História Um Amor Proibido - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Gangster, Los Angeles, Máfia, Originais, Romance, Sexo, Violencia
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Palavras 4.732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oeee pessoal. Consegui postar Domingo hehehe, achei que ficaria pra semana que vem, mas consegui escrever hoje, BOA LEITURAAAAA!

Capítulo 7 - Cap. VII


12:48h

Pov's Kimberly

-Bom dia.- sussurrei para Mat ao acordar. Eu estava com o rosto eu seu peito e ele tinha uma mão em minhas costas.

-Bom dia, não pra minha cabeça que tá doendo pra cacete.- respondeu ele passando uma mão no cabelo enquanto acariciava minhas costas com a outra.

-Temos de cozinhar ainda.- falei e ele sorriu.

-Vamos fazer o quê?- perguntou.

-Nada, não fomos ao mercado, não tem nada aqui.- Respondi e ele me encarou.

-Vamos no mercado? Tomamos banho juntos pra economizar tempo.- disse ele e eu concordei.

Levantamos e tiramos o lençol ao ver a marca de sangue, pegamos outro no guarda-roupas e colocamos na cama logo depois arrumando os cobertores. Fomos até o banheiro sem sapato mesmo já que a casa toda tem carpete exceto os banheiros. Tiramos nossa roupa e entramos embaixo do chuveiro, Mat me colocou contra a parede e iniciou o beijo, ele pegou meus pulsos e os segurou acima da minha cabeça mantendo-me presa, senti seus lábios em meu pescoço e suspirei.

Seus lábios exploraram todo meu pescoço, deixando algumas marcas de chupões e mordidas, e desceram para meus seios, seus lábios davam atenção para um e os dedos de Mat para o outro, eu estava explodindo de tesão. Ele ficou focado em meus seios por um bom tempo até baixar a mão até minha intimidade e me penetrar com o dedo, soltei um gemido um pouco alto e mordi o lábio pra não gritar. Sua boca subiu de meus peitos para encontrar meus lábios, juntei nossos lábios e deixei sua língua explorar minha boca. Depois do beijo Mat retirou seu dedo de mim e foi descendo a cabeça deixando beijos e mordidas do pescoço até minha cintura, sua língua fazia o trabalho que antes era do dedo, eu gemia a cada movimento da língua dele.

-M-mat, e-eu quero você, sem dedo, sem língua...- falei e ele tirou o rosto de minha intimidade para olhar em meus olhos.

-Seu desejo é uma ordem, amor.- disse ele sorrindo e ficou em pé.

Nos beijamos e no meio do beijo Mat me penetrou com um única estocada, o beijo diminuiu o som de meu gemido que teria acordado os outros com certeza.

Coloquei minha cabeça em seu ombro esquerdo e levei minhas mãos até suas costas, enquanto Mat estocava eu mordia a pele entre seu ombro e pescoço e passava as unhas por suas costas, suas estocadas iam fundo, senti seu pênis bater contra meu útero. Mat deixava chupões em meus pescoço e me causa mais gemidos que eu continha mordendo-o. Meu orgasmo não demorou a chegar e Mat que me estocou fortemente por uns 5 minutos retirou seu membro de meu interior e gozou. Selei nossos lábios mais uma vez antes de começar o verdadeiro banho.

Tempo depois

-Vamos Kim, o quê quer cozinhar?? Eles vão acordar logo!- falou ele me apressando enquanto andávamos no supermercado.

- Ok! Vamos fazer peixe com...- falei e ele pegou dois pacotes de peixe da parte dos congelados.- com nhoque de batata?

-Amo nhoque.- disse ele e caminhamos para pegar a farinha, sal, ovos, batata, temperos(tomate salsinha etc.), umas saladas e limão(caipirinha), além de umas cinco caixas de doces já que eu não iria fazer doce nenhum.

