História Um amor não esquecido - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Hyung Won, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Drama, Hoseok, Hyungwon, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Lemon, Namjin, Namjoon, Romance, Sadomasoquismo, Sexo, Taehyung, Vhope, Violencia, Vkook, Yaoi, Yoongi, Yoonmin
Exibições 80
Palavras 2.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Relembrando o passado...


Me encosto na parede espelhada do quarto e vejo como a cidade está deslumbrante, milhares de luzes formando uma arte inigualável, mesmo sem ser intencional, algo indescritível. 

Jungkook envolve minha cintura com seus braços e junta seu peito as minhas costas, suas mãos passeiam por meu abdômen lentamente, o olho sobre meus ombros e sorrio, logo sentindo seus lábios tocarem meu pescoço gentilmente. 

- O que fazemos Taehyung? - Sua voz pouco rouca próximo ao meu ouvido soa como um tiro. 

O que por segundos seria um sonho, se tornou um pesadelo, Hoseok estará sempre ligado a mim, e Hyungwon vai sofrer se o afastar de Hoseok... Mas não quero me afastar de meu filho...

- Não sei... - Jogo minha cabeça para trás até sentir o ombro de Jungkook, fecho meus olhos calmamente e respiro fundo, sentindo seu perfume pelo ar. 

- Entendo. Não quer deixar Hoseok...

- Não diga isso, não é verdade. 

- Então o que seria? - Seus braços me apertam suavemente contra o seu corpo.

- Hyungwon... Ele é muito apegado a mim, não sei o que vai acontecer quando me afastar. 

- Não quero que se afaste dele, fique com ele. 

- Não, Hoseok jamais permitiria. - Respiro fundo e jogo minha cabeça para o lado, olhando em seus belos olhos castanhos. 

- Então deixamos como está. - Jungkook se afasta e segue para a cama se jogando de braços abertos sobre ela e bufando de uma forma enraivecida. 

- Por enquanto deixamos assim. - Caminho até a cama e me debruço sobre Jungkook, alternando meus olhares entre seus olhos e sua boca. - Apenas por enquanto. - Junto nossos lábios e logo seus braços me envolvem. 

[...]

Entro na cozinha e encontro Jungkook sem camisa em frente ao fogão, mexendo em algo, talvez panelas, o que é muito mais provável que qualquer coisa que eu pense.

- Então Jeon Jungkook cozinha? - Caminho até ele e fico em frente ao balcão encostado. 

- Jeon Jungkook faz o possível para sobreviver. - Ele desliga o fogo e se vira calmamente, então logo trás uma colher um pouco cheia de um molho avermelhado até minha boca. 

Olho fixamente em seus olhos enquanto bebo o conteúdo na colher, realmente algo divino. 

- Está muito bom.

- Mentiroso. - Sua risada sarcástica soa alto pela enorme cozinha. - Eu não sei cozinhar, Tae. - Seu sorriso pouco a pouco desaparece e da lugar a um semblante sério. - Tae... O que aconteceu aquela noite?

- Eu não...

- Não o que? - Suas mãos pousam sobre minhas coxas e logo as apertam suavemente. 

- Nada... - Respiro fundo e fecho meus olhos por segundos. 

[...]

Aquela noite em que chegamos a rodoviária eu estava tremendo, não sabia o que fazer muito menos para onde ir, a única certeza que eu tinha era que tinha que ficar ao seu lado.

Fui direto para uma das enormes filas que estavam formadas em frente ao balcão onde eram vendidas as passagens, entrei na menor que tinha ali e fiquei esperando a fila andar. Um turbilhão de pensamentos, sentimentos e emoções me consumia, mal pensava no que estava fazendo, só me lembrava de você lá na área de saída dos ônibus me esperando. 

Pouco tempo depois meu celular tocou, era um numero desconhecido, quando atendi era o meu pai. Com apenas uma frase ele me deixou desesperado... "Um tiro é o suficiente" 

Me desesperei... Algo me dizia que tinha algo a ver com você, corri o máximo que pude, assim que cheguei ao corredor que dava para onde você estava, pude ver um dos seguranças de meu pai ao seu lado no banco, e você com a cabeça encostada na parede e os olhos fechados. 

Eu caminhava em sua direção quando vi do outro lado outro segurança que mantinha a mão dentro do terno que usava, ele estava armado, e quando mais me aproximava, mais podia ver sua arma saindo de seu terno, seu olhar fixo a mim me desafiava.

Queria poder me aproximar mas chegou uma hora que ele apontou a arma para você e a destravou, na hora me joguei contra uma das paredes e me desesperei, fiquei chorando por um tempo, podia jurar que ele tinha atirado, mas não foi o caso, pouco depois ele veio em minha direção e me puxou pelo braço, me forçando a seguir lo para fora dali, onde lá estava o meu pai, em frente a rua. 


