História Um Amor Plus Size - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, V
Tags Bullyng, Chim Chim, Gordas, Gordinhas, Jimin, Jungkook, Kookie, Plus Size
Visualizações 68
Palavras 3.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu tô bem triste, sério...
Eu não vou ficar aqui enchendo o saco de vcs, não.
Só queria compartilhar qual meu ânimo está.

Desnecessário, eu sei.
N tenho nada a falar.

Boa leitura <3

Capítulo 9 - Garotos como você.


Fanfic / Fanfiction Um Amor Plus Size - Capítulo 9 - Garotos como você.

Antonella pôde perceber que os lábios de Jimin eram macios, carnudos e doces. A mão direita dele agarrava firme a sua cintura, enquanto a mão esquerda segurava o queixo. O contato das línguas estava estranhamente bom o que causou que fechasse os olhos, assim como Jimin também fechou, na verdade, o ruivo nem tinha se tocado que beijou Antonella apenas para ver a reação de Jungkook e agora se perdia no sabor do beijo da menina.

Tonelle apreciou o beijo, até se dar conta de quem estava com a boca colada na sua própria.

Abriu os olhos e espalmou as mãos no peito de Jimin, fazendo ele também despertar daquilo. Mas porque ele arrochou o aperto em sua cintura? E por que ele aprofundou o beijo vasculhando avidamente sua boca com a língua? O que Jimin estava fazendo, afinal? Tonelle quis perguntar isso a ele, por isso não hesitou em empurrá-lo com a força que tinha.

O ruivo então percebeu o que havia feito. Olhou assustado para Antonella, esperou uma reação dela e obteve a que já sabia que viria.

— Qual o seu problema? Ficou louco? Por que você… — Jimin não queria que ela ficasse com raiva, na verdade, ainda estava preso no beijo para poder lidar com a fúria de Antonella.

— Não fique com raiva, eu apenas… — é interrompido.

— Perdeu a noção! — esbravejou. Tonelle respirou fundo, e fechou os olhos durantes poucos segundos. — eu estou pouco me lixando para a merda do motivo que te levou a me… — era inacreditável que Jimin havia lhe beijado, pois era justamente Jimin! A palavra beijar era forte demais quando vinha na mesma frase que o nome do ruivo. — enfim! Não repita mais isso! Ou eu farei por onde você passe duas semanas adicionais de castigo! — falou virando-se para Alice e puxando a amiga junto consigo.

Jimin assistiu Antonella e Alice saírem a passos largos e brutos do local. O rosto de Antonella corado e a frustração visível nela. Estava cedo demais para aquilo, era burrice querer irritar o moreno. Porém, não foi ruim, Jimin tinha que admitir.

— Jimin! O que você pensou? — David estava pasmo. — como do nada você vem e beija a Tonelle? Perdeu realmente o senso? — deu passos para perto do ruivo e observou algo, o outro estava alheio ao que falava. Jimin encarava os próprios pés e tocava o lábio inferior com o dedo indicador. — Jimin! — chamou ganhando a atenção do estrangeiro.

— Oi? — perguntou para David. O loiro franziu o cenho em clara desconfiança. O ruivo encarou-o por um tempo e lembrou de algo. — David, eu ainda não pedi desculpas por aquilo que falei sobre a Alice, não é?

— Não. — travou o maxilar com a lembrança.

Foi uma tarde comum, onde Antonella era mais uma vez abusada por Jimin e Jungkook. Porém, daquela vez, David se meteu para valer naquilo, e, enquanto defendia a amiga, ouviu uma piadinha de Jimin referente ao seu namoro com Alice.

Vocês deveriam crescer. Coisa mais ridícula, não têm vergonha? — esbravejou com Jimin e Jungkook, que fizeram apenas rir daquilo.

Não se mete, David. Apenas segui ‘pra sua sala. — Jungkook manda.

Está bem, vamos Antonella. — segurou a mão da amiga e se virou para as salas, até ouvir uma gracinha.

