é a Rin. Mãe, a senhora tem manter segredo, pois se souberem de que a Rin existe, ela será usada para experimentos e não quero que façam essas coisas com ela. Além do mais... Ela e eu estamos casados pra sempre. - Disse corado

- QUE??? - Gritou

- Não grite, mãe.

- Você se casa no espaço e nem me convida pro casamento?

Revirei os olhos.

- Mãe, a senhora escutou as primeiras palavras que eu disse?

- Sim, que isso é segredo.

- Então, trouxe o vestido?

- Aqui. – Mostrou uma bolsa, que estava com ela

- Pode ajudá-la a se vestir? Aliás, quero que venha conosco ao shopping, assim a senhor a ajuda sobre roupas e sapatos. Ela só vai poder usar saias e vestidos, por causa da cauda. E quando formos sair, ela terá que esconder a cauda com uma cinta, a senhora também trouxe uma?

- Trouxe sim. Vamos, Rin, quero conversar sobre tudo, em questão ao meu bebê, e dizer todos os gostos dele. Quero que aprenda a ser uma boa mulher pra ele.

Minha mãe arrastou a Rin para cima e fui terminar de fazer o café.                        

Rin on

Fiquei assustada, não nego. Aquela mulher, que se apresentou como Satori, me arrastou até o meu quarto e começou a me ensinar como deveria me vestir.

Bom, não é diferente de como me vestia, sendo que aqui tenho que esconder minha cauda, minhas orelhas e controlar as minhas emoções.

Nós começamos a conversar sobre o Sesshoumaru, sobre os seus gostos, mas eu não entendia muito bem.

Satori: Rin, como vocês se casaram? Teve alguma cerimônia? E por que casaram tão rápido?

- Hã, bom, o Sesshoumaru se casou sem saber.

Satori: Como assim? - Perguntou enquanto penteava meus cabelos de uma forma que pudesse esconder minhas orelhas

Expliquei sobre o casamento da minha espécie e disse que fiz isso pra salvar o Sesshoumaru. Essa mulher fez algo que me pegou desprevenida.

Satori: Obrigada Rin. - E ela me abraçou

- Não precisa me agradecer. - Respondi sem graça

E então continuamos a conversar. 

Sesshoumaru on

Depois que minha mãe desceu, ao lado da Rin, as duas sentaram a mesa.

Rin passou a comer comigo, enquanto minha mãe falava algumas coisas sem parar.

- Vou me vestir para sairmos. - Já havia acabado, então subi

Rin on

Fiquei triste, pois o Sesshoumaru não falou nada sobre o meu visual. Na verdade, ele mal me olhou.

Tentei não demonstrar minha tristeza, mas meus olhos ficaram prata de qualquer jeito.

Sesshoumaru apareceu e me entregou uma coisa que ele chamou de óculos escuro e me pediu pra colocar. Fiz como ele disse e então saímos de casa.

Entramos no carro do Sesshoumaru e seguimos caminho até o tal shopping. Fiquei o caminho inteiro olhando pela janela e admirando a beleza daquele lugar.                        

Sesshoumaru on

Chegando ao local, estacionei o carro e ajudei a minha mãe e em seguida a Rin a sair do carro.

Rin, acanhada, ficou do meu lado, como se quisesse enrolar sua cauda em volta da minha cintura, mas ela não podia. Até porque a sua cauda estava presa por causa da cinta que estava por baixo do vestido.

Sorri pra ela e ofereci a mão.

- Casais aqui na Terra, pegam nas mãos para indicar que são íntimos um do outro.                        

Rin on

Retribui o sorriso do Sesshoumaru e entrelaçamos nossas mãos.

Vi, pelo canto do olho, que Satori sorriu com aquela cena e fiquei um pouco envergonhada.

Entramos naquele prédio enorme e fiquei um pouco assustada por ver tanta gente junta. Acabei apertando a mão do Sesshoumaru, um pouco mais forte do que eu queria.                        

Sesshoumaru on

- Não precisa se assustar, Rin. - Ela afrouxou o aperto e eu suspirei aliviado. Além do mais, ela era muito mais forte que eu e aquele aperto estava me machucando

- Podemos ver nessa loja, mãe?

- Claro!

- Vou sentar no sofá e a senhora entra com ela nos provadores. A senhora me disse uma vez que queria ter tido também uma filha, então aí está a sua oportunidade. Faça da Rin como se fosse uma filha sua e a molde de sua maneira, mas peço que não a sufoque. Quero que ela faça as suas próprias escolhas também.

- Não se preocupe. - Sorriu meiga pra Rin                        

Rin on

Satori me arrastou até uma loja e começou a me mostrar vários vestidos, saias e algumas blusas. Ela me fez provar várias roupas e escolhi as que mais gostei.                        

Sesshoumaru on

Alguns minutos depois e quando digo “alguns” digo muitos minutos mesmo.

Quando mulher se ajunta pra fazer compras o negócio fica brabo.

Elas voltaram com várias sacolas, fui até o caixa pagar e seguimos para outra loja; para comprarmos sapatos.

Adivinhem, quem ficou de carregador? Euzinho.  


Notas Finais


Nova fic em parceria com a @KarinaSesshy
Além da escuridão: https://spiritfanfics.com/historia/alem-da-escuridao-6765501

Obrigada pela presença de todos. Bjs e até o próximo *Sem previsão*


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