Fomos então para o caixa e Mat pagou as compras, uns 76 dólares, e fomos para o carro. Colocamos as sacolas no porta-malas e saímos cantando pneu.

Demoramos 7 minutos para chegar no apê, ao entrar vi que Pattie e Steven não estavam mais no sofá onde dormiram. Escutei uns gemido abafados vindos do corredor e fiz sinal pra Mat ficar em silêncio. Deixei as compras na mesa da cozinha e caminhamos Silenciosamente até o corredor procurando o quarto de onde vinham os gemidos. Os gemidos vinham de nosso quarto.

-Deixa, depois a gente olha se tá tudo inteiro.- disse Mat e eu sorri.

-Certeza que não quer dar um sustinho?- perguntei.

-Certeza, não quero Steven querendo me matar. Vamos arrumar a cozinha.- disse ele e demos meia volta.

Fomos para a cozinha e arrumamos algumas compras em potes, colocamos os pratos e talheres para lavar na lava-louças, coloquei as batatas para cozinhar e Mat fez o molho do peixe enquanto eu fiz o do nhoque. Durante esse tempo consegui tirar uma foto nossa cozinhando, ficou até fofinha, ele estava com a mão em meu queixo e levava uma colher com o molho até minha boca(Obs: ele estava sem camisa), eu estava mexendo no celular e não perdi a chance. Postei a foto no Instagram com a legenda “Sobre cozinhar com o melhor primo do mundo❤” e marquei ele. Eu tenho uns 6mil seguidores no Instagram, já fiz algumas campanhas pequenas como modelo.

Peguei o celular dele enquanto ele fazia o molho e falava sobre o quão tarde iríamos comer e mandei uma mensagem pro Steven. “Favor trocar o lençol e arrumar a cama, lençóis novos no guarda-roupas”.

Lucy e Jack logo acordaram com nosso movimento na cozinha, mostramos o banheiro para onde eles foram imediatamente.

-Vamos sentar lá em cima enquanto isso aqui fica pronto? Ligamos despertador pra descermos.- falou Mat.

-Vamos!!- falei e já me levantei puxando-o.- Vamos subir pra cobertura, terminem aí e vão lá!- falei na porta do banheiro.

-Ok!- ouvi a voz de Jack.

Subimos as escadas que ficam na sala e estávamos dentro do quiosque, Mat puxou uma cadeira de praia e sentou abrindo as pernas, sentei entre suas pernas e ele me abraçou.

-Te amo.- falei.

-Também te amo.- disse ele no meu ouvido e deu uma mordida de leve na minha orelha.

-Que bom, agora, me dá um beijo.- Falei e deitei a cabeça para o lado esquerdo, senti colocar sua cabeça sobre a minha e tocar de leve nossos lábios, abri a boca e a mesma foi atacada pela boca de Mat.

As mãos dele foram para minha cintura e me puxaram para perto fazendo com que eu sentasse em sua perna, separei nossos lábios apenas para sentar em seu colo com minha pernas ao redor de sua cintura e voltar a beija-lo. Coloquei as mãos em sua nuca e senti ele sorrir durante o beijo.

-Então é verdade mesmo? Pensei que era só pra trolar a gente.- disse Jack subindo as escadas seguido por Lucy e sentaram nos bancos do bar.

-Verdadérrimo.- falei e saí do colo de Mat para sentar na frente dele e ser abraçada novamente. Senti meu celular vibrar e peguei-o do bolso de trás do shorts. Era meu pai.- Meu pai, ignoro?

-Não, eu atendo.- disse Mat e tomou o celular de mim, ele esperou uns três toques antes de atender.- Bom dia, Tio!- disse fingindo muito bem uma voz de sono.

-Bom dia, onde vocês estão?- Disse meu pai (escutei por estar perto).

-No meu apartamento, junto com nossos amigos.- disse Mat.

-Posso confiar?- perguntou meu pai.

-Óbvio, agora vou ajudar ela na cozinha, até depois!- disse Mat.