[...]


Minhas lágrimas continuam a cair, Jungkook também não demora muito e chora junto a mim, o puxo para perto e o abraço forte. 

- Te procurei por muito tempo... Não sabe o quanto te procurei, e em nenhum momento esquecia de tudo pelo qual passamos. Me perdoa Jungkook. - O aperto ainda mais forte contra meu corpo, ouvindo seus soluços, o afasto e junto nossos rostos olhando em seus olhos marejados. 

- Eu te amo Tae... 

Seus braços envolvem meu corpo em um abraço, o aperto contra mim e assim ficamos por um tempo. 

Meu celular começa a vibrar em meu bolso e o pego lentamente, ainda abraçado com Jungkook. 

- Quem é? - Sua voz rouca próximo ao meu ouvido me arrepia por completo. 

- Hoseok... - Falo completamente desanimado. 

- Eu resolvo. - Jungkook se afasta de mim e pega meu celular, o colocando dentro da pia e abrindo a torneira por cima.

- Desligar também resolvia. - Começo a rir.

- Assim ele nunca mais te liga.

- Ciumento. - O puxo contra mim, segurando seu rosto com minha mão direita. - Amo quando você é assim. - Sorrio e olho para a sua boca rosada. 

- Só vai ficar olhando mesmo? - Jungkook indaga sorrindo.

Selo nossos lábios e movo minha língua contra sua boca, pedindo por espaço e logo sou atendido, nossas línguas fazem movimentos constantes e viciantes.

Empurro Jungkook contra o outro balcão ao lado do fogão e o puxo pela cintura, descendo minhas mãos até suas nádegas e as apertando forte.

- Não. - Jungkook me empurra me forçando a me afastar. - Essa é a minha vez. - Seus braços me envolvem e sua boca se junta a minha travando um intenso conflito entre nossas línguas. 

Suas mãos seguem um percurso por meu tronco até chegar às minhas coxas, me segurando forte erguendo na altura de sua cintura, então entrelaço minhas pernas ao seu redor.

Fecho meus olhos assim que sua boca toca meu pescoço e logo sinto minhas costas perfeitamente apoiada contra a parede, levo minha mão direita a nuca de Jungkook, a subindo por seus cabelos lisos e castanhos, entrelaçando meus dedos a eles, fecho meus olhos sentindo os chupões fortes que ele deixa por minha pele. 

Logo Jungkook me desce e começa a desabotoar minha camisa social, assim que termina, a tiro rapidamente, levo minhas mãos ao seu rosto e o puxo para mim, juntando nossos lábios, porém Jungkook se afasta e leva uma das mãos ao meu pescoço o apertando forte. 

Jungkook se aproxima de meu ouvido lentamente até eu conseguir ouvir sua respiração ofegante. - Vira. 

Começo a me virar calmamente até ser empurrado brutalmente contra a parede, apóio meus braços contra ela para não bater forte contra a parede. 

Meu coração pulsa descontroladamente, mal consigo fixar minhas mãos no azulejo branco da parede, minhas pernas tremem. 

Jungkook ri próximo ao meu ouvido e envolve minha cintura com seus braços, suas mãos descem por minha calça, a abrindo rapidamente e logo a abaixa, seu corpo me espreme contra a parede, suas mãos apertam minha cintura tão forte que sinto que ficará marcado. 

- Jungkook... - Falo ofegante.

- Shii. - Ele se afasta por um tempo e logo se aproxima.

Sinto seu membro se encaixar em minha entrada e encosto minha testa no azulejo, fechando meus olhos, sua mão direita envolve meu pescoço enquanto a outra aperta minha cintura, logo sinto seu membro entrar em mim rapidamente, me tirando um grito alto de dor, meu corpo treme, minhas mãos mal se mantêm no azulejo, a falta de apoio me desespera, as estocadas lentas de Jungkook me deixam ainda mais desesperado. 

- Porque faz isso comigo...? - Pergunto com a voz rouca.

- Porque eu quero. - Suas estocadas se tornam violentas, muito mais rápidas e profundas.

Minhas pernas tremem, nossas respirações completamente descontroladas não dominam a cozinha tanto quando nossos gemidos, os meus tenho certeza que podem ser ouvidos do início da sala. 

Jogo minha cabeça para trás lentamente, com os olhos e a boca entreaberta, sentindo as ondas de prazer que me dominam, o som do corpo de Jungkook batendo contra o meu ecoa pela área.

Ao chegar em meu ápice lanço um gemido esganiçado, logo seguido por Jungkook, levo minha testa a parede e fecho meus olhos, esperando meu corpo parar de tremer e minha respiração se controlar.

Jungkook junta sua cabeça a minha nuca e leva sua mão direita a minha na parede, entrelaçando nossos dedos, suas estocadas agora lentas ainda me tiram gemidos baixos até que ele sai de dentro de mim, me abraçando forte. 

