História Um Amor Plus Size - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, V
Tags Bullyng, Chim Chim, Gordinhas, Jimin, Jungkook, Kookie, Plus Size
Visualizações 29
Palavras 2.776
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


[A garota que está na capa é um pouco mais magra que a nossa Tonelle, então imaginem ela mais cheiinha, okay?]

Vooolteei. Confesso que essa fic está em saindo melhor que o esperado.
As ideias borbulham dentro da minha mente.
Bem, sem enrolação.

Boa leitura <3

Capítulo 3 - Beleza não é por fora


Fanfic / Fanfiction Um Amor Plus Size - Capítulo 3 - Beleza não é por fora

Jimin vagava pelo primeiro andar, estava procurando/caçando a Antonella/sua vítima. Até que a viu saindo do banheiro feminino, sem delongas se encaminhou até lá. Com passos largos e rápidos ele chegou até ela, mas parou um pouco distante quando a viu chorando.

A garota estava indo para sua sala, ao ver Jimin se aproximando, parou. Enxugou as lágrimas e abaixou a cabeça, esperou que ele fizesse alguma coisa, mas o ruivo nada fez, apenas observou os olhos vermelhos e inchados da Antonella.

Sequer Jimin entendia o porquê do choro, e quando olhou para o livro pode compreender melhor.

— O que houve com seu livro? — a voz de Jimin é firme e não expressa real interesse.

— Huh? — não entende a pergunta e olha para ele sem muita convicção.

— Seu livro, ‘tá rasgado. — explica.

— Hum… — falou, abaixou novamente a cabeça e olhou para as páginas fora de seu lugar, mais lágrimas. — Jungkook.

— Ah. — ele encara ela, desiste de fazer alguma coisa, afinal, Jungkook já tinha feito. — escuta. — com certa grosseria ele levantou a cabeça a dela. — o episódio de hoje passa, mas dá próxima vez, nem pense que vai ficar barato, entendeu? — ela assenti. — fala!

— En…tendi. — gagueja. Então Jimin dá dois tapas leves, porém grotescos, em sua cabeça e sai indo para a sala.

Os passos da garota eram lentos, pois toda vez que olhava seu livro sentia vontade de chorar. Ela não queria ficar na escola, não naquele dia. Ela queria ir para casa, pensando assim, voltou para a diretoria, e começou a chorar, inventou que estava com dores, embora estivesse realmente, mesmo que não fossem físicas.

Sua saída da escola seria permitida caso a mãe autorizasse, mas não podia sair sozinha, então, como sabia que sua mãe não viria lhe buscar, ligou para casa, na esperança que talvez Taehyung estivesse lá. E acertou em cheio.

— Taehyung — chamou.

Antonella? O que houve? Não está na escola? — ouviu um som e música serem desligados.

— Estou. Desculpa incomodar você, mas poderia passar para minha mãe? — estava agarrando o livro a si mesma, e tremendo um pouco.

Ela saiu, e não sei quando volta. — Antonella fechou os olhos e tremeu um pouco mais. Um teatro fantástico. — o que aconteceu? Posso ajudar? — questionou.

— Não estou me sentindo bem. — então começou a chorar. — Taehyung, vem me buscar, por favor! — pediu aos prantos. O castanho assustou-se ao ouvir aquele choro. Que nem era tão falso assim.

Eu vou sim, me diz só a rua que fica a escola que estou indo. — mesmo com dificuldades na fala Antonella disse a rua.

A secretária foi até a sala da garota e questionou sobre os pertences da menina, logo Alice descia junto com a secretária. Quando avistou sua amiga sentando em uma cadeira de frente para o portão ela correu. Antonella já não chorava mais, porém seus olhos ainda estavam vermelhos e inchados.

— O que aconteceu? — assim que se ajoelhou a sua frente, Alice abraçou forte a amiga.

— Depois a gente fala sobre isso, Alice. — respondeu retribuindo o abraço. Antonella não podia falar naquele momento, sabia que sem ela na escola, David e Alice poderiam fazer alguma coisa em relação a Jungkook, como já aconteceram algumas vezes.

— O que houve com seu livro? — questiona assim que vê as páginas arrancadas.

— Caiu. — não haviam muitas explicações além da verdade.

— Caiu e as folhas saíram em diversos locais diferentes? — pergunta sem acreditar naquela desculpa. — quem foi? — Alice sabia que Antonella não ia responder, a um tempo sua amiga não falava muita coisa para ela e David, coisa que estava deixando-a triste. — foi o Jungkook?

— É. — respondeu depois da pressão que recebeu através do olhar dela. — não façam nada, por favor. — pede, mesmo que inútil.