-Até!- Meu pai respondeu.

Mat encerrou a ligação e me alcançou o celular que coloquei no bolso.

-Tudo arrumado lá chefinho.- Disse Steven subindo as escadas.

-Tudo o que?- perguntou Mat e eu ri.

-Quem mandou a mensagem fui eu QueridoO!- falei.- A Pattie é meio liberal né Lucy? Libera tudo.- falei, me deitei com a cabeça no peito de Mat, e ri.

- Nada de engraçado!- disse Pattie.- Principalmente depois que ele me explicou aqueles tiros na boate ontem.

-É, poderiam explicar pra gente né??- perguntou Lucy enquanto Steven e Pattie sentavam numa cadeira de praia.

-Quando os outros 4 chegarem...- disse Mat.

-Podem começar então!- disse Alana chegando ao quiosque seguido por Thomas, Amber e Daniel.

-Tão tá né. Meu pai, não levou 6 tiros porque é dono de uma grande empresa produtora de não assa-la, nós dois não estamos sendo procurados por aí porque queremos. Meu pai é chefe de gangue. Ele compra e vende drogas, tem boates, prostitutas etc...- disse Mat.

-Trabalho pro pai dele desde meus 18, 5 anos em Novembro.- disse Steven e os olhares caíram nele.

-Tem um assassino junto com a gente?- perguntou Thomas.

-Se contarem pra alguém já sabem que morrem.- disse Steven em resposta.

-Tô tremendo de medo aqui.- falei e Mat riu.

-Vocês eu não posso matar, é bem diferente.- respondeu ele.

-Tá, parando de falar em morte, estamos com calor e ali tem uma piscina, que tal cairmos na água?- disse Jack.

-Tô dentro, só deixa eu arrumar a cozinha com o Mat e vamos vir!- falei.- Ah, vocês parem de ser frescas e podem ir de calcinha e sutiã sim! Aliás essas roupas tão tudo sujas mesmo.- falei e ri antes de levantar e puxar Mat para a cozinha.

-Vamos fazer o nhoque e deixar assando com o peixe, colocamos tempo e ligamos despertador.- disse Mat e eu concordei.

-Te marquei numa foto no Instagram, olha os coments por favor!- falei e ele concordou.

Ele pegou o celular e eu amarrei meus cabelos começando a mexer nas batatas.

-Bom, tem um monte de gente achando que somos namorados, acertaram, alguns pedindo meu número e... CACETE.- ele falou e parei de mexer na comida.

- O que?? Fala Matthew!- falei meio alto.

-É normal, só por curiosidade, uma agência de modelos costuma dar oportunidades ao ver fotos assim na internet?-Disse ele e eu virei a tela do celular.

Estava escrito, “Que tal tentarem carreira de modelos? Beleza já têm, podemos dar a oportunidade.”

-Caralho!! Essa é uma das melhores agências de Los Angeles!- falei bem alto.- Eu tento uma chance com eles há tempos, não acredito nisso.

- Mandaram uma mensagem no Whapp.- disse Mat pegando o Iphone dele.- Caso tenham interesse venham até a sede da agência hoje até as 8 da noite.

-Nós vamos e ponto.- falei e ele concordou.

Depois disso continuamos a fazer o almoço, demoramos uma meia hora para colocar as coisas assarem e ligar o despertador. Subimos para a cobertura e vimos todos na piscina, Mat tirou a bermuda ficando apenas com a box vermelha e eu tirei minha regata e o shorts ficando apenas com as peças íntimas cor de rosa. Pulamos na água e conversamos com os outros.

50 minutos depois

15:37

Saí da piscina ao ouvir o despertador tocar, fui seguida por Mat, arrumamos a mesa e servimos a comida para só aí chama-los.

Comemos como uns mortos de fome e conseguimos fazer com que não sobrasse nada.

-Agora vocês arrumam a cozinha.- Falei e peguei a mão de Mat puxando-o para a sala.

