História Um amor singular - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos, Teen Wolf
Personagens Annabeth Chase, Frank Zhang, Jason Grace, Leo Valdez, Malia Tate, Nico di Angelo, Percy Jackson
Tags Jasercy, Jercy
Visualizações 51
Palavras 3.399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ALGUÉM PEGA UM ROLOCOMPRESSOR POR FAVOR!!! ESSA PRAGA PRECISA SER ELIMINADA!!!!
Mas, até que da um pouco de pena...

Capítulo 14 - Por pouco te perdi...


-Jason... me desculpe... foi minha culpa... - dizia Percy choroso vendo Jason deitado na cama. Ele pega a mão de seu amado. 

Percy sentia seu estômago revirar e seus olhos arderem de tanto chorar. O moreno havia passado o restante de seus dias de julho preocupado e se sentindo culpado... na verdade toda sua família e seus amigos estavam preocupados... 

-Ele vai ficar bem, Jason é forte. - dizia Nico tentando consolar ele. 

-Eu fui tão teimoso e idiota... se eu não fosse assim... - dizia Percy mordendo os lábios. 

-Você não poderia imaginar que isso ia acontecer querido. - diz Sra. Lawcaster. - Ninguém tem culpa se existem esses vagabundos armados na rua. 

O que aconteceu? Jason levou um tiro... foi uns dias depois de sairem da chacará e todos detonarem Drew de tapas e frigideiradas. Percy e ele estavam saindo do shopping depois de fazerem uma competição de quem comia mais, Percy ganhou. 

Na verdade foi idéia do moreno, ele queria sair aquela noite. Jason não tava muito afim, ele queria ficar e descansar um pouco no sofá, afinal suas aulas iam começar logo e ele apenas queria descansar o maximo possivel, mas Percy insistia que queria sair e Jason de bom grado fez à vontade do menor, eles se divertiram, comeram, brincaram, mas não esperavam que essa fatalidade iria acontecer. Quando Jason colocou Percy no carro e foi guardar sua cadeira, um homem apareceu e anunciou o assalto, ele apontou a arma direto para a cabeça de Percy. 

Jason pediu para ele se acalmar, apesar do mesmo estar com o coração na boca de tanto medo daquela cena. 

Eles entregaram tudo, absolutamente tudo. Apenas ficaram com suas roupas. Mas, o ladrão não se fez por satisfeito, ele quis o carro. Jason entregou sem problemas, apenas pediu para o mesmo deixar ele pegar a cadeira de Percy no porta malas, o homem não deixou. Ele pegou Percy pela camisa e o jogou no chão o machucando e Jason em uma reação... ele não conseguiu se controlar. Ele tentou impedir que Percy batesse a cabeça, mas o homem temendo que Jason fosse ataca-lo atirou no mesmo no estômago. 

Jason caiu no chão no mesmo instante cheio de dor com seu estômago que queimava e seu sangue explodia para fora. Ele nem conseguia falar. O ladrão entrou no carro com tudo e o levou deixando os dois ali sem condições de pedir socorro por ele ter levado seus celulares, Percy chorava e com muita dificuldade se arrastou até Jason, sua testa tinha um corte por causa do impacto ao chão. 

-Jason... Jason! - dizia ele tocando no loiro que estava palido e parecia a ponto de chorar. 

Jason tentava falar, mas tudo que saia era uma voz rasgada e sufoca pela dor. 

-SOCORRO! ALGUÉM AJUDA! - gritou Percy, mas eles estavam em uma parte bem escura do estacionamento, sem muita iluminação ou pessoas. - Jason... calma... vai fica tudo bem...

Dizia nosso moreno colocando a mão em seu ferimento, Percy tremeu quando tocou em  seu sangue. Ele estava entrando em desespero...

-Me desculpe... me perdoa... se eu não tivess... Jason... - Percy chorava sobre ele. Jason estava gelado e logo aos poucos nosso loiro ia fechando os olhos...

-NÃO! NÃO DORME! - grita Percy. - FIque acordado... EU VOU ACHAR ALGUÉM! Jason...

Percy o beija.

-Por favor, aguenta... eu vou achar alguém, eu juro. - diz ele começando a se arrastar desesperadamente pelo chão com todas as suas forças. 