Como anda Alice, David? — a voz de Jimin saiu venenosa e provocadora. Antonella soube que não seria assim tão fácil sair dali. David se virou para Jimin com a pior expressão possível. — ainda estão namorando? — Jimin sabia que sim, mas apenas queria mexer com o loiro. — quando você terminar com ela, me avisa, teria prazer em me esbaldar no corpo brasileiro dela. — aquilo foi suficiente para uma briga intensa se firmar.

O resultado? Hematomas e arranhões em ambos, contando também com dois dias de suspensão. Definitivamente, falar de Alice era uma péssima ideia, nem Jungkook e Antonella conseguiram fazer David parar de agredir Jimin, o bom, para o ruivo, era que sabia se defender.

— Desculpa por falar coisas indecentes sobre sua namorada, como sei que não vai me perdoar fácil e nem deixar eu me aproximar dela para pedir desculpas, peça em meu nome, por favor. — falou sincero.

— ‘Tá, não garanto nada, eu posso esquecer e nem fazer questão de pedir, mas vou tentar lembrar. — David queria mais que Jimin explodisse de uma vez.

— Eu preciso falar com Antonella. — foi quando olhou para as arquibancadas e viu que não tinha mais ninguém ali. Jungkook havia saído, talvez para conversar com a morena… — preciso ir agora! — Jimin saiu correndo para fora da quadra, tinha que falar com Antonella antes de Jungkook, ou ele poderia falar alguma coisa sobre o propósito do beijo… se bem que não, daí ele teria que falar também sobre a aposta. Diminuiu a corrida e andou calmamente.

Encontrou Jungkook de frente à porta da sua sala, diminuiu os passos até ouvir a voz de Alice enraivecida. Com certeza, Jeon havia ido em busca de Tonelle e agora a morena estava reclamando sobre isso. Parece estranho que os amigos de Antonella queiram privá-la de contato com Jimin e Jungkook, mas é que quando se vê sua amiga chorar até dormir por conta de uma piada totalmente sem graça não se mede bem a proteção. Amor é a resposta para esse cuidado.

— Qual o problema de vocês? — o garoto dentuço estava a frente de Alice que questionava as mudanças que estavam ocorrendo. Seria possível que Jungkook e Jimin haviam batido a cabeça? Mas bem forte, para, agora, estarem correndo atrás de Tonelle, pedindo desculpa e até beijando Antonella.

— Eu só quero conversar, e outra, quem decide se ela quer ou não conversar comigo é ela e não você. — o moreno revidou. Será que sempre seria assim? Ter de passar por David e Alice para só então conseguir conversar com Antonella?

Quando Alice pensou em contra argumentar, viu Jimin chegar e se aproximar de Jungkook. O ruivo não encarava dentro da sala, mas encarava Jungkook com uma expressão nada boa, assim como Jungkook havia começado a ficar vermelho de raiva.

— Legal, mais um. — exclamou. Antonella estava totalmente alheia aos gritos de Alice, na verdade, torcia para que Jungkook desistisse de incomodá-la, pois o que mais queria era esquecer o beijo que ainda deixava resquícios do gosto em sua boca. Porém, quando ouviu Alice reclamar sobre mais um, olhou para porta e percebeu Jimin ali que encarava mortalmente Jungkook. — Tone, tem certeza que não trocou o sabonete líquido por mel? Seria uma explicação aceita por mim!

— Alice! — reprovou a amiga. — Jungkook, não quero conversar agora e Jimin, no fim da aula esteja na biblioteca, você vai organizar os livros. — ditou calma e entediada.

— Antonella, eu só preciso falar durante pouco tempo… por favor. — Jeon pede novamente, mas dessa vez com mais suplica na voz. — vai ser rápido.

— Você não escutou ela, Jungkook? — Jimin começa. — ela não quer falar agora. — entoou para todos ali. Como uma benção, divina, Antonella acreditava, o toque de fim de lanche soou, não deixou de sorrir por conta daquilo.

— Que pena, acabou o tempo de lanche, no fim nem lanchamos… — Alice reclama, pois sim, não haviam conseguido comer com toda a situação da quadra, no fim Antonella não entrara na fila do lanche e não comera.