— Para com isso! Você deve nos contar, Antonella. Somos seus amigos, por que… droga! — estava frustrada. — deve nos contar esse tipo de coisa, somos teus amigos, eu e o David. Quando aquele Jeon Merda Jungkook te feri e você não conta, nós nos sentimos tristes. Você diz indiretamente que não confia na gente. — dá voz aos pensamentos que tinha, e Antonella trata de resolver.

— Eu confio, confio tanto que sei que se eu pedir ao David para encher Jungkook de porra, ele vai, porém não posso meter vocês nisso, justamente por amá-los demais. — explica. Sua amiga se coloca de pé e suspira.

— Está… — Alice é interrompida por uma voz rouca que chama em alto som:

— Tonelle? — Taehyung entra na escola e espera Antonella na entrada dela.

— Quem é esse? — a morena questiona enquanto ele não chega perto.

— Meu padrasto? — responde em pergunta. A boca de Alice se abre chocada, seu queixo está caído com a informação. Olha para Taehyung e vê um adolescente como ela, como Antonella, como seu próprio namorado, e não como o namorado da mãe de sua amiga.

— Ela se superou dessa vez. — diz baixo e perto do ouvido de Antonella.

— Com certeza. — fala. — nos falamos depois? — Alice assenti. — até.

Então ela segue até Taehyung.

[…]

Taehyung havia usado o carro da mãe de Antonella. Durante a volta, a garota perguntou o que ele estava fazendo na casa dela, e sua resposta foi respondida com:

— Limpeza. — Antonella não questionou mais nada, apenas se calou e esperou chegar em casa.

Assim como ela, Taehyung também estava esperando chegar em casa para poder questionar sobre o assunto daquele dia.

Chegaram, entraram em casa, e a morena observou a sala. Ela estava limpa, e cheirando muito bem. A casa só ficava daquele jeito quando ela limpava. Sua mãe tinha a péssima mania de ser a porca entre as duas, se não fosse por Antonella a casa seria um verdadeiro lixão, e ambas seriam carne e osso, pois cozinhar não é uma coisa que Renê, a mãe de Antonella, gosta de fazer.

— Você é bom nisso. — fala depois de se sentar no sofá.

— Obrigado, mas não tente criar assuntos, me explica, por que estava daquele jeito na escola? — se senta junto a ela.

— Eu não sei. — tentou, mas apenas tentou.

— Ah, por favor. — repreendeu. — fala vai, ou eu conto para sua mãe. — ameça. Antonella fica boquiaberta com a audácia de Taehyung.

— Você joga sujo. — Taehyung assenti feliz. — não quero falar, nunca disse a ninguém, só aos meus amigos.

— Tonelle. — chamou usando seu mais novo e único apelido. — você por acaso sofre bullying na escola? — imediatamente Antonella olhou para Taehyung, assustada e de boca aberta. Voltou a olhar para o chão e suspirou devagar.

— Não… — disse, mas totalmente sem confiança.

— Pode confiar, eu não vou contar ‘pra sua mãe. — insiste.

— Mesmo que contasse, ela não ia se importar, ia pôr a culpa em mim, dizendo que por eu ser gorda mereço mesmo sofrer abusos daqueles bobocas. — se coloca de pé e anda para cozinha. Taehyung vai junto. — ela não me ama Taehyung, se eu morresse seria até bom, não só pra ela, mas ‘pra mim também.

— Não fala besteira! — pede em alta voz. Antonella vai até a geladeira e pega uma barra de chocolate com amendoim.

— Ela me culpa por ter estragado a carreira de modelo dela, mas a culpa é totalmente da Renê, ela que se apaixonou pelo meu pai, ela que engravidou para prender ele aqui, mas ela tinha que saber que ele ama o exército, as vezes até demais! — grita. Antonella estava tão cansada, apenas Alice e David sabiam disso, apenas eles sabiam de quanto ela culpava a mãe dela por tudo que ela passava, só eles.

— Eu entendo você, Tonelle, mas não precisa culpar a si mesma, ou a Renê. Que tal eu te ajudar a passar por isso? — perguntou. Antonella encarou o coreano, ficou perplexa. Não fazia sequer um dia que eles haviam se conhecido, e Taehyung já queria lhe ajudar com um assunto que não lhe dizia respeito.

— Por que está sendo legal comigo? — Taehyung pensa, ele sabia perfeitamente bem o porquê.

— Eu tinha uma amiga quando morava na Coreia do Sul, ela era gordinha, assim como você. Era tão linda, tão charmosa, tão legal, companheira demais. Toda vez que eu precisava, ela estava lá, toda vez que eu queria um colo quentinho e macio, ela estava lá. Eu me apaixonei por ela, mas não percebi que ela sofria bullying, ela nunca contava, nunca dizia o porquê de chorar do nada. E eu só descobri quando… — ele não queria terminar, estava ficando preso em sua garganta.

