História Um amor mais forte que o acaso! - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Freeza, Personagens Originais, Vegeta
Visualizações 59
Palavras 1.486
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Tenha uma ótima leitura!

Capítulo 3 - Uma nova esperança que surge!


Fanfic / Fanfiction Um amor mais forte que o acaso! - Capítulo 3 - Uma nova esperança que surge!

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Bulma ficou com um imenso receio de entregar sua filha nas mãos de Vegeta, ele podia ser parecido com seu marido, mas não era ele e isso de certa forma a incomodava muito, pois conhecia o gênio dele. Suspirou derrotada, infelizmente teria que lhe dar sua preciosa filha, senão ele iria lhe tomar a força, o conhecia bem, sabia do que o príncipe era capaz.

- Então temos um acordo, se ela for sua conversaremos – Declarou a mulher de madeixas azuis antes de entregar Bra, que foi pega rapidamente pelo pai. A menina ao encarar a face do imperador não chorou, apenas sorriu para ele.

- Pode apostar que sim! – Anuiu o monarca antes de levar o bebê até Bardock, que pegou com cuidado a criança e rapidamente caminhou com ela até a sala ao lado para fazer o teste.

Vegeta estava em expectativa a respeito do resultado do teste, podia ser que a menina não possuísse a coloração de seu cabelo e nem dos olhos, mas notou que esta tinha sua testa e queixo. Seu sexto sentido dizia que ele era o pai daquele bebê.

Entediado por causa da demora de Bardock, o rei encarou a mulher de cabelos turquesa por um momento, ela pareceu estar muito angustiada. Suspirou e de forma minuciosa analisou a estrangeira de cima a baixo, pois não se lembrava de ter dormido com ela, de imediato deduziu que quando o fez deveria estar muito cansado ou bêbado para não conseguir se lembrar dela. Uma coisa o estava incomodando muito, era os olhares maliciosos dos guardas ali presentes para a mulher. Se aquela fêmea fosse mesmo à mãe de uma cria dele, as coisas iriam mudar radicalmente para ela, porque lhe faria vestir roupas decentes e mataria quem a olhasse com desejo ou malicia.

Bulma sentiu que Vegeta a estava analisando de forma cuidadosa, como se perguntasse, como dormiu com ela ou da onde a conhecia. O encarou por um breve momento e notou que seu olhar não se limitava apenas a curiosidade, mas também ao desejo, pareceu que todos ali resolveram querer comê-la com os olhos. Tirando as mulheres da fila, que pareciam furiosas com ela, pela atenção que estava roubando do monarca. De repente aquele silêncio perturbador foi interrompido pela voz de Vegeta.

- De que planeta você veio? – Pediu curioso.

- Do Planeta Terra! – Respondeu o encarnando de forma firme.

- O que você fazia na Terra? – Inquiriu se aproximando da mulher de cabelos azulados.

- Eu era uma cientista muito renomada, era dona de uma empresa muito famosa na terra, por causa das invenções que criávamos, eu e meu falecido pai – Confidenciou a mãe de Bra, notando certo interesse nos olhos dele.

- Qual é o seu nome terráquea? – Sorriu de canto o moreno.

- Bulma! – Murmurou a cientista sentindo a aproximação dele, a fazendo recuar vários passos para trás, até ser prensada contra a parede.

- Então é o seguinte Bulma, caso sua filha não seja minha, para mim tudo bem, porém você irá fazer parte do meu harém, será a minha concubina oficial. Agora se você for a mulher que me deu uma filha, a coisa muda para você – Sussurrou no ouvido da azulada, mas antes de se afastar lambeu o pescoço dela, para em seguida lhe dar uma piscadela e um sorriso sacana. Então voltou para seu assento real, deixando para trás, a jovem senhora desconcertada com sua atitude inesperada.

Passou trinta minutos e a espera estava matando a ambos que aguardavam em expectativa, quando de repente Bardock apareceu novamente na sala do trono com Bra nos braços, entregando a pequenina para o monarca, com um sorriso na face.

- Majestade, eu tenho boas noticias, a menina é sua filha! Fiz o exame três vezes para confirmar – Sussurrou o sacerdote.

- Ótimo! Agora tenho uma herdeira para me suceder, após minha morte – Vegeta falou contente, ao mesmo tempo em que se levantava do trono e caminhava até a cientista, que aguardava tudo em expectativa.

Bardock observou um pouco de longe que seu rei se aproximava da mulher de cabelos azuis, com a criança nos braços, estava curioso para saber o que o monarca iria fazer.

- Para minha sorte e para a sua, esta menina é minha filha. Conversaremos logo depois, agora os guardas iram levar você e a princesa para a ala real – Revelou o moreno entregando a garotinha de volta para sua genitora.

- Mas eu gostaria de saber agora, o que vai acontecer conosco! – Protestou a azulada.

