História Um amor inesperado - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Restart
Personagens Koba, Pe Lanza, Pe Lu, Personagens Originais, Thomas
Exibições 14
Palavras 1.244
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente os capítulos vão sair segunda e quinta, esse saiu hoje (quarta) porque já estava porto, e por mim ter demorando no outro, mas vai continuar segunda e quita

Capítulo 8 - Eu também te amo


Fanfic / Fanfiction Um amor inesperado - Capítulo 8 - Eu também te amo

   Estava exausta, e não tirava da cabeça o Pedro, ele sempre me amou, como assim. Fiz mil perguntas pra mim mesma, perguntas que não tinham respostas. Acabei dormindo com meus pensamentos.

  Acordei no outro dia, fiz minhas higienes matinais, e fui tomar café.

  Mais tarde fui espairecer, fui para o mesmo lugar onde eu tinha ido no primeiro dia, ali era o centro da cidade, era tudo perfeito.

  Estava andando pelas ruas, e um homem me parou, era aquele que se esbarrou em mim, e foi super grosso, não quis nem olhar na cara dele direito e continuei andando.

  - moça - Ele me chamou. Não respondi.
- você é aquela em quem eu me esbarrei e fui grosso né, me desculpa, não estava nos meus melhores dias.

  - aí tá bom, agora deixa eu seguir meu caminho.

  - queria sua ajuda - olhei pra ele com a cara de tipo "eu nem te conheço e você precisa da minha ajuda?" - eu sei que é estranho, mas é só pra saber onde fica esse café aqui - ele disse me mostrando um papel.

  - fica bem ali, só andar mais um pouco e virar a rua nessa calçada mesmo.

  - obrigado, mas você não quer ir comigo, uma forma de me desculpar por aquele dia.

  - não precisa, já se desculpou.

  - vai, só quero te pagar um café.

  - tá bom - disse bufando.

  Fomos para o café, chegamos lá, nos sentamos numa mesa e pedimos o que queríamos.

  - de onde você é? - ele disse tentando puxar assunto.

  - do Brasil.

  - quase não tem sotaque, é de São Paulo?

  - sim, e você?

  - também era de lá, me mudei para Londres.

  - por que?

  - queria esquecer umas coisas.

  - quem?

  - não quero falar sobre isso.

  - tudo bem, o que você faz da vida?

  - trabalho numa agência de modelos.

  - jura? Qual?

  - mega model.

   - nossa, eu fiz teste pra ser contratada lá.

  - eu sei, eu vi sua fotos, você fotografa muito bem.

  - obrigado, mas não me dá privilégio por me conhecer.

  - não darei, não gosto de misturar família, amigos e essas coisas com trabalho.

  - seria injusto com as outras participantes.

  Continuamos conversando e comendo, ele era bem legal, muito diferente daquele homem Grosso e mal educado que eu conheci naquele dia.

  Eu me sentia protegida perto dele, como se fosse um 'pai', me sentia bem perto dele.

  - já vou indo - eu disse quando acabei de comer.

  - eu também, tenho que voltar pro trabalho.

  Nos despedimos, e fomos cada um para um lado.

                 2 semanas depois

  Eu e aquele homem havíamos nos aproximado, ele era bem legal, o nome dele era Mário, estranho, era o mesmo nome do meu pai.

  Daqui a alguns dias eu voltaria pra São Paulo, não vejo a hora de ver o Pedro, eu e ele não deixamos de nos falar sequer um dia.

  O resultado do teste pra agência de modelo ainda não saiu, eu estava confiante, eram apenas 12 participantes que seriam escolhidas, eram muitas meninas, mas o Mário me deu várias dicas pra fotografar nas últimas duas estapas.

                       Dias depois

  Hoje voltaria pra São Paulo, já estávamos no carro. Chegamos lá e ficamos esperando o voou.

  [...]

  Chegamos no aeroporto, vários amigos meus estavam lá, a Leni, o Mauro, a Michele, a Lan e o Pedro.

  Fui em direção a eles, abracei todos, abracei a Gi e ela me disse num sussurro:

  - o Pedro disse que você sente o mesmo por ele, só vai miga, ele também te ama - Corei e sorrir envergonhada.

  Fui abraçar o Pedro, foi um abraço demorado, foi cheio de saudade.

  - tava com saudade de você Gi - ele disse num sussurro.

  - eu também Pe.

  Nos soltamos do abraço, sorri pra ele e fomos todos conversando pra fora do aeroporto.

  Eu não conseguia tirar meus pensamentos do Pedro, ele me amava e eu também amava ele. A Lan é super de boa, pelo menos com que o Pedro me disse, e com o que ela me disse agora a pouco, parece... eu não quero ficar com Pedro, pelo menos não agora, acho que é muito cedo, estamos nos descobrindo agora.

  Quando sai dos meus pensamentos, já estávamos no carro, eu tinha ido com o Pedro, a Leni, a Michele, a Lan e o Mauro, meus pais foram em outro carro e meus outros amigos foram juntos, sei lá pra onde.

Pedro pediu para mim ir para casa dele, eu aceitei, até porque não estava cansada mesmo com a longa viagem, estava doida pra ver a duda, ela não foi me buscar no aeroporto, tinha ficado com a tia da Michele.

  Chegamos lá, eu fui direto para o quarto a Michele ver a duda. Ela estava dormindo, não queria acordar,  fiquei apenas observando a duda.

  Senti alguém me olhando, me virei e era o Pedro.

  - essa cena é tão fofa - Pedro disse sorrindo.

  - eu vendo a dudinha dormindo?

  - sim - sorri.

  - ela já estava com 4 meses né.

  - sim.

  - ela é muito fofa, da vontade de apertar essas bochechas.

  - da mesmo - ele disse vindo em minha direção, ele me abraço pelas costas, eu me virei pra ele, estava parecendo um pimentão de tão vermelha - você é linda quando fica com vergonha.

  - eu fico parecendo um pimentão, não é nada lindo.

  Pedro se aproximou de mim e me selou.

  - posso? - selei ele em resposta.

  Nos beijamos, era um beijo bom, com saudade, amor, tudo misturado.

                  Lancellotti P.O.V.

  Eu estava subindo para ver a duda, quando cheguei na porta, o Pedro e a Gi estavam se beijando, não senti ciúmes nem nada, fiquei feliz por ver aquilo, Pedro realmente amava ela, e eu só queria ver eles dois juntos.

  - com licença casal.

                   Giovana P.O.V.

  - L-lancellotti - não sabia como olhar para ela.

  - fica tranquila, eu quero ver vocês assim mais vezes.

  - m-m-mas você não sente ciúmes.

  - claro que não, eu já até conversei com o Pedro, e quero que vocês fiquem juntos.

  - ainda é muito cedo.

  - aí é com vocês, vai no tempo de vocês.

  - parem de falar com se eu não estivesse aqui.

  - ué você ficou quieto quando a Lan entrou.

  - tá bom, tá bom, mas agora eu vou descer - Pedro disse saindo do quarto.

  - você e o Pedro são lindos juntos.

  - é estranho você falar isso.

  - por que?

  - a algumas semanas atrás você estava com ele.

  - eu sei, mas a gente não se amava de verdade.

  - você também não amava ele?

  - amava, mas era pouco.

  - ama outra pessoa?

  - não, eu não quero ninguém agora, quero focar no meu trabalho.

  - entendi.

  - vamos descer?

  - vamos - disse sorrindo.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, favoritem a história, e comentem o que acharam...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...