História Um amor psicopata - Amor Doce - Capítulo 25


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dakota, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lynn, Lysandre, Melody, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor Doce - Armin
Exibições 20
Palavras 1.183
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Episódio adiantado. . . Enfim. . . Adiantei por causa das cinqüenta favoritos :3
É vocês podem não achar muita coisa, mas pra mim é MUITA coisa. . . A partir do próximo episódio o tempo já vai adiantar um pouquinho e a nova inimiga vai aparecer novamente sim. Isso ainda é o começo :P

Capítulo 25 - Capítulo 23 - Quem é ela? (Parte 4/4)


Ela puxou uma cadeira e se sentou de frente as costas da cadeira, era bem alta e seu cabelo era bem lindo, era um cacheado loiro dividido no meio. 

Eu afastei a comida, não porque ela estava lá ou até porque a comida estava ruim, era porque me deixava enjoada.

- Pode comer, não coloquei veneno. - ela começou a ri de forma que me assustava 

- Foi você que fez? - 

- O Alexy não contou? Eu ajudei ele a fazer os cookies! -

Eu rapidamente joguei o prato com cokiees no chão, eu comecei a olhar pra ela assustada.

- Ora. . . Não faça essa cara, eu não vou te matar. . . Eu preciso de você viva. -

Sua voz era meio rouca, ela não era uma adolescente. . . Bem. . . Pela voz não aparentava ser. . .

- O que você quer? - 

- O que eu quero? Minha família, é isso que eu quero! -

- Pois veio atrás da pessoa errada, não sei quem é sua família. - falei me levantando e indo diretamente a porta

- Eu não estou brincando! - ela segura meu braço de forma bruta

- Me solta. . . - 

- Senta lá e fica quietinha! Agora. . . Você vai me ouvir. . . - 

- JÁ MANDEI ME SOLTAR! -

- Grita vai! Grita mais! - ela aperta mais meu braço rindo 

Ela me coloca sentada na cama e pega a cadeira sentando-se em minha frente.

- Você só existe por minha causa sabia? -

- Quem é você? -

- Quem sou eu? Pro Alexy eu me chamo Lucy, mas você. . . Você pode me chamar de Melanie. . . - 

- Você é louca?! -

- Oh! Não contaram a historinha da pequena Margaret pra você?! -

- I-Isso não vem ao caso! -

- Você sabe quem sou eu, sou a Melanie, sua bobinha. . . - ela passa o dedo em meu nariz enquanto fala de forma sexy 

- A Melanie está morta! OK?! Você não vai mudar o fato de que ELA é passado! - 

- Opa. . . Digamos que ela não está morta não. . . -

- VOCÊ ESTÁ MORTA! SOME DAQUI AGORA! - eu grito apontando para a porta

- Você é mais tola do que eu pensava. . . - ela revira os olhos 

Isso só acontece COMIGO?! Sério é tao difícil eu ter uma vida normal?! Alguém começa a bater na porta.

- Melaine?! Abra essa porta! - era a Sally

- Não ouse. . . - ela sussurra

- Melaine está tudo bem? - ela continuava tentando abrir

- Sally. . . - Melanie faz um sinal de silêncio para mim 

- MELAINE!! -

- Tá tudo bem Sally. . . Não se preocupe. . . -

- Tem certeza?! -

- Tenho. . . -

Escuto os passos da escada e logo em seguida, Melanie. . . Se realmente for ela. . . Vem até mim. . .

- Ficou louca?! Eu posso te matar ouviu bem?! -

- Você disse que precisava de mim viva! - 

- O que não me impede de te matar! -

- CANSEI! Vai embora agora! - 

- Eu só saio daqui quando conseguir o que eu quero! E você vai me dar o que eu quero. . . -

- Não. . . Digamos que não estou afim! - 

- Eu vou impedir você de sair daqui. . . Até consegui o que eu quero. . . - 

- Ah é?! -

- Sim. . . - 

- Você e mais quantos?! -

Ela se cala e começa a me encarar.

- É. . . Parece que você está sozinha. . . É uma pena vim até o fim da cidade a toa! Perdeu se tempo querida, agora rala daqui. - quando eu ia abrir a porta

- Você e mais quantos vão me deter? - ela fala apontando a arma pra mim - Parece que o jogo virou não é mesmo? - 

Eu pego a arma da mão dela e jogo, corri para a porta mais ela puxa minhas pernas e começa a me arrastar.

- EU NÃO PRECISO DE ARMA! -

- SUA CRETINA! - eu empurrou ela e começo a dar-lhe tapas

Começamos a brigar, eu me pergunto se o povo dessa casa é surdo, porque estamos quebrando o quarto todo e ninguém vem socorrer.

Eu empurro ela na estante quebrando os objetos que na estante estava, minha vida literalmente é uma novela mexicana. Eu pego a chave e tento abrir.

- Para onde você pensa que vai?! Estamos apenas começando. . . - ela me puxa novamente

- Oque esta acontecendo ai! - grita Alexy batendo na porta

Aleluia senhor! Alguém apareceu! Mas tarde demais que o chão já tinha sangue. . . Ela puxa minha blusa rasgando ela, eu simplesmente chutei a cara dela e abri a porta, mas quando olhei. . . Ela tinha. . . Sumido.

- O que aconteceu?! -

Eu abraço o Alexy para me reconfortar, nesse momento o Simon aparece na porta com a Sally. . .

- Vamo começar assim. . . Desgruda! - Falou Simon me afastando do Alexy

- O que aconteceu aqui?! - falou Sally olhando a bagunça 

- Era oque eu ia perguntar. . . - Simon cruza os braços

- Eu e o Simon estávamos no quarto e escutamos gritos vindo daqui. -

- Tá vendo Alexy? Eu disse que não era nada, vamos voltar para o quarto! -

- Como assim não é nada? Parece que ela passou por um ataque de zumbis! -

- Conta oque aconteceu. - 

Eu contei a eles tudo, até a parte dos cookies, aparentemente no começo, eles estranharam depois entenderam tudo. . .

- Eu fiz biscoitos com a Sally! - 

- Não gosto de cookies, prefiro bolinho de chuva. . . - falou Simon emburrado

- Quer que eu faça pra você no jantar?! - falou Alexy

- Que pergunta! É lógico! -

Eu e Sally rimos, não dúvido que Simon seja gay. . . E confesso que prefiro Simon com Alexy do que Kentin com Alexy, sei lá, o Simon dá mais bola pra ele sendo que eles só se conhece a um dia. 

Acho que Simon nunca teve muitos amigos, e agora ele se aproxima rápido demais das pessoas, e isso é bom e ruim. . .

Depoisdo jantar resolvi tentar tricotar, as primeiras 50 tentativas não deram certo. . . Mas tricotar não é uma coisa que se aprende assim de uma hora pra outra. Resolvi ir no quarto do Alexy e ele não tava lá, ele deve ter ido da uma volta ou coisa do tipo, fiquei preocupada por que deu 3h e Alexy não apareceu. Então eu fui no quarto do Simon avisar. . . E por incrível que pareça, os dois estavam dormindo juntos, não tava abraçadinhos de conchinha mas estavam na mesma cama, então estavam dormindo juntos. . . .

No dia seguinte eu resolvi terminar o casaquinho de tricô. . . E fiz até uma toquinha, peguei o gosto pela coisa. . . Onde achei as coisas pra tricotar?! Peguei no quarto da "mãe" do Simon. Eu ando fuçando pela casa toda, pra procurar algo para fazer. . . 

Afinal não sairei daqui tão cedo . . .



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