Eles demoraram uns 20 minutos na cozinha e depois pegaram as coisas deles e sentaram na sala.

-Nós vamos sai também então esperem!- falei antes de ir pro quarto com Mat.

O quarta estava realmente arrumado, mas pulei essa parte, fui direto ao Closet e tirei minha roupa. Vesti lingerie preta da Victoria, um vestidinho rosa-claro sem mangas, uma jaqueta jeans branca, salto rosa forte e uma bolsa preta. Deixei os cabelos soltos e coloquei uma pulseira de ouro fininha e um brinco bem simples de ouro.

Mat tirou as roupas (Meu primo/namorado é gostoso hein) e vestiu uma cueca branca da Calvin Klein, bermuda jeans preta, uma longline branca sem mangas, tênis branco da Nike além de colocar sua corrente de ouro com um pingente de cruz.

Voltamos para a sala.

-Vão casar!- gritou Amber.

-Vamos numa agência de modelos...- Falei e Amber gritou enlouquecida.

-Que bomm, boa sorte!! Mas agora, vamos né??- disse Lucy e nos fez rir.

Saímos do apartamento e descemos até a rua. Nossos carros estavam bem, pensei que teríamos destruído algo, mas não. Steven levou Pattie, Lucy e Jack levaram Alana e Thomas, Amber e Daniel foram n táxi que Mat pagou.

Nós fomos então para a garagem e entramos no Lamborghini, coloquei o endereço no GPS e Mat dirigiu. Eu estou mega empolgada, sempre quis ser modelo e agora está aí a chance.

Chegamos rápido na agência, era um prédio de três andares pintado em branco. Saímos do carro e entramos no prédio, o hall de entrada era composto de um enorme tapete vermelho, três sofás executivos, uma mesa com revistas de moda, plantas espalhadas e pela recepção.

-Olá!- falei.

-Olá, vocês são Kimberly e Matthew?- perguntou a recepcionista.

-Sim, carne e osso.- disse Mat e a mulher riu.

-Sou Eliza, o senhor West estava esperando vocês, por favor me sigam.- disse ela saindo da recepção e caminhando por um corredor.

Passamos na frente à várias portas antes subir ao segundo andar que parecia ser o escritório. Subimos então para o terceiro andar, estávamos no local de ensaios, seguimos Eliza até uma porta, no outro lado do andar, na qual ela bateu três.

-Pode entrar!- disse uma voz masculina.

-Eles chegaram.- disse Eliza abrindo a porta.

-Muito obrigado Eliza! Sentem, por favor.- disse o homem. Sentamos.- Boa tarde.

-Boa tarde.- Dissemos eu e Mat.

-Eu sou Leonardo West, mas me chamem de Leo. Vocês com certeza sabem que não é comum agências chamarem pela internet, mas eu sou sócio do dono da agência e tenho minha influência.- Falou ele calmamente enquanto eu e Mat observávamos atentamente.- Eu não posso avaliar vocês apenas por uma foto em rede social então gostaria que fizéssemos um “ensaio teste” para ver como fica.

-Por mim tudo bem.- disse Mat e eu concordei toda empolgada.

-Ok, vou arrumar minha câmera, enquanto isso podem ver as roupas que querem usar.- Falou ele e nós nos levantamos.

-Ok.- Falei e saímos da sala dele indo para perto da passarela.

-Lá estão os camarins.- falou Mat e eu olhei para onde ele apontava.

-Cada um no seu sexo.- Falei e ele me encarou enquanto andávamos.

-Só pra constar, meu sexo é Kimberly Vincent.- falou ele e eu ri antes de entrar no camarim.

O camarim feminino era bem arrumado, haviam roupas, perucas, maquiagem, muitaaaa maquiagem. Continuei com minha roupas, passei um pouco de maquiagem e me achei pronta.