— Quando o quê? — instiga Taehyung a continuar.

— Quando eu não podia mais abraçar ela. — Taehyung segurou a lágrima que queriam vir, ele não podia, de jeito nenhum, chorar.

— Ela? — Antonella sabia o que aquilo queria dizer, era bem fácil adivinhar. Ela tinha cometido suicídio.

— Nunca mais diga que seria melhor você morrer, entendeu? — pede.

— Sim… — Antonella responde.

— Agora: o que acontece na sua escola? Com você. — especifica. Taehyung pega um pedaço do chocolate e encara ela.

Antonella contou tudo que passou e passava na mão de Jungkook e sua turma, contou também sobre Jimin, que fazia parte daquilo, mas agora tinha deixado-a de lado, uma coisa boa. Falou sobre o episódio daquele dia e Taehyung ouviu tudo muito bem. No final o garoto estava, principalmente, com raiva e com uma imensa vontade de socar os tais bobocas.

— Olha, não posso batê-los, eu seria preso, mas, posso aumentar sua autoestima. — sorri.

— Você não vai me levar ‘pra comprar roupas, vai? — pediu desdenhosa e com medo.

— Não. — sorri e Antonella suspira aliviada. — você pode ser uma modelo. — falou

— O quê?! — então ela caiu em risada. Mexia-se agoniada por falta de ar, seus olhos estavam lacrimejando, a barriga doendo, e sua risada era escandalosa, até caiu do sofá de tanto rir. Se levantou e tentou se controlar, estava arfando muito e até descia um suor de sua testa. — desculpa…. — sentou-se e deu a última risada. — modelo? Tae, você fumou? Maconha, né?

— Para de rir. — Taehyung sabia que era difícil aceitar que podia ser uma modelo, mas, mesmo sendo com alguns quilos – ou muitos – a mais, era possível sim. — modelo sim, uma modelo Plus Size. — explica.

— Ah, sei o que é… mas não. — decreta.

— Por favor, eu te ajudo, já sei a agência que te levar, você faz um teste, e depois álbuns, dentro de um tempo terá grana, fama e homens. — pisca o olho esquerdo para ela.

— Já tenho grana, não quero fama, e para que homens?

— Se você não quiser os homens tudo bem, mas a grana e a fama sim, vai? — ela nega. — só um teste, não vai te matar, será pouco tempo, você é linda, vamos! — pulava um pouco e juntava as mãos em preces. Antonella não queria, mas ele estava sendo tão legal com ela, e ter um amigo diferente também era bom, não que Alice e David não fossem mais suficientes, eram sim, muito suficientes, mas Taehyung era carne nova no pedaço.

— Ah! ‘Tá! Mas não me enche mais com isso.

— A gente podia ir hoje. — Antonella gritou um “O quê?” exasperado. — aproveitar que sua mãe não está em casa agora, e irmos.

— Realmente, de todos, você é o mais louco. — comenta.

[…]

No fundo, Antonella se perguntava o que fazia naquele local. Tomar um banho caprichado, se depilar, fazer as unhas, e escolher sua melhor – ou, de acordo com Taehyung, menos pior – roupa, tudo dentro de um tempo mínimo, foi um sacrifício, mas estar dentro de uma agência de modelos era pior ainda.

— Quem são vocês? — um senhor gordinho pergunta olhando bem para Antonella. Ao seu lado está um garoto loiro de óculos segurando uma prancheta.

— Ela é uma das candidatas para nova modelo. — Taehyung toma frente, afinal, se ele não falar, Antonella não vai, por estar tímida e voltando toda sua atenção as fotos de uma outra modelo.

— Infelizmente já fechamos nossa seleção, se quiser deixar seu book de fotos, tudo bem. — o loiro se apressa em falar, mas em sua voz se vê o desdenho de vê-los ali.

— Dá uma giradinha. — pede o homem gordinho sinalizando com o dedo. Antonella gira, e o homem, que tinha uma certa calvice, avaliou seu corpo inteiro, de cima a baixo. E que corpo. — temos uma sessão de sobra, vista uma roupa de couro nela, para marcar as curvas. — fala de maneira ríspida para o loiro. Volta-se para ele e diz por fim: — sexy, sem ser vulgar.

O loiro assenti, a contragosto, mas assenti.

— Uau. — é tudo que Taehyung fala quando vê Antonella vestida em um vestido de couro legítimo preto, justo, mas indo até seus joelhos. Tem uma abertura entre os seios, que deixa a vista seu sutiã de renda negro, que foi mudado pela equipe de figurino também. — você está muito sexy.

— Não fala isso, assim eu fico com mais medo. — a maquiagem estava simples, porém um forte batom vermelho pintava os lábios dela.