Ele se arrasta e arrasta até conseguir chegar perto de um carro próximo um pouco longe de Jason, ele estava trancado, mas tinha um sistema de alarme. Com sua mão direita ele conseguiu tentar abrir o carro e seu alarme disparou, tão alto que quase o deixou surdo. 

Logo uma família que era responsavél pelo veiculo veio correndo pensando que era alguém tentando rouba-lo e ficaram surpresos com o que viram,  Percy ficou ali de brusos olhando para Jason ao longe. 

A família chamou o segurança, eles não queriam ajuda-lo Porque vocês me perguntam? Por medo que fosse mentira, isso acontece sempre. Ladrões fingem pedir socorro e quando uma pessoa vem ajudar eles dão o bote como cobras, mesmo Percy implorando, chorando que era verdade, que ele era invalido que Jason estava morrendo ali bem diante de seus olhos, as pessoas esperaram os seguranças que vinham armados. Eles foram checar Jason e comprovaram que era verdade as palavras de nosso moreno, imediatamente o samu foi acionado e o resgate veio levar Jason para o hospital acompanhado de Percy, o mesmo pegou o celular de um dos enfermeiros e ligou pros seus pais contando tudo e com isso se passou 1 um dia... 

Percy não saiu de perto de Jason de maneira nenhuma. Os médicos fizeram tudo que podiam, eles removeram a bala, por sorte não atingiu nenhum local vital, porém surgiu um problema. Jason perdeu muito sangue... e seu sangue compativél era o de sua mãe... e era muito raro no hospital e em todo o estoque público do municipio. 

Talvez em outra cidade, mas era um processo demorado... Jason estava morrendo e não tinham tempo, por isso Zeus foi a empresa de radio da cidade e implorou pra todos se existe alguém com o mesmo sangue de seu filho disposto a doar para salvar sua vida. Eles esperaram o dia todo e bom... ninguém apareceu...

Percy não saiu de perto dele, desde que chegou, ficou ali todo sujo, fedendo, dormiu ali segurando sua mão todo o tempo, não houve médico, enfermeiro, familiar ou amigo que o tirasse dali. 

-Querido, precisa descansar. - diz sua mãe preocupada. - Eu sei que se sente mal, mas olhe pra ti. Está sem comer, sem água, sem dormir, vai passar mal logo meu amor. 

-Eu não ligo. - responde ele apertando a mão de Jason. - Eu causei isso... eu preciso ficar com ele mãe...

-Filho... - diz ela e seu marido apenas toca em seu ombro balançando a cabeça.

-Deixe ele. - diz ele. - Vamos deixa-los sozinhos. 

Eles saem para fora e encontram Leo, Nico, Malia, Stiles, Nininho, Derek, Polt, Nina e Jodi do lado de fora. 

-Ele não acordou? - pergunta Malia.

-Ele não vai acordar se não transpuserem sangue o mais rapido possivel. - diz Sr. Lawcaster. - Ele vai morrer...

-Ele não vai, tem que ter alguém nessa cidade com o mesmo tipo de sangue que o dele. - diz Stiles. - Eu vou na escola, tem que ter um aluno com o mesmo tipo de sangue, certo Nina?

-Eu não lembro de cabeça, mas tem que ter. Eu que guardo tudo sobre os alunos. - responde ela. - Precisamos mexer no sistema. 

-Vai entrar na escola a essas horas em um domingo? - pergunta Derek. - Sabe que isso é ilegal?

Ele pega as chaves em seu bolso. 

-Eu faço ser legal. - responde Stiles. - Eu  sei desativar os alarmes, Polt e Nina venham comigo. 

Ele entrega Nininho para Derek e o beija. 

-Cuide dele, qualquer coisa nos ligue. - responde ele saindo com as meninas. 

Nico ficou olhando pelo vidro da janela Percy e Jason naquele momento, ele cerra os punhos e suspira. Ele sabia de uma pessoa que tinha o mesmo sangue de Jason, o problema era se essa pessoa iria doar, o problema era se essa pessoa tinha uma alma ali dentro de seu corpo...

-Tem uma pessoa com o mesmo tipo de sangue de Jason, pelo menos eu imagino que tenha. - responde ele. 

Todos o olham. 

-QUEM! PELO AMOR DE DEUS! QUEM! - grita Leo. 