Matthew Pov's

O camarim masculino era bem arrumado, as roupas estavam no lado oposto ao da entrada, havia muita maquiagem, mas eu não iria usar, bonés, óculos e muitas outras coisas. Coloquei um óculos espelhado preto e uma daquelas pulseiras de couro para completar o look.

Saí do camarim masculino no momento em que Kim saia do feminino.

- Prontos?- disse Leo.

- Yes!- falamos juntos.

-Vamos começar então, quero ver como desfilam.- falou Leo e apontou para uma passagem ao lado da passarela.

Passamos pela passagem e estávamos atrás da passarela.

-Primeiro as damas.- falei e Kim riu.- Boa sorte.

Kim entrou na passarela e desfilou elegantemente, fiquei a observando pela outra entrada à passarela. Quando ela estava próxima de sair eu entrei na passarela. Eu sabia desfilar, ano passado fizemos trabalhos sobre evolução da moda e eu fui um dos homens que desfilaram. Desfilei calmamente.

-Não morreu?- disse Kim.

-Haha.- ri falso.

-Venham aqui! Vamos tirar mais algumas fotos agora em cenários.- Ouvimos Leo falar e fomos encontra-lo.

-Então, desfilamos bem ou mal?- Perguntei.

-Bem, muito bem, mas agora quero ver nas fotos.- Respondeu Leo.- Nós fazemos campanhas pra diversas empresas, Calvin Klein, Coca-Cola, McDonald’s, Nike e diversas marcas de roupa tanto que eu nem lembro todos os nomes.

-Tatuagem?- perguntou ele olhando pro meu pulso.

-É, recente, eu devia ter feito “curativo”.- falei fazendo aspas com as mãos.

-Devíamos!- disse Kim e eu ri.

-Querem fazer os ensaios com essas roupas?- perguntou ele.

-Sim, é melhor.- disse Kim e eu concordei.

-Ok, venham.- disse Leo e nós o seguimos.

Caminhamos por um corredor com umas 10 portas, entramos na sétima. Entramos numa grande sala que era dividida, como se fosse uma casa, sala, cozinha e quarto pelo que eu conseguia ver.

-Façam o que quiserem, eu sou apenas fotógrafo.- disse Leo.

Eu demorei para entrar no ritmo das fotografias, mas quando peguei o jeito era como se eu e Kim estivéssemos sincronizados.

Demoramos uns 40 minutos tirando fotos, no final estávamos até cansados.

-Parabéns, meus dois novos empregados!- falou Leo e Kimberly pulou em cima de mim abraçando-me.

-Eu falei que eu seria uma modelo!- disse Kim toda feliz, foi então que senti meu telefone vibrar, tirei-o do bolso e atendi.

-Matthew??- disse Steven com uma voz preocupada.

-O que houve?- Perguntei.

-Olha, promete que vai ficar calmo?- disse ele.

-Prometo.- respondi

-Mat... Invadiram a sua casa, levaram William, Catarina, Anny, Savanna, Mylie, Carolina e Stella, além de mim.- disse Steven e eu fiquei paralisado.

-Levaram, levaram Anny?- falei.

-Sim.- respondeu.

-Agora que eu tenho quase todas as pessoas que seu pai gosta, fale pra ele me entregar o que eu quero.- disse um homem que nunca ouvi antes.

- O que houve?- perguntou Kim.

-Problemas com Steven. Tenho que ir, posso assinar o contrato depois?- falei.

-Claro, sem problemas.- respondeu Leo.

-Eu vou também, Tchau Leo, nos vemos amanhã!- falou Kim.

-Que merda!- falei alto quando passamos da passarela e entramos no elevador para descer.

-Me diz o que houve de verdade.- disse Kim.

-Foram lá em casa, sequestraram todo mundo e mais o Steven que pegaram sei lá aonde.- falei e ela encarava-me imóvel.

-Meu pai e Anny?- perguntou.

-Sim.- falei enquanto passávamos na recepção.