— Por que? Está linda. — fala.

— Exatamente, agora, faça as poses. — o fotografo coloca-a no local certo e pede.

Seria mentira dizer que Antonella havia ido muito bem nas cinco primeiras fotos, porém ela foi ótima nas restantes. Mesmo não achando, Tonelle – como diz Taehyung – era muito fotogênica. A melhor pose foi quando estava um tanto curvada, dava para ver bem sua silhueta, seus seios estavam a frente, e a expressão era neutra, sem humor, sem um rosto afirmativo, apenas uma pequena abertura na boca avermelhada.

— Ficaram lindas. — ela admite apreciando as fotos. Estava vestindo um roupão por cima da roupa, não se sentia confortável de ficar com a roupa justa e marcante. Taehyung estava observando as fotos junto dela, ainda estavam na máquina fotográfica.

Era estranho toda essa história de modelo, era bem estranho. Antonella não estava tão acostumada com a ideia, mas olhando as fotos… ela ficou tão bonita. Taehyung tinha razão quando decidiu levá-la até lá, foi algo bom para si mesma, sua autoestima aumentou bastante. Mas tinha uma coisa que Antonella ainda não sabia: não é a beleza que define alguém, se achar bela não é ruim, é até bom, quando em moderação, mas não deve-se por sua confiança nela.

[…]

Beleza não é por fora.

Alice explicou isso a Antonella quando estavam juntas na escola no dia seguinte, enquanto folheava o álbum de fotos da amiga. Estava tão linda, vestida em couro e de arrasar. Antonella estava mais mulher, mais feliz, e naquele dia tinha até ido com uma roupa mais bonita. Era para sentir novamente a sensação de estar bonita. Tola, ela era bonita sem precisar de nenhum adereço.

Antonella agora estava, mais uma vez, olhando suas fotos, dessa vez entre as estantes de livros, estava parada e sozinha na biblioteca, quando um rapaz do primeiro ano veio a sua procura para devolver um livro. Deixou o álbum de fotos sobre livros de ficção e foi atendê-lo. Quando um som de porta abrindo-se lhe assustou, não pela porta abrir-se e sim por ser Jimin ali.

Enquanto atendia o rapaz, observava que o ruivo se direcionava a estante onde deixou seu álbum. Não queria que ele visse, talvez ele risse dela, ela não queria deixá-lo ver, seria horrível. Então, quando terminou de atender o garoto, correu até onde estava suas fotos, mas já era tarde demais.

— É você? — ele estava atônito. — uau. — foi tudo que falou enquanto avaliava as fotos. A mente de Jimin estava estranha, dizia que aquela garota nas fotos estava bonita, mas, ao mesmo tempo, ria de si mesmo, pois aquela garota era Antonella. — quando fez isso?

— Não te interessa, agora me devolve. — tentou pegar, mas Jimin levou para longe o álbum.

— Só me deixa ver. — pediu irritado, não entendia o porquê de não poder ver aquelas fotos.

— Não! Agora, me devolve, Jimin. — pediu exasperada. Tonelle estava desesperada, deixar Jimin ver aquelas fotos era pedir para ser caçoada.

— Não, eu quero ver. — se afastou dela e levou o álbum junto.

— O ÁLBUM É MEU! — gritou. Seu nariz estava avermelhado, e ela respirava muito forte. Foi com aquela frase que Jimin percebeu: ele estava lutando para ver algo de Antonella, propriamente, fotos dela. Aquilo só podia ser surreal.

— Toma. — entregou depois de observá-la. Antonella encarou-o alguns segundos antes de ir para a bancada novamente. Ela estava zangada, frustrada e um pouco envergonhada, afinal, era Jimin.

[…]

Naquele dia Antonella não havia mais mexido em sua bolsa, nem olhado para suas fotos, então, depois de um belo banho e uma breve conversa com Taehyung, após chegar em casa, ela foi para o quarto a procura do álbum. Abriu a bolsa e pegou-o, folheou todas as fotos e deu-se conta de que estava faltando uma. Era justamente a que Alice havia escrito: Beleza não é por fora. Era uma das melhores fotos do álbum, onde ela sorria recostada a uma cômoda.

Se desesperou, estava faltando uma foto sua, isso só queria dizer uma coisa:

Alguém pegou uma das fotos.

Mas… quem teria pegado?


Notas Finais


QUEM SERÁ QUE PEGOU? Kkkkkkk [Boatos q logo vcs descobriram]

Desculpa pela rapidez que as coisas aconteceram nesse capítulo.
Logo teremos a real ação ocorrendo, aguardem um pouco kkkk

Espero que tenham gostado.
Deixe seu favorito e comentário, eles me ajudam a progredir <3
Até, bjs <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...