- Bronks e Lumps acompanhem Bulma e minha filha até os aposentos da antiga rainha, elas ficaram lá.  Após isso entrem em contato com o General Kakaroto e mandem que ele junto com seus soldados removam todas as concubinas da ala real e as mandem para a ala sudeste do castelo.

- Sim senhor! – Responderam ao mesmo tempo os guardas reais.

- Depois nós conversamos terráquea, agora desfrute de um descanso e de um bom banho!

Bulma torceu o nariz, muito zangada por ele estar novamente lhe chamando de terráquea, ela não gostava daquele tratamento. Ela e a filha foram conduzidas por um corredor bem decorado, com tapetes em estilo persa de cor vinho, quadros nas paredes e cortinas vermelhas e azuis de babados nas janelas, lustres de cristais e castiçais de ouro nas paredes. Tudo muito belo, realmente o local era deslumbrante, mas isso não diminuía a aflição da cientista em relação ao seu futuro naquele local.

Nesse mesmo momento, bem longe do planeta Vegeta, se encontrava Freeza em sua nave de batalha, precisamente na sala de comando, sentado em seu trono ostentoso, feito de prata, ouro e couro. Estava deliciando um cálice de vinho, quando sem esperar seus fieis soldados invadem o local com semblantes preocupados, chamando sua atenção.

- O que houve? Por que essas caras? – Inquiriu o vilão estreitando os olhos.

- Senhor Freeza, nosso espião no palácio sayajin acaba de nos comunicar que Vegeta achou uma herdeira, uma filha entre as mulheres que convocou – Zarbon falou temeroso, notando a face de seu mestre expressar raiva, ódio e indignação.

- COMO? SEUS INCOMPENTENTES! Eu pensei que vocês tinham matado os três filhos bastardos do nosso querido rei sayajin – Gritou exasperado se levantando, a fúria podia ser sentida em seu tom de voz.

- Nós matamos senhor, mas essa menina a gente não tinha achado – Replicou Dodoria.

- Bem, isso prova que estou cercado por incompetentes, que não prestam pra nada – Murmurou o soberano aproximando-se de Dodoria e o socando diversas vezes, o jogando no chão.

- Você quer que a gente mate a criança? – Perguntou Zarbon amedrontado.

- Não, vocês vão a seqüestrar e me trazer aqui. Quero ver Vegeta implorar pela vida da filha. Hahahahaha!

- Mas meu senhor, não vai ser fácil entrar lá dessa vez, o atual rei é bem mais cuidadoso que o pai dele – Retrucou Dodoria se levantando com dificuldade do chão.

- Dêem um jeito e dessa vez espero que consigam completar a missão de vocês sem falhas – Silvou Freeza voltando a sentar em seu trono.

- Permissão para sair meu senhor! – Pediu Zarbon.

- Podem ir....

Enquanto isso, no palácio real em Vegeta-sei, Bulma se acomodava na suíte da rainha que lhe foi dada para ficar, o quarto era luxuosamente e ricamente decorado. A cama era enorme, com colchas douradas, as janelas tinham cortinas de duas cores vermelha e dourada. A cientista permaneceu ali por algumas horas, durante esse tempo uma serviçal veio lhe trazer comida, enquanto outra muito parecida com Chichi veio tirar suas medidas.

- Então você é a mãe da filha de Vegeta? – Indagou a morena anotando as medidas da mulher de madeixas turquesa.

- Sim! Chamo-me Bulma e você? – Questionou curiosa.

- Sou a costureira e modista real, me chamo Chichi e também sou terráquea igual a você – Revelou terminando de fazer suas anotações, ao mesmo tempo em que acariciava seu ventre, que estava um pouco saliente, denunciando sua gravidez de cinco meses.

- Você é muito parecida com uma amiga que eu tinha na terra – Murmurou a mãe de Bra.

- Sabe, olhando assim para você.... me lembro de uma amiga que não conseguiu sobreviver quando fomos escravizadas e transportadas para cá – Sussurrou com a voz embargada a morena.

- Sinto muito...

- Foi triste, mas depois disso eu conheci meu atual marido, ainda na época de escrava. Ele me comprou sabe, agora sou livre e trabalho no palácio – Desabafou entregando dois vestidos que tinha consigo.

- Nossa que lindos, gostei mais desse verde com decote – Bulma sorriu pegando as vestimentas na mão.

- O Rei Vegeta quer que você troque de roupa e vista um deles, que depois vem falar contigo para fazer um acordo – Segredou a esposa de Kakaroto.

- Está certo!

- Agora me vou, volto amanhã no final do dia com mais vestimentas para você – Despediu-se Chichi saindo do dormitório.

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Continua

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Notas Finais


Obrigada por ler esse capítulo.
O que acharam do capítulo?
Beijos!


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