-O que vamos fazer?- perguntou Kim.

-Não sei, ainda.- respondi e entrei no carro, Kim entrou logo depois.

Saímos cantando pneu, dirigi direto para a boate “Matthew’s”, ficamos em silêncio até entrar na boate.

-Quem manda aqui quando Steven sai?- perguntei bem alto.

- Nós três.- disse um loiro na sala VIP.

-Ótimo, vocês vão precisar trabalhar.- falei.

-E quem é você pra mandar aqui?- disse um ruivo.

-Eu sou...- comecei a falar, levantei o braço e mostrei a tatoo.- Filho de Tom Vincent. Pode mandar os 3 caras atrás da gente largarem as armas?

-Abaixem. O que trás Matthew Vincent até aqui?- disse o moreno.

- Sequestraram minha família.- falei subindo as escadas com Kim seguindo-me.- E Steven.

-Droga!- falaram os três.

- Me ligaram, querem algo que meu pai sabe que eles querem.- falei chegando na sala VIP e sentando, Kim sentou do meu lado.

-Victor quer tudo menos a merda empresa, se ele ter nossas coisas ele vai fuder com qualquer outra gangue.- Disse o loiro.

- Onde será eles tão...- disse o moreno.

Foi então que meu celular tocou.- Algum de vocês sabe rastrear ligações?

-Especialista.- disse o ruivo que pegou um computador e um cabo que estavam em cima de uma mesa, ele conectou o cabo ao meu Iphone e me devolveu o celu.

Atendi a ligação.

-Já conseguiu o que eu quero?- disse o mesmo homem que encerrou a outra ligação.

-Meu pai foi dopado no hospital, não sei o que você quer.- falei.

-Então vou adiantar pra você, eu sou Victor, o rei de Los Angeles, e eu quero as boates e drogas do seu pai, simples, nem quero a merda da empresa, podem produzir armas aí, e vender. E ficam com seus amados parentes.- Disse ele rindo.- Seria uma pena matar sua pequena irmã e quem sabe estupra-la antes.

-Encoste um dedo em Anny e eu faço você sofrer mais do que sofrerá no inferno.- Falei estressado e vi o ruivo fazer um sinal de joia.

-Repita isso e eu mato sua querida irmãzinha na sua frente.- disse ele antes de desligar.

-Onde?- perguntei ao ruivo.

-Um armazém a 2Km daqui.- Respondeu.

- Ótimo, eu, Anny e Kim fugimos na Lamborghini, pego a BMW que meu pa

i deixa na empresa e nela fogem os 5 e Steven.- falei e os três riram.- Esqueceram quem manda aqui?

-Não, porque nós mandamos.- Disse o moreno.

-Mandam? Ok, tratem de arranjar armas no mercado negro por aí.- Falei e eles me encararam.- Que foi? Eu tenho 10% da empresa, Kim mais 15%, acha que se entrarmos na reunião do conselho e abrirmos nossas bocas não acabamos com suas armas grátis?

-Olha o garotinho é importante.- disse o moreno.

-Nós vamos, mas do nosso jeito. Vamos chamar mais uns 15 homens e invadir, nós atacamos os caras e você entra por trás e os solta, entrega uma arma pro Steven e faz os outros irem para os carros, a garota espera na sua Lamborghini e sai com sua irmã e o pai dela, os outros fogem nessa BMW que você vai pegar, você e Steven vão atacar por trás dele e depois fogem com algum de nós que vamos com nossas motos.- Disse o loiro.

-Ótimo.- Respondi.

-Vou chamar os caras.- disse o ruivo.

-Vamos pegar a BMW.- falei e eu e Kim descemos.

Antes de sair peguei uma pistola, duas submetralhadoras, pentes e coloquei na Lamborghini.

-Fica aí que eu vou pegar o carro na empresa.- falei e quando ia sair ela me segurou pela longline.

-Te amo.- falou.