-Preciso ter certeza, Leo, Malia, venham comigo pra casa dela. - responde ele correndo. - Pais de Percy, falem pra ele ter esperança ok...

...

-Já fez isso antes né? - pergunta Polt. - Invadir a escola?

-Não diria invadir, eu diria abrir o a porta dos fundos com minhas chaves e ir pegar algo que esqueci na sexta feira. - responde Stiles. 

-As camêras não te gravaram? - pergunta Nina. 

-Elas não funcionam. - responde ele. 

Eles estavam na porta dos fundos da escola, um local atrás da quadra de esportes dos alunos. 

-Funcionam agora que a vaca rosa assumiu tudo. - responde Nina. - Ei, aquele ali não é o carro do diretor?

Eles olham na direção que ela apontara e era mesmo o carro daquele homem. 

-Inferno, ele deve ta aqui de novo. - responde Stiles. 

-Vamos fazer isso logo, ele fica na sala dele se for o caso. - responde Nina. 

Eles entram e correm sorrateiramente pelo patio se escondendo as poucas cãmeras que ali tinham até conseguirem entrar na secretária. A sala do diretor estava fechada, ele não parecia estar ali...

-Rapido. - diz Nina ligando o computador. - Stiles fique preparado ai nos arquivos. Irmã mexa nos fixarios. 

Quando o computador liga, ela vai direto no registros dos 3000 alunos que estudam ali dividos em ensino infantil, fundamental e médio. 

Ela foi nos de nivel médio que eram os maiores e poderiam doar sangue. Mas nada, não encontrou nada. 

-Não tem ninguém atualmente. - responde ela. 

-Tente alguém do ano passado. - diz Polt. - Alguns ainda devem estar por aqui e não foram pra outros lugares. 

Ela abaixa, mas o programa fica lento pelo numero enorme de alunos. 

Stiles mexia nos registros assim mesmo sem se importar. Alguns deles, ele mesmo havia feito quando Nina estava de férias, embora fosse trabalhado do diretor fazer isso. 

Ele acaba derrubando uma cópia de um histórico escolar do ano passado com seu registro, era o de uma aluna. Na queda ele acabou se abrindo e Stiles leu apenas por curiosidade. 

-ACHEI! - grita ele e Nina juntos. 

Nina havia abaixado tudo e os únicos alunos com o mesmo tipo de sangue de Jason além dele mesmo era...

-Drew Tanaka. - diz ela e Stiles. 

-Justo dela... que inferno... - diz Polt. 

-Não temos escolha, Nina pegue o telefone dela. - pede Stiles. - Precisamos pedir. 

-Ela não vai doar Stiles, lembra do que Malia fez com ela? - pergunta ela. 

-Ela mereceu, ninguém mandou ser mais ruim que o diabo. - responde ele. - Mas agora precisamos de ajuda. 

Nina pegou o telefone dela e o endereço de sua casa. 

-Vamos, não podemos perder tempo. - diz ela desligando o computador. 

Quando eles estavam prontos para irem embora acabam ouvindo vozes vindas da sala do diretor e com certeza era ele. 

-Stiles... vamos. - dizem as duas, mas a curiosidade dele era maior. Ele foi sorrateiro até a porta e conseguiu abrir um pequeno vãozinho e teria dado um grito enorme com o que viu, mas tapou sua boca. Ele fez um sinal com a mão para que as duas viessem ver o que ele estava vendo e quando as duas olham, seus olhos não acreditavam. 

-Agora sim patrãozinho, vamos matar a saudade. - diz Lester, o servente da limpeza da escola. Um ex presidiario que adora crianças, cheio de tatuagens, tem um vocabulario bem interessante tipo ele não ta nem ai pro português das pessoas. Alto e forte e uma linda careca igual uma bola de cristal. Stiles morria de medo dele, se aquele cara de inrritasse com ele, adeus Stilesinho. 

-Eu to chocada. - diz Polt. 

-Eu to duas vezes chocada. - conclui Nina. 

-Olha que pau, eu sabia que aquela coca disfarçada de fanta era soda. - responde Stiles. 

O diretor estava fazendo sexo com o servente bem ali em sua sala de trabalho em pleno sabado... 

-Por isso ele é contra homossexualidade. - diz Polt. - Ele é uma bixa que não se aceita. 

-Xiu, vamos embora antes que nos vejam. - responde Nina.

