História Um amor pós-apocalíptico - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Beth Greene, Bob Stookey, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Gabriel Stokes, Glenn Rhee, Jessie Anderson, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Negan, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Pete Anderson, Rick Grimes, Ron Anderson, Rosita Espinosa, Sam Anderson, Sasha, Tara Chambler, Tyreese
Tags The Walking Dead
Visualizações 18
Palavras 1.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Saga, Suspense
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amores, voltei! Espero que gostem do capítulo!

Capítulo 3 - Aprendizagens



Isabella OFF
Rodrigo ON


~2 dias antes~


A Bella vinha na minha decisão e eu já estava a ficar irritado, mas ao mesmo tempo assustado. Eu conheço-a bem. Ela não vai desistir de mim tão cedo. Mas ela tinha que perceber que eu já não queria nada com ela. Ou pelo menos era o que eu achava. Ela pediu para falar comigo e eu disse que sim, sobre o olhar atento dos nossos colegas.
Isabella- Olha...
Eu- Sim?
Tentei parecer indiferente, o que era tudo o que eu não estava.
Isabella- Eu ainda te quero. Muito. Só quero que voltemos a ser o que éramos.
Eu- Outra vez essa conversa? Já te disse que não!
Isabella- Por favor! Eu ainda te amo!
Ela beijou-me e eu passei-me. Dei-lhe uma chapada com tanta força que até a mim me doeu. Os nossos colegas proferiam "Oh's" de choque, afinal, eles não estavam à espera que eu fizesse isso, nem eu estava à espera. Recuei um passo ao ver que a tinha magoado. Ela foi-se embora e eu fui atrás dela. Ela fechou-se na casa-de-banho e eu comecei a falar, ao mesmo tempo que a água corria.
Eu- Posso falar contigo por favor?
A água continuou a correr e eu fiquei em pânico. Eu ainda a amava e tinha acabado de fazer asneira.
Eu- Desculpa, a sério! Não foi por querer!
Tocou para a entrada e a água parou de correr. Ela abriu a porta e eu comecei:
Eu- Eu peço...
Ela deu-me uma chapada tão forte que eu virei a cara para o lado. Ela foi para a sala e apesar de estarmos na mesma sala, ela nem olhou para mim.
Saí da escola e fui para o meu treino de box. Ia descarregar a minha fúria toda naquele saco. Cheguei a casa já tarde e fui para o meu quarto. Não jantei e acabei por adormecer com os fones nos ouvidos.


~de manhã~


Acordei, arranjei-me e fui para a escola. Quando a Bella entrou na sala eu olhei para ela e ela desviou o olhar. Ela estava muito magoada. Passado 1hora do início das aulas eu pedi para ir à casa de banho. Ao vir para a sala ouvi gritos de pânico e terror e fiquei encurralado por 3 monstros, eu não sei o que eram. Vislumbrei-a ao fundo do corredor e ela virou-me as costas.
Pensei "Vou morrer.", mas depois vi uma porta que dava para uma sala pequena e consegui esconder-me lá. Passado alguns momentos os grunhidos cessaram e eu abri a porta. O meu coração bateu mais depressa quando a vi. Eu levantei me e ia abraçá-la, mas ela recuou. Andámos em direção à saída e eu comecei:
Eu- Obrigado por...
Isabella- Shh! Não vês que os podes atrair?! Está calado!
A nossa escola era grande. Ao saírmos da escola ela deu-me uma faca e disse-me:
Isabella- Toma, agora estás por tua conta.
Fiquei assustado.
Eu- Mas eu não sei lidar com estas coisas!
Isabella- E o que é que eu tenho haver com isso?
Eu- Por favor, não me deixes sozinho!- Eu agarrei-lhe a mão.- Eu preciso de ti.
Ela soltou a mão dela da minha e continuou.
Isabella- Ok, se queres ficar comigo vamos ter que encontrar um lugar seguro para viver.
Eu- Que tal a escola?
Isabella- Sim, pode ser. Mas primeiro vamos ter que a limpar. Toda ela.
Entrámos na escola, trancámos a porta principal e fomos diretos ao salão de convívio. Fizemos uma barreira de mesas e cadeiras e batemos nas mesas. Logo uma horda de talvez umas 20 coisas daquelas apareceu. Ela matou-os num instante, enquanto eu tentava acertar-lhes, sem sucesso.
Quando limpámos aquela parte da escola fomos procurar em todas as salas sinais de pessoas vivas ou de mais "zumbis", como ela lhe chamava. Víamos pessoas mortas no chão e espetávamos-lhes a faca no crânio,
Quando chegámos à sala dela ela caiu. A maior parte dos colegas dela mortos no chão. Eu comecei a espetar-lhes a faca nos seus crânios.
Acabámos o trabalho e demos conta que estava a escurecer. Verificámos se não haviam portas nem janelas abertas, fizemos mais uma ronda e arranjámos uma sala para dormir. Como a maior parte das salas estava suja e com sangue ficamos numa sala grande e fria. Por sorte encontrámos, na sala dos professores, duas mantas para dormir. Fechámos as persianas e as janelas. Quando trancámos a porta da sala ela disse:
Isabella- Estou com fome, vou buscar comida.
Eu- Eu vou contigo.
Isabella- Não, não vais. Só me vais atrapalhar. Chego dentro de 20 minutos.
Ela saiu e eu fiquei sozinho. Meti uma manta no chão e outra a servir de cobertor. Sentei-me no chão a olhar para o vazio, e ela entrou, fechou a porta e pousou uma caixa com comida. Tirou algumas coisas para ela e eu também tirei, começando a comer. Quando acabámos de comer já eram 21h. Decidimos dormir porque estávamos muito cansados. Ela começou a tremer de frio, a sala era gelada. Eu cheguei-me a ela e abracei-a, até que adormecemos os dois.