-Também te amo.- falei e selei nossos lábios antes de ir para a empresa.

Na empresa encontrei Rony de guarda, ela era amigo meu há muito tempo e me deixou entrar. Fui direto para a sala do meu pai, no décimo andar. Entrei na sala e peguei a chave na segunda gaveta da mesa dele, quando estava pronto para sair vi luzes no corredor, 3 luzes. ”Merda”-pensei.

Abaixei-me e busquei uma arma na mesa e gavetas, mas não achei nada.- “Meu pai é dono de uma empresa de armas que não tem armas no escritório”- pensei irritado.

Não sei porque olhei para cima e vi duas belas Katanas penduradas, me levantei e peguei uma delas.- “Vai ter de servir.”- pensei.

Abri a porta da sala de meu pai quando vi os três entrarem em uma outra sala, corri para a porta da sala onde entraram e fechei a porta colocando a Katana para impedir que a abrissem.

Corri, mas dessa vez para o elevador, desci para a garagem e saí com a BMW.

Estacionei em frente a boate e fui para a Lamborghini onde Kim mexia no celular.

-Pronta amor?- perguntei pegando as duas submetralhadoras.

-Sempre.- respondeu sorrindo e eu selei nossos lábios.

-Fica com a pistola, se alguém chegar perto e não for eu ou alguém da família você atira.- falei e ela colocou a mão no meu pescoço.

-Se cuida, quero você inteirinho pra mim.- disse ela e nos beijamos novamente.- Vamos, eles já estão lá perto, tão esperando a gente.

-Vamos.- falei.

Fui para a BMW e segui Kim, desligamos as luzes do carro e seguimos no escuro, chegamos rápido e ficamos a uns 100metros do galpão, paramos os carros de costas para o galpão. Peguei as armas na mão e desci do carro, mas o deixei ligado e fui falar com Kim.

- Avisa pra eles que é pra ir pro galpão 9, meu pai deve saber onde é, eles marcaram aqui no GPS.- disse Kim.

-Ok, nos vemos depois.- falei e dei um selinho nela antes de correr para o galpão.

Parei ao lado de uma porta e fiquei esperando, o dedo no gatilho da submetralhadora em minha mão direita e a mão esquerda segurando a outra. Mantive minha mão na maçaneta até ouvir tiros, abri a porta e vi vários caras correndo para a frente do galpão, dois ficaram parados em frente a uma porta. Ergui a arma e disparei contra eles, acertei na cabeça dos dois, e corri para a porta, tirei uma barra de ferro que ficava em frente a porta e quando ia abri-la senti algo bater fortemente em meu rosto e caí no chão.

-Achou que ia ser fácil assim?- disse um homem forte que sentou em meu abdômen.

-Não.- falei fraco pois ele havia tirado o ar de meus pulmões.

-Que pena que você vá morrer tão cedo garotinho.- disse ele e levou as mãos até meu pescoço o apertando.

Quando caí soltei as armas e não conseguia alcança-las agora, tentei acerta-lo com socos, mas não teve efeito. Eu tentava respirar, mas não conseguia, comecei a ficar fraco, busquei algo nos corpos dos homens e um deles deixou a pistola cair perto de sua cintura, estiquei a mão no máximo e consegui puxar a arma, sem nem pensar atirei no cara em cima de mim, acertei seu braço e ele soltou meu pescoço.

O homem tentou levantar, mas atirei na cabeça dele antes de me levantar e recuperar o ar. Abri a porta e vi meus parentes no chão com braços e pernas amarrados.

Soltei primeiro Steven.

-Pega a arma e vai, seus 3 amigos estão lá matando esses filhas da puta!- falei e ele saiu rápido.

Soltei Catarina, depois Anny, William, Stella, Savanna e Carolina.

-Seguinte, Cata e Anny vão na Lamborghini com Kim, tio, você dirige O BMW e peva o resto, o lugar pra onde vão está marcado no GPS. Eu saio primeiro e olho, depois chamo vocês!- falei e abri a porta espiando.- Vão agora, corram!