Eles fecham a porta e saem de fininho por onde entraram.

-NÃO ACREDITO BRASIL! - grita Stiles não se contendo mais. - SOCORRO!

-AHHH QUE BABADO! - grita Nininha. - Gente, eu to nem sei como descrever. 

-Eu também estou assim pessoal, mas vamos logo ir ver Drew, precisamos que ela salve Jason, mesmo que seja a força. - responde ela. 

...

-Jason... acorde. - dizia Percy. - Te ver assim...

Jason estava dormindo ainda, estava palido e gelado. Parecia mesmo morto, mas a falta de sangue lhe causava isso... 

-Eu fui imaturo, idiota, eu sei. Eu só lhe causo problemas. - dizia Percy soluçando. - Se eu tivesse ficado em casa como você pediu... se eu fosse menos idiota...

E nada... Jason ainda dormia. As lagrimas de Percy caem sobre sua mão gelada. 

-Eu serei um namorado melhor, eu serei tudo melhor. - dizia ele. - Por favor acorde, me ajude a te ajudar... estamos procurando o sangue... vamos achar... acorde Jason...

E ele ficou assim, falando e chorando a maior parte do tempo... a dor que sentia era relamente pior do que levar varias facadas consecutivas. 

Percy havia cochilado um pouco ali sem perceber. Ele acabou dispertando quando sentiu uma mão apertar a sua e era a de Jason que havia dispertado uns poucos minutos. 

-JASON! - diz ele feliz da vida. 

-AI... Percy... você ta bem? - ele consegue perguntar. 

-Se eu estou bem? Jason... olhe pra si... - diz o moreno começando a chorar de novo. 

-Bom... - Jason consegue sorrir. - Acho que ficou um corte sexy. 

-Para, não tem graça. - responde Percy. 

-Eu to bem, tirando a dor, o cansaço, a vontade de sair daqui, e a fraqueza por que to vendo tudo girando, eu to bem, ver que você ta bem me deixa melhor. - Jason consegue sorrir. - Me desculpe... fico feliz que esteja bem meu pequeno... quando ele te jogou no chão... a raiva subiu a cabeça, mas eu apenas ia te segurar, nem cheguei perto dele. 

Jason faz um esforço pra levantar sua mão no ferimento na testa de seu moreno. 

-Devia ter ficado quieto... - diz Percy. - Eu não me machuquei muito...

-Foi um impulso. Eu ia de qualquer forma tentar algo. - responde Jason. 

-Não quero que faça mais isso Jason, se querem nos roubar beleza, daria até minhas roupas.  - responde ele. - Não se reage a um assalto nunca. 

-Eu não reagi, apenas tentei te segurar. Ele pelo jeito se assustou e ain... atirou em mim por medo. - responde Jason. - Nunca leve um tiro viu, dói muito. 

Percy consegue sorrir. Era isso que Jason queria, ele podia estar dormindo, mas ainda ouvia algumas coisas e que mais ouvir era o choro de seu amado, um choro sem fim que fez seu coração sentir mais dor que seu estõmago...

-Percy... - diz ele fechando os olhos devagar. - Eu vou apagar de novo... olha, não se culpe meu anjo, coisas assim acontecem enquanto ouver maldade nas pessoas. Aconteceu... não chore mais... apenas acredite como eu acredito eu vou ficar bem... eu vou sair daqui... eu vou me esforçar e te devolver o dom de and...

E jason dorme novamente deixando Percy pensando em que ele queria dizer...

...

Malia, Leo e Nico estavam parados em frente a casa de Drew com muito receio em tocar a campainha. 

-Com certeza ela não vai ir. - diz Leo. 

-Ela não vai nem abrir a porta. - responde Nico. 

-Ela vai tacar ovos podres na gente. - diz Malia. - Péssima idéia, vamos achar outra pessoa. 

-Ela é a única que ta mais perto. - diz Nico. - Uma vez eu ouvi ela na enfermaria da escola quando ela se machucou jogando vôlei, a enfermeira falou que seu sangue era raro e é o mesmo tipo do de Jason. 

-Ela não vai ir, somos os inimigos numero um dela. - responde Leo. 

-Se ela não vai por bem, vai por mal. - responde Malia. - Vamos sequestra-la se for preciso. 

Os dois a encaram, ela sempre foi um pouco radical