— Estou com fome. — falou baixinho, mas todos ouviram… — depois você fala Jungkook, é aula de química, vamos conhecer o novo professor. — Tonelle ouviu um “está bem” e encarou a porta, viu um Jungkook inconformado sair dali e viu um Jimin “vitorioso” observar o outro ir para a própria sala. Tonelle não encarou o ruivo, estava confusa ainda.

A morena nunca foi do tipo de acreditar em ações sem motivos específicos, ao contrário, sempre acreditou em ações premeditadas, pensadas e calculadas. Antonella aprendeu aquilo com a mãe, pois Antonella foi pensada e premeditada por Renê.

— Não faz sentido. — disse para si mesma. Encarou o caderno aberto na matéria de química verificando todos os antigos assuntos. Após um bimestre inteiro eles finalmente haviam arranjado um substituto.

— Química é fácil, tem sentido. — ouviu a voz de Jimin ecoar do seu lado. É obvio que Antonella se assustou, além do ruivo falar do nada e a menina não estar preparada para a abordagem, o ruivo estava sentado na cadeira vazia ao seu lado.

— Eu não… — franziu o cenho e olhou para a porta, viu David entrar por ela. Tonelle estava pensando no que responder. — eu sei química, não era disso que ‘tava falando. — o ruivo estava a ponto de perguntar qual era o assunto, então, que ela falava, quando foi interrompido.

— O que faz ai, Jimin? — David perguntou em frente a carteira que Jimin ocupava, o loiro alternou o olhar para Tonelle e depois para o ruivo.

— Conversando. — respondeu simples. David olhou para Alice atrás de Jimin.

Na sala de aula as carteiras eram dívidas por três fileiras. Ou seja, ficam duas filas de carteiras juntas à parede, três filas de carteiras juntas no meio da sala, e mais duas na outra parede. Seguindo essa divisão, Jimin estava sentado ao lado de Antonella, que se sentava na primeira banca perto da porta de entrada/saída e Alice atrás de Jimin, que seria a banca ao lado de David.

O que isso tem de importante? Simples, para David, o fluxo de estabilidade estava desregulado com Jimin ali, eram motivos simples o que levava-o a ter essa inconformidade com o ruivo no seu espaço, com sua namorada e melhor amiga. Demonstrando toda a infelicidade com aquilo, David apoiou as mãos na banca que era ocupada pelo “intruso” e falou calmo e ácido:

— Sai daqui, antes que eu te tire. Não é um pedido. — os olhos de Antonella se tornaram maior do que possível, sua respiração se elevou, assim como os batimentos cardíacos.

— Só saio se a Antonella pedir, estou ao lado dela, sequer falei com sua namorada e nem pretendo. Enquanto não for um pedido da Antonella, eu ficarei. — Jimin respondeu com toda força que tinha, levar desaforos e ameças para casa nunca foi uma atitude do ruivo, por que seria agora?

— Tone… — David chamou. — pode pedir para ele sair? Por favor? — perguntou encarando Jimin. O ruivo sabia que teria que sair, mas queria ao menos ter um motivo para revoltar-se com Antonella, cuja estava demorando a falar. A menina pensava sobre como pedir aquilo, sendo que Jimin não estava realmente lhe incomodando.

— Tonelle… — Alice chamou baixo, queria que falasse de uma vez para Jimin sair, mas a garota parecia pensar.

— Jimin… por favor… — começou cautelosamente, mas foi interrompida.

— Nossa. — riu debochado. — está bem. — se levantou e colocou as mãos no bolso. Olhou para Antonella como quem dizia não acreditar naquilo, foi o suficiente para a menina se sentir mal. Pois, apesar de Jimin ser o errado em toda a história, Antonella era doce demais para aguentar um olhar magoado de alguém.

— Que foi? — Tonelle perguntou para David e Alice que lhe encaravam. Porém, ela sabia o motivo daquilo, apenas ignorou.

[…]

Quem diria que trabalhar em biblioteca fosse tão chato? Jimin diria.