- Eu te amo Taehyung. 

Olho para nossas mãos juntas e sorrio, apertando seus dedos gentilmente. Poderia ficar assim pro resto dos meus dias...

[...]


- Tem certeza de que vai entrar? - Jungkook me olha preocupado enquanto segura minhas mãos. 

- Hyungwon precisa de mim. - O puxo contra mim e selo nossos lábios, logo sentindo sua língua pedir pelo espaço que concedo de imediato. 

- Eu não consigo me sentir bem sabendo que Hoseok estará lá dentro com você... - Seu olhar cai.

- O que não vai mudar nada, agora que está comigo mais nada me importa, apenas você e Hyungwon. 

- Eu sei... Amanhã pretendo visitar meu pai, vai me acompanhar? 

- Mas é claro que vou, estou aqui para o que precisar. 

- Preciso de você. - Seus braços me envolvem e o abraço forte, beijando seu cabelo.

- E eu de você... 

Me despeço de Jungkook e espero seu carro sair do estacionamento, meu coração pesa só de pensar em ver Hoseok, mas sigo para a entrada. 

Entro no hospital e passo pelo pátio onde aceno com a cabeça para as recepcionistas e sigo para o corredor onde está o quarto de Hyungwon. 

Abro a porta do quarto lentamente e me deparo com ele sentado sobre a cama brincando com uma das enfermeiras, logo sou contagiado por sua risada doce e serena.

- Pai! - Ele pula da cama e corre em minha direção se jogando em meus braços. 

- Que bom poder ver que está bem. - O levanto do chão e o abraço forte, o balançando lentamente no ar. 

- Porque não veio mais cedo? 

- Tive uns assuntos para resolver mas já estou aqui. - Sorrio e mordisco sua bochecha o fazendo rir. 

- Senhor Kim, o médico estará liberando o paciente dentro de dois dias. - A enfermeira diz sorrindo.

- Dois dias! - Beijo o rosto de Hyungwon sorrindo. 

- Pai? O que é essa marca no seu pescoço? - Hyungwon leva a mão ao meu pescoço e o afasto, logo colocando minha mão sobre a área. 

- Não é nada. - O coloco sobre o chão e sorrio. - Onde está Hoseok?

- Foi ver o tio Yoongi. 

- Então sobra mais tempo pra gente. 

- Vou me retirar, se precisar de algo é só me chamar. 

A enfermeira se retira do quarto e levo Hyungwon para a cama, o deitando sobre ela, o cubro com a pequena manta branca que estava amontoada sobre os pés de sua cama. Me sento na cadeira ao seu lado e começamos a conversar até ele adormecer. 

Me levanto da cadeira e sigo para a porta do quarto, a abro e saio, caminho até a outra parede do corredor, me encosto nela e fixo meu olhar para o fim do corredor esperando que Hoseok apareça. 

Encosto minha cabeça na parede e fecho meus olhos, passo meus dedos por entre meus cabelos e respiro fundo, me lembro dos momentos que passei com Jungkook hoje e sorrio. 

- Qual o motivo de tanta felicidade? 

Abro meus olhos e vejo Hoseok com os braços cruzados encostado na porta do quarto de Hyungwon.

- Não é nada. - Falo sério. 

- Não é nada Taehyung? E essas marcas em seu pescoço?! - Suas mãos seguram meus pulsos fortemente.

- Me solta Hoseok. - O olho nos olhos e franzo minha testa, estranhando seu comportamento.

- Com quem você estava?! - Hoseok aperta mais meus pulsos e começo a ficar com raiva. 

- Me solta Hoseok!!! - O empurro com força contra a parede e o fico vendo chorar. - Que merda... - Falo arrependido.

- Pai!!! 

- Hyungwon... - Mal respiro e já corro em direção ao quarto, vendo Hyungwon caído no chão.

- Meu filho! - Hoseok o levanta do chão preocupado e vejo a forma estranha como seu braço está. 

- Meu Deus... - Me ajoelho em frente a Hyungwon e o tento segurar mas Hoseok o puxa contra seu peito.

- Já pode ir embora Taehyung. - Hoseok fala chorando. 

- O que...? - Digo anestesiado. 

- Vai embora... Não quero mais te ver. 

- Vou ficar. - Puxo Hyungwon de seus braços e o abraço. 

- Já disse que não quero mais te ver. 

- Então pode ir embora, meu filho é mas importante que os seus ciúmes doentios, se não quer me ver vá embora, daqui eu não saio. 


Notas Finais


Bem... Me perdoem pela demora, eu realmente não estava bem, esse capítulo me deu muito trabalho, minha criatividade não está 100% recuperada então me perdoem se estiver ruim, agradeço a todos que pediram para que eu continuasse, realmente foi uma motivação enorme.

Beijo no kokoro ♥


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