História Um Amor Proibido - Adaptada (Mericcup) - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias A Origem dos Guardiões, Como Treinar o seu Dragão, Enrolados, Frozen - Uma Aventura Congelante, Valente
Personagens Anna, Elsa, Flynn Rider, Gothel, Jack Frost, Mérida, Norte, Personagens Originais, Rapunzel, Soluço
Tags Flynzel, Hiccrina, Jelsa, Mericcup
Visualizações 61
Palavras 1.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiie amores :3

Boa leitura ♥

Capítulo 6 - Capítulo VI



— Não! — Hiccup pegou o rosto gélido de Katerina. — Katerina! Katerina! 

Quando Flynn viu sua mulher sem vida, sentou-se em uma cadeira e lágrimas desceram de seus olhos rapidamente.

O quarto ficou em total silêncio, apenas dando para escutar os choros da pequena criança e as súplicas de Hiccup, para seu grande amor voltar a vida, mesmo sabendo que isso era inútil.

A empregada da casa apareceu na porta do quarto e avistou a triste cena de Hiccup e Flynn aos prantos.

Flynn se levantou com os olhos avermelhados e olhou para a empregada e para Katerina:

— Tire-o daqui agora. — Flynn disse apontando para Hiccup, que o olhou incrédulo.

A empregada se aproximou e pegou os ombros de Hiccup:

— Sr. Haddock, venha comigo... 

— Não... — Hiccup murmurou. — Katerina! — Hiccup agarra o corpo da bela mulher sem vida.

— Sr. Haddock, por favor, venha...

— Não!

A empregada puxou ar e assim disse:

— Sr. Haddock! Venha comigo! — gritou e logo suspirou em seguida. —  Infelizmente ela se foi... — ela pega o rosto do belo rapaz de olhos verdes que está banhado à lágrimas. Flynn abaixou a cabeça ao ouvir as palavras da sua empregada.

— Não... por favor... — Hiccup não queria acreditar, mesmo vendo Katerina morta pensava que era apenas um terrível pesadelo, e que quando acordasse iria ver sua Katerina adorada viva.

— Venha comigo senhor... — a empregada pegou o braço de Hiccup e o levou até a porta.

— A criança também! — Flynn ordenou.

— Mas senhor... é sua filha... 

— Não digas nada, apenas leve-a! — Flynn gritou fechando os punhos e os olhos fortemente.

A empregada obedeceu Flynn, pegou a pequena criança nos braços e foi com Hiccup para a cozinha.

Ela olhava para a criança com dó, coitadinha! Mal acolhida foi. Se não fosse por mim você morria de fome, nunca vi uma criaturinha tão mal amada no seu começo de vida! — A empregada pensava com a criança nos braços.

Flynn estava muito abatido, ouvir sua esposa dizer que amava seu irmão e que ele será o único com quem ela sentiu esse sentimento era doloroso para ele, isso foi como se uma espada afiada atravessasse seu coração e o arrancasse do peito com muita força. Ele amava Katerina mais que tudo.

Flynn aproximou-se do corpo sem vida de sua mulher e deitou-se ao seu lado, deixando lágrimas caírem de seus olhos.

O rosto de Katerina transmitia paz, mesmo pálido e gélido, era lindo, e carregava um leve sorriso nos lábios. Nenhum anjo nos céus será tão belo quanto Katerina Dunbroch. Katerina Haddock.

Flynn olhava para sua mulher. A respiração do triste homem aumentava a todo instante que se lembrava das palavras e dos pedidos de perdão de sua amada.

— Eu lhe perdôo Katerina... eu lhe perdôo... — a voz de Flynn saiu falha e chorosa.


(...)


Na manhã do dia seguinte, o sol resplandecente batia nos rostos das pessoas presentes no enterro da jovem, bela e amada Katerina.

Belas palavras foram ditas à Katerina. Flynn escultava tudo cabisbaixo. A empregada segurava a pequena criança nos braços, que no começo foi rejeitada pelo próprio pai. A criança foi nomeada de Merida, que foi uma sugestão da empregada.

Hiccup não apareceu no enterro, decidiu ir para longe, tentar esquecer desse seu amor por Katerina, e irá viver uma nova vida, bem longe de Arrendelle e da mansão Haddock.


17 anos depois...

Ano de 1882 

Merida cresceu, cada dia mais linda e parecida com sua mãe. A garota era tão parecia com Katerina que assustava e deslumbrava todos.

Flynn em 1877 se casou novamente, agora com Rapunzel Snow, uma bela mulher de cabelos dourados e lisos.

Elsa voltou com seu marido Jack Frost para a mansão Haddock. O que a deixava triste era que descobrira que era estéril, e que não podia dar nenhum filho à seu marido.

Hiccup, durante 15 anos viveu em Berk, e se alistou para a guerra e foi convocado, ficando lá por um dois anos.

Agora que a guerra avia acabado, Hiccup resolveu voltar para Arrendelle. Voltar para sua casa.

Hiccup desceu da carruagem, suas botas tocaram a grama verde, suas narinas respiram o ar puro que ele conhecia desde pequeno, e seus lábios abriram um sorriso. Ele estava de volta.

Seus pensamentos foram interrompidos quando uma garota de cabelos cacheados e ruivos que lhe parecia muito familiar, olhava as flores e os pássaros que esvoaçavam ao seu redor, havia um brilho em seus olhos e um sorriso em seus lábios, apareceu em sua vista.

O homem se aproxima da garota que tinha um belo sorriso. A cada vez que chegava perto da jovem e bela moça de cabelos ruivos cacheados e vestido verde, o coração de Hiccup acelerava mais. 

Não podes ser... não podes ser ela... - os pensamentos de Hiccup fizeram seu coração de acelerar mais, como se fosse sair pela sua boca.

Quando ele chegou perto da garota, tomou coragem e disse chamando a atenção da jovem:

— Katerina? — a voz de Hiccup quase saiu falha.

A garota virou-se para ele, olhos nos seus olhos e sorriu ao ver a expressão assustada do belo homem de olhos verdes à sua frente:

— Perdoe-me, estavas à falar comigo? — ela olhou para os lados, tendo certeza que era com ela que ele estava falando.

Hiccup assentiu com dificuldade.

— Não... sou Merida. — ela abriu um sorriso. — E qual o seu nome? 

— Merida... — ele repetiu o nome da garota, incrédulo.

— E o seu? — ela perguntou novamente.

— Sou Hiccup. — ele respondeu assustado.

Ela sorriu e Hiccup suspirou.

— Merida... Merida! — ambos escultam gritos vindos de longe.

Merida se virou, vendo Elsa vindo em sua direção:

— Merida seu pai... Hiccup?! — Elsa olha para Hiccup e abre um sorriso.

— Olá irmã. — Hiccup sorriu.

— Céus, a quanto tempo não te vejo! — Elsa abraçou seu irmão.

— Irmã? — Merida pergunta confusa.

— Sim — Elsa olhou para Merida e se afastou de Hiccup. — Hiccup é irmão meu e de seu pai. Seu tio. 

— Tio?  — Hiccup pergunta, mas logo liga os fatos: Merida é filha de Flynn e de... Katerina. Seu coração logo acelerou.




Notas Finais


O que acharam amores?
Não esqueçam de comentar o que acharam, me motiva à continuar :)
Até mais ♥


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