Depois da situação com Antonella na sala de aula, os alunos conheceram a professora de química. Uma mulher alta, ruiva e simpática, mas é claro, apenas à primeira vista, os estudantes estavam esperando o tempo passar para, só então, afirmar a simpatia daquela mulher.

Mas o que isso importava para Jimin? Exatamente, nada. Apenas estava emburrado por Antonella não ter falado consigo sem ser para mandar fazer alguma coisa.

— Trás esses três livros aí, faltam apenas eles. — a menina pede enquanto termina de pôr um conto em seu devido lugar.

— E por que você mesma não vem buscar? — pergunta com ignorância. Os olhos de Antonella encararam Jimin imediatamente, assim como o ruivo se xingou por falar daquele modo. — desculpa.

— Claro. — falou sincera. Saiu do meio das prateleiras e foi buscar os três livros – que estavam sobre o balcão. Logo retornou para as prateleiras. Colocou-os em seus lugares e se sentou para atualizar a página de livros tombados.

— O que achou da nova professora? — Jimin perguntou a fim de quebrar o silêncio que havia se estendido.

— Ela deve ser legal, mas se ensinar como a outra, teremos sorte. — respondeu séria. Antonella olhou para o relógio no notebook que usava para conferir a quanto tempo estavam ali, quarenta minutos se passaram desde que as aulas do dia haviam terminado. — acabamos. — suspirou. — amanhã será apenas entrega de livro e atendimentos para pegarem novos. — desligou o aparelho e passou as mãos na roupa. — pode ir, eu fecho aqui.

— Tem certeza? — quis conferir o mando.

— Total. — sabe aquela resposta que você não quer ouvir? Não é aquela frase errada na hora certa, não é aquela palavra errada na situação errada, é aquela reposta certa, na ocasião certa, mas, para Jimin, a resposta foi tão errada que ficou sem reação.

O ruivo queria que o tom fosse um pouco menos confiante, queria que ela ao menos olhasse para si, pois, se continuassem no clima de apenas colegas, Jimin nunca iria para frente com a aposta.

— Posso te levar em casa. — ofereceu, seria muito vago dizer que Antonella encarou Jimin, ela simplesmente petrificou o olhar no ruivo. Ergueu as sobrancelhas, enrugou a testa e entreabriu os lábios. Estava tendo uma epifania em relação aos acontecimentos que lhe relacionavam. Antes que o outro falasse mais alguma coisa, fechou com força exagerada o notebook.

— O que você quer? — perguntou com raiva. Porra, era difícil para Antonella entender aquela drástica mudança. Primeiro as desculpas, depois um beijo e agora ser levada para casa? Afinal, o que Jimin pretendia? — o que é, Jimin? No meio do caminho sua turma vai aparecer e me pregar uma peça? Ou você mesmo vai fazer isso? Qual o motivo das desculpas e daquele beijo? — perguntou. Aquela era a hora de Jimin se explicar, mas o garoto de olhos puxados não sabia o que responder. Na verdade, ele não tinha o que responder. Diria que era uma aposta? E depois? Pediria para dormirem e assim ele vencer? Obvio que não!

— Eu só me ofereci para te levar até em casa. Fui gentil, só isso. — tentou explicar, mas Jimin tinha que aprender algo sobre Antonella: não fale coisas não convincentes, elas são fáceis de serem detectadas pela morena.

— Gentileza? Vinda de você? Para mim? — riu debochada e raivosa. — quem você acha que vai enganar? — perguntou andando em direção a Jimin. — garotos como você não se importam com garotas como eu! Garotos como você, não beijam garotas como eu! Garotos como você, não são gentis com garotas como eu! — acusou com raiva e elevando a voz. Encarou os rosto assustado do ruivo e terminou a sentença. — garotos como você, Jimin, nem sequer aturam garotas como eu. — respirou fundo.

O Park estava abalado com aquela confissão. Seu coração palpitava de forma como nunca havia palpitado. As mãos estavam fechadas de forma que os nós dos dedos eram mais brancos agora. Aquela explosão de sinceridade e raiva em Antonella havia assustado o ruivo, que ainda não tinha resposta para aquela cena.