Vi eles correndo e fiquei na porta observando. Ninguém mais vinha da frente do galpão, lá devia estar uma confusão. Então escutei um barulho de moto acelerando, vinha de trás do galpão, saí de dentro do mesmo e no momento em que os carros saíram acelerando as motos aceleraram, duas motos, uma preta e uma azul, mal mirei e atirei no home que estava em cima da preta, ele caiu e a moto parou, mas o outro acelerou mais na direção dos carros.

Eu estava cansado por causa da falta de ar, graças homem que quase me matou, mas consegui correr e alcançar a moto, tirei o homem de perto dela, peguei o capacete que estava em seu braço logo o colocando e subi na moto.

Acelerei levando a arma na mão direita, meus pés tremiam um pouco com o nervosismo, Kim e tio William deviam estar indo rápido pois o cara da moto não os alcançava. Acelerei mais ainda e cheguei aos 250Km/h, a Ninja ZX-10R chega aos 300Km/h então continuei acelerando.

Comecei a me aproximar da outra moto e disparei contra o homem, ele disparou contra a Lamborghini e eu tremi com o ato. Acelerei mais ainda emparelhando com a moto dele e dei um chute na moto dele, mas errei, emparelhei novamente, encarei-o e dei outro chute dessa vez acertando em cheio. Olhei para trás e vi ele caindo da moto e rolando pelo chão até a cabeça ser rachada por um ferro de construção, a moto bateu no chão e pulou a mureta da autoestrada.

O resto do caminho foi mais calmo, segui dando cobertura para eles agora mais próximo. A polícia nem apareceu, que sorte. Paramos em frente a um galpão onde eles saíram dos carros.

Tirei calmamente o capacete e saí de cima da moto logo sendo agarrado por Kimberly, ela me beijou sem pudor nenhum na frente da família e eu correspondi.

Meu telefone tocou.

-Alô.- falei.

-Senhor, Vincent?- perguntou a voz feminina

-Eu.- respondi.

-Desculpe ter de informar isso, mas, seu pai foi morto dentro do hospital...- disse ela e deixei o celular cair.

Me ajoelhei no chão e senti umas lágrimas caírem.

-O que houve?- perguntou Kim ajoelhando-se na minha frente e desligando a ligação no celular.

-Meu... P-pai, mo-mor-MORREU!- gritei e coloquei o pescoço entre seu ombro e seu pescoço.

-Mat?- perguntou Anny chorosa.

-Não é brincadeira.- falei.

Tio William pegou Anny no colo e então ouvi barulho de motos e carros. Levantei-me junto com Kim e vi os 4 descerem das motos.

-Meu pai morreu, a partir de agora, quem manda nessa merda sou EU! Quero seguranças com as armas mais pesadas possíveis protegendo a casa e o apartamento.- Esbravejei quando chegaram próximos.- Estou indo no hospital agora, vem comigo por favor?

- Vou, vão pra casa, e arrumem as coisas, a polícia não pode saber de nada!- disse Kim.

Montei na moto e pus o capacete, parei a moto em frente aos 4 e peguei o capacete do ruivo dando-o para Kim.

-Avisem o pessoal que trabalha pra gente, isso não é mais briguinha, isso é guerra.- falei e senti Kim segurar minha cintura.

Acelerei a moto indo para o Hospital. Chegamos em pouco tempo, mas essa noite ficou demorada. A cada papel que eu assinava o tempo demorava mais para passar. Mataram meu pai com um tiro na cabeça e os seguranças do quarto também. Liguei para Sabrina, secretária da empresa, e falei para ela arrumar velório, sepultamento etc etc...

Eu e Kim fomos dormir 6 da Manhã, eu estava acabado, mas sentia uma raiva que nunca senti antes. Eu iria matar Victor, é uma promessa.



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