~de manhã~


Acordei e ela ainda dormia. Meti a a comida na mesa e abri as persianas. Ela acabou por acordar.
Eu- Bom dia.
Isabella- Bom dia.
Sentou-se, comemos e ela disse:
Isabella- Vou a minha casa ver a minha família. Acho que também devias ir. Ver se a tua família está bem e ires buscar algumas coisas para ti: roupa, mantas, etc.
Eu disse, triste.
Eu- Já não existem famílias agora.
Isabella- Como assim?
Eu- Tu vês o que estas coisas fazem? As nossas famílias já devem estar mortas.
Ela parecia chateada e indignada.
Isabella- Faz como entenderes. Eu vou. E tu vens comigo para me ajudares.
Saímos da escola. As nossas escolas eram perto da escola. Matámos alguns zumbis. Primeiro fomos à casa dela. A porta estava aberta. Fechamo-la e ela sussurrou:
Isabella- Mãe, pai, mana?
Ouvimos um ruído vindo do quintal. Eu abriu a porta e viu que o quintal tinha dois zumbis. Ela matou-os e suspirou de alívio. Fechou a porta e subiu as escadas.
Foi até ao quarto dela e meteu algumas coisas num saco. Eu posicionei-me atrás dela. Quando acabou ela virou-se para trás e ficou petrificada.


~presente~


Rodrigo OFF
Isabella ON 


Ele estava mesmo à minha frente, os nossos rostos muito próximos. 
Eu- O q-que f-foi?
Rodrigo- Nada.
Ele inclinou-se e selou os nossos lábios. Era um beijo quente, necessitado, mas ao mesmo tempo calmo, lento. As nossas línguas dançavam em sintonia explorando cada canto. Aquele beijo era maravilhoso, mas o oxigénio começou a faltar e tivemos que parar. Naquele momento corámos e eu apercebi-me do erro que cometi.
Eu- Não devíamos ter feito isto.
Rodrigo- Não? 
Eu- Não, isto foi um grande erro!
Rodrigo- Não, não foi! Nós gostamos um do outro!
Eu- Eu não! Eu deixei de gostar de ti quando me magoaste ao dar-me um estalo!
Rodrigo- Eu já pedi desculpas por isso!
Eu- Bem, eu não aceito as tuas desculpas. Sabes, eu realmente estava apaixonada por ti nestes últimos 9 meses de namoro, mas...
Rodrigo- Mas o quê? TU É QUE BEIJAS-TE OUTRO GAJO!! NÃO FOI AO CONTRÁRIO!
Eu- EU ESTAVA BÊBADA!!!
Rodrigo- NÃO ESTIVESSES! FUI EU QUE TE EMBEBEDEI?!?!
Eu- EU JÁ PEDI DESCULPAS!
Começámos a ouvir zumbis a bater na porta. Estávamos a fazer tanto barulho que os tínhamos atraído.
Eu- Oh merda! Olha, não vamos discutir mais este assunto, pelo menos não aqui.
Eu saí do quarto e fui buscar ainda uma pequena mala para meter o telemóvel, 3 carregadores solares e fones.
Saímos de minha casa o mais discretamente possível e fomos até à dele. Entrámos com cuidado, revistámos a casa e ele foi ao quarto buscar as coisas dele. Quando acabou desceu as escadas e saímos.
Já era meio dia. O sol estava a pino, e eu ia aproveitar para carregar o meu telemóvel. Chegámos à escola e fomos para a sala. Tirei da minha mala o carregador solar e meti o meu telemóvel a carregar. 
A nossa escola era grande. Tinha um pátio grande para podermos treinar, e era isso que eu ia fazer. Capturei uns 30 zumbis, cortei-lhes as mãos e rompi-lhes a boca, prendi-os com uma corda a uma rede forte, numa fila comprida e comecei a matá-los um a um. Decidi parar um pouco e chamei o Rodrigo, que estava longe, a olhar para mim.
Eu- Ei, chega aqui!
Ele levantou-se e veio ter comigo. 
Eu- É a tua vez.
Ele olhou para mim assustado.
Rodrigo- Mas eu não sei matar essas coisas.
Eu- Vais aprender.
Eu mostrei-lhe como fazer e ele seguiu os meus passos.
Ao fim do dia estávamos cansadíssimos. Fomos para a sala e o meu telemóvel já estava carregado. Decidimos deitarmo-nos. Eu tirei o pijama da minha mochila e comecei a despir-me. Aquele foi o meu erro.
 


Notas Finais


Olá amores! Espero que tenham gostado do capítulo.
Queria agradecer aos novos favoritos, ~marichat86 , ~Leomara2000 e um especial agradecimento à ~Kougami214 por favoritas e publicitar a história.
Leitoras fantasmas, comentem e, se puderem, divulguem a história se gostarem dela, para esta fanfic poder crescer e me dar motivação para escrever. Beijos e até ao próximo capítulo!😘


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