— Eu recuso sua gentileza, Jimin, sinceramente. — andou até o balcão e pegou a bolsa escolar de cada um. Entregou a de Jimin para o dono e mandou calma, diferente de antes. — vai, Jimin, já chega por hoje. — se virou antes que o ruivo falasse algo.

O coreano entendeu o recado, era para sair dali imediatamente, praticamente uma expulsão. Dessa forma, deu passos vagarosos até a porta e abriu, recebeu o último olhar de Antonella e sua saudação.

— Até amanhã. — Jimin assentiu duas vezes e saiu da biblioteca.

É claro que Jimin tinha que rever seu plano, ver as falhas e corrigi-las, porém, foi ai que o garoto notou; ele não tinha um plano. Estava indo por induções e conclusões, falando coisas cedo demais e colhendo respostas como aquelas de antes. Bufou pela burrice que tinha.

Jimin precisava terminar aquilo logo, mas percebeu que não seria rápido como queria. Tinha que moldar a imagem de Antonella sobre si, tinha que mudar a opinião dela e fazê-la vê-lo como uma pessoa qualquer, que não oferecia riscos. Depois, precisava entrar na vida dela, de uma forma mais educada e menos invasiva, respeitando e aceitando as brechas que ela lhe daria. Seria simples ganhar a aposta, era só não errar nos passos.

— Está pensativo, filho. — ouviu a voz do pai afirmando ao lado de si. Mesmo com o barulho dos clientes do restaurante presente no local, era possível ouvir bem as falas soltas do pai.

Park Jimin é filho de um dos donos de restaurante mais conhecido da cidade. Comidas especiais e puramente coreanas, na verdade, o restaurante principal da cidade, duas filiais em locais longes umas das outras. Porém, mesmo com um grande sucesso, Jimin não escapava do trabalho. Não que seu pai fosse um senhor rígido e quisesse que o filho seguisse seus passos, a bem verdade, era que Jimin por ser um bom arranjador de briga, teve seu castigo especial, dado pelo pai.

— É alguma garota? — o senhor mais velho pergunta e sorri ao ver a expressão de Jimin, o ruivo ficava muito inquieto quando o seu pai adivinhava seus pensamentos sem muito esforço. — não me olhe assim, toda vez que está pensando em alguma garota você franze o cenho e assopra muitas vezes. — os dois estavam por trás do balcão do caixa, Jimin conferido a máquina e o Park mais velho bebendo um café.

— É. — respondeu de bochecha inchada, não como criança mimada, mas sim como homem irritado. Seu pai, então, pergunta:

— É o quê?

— Uma garota. É uma garota muito… — ia terminar de falar, mas parou drasticamente ao ver quem entrava no restaurante. O olhar do Park mais velho parou sobre a expressão assustada de Jimin e seguiu o olhar do ruivo. Viu uma menina e um menino, adolescentes, escolherem uma mesa próxima a uma janela e sentarem. — eu atendo eles. — Jimin fala rápido, pega o tablet com o menu da casa e anda em direção a mesa.

Suspirou, observou os clientes enquanto andava calmamente até eles, na verdade, observou a cliente que tinha um sorriso enorme no rosto. Como Antonella podia sorrir assim?

Sim, era Antonella, mas quem seria o garoto junto a ela? Era isso que Jimin se questionava.

— O que vão querer? — perguntou ao se aproximar, tablet na mão e caneta em outra, pronto para anotar o pedido.

Antonella não só olhou de imediato para a pessoa que falará como também encarou Taehyung rapidamente e abaixou a cabeça.

E é claro, que aquilo chamou a atenção do acastanhado.


Notas Finais


KKKKKKKKKk eu n sei pq eu ri, mas isso ai ser bem tretoso futuramente.

Esse capítulo foi bem ruim, eu sei, mas pow, tinha que ser preciso.
Mesmo assim, oq acharam?
Oq acham q vai acontecer no próximo?

Quero saber, digam nos comentários. [pareci uma youtuber, eu hein]

Bjs e até o próximo <3


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