História Um amor mais que real - Capítulo 45


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Categorias Andrei Soares "Spok" Alves, Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Malena "Malena0202" Nunes, Marco Tulio "AuthenticGames", Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Andrei Soares "Spok" Alves, Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Malena0202, Marco Tulio "AuthenticGames", Mike, Pac, Rafael "CellBit" Lange
Tags Malepok, Maryssa
Exibições 135
Palavras 2.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 45 - The first time


Fanfic / Fanfiction Um amor mais que real - Capítulo 45 - The first time

P.O.V Malena.

- Senhorita..- Ele falou puxando a cadeira para mim sentar.

- Obrigada..- Falei. Ele serviu o vinho.

- Eu sei que não bebe.. Peguei suco de uva para deixar no clima...- Ele falou. - Preparei Aparmediana por que eu sei que tu gosta..

- Obrigada.. - Falei. Comemos conversando um pouco. Logo ele foi buscar a sobremesa. Estava tudo muito bom. - Tá tudo muito bom...

- Que bom que você gostou... - Ele falou sorrindo.

- Precisa de ajuda na cozinha? - Perguntei.

- Hoje é nosso dia.  Portanto, a senhorita fica aqui.  - Ele falou retirando tudo da mesa e indo pra cozinha.  Um tempinho depois fui para lá também. - Que que você tá fazendo aqui?  Pode indo para lá...

- Tá...- Falei indo para sala.  Depois de um tempo ele limpou tudo e veio para sala.

- Pronto... E então? Como anda a vida?

 - Bem.. E a sua?

- Bem também... - Ele respondeu. Ele aparentava estar nervoso, assim como eu. Um silêncio desconfortável tomou conta do lugar. -....É.... E então quer fazer alguma coisa?

- Tá... - Falei corando.

- Vamos fazer um jogo... Eu vou te vendar e colocar alguns alimentos na sua boca. E você tem que adivinhar.

- Tá... Mas se eu vomitar eu vou te bater. Eu morro de medo de que isso aconteça.

- Só escolhi coisas que você gosta...

- E o que acontece se eu errar...

- Eu te roubo um beijo...- Ele falou colocando a venda em mim.

 Eu estava indo bem, acertava todos. Até que infelizmente errei um.

- O que é isso?

- Chocolate...

- Qual?

- Ao leite?

- Não... Tenta de novo...

- Ao leite..

- Não..- Eu levantei a venda. - Alpino...

- Ah...- Falei colocando a venda de novo.

- Como a senhorita perdeu...- Ele colocou suas mãos dos dois lados do meu rosto. Senti meus lábios serem levemente mordidos. Logo ele aprofundou o beijo. Um beijo maravilhoso. Nossas línguas estavam em sintonia. Ele mordeu meu lábio inferior várias vezes. Logo cessamos o beijo quando ar foi necessário.

   Sem pensar duas vezes eu o puxei para outro beijo. Igual ao outro. Incrível, cheio de paixão, desejo.. Só que dessa vez o beijo era um pouco mais quente. Continha mais desejo que o outro. Muito mais.  Suas mãos desceram do meu rosto para minha cintura me puxando para mais perto. Estávamos em pé,  ele me levou até a parede me prendendo na mesma.

- Tenho uma coisa pra você...- Ele falou baixinho. Sua voz estava rouca, me fez dar leves arrepios. - Só não tira a venda... - Ele me pegou no colo estilo noiva. Ele me carregou. Assim que chegamos no nosso destino ele me colocou no chão.  - Eu tô aqui.. Mas não tira a venda. Por favor...

- Tá.. - Falei um pouco nervosa. Ouvi alguns barulhos no local. Começou a tocar uma música lenta.

 Senti seus braços envolvendo meu corpo. Ele me acolheu em um abraço. Ficamos abraçados por um longo tempo. Estava muito bom. Minha cabeça estava em seu peitoral, e as mãos dele na minha cintura. Dançamos um pouco. E as vezes nos beijávamos várias vezes. Logo ele retirou a venda dos meus olhos.
  O quarto estava todo iluminado com velas, havia fotos nossas e balões por toda parte. Estava tudo muito lindo.

- Te amo minha loira.. - Ele falou - Feliz um mês de namoro.

- Feliz um mês de namoro...- Falei. Querendo ou não estava chorando um pouquinho. - Te amo...

- Ei.. Não chora não..- Ele falou sorrindo. - Toma..- Ele me entregou um buque de rosas vermelhas e um ursinho de pelúcia.

- Obrigada..  - Falei me aproximando dele. Juntei nossos lábios novamente.

- Espera...- Ele pegou os presentes que havia me dado e colocou em cima da escrivaninha. - Pronto... Vem cá..

 Ele me beijou, dessa vez foi um beijo selvagem. Suas mãos passeavam pelas minhas costas enquanto as minhas estavam em seu pescoço.
  Estava muito nervosa, todos os medos voltaram com força total. E se não desse certo? Coisas bizarras vinham na minha mente.
  Suas mãos desceram até meu bumbum me apertando levemente. Suspirava.

- Mah..- Ele me chamou baixinho. - Você quer tentar?

- Não sei...- Falei.

- Prometo ser calmo e carinhoso com você... Mas se não quiser eu entendo..
- Você quer muito isso....

- Eu espero.. Não tem problema... - Ele falou me puxando para mais perto. - Faça isso por vontade.. Não por mim.

- Tem sacrifícios que valem a pena... - Falei o puxando para outro beijo.

 Ele me pegou no colo, me prensando na parede. Coloquei minhas pernas em volta da sua cintura. Seus lábios passaram dos meus ao meu pescoço. Seus lábios passeavam por ali. Me fazendo suspirar.
  Suas mãos estavam no meu bumbum me segurando. A maioria das vezes ele me apertava. Ele nos tirou da parede caminhando lentamente até sua cama. Ele me jogou na mesma e retirou sua camiseta, retirou nossos sapatos e subiu beijando a minha perna. Chegando na barra da minha saia.

- Posso? - Ele perguntou. Falei que sim, ele retirou minha saia me deixando corada.

       Ele se deitou por cima de mim beijando meu pescoço novamente. Suas mãos passeavam pelas minhas coxas. Desci minhas mãos até sua bermuda a desabotoando e abrindo o zíper. Ele inverteu as posições.  Dessa vez eu estava sentada em seu colo. Eu comecei a beijar se pescoço o fazendo suspirar. Ele retirou minha blusa me deixando semi nua, suas mãos passeavam pelo meu corpo. Enquanto meus lábios passeavam pelo seu pescoço.
       Logo me levantei e retirei sua bermuda. Voltei ao seu colo rebolando um pouco. Pude sentir seu membro se elevar. Cada segundo que passava ficava mais nervosa.
 Ele finalmente abriu meu sutiã, o retirando e massageando meus seios.  Logo ele abocanhou meu seio direito e focou massageando o esquerdo com a mão.  Ele  mudou as posições novamente, ficando por cima de mim de novo. Sua mão que estava no meio seio esquerdo desceu até a minha intimidade.
     Ele acariciava aquela área por cima da calcinha, mas logo ele colocou por dentro, brincando com ela e me fazendo gemer alto. O mesmo retirou sua boca do meu seio e ficou me encarando. Eu gemia demais e estava envergonhada.
    Ele abriu um sorriso malicioso e fez uma trilha de beijos da minha boca até meu umbigo. Ele beijou minha intimidade por cima da calcinha e  se levantou. Caminhou até se guarda roupa, o mesmo pegou um potinho e algumas pequenas embalagens.
   Logo ele voltou para a cama com as coisas em mãos. Vagarosamente ele separou um pouco minhas pernas e retirou minha calcinha. Ele ficou encarando minha intimidade. Logo ele desceu seus lábios até lá dando um pequeno beijo,  aquilo me fez gemer muito alto,  o ouvi rir baixinho.
 Senti uma coisa quente e molhada tocando aquela área.  Me levando a loucura.

- Gosta disso?  - Ele me perguntou acariciando minha intimidade.

- Aw.. Sim.. - Falei gemendo. Seus lábios voltaram a minha intimidade. - P-popok.. Aw.. - Ele passava a língua em meu clitóris me fazendo contorcer na cama. - Aw.. - Aquilo era muito bom. Uma mão ele usava para acariciar minha intimidade e a outra ele massageava meu seio.

 Logo me desfiz, ele lambeu tudo aquilo e beijou minha intimidade. O mesmo abriu aquele pote e passou aquilo em seus dedos.

- Agora relaxa... Não quero te machucar... - Ele falou calmo. - Se doer me avisa.. - Ele inseriu um dedo em minha intimidade. - Relaxa.. - Ele movimentava aquele dedo me fazendo gemer. - Vou colocar outro.. - Ele falou colocando outro dedo.

    Esse segundo dedo me fez sentir desconforto. Doía um pouco. Ele movimentava a mão bem devagar, sentia prazer naquilo. Um terceiro dedo foi adicionado. A dor aumentou.
 
- Mah relaxa... - Ele falou. - Eu não quero te machucar...

- Aw...

-Acho que tá bom... Quer realmente fazer isso? - Ele perguntou me encarando.

- Sim.. - Falei com um pouco de dificuldade.

- Certeza? - Ele falou ficando de joelhos.

- S-sim - Falei me ajeitando na cama.

 Ele retirou sua cueca. Assim expondo seu membro completamente ereto.  Ele colocou uma camisinha e passou lubrificante e se posicionou na minha frente. O mesmo  entrelaçou suas mãos nas minhas.

- Tá pronta?- Spok - Posso colocar? - Sinalizei que sim.

Vagarosamente ele  me penetrou. Aquilo doeu demais, me senti sendo rasgada ao meio. Ele me beijava e me acariciava.  Ele ficou um bom tempo parado até começar a se mexer.
 
 P.O.V Spok

Comecei a me mexer bem devagar. Não queria machuca-la. Arranquei gemidos dela. Infelizmente a maioria eram de dor.

- Quer que eu pare? - Perguntei.

- Aw.. N-não..- Ela falou apertando minha mão.

 Continuava na mesma velocidade. Porém tentava a manter relaxada, acariciava seus cabelos, beijava algumas partes de seu corpo. Fazia de tudo para ela esquecer a dor.

- M-mais rápido.. Aw...- Ela  pediu. Atendi seu pedido.

 Estava gemendo assim como ela. Havia aumentado a velocidade das estocadas. Ela gemia muito alto e fino. Estava adorando aquilo. Infelizmente estava chegando ao meu ápice. Logo me desfiz, não me preocupei e fiquei mais um pouco. Mas ela estava cansada então me retirei dela. A mesma  havia sangrado um pouco.
 Retirei a camisinha, e a descartei no banheiro. Voltei para o quarto, ela ainda estava deitada. Me deitei ao seu lado e a puxei para perto.

- Tá doendo? - Perguntei.

- Um pouco..- Ela falou com o tom de voz cansado.

- Foi bom pra você? - Perguntei acariciando seus cabelos.

- Sim... Foi ótimo.. - Ela falou se virando para mim. Encostei nossos lábios.

- Você sangrou um pouco.. Mas é normal.. - Falei. Ficamos trocando algumas carícias.

 - Que horas são?

- 16h... Que horas você tem que ir embora? - Perguntei.

- As 18h..

- Quer tomar um banho?

- Tá... - Ela falou.

 Me levantei e a ajudei a levantar. O lençol havia sujado um pouco. Depois eu troco. Ela caminhava com dificuldade. Provavelmente sentindo dores. A carreguei no colo até o banheiro. Liguei o chuveiro e deixei a água quente cair em nossos corpos.
 Fiquei acariciando seus cabelos, minhas mãos passeavam em seu corpo. Fiquei acariciando sua intimidade novamente. Arrancado gemidos da menor. A penetrei com meus dedos novamente. Ela estava de costas para mim, porém se apoiava no meu corpo.
  Ela se desfez na minha mão. Ela se abaixou e segurou meu membro o pondo em sua boca. Fui ao delírio com aquilo. Antes que me desfizesse retirei meu membro da boca dela. Nos beijamos novamente,  comecei a beijar seu pescoço dando chupões e deixando marcas visíveis. A ergui e preensei na parede. Fiquei brincando com as nossas intimidades por um tempo. Ela estava exausta. Então parei. Fiquei a abraçando.
 Logo ela adormeceu em meu peitoral, desliguei o chuveiro e a carreguei para o meu quarto. Dormimos nús.

P.O.V Malena

  Melhor dia, acordei e me virei para ele, fiquei acariciando seu rosto. Logo ele acordou e me puxou para perto. O contato dos nossos corpos era maravilhoso. Encostei minha cabeça em seu peitoral. Ficamos assim por um bom tempo. Ia me levantar mas estava toda dolorida.

- Que foi? - Ele perguntou.

- Tô toda dolorida..- Falei sorrindo.

- Desculpa..

- Tudo bem.. Acontece... - Dei um selinho nele. - Popok que horas são?

- Hmm... - Ele falou se esticando para pegar seu celular. - 10h da manhã... Pera o que?

- Dez da manhã? - Perguntei tentando me levantar. Porém foi em vão, acabei caindo no chão.

- Mah, calma.. - Ele falou me ajudando a levantar. - Se machucou?

- Não tá tudo bem...- Falei. - Popok e agora?

- Calma a gente da um jeito..- Ele falou me colocando na cama. - Tá doendo muito?

- Não... Mas o problema é pra andar... - Falei.

- Seus pais voltam quando? - Spok.

- Amanhã de manhã... Spok minha tia vai me matar.. O combinado era até 18h.

- Se veste.. Vou te levar até lá... - Ele falou pegando as minhas roupas que estavam espalhadas pelo quarto e me entregando. Nos trocamos e descemos as escadas. Na verdade ele me carregou até o andar de baixo.

 Fomos para minha casa. Foi difícil andar o caminho todo. Mais manquei que tudo. Assim que chegamos o Spok se apoiou em mim. De maneira que não parecesse que eu estava mancando. Tocamos a campainha.

- Malena! Você é louca? - Tia.

- Desculpa.. -  Falei.

- Fomos assistir um filme ontem a tarde  acabamos dormindo e só acordamos agora... - Spok.

- Malena você realmente acha que eu vou acreditar nessa história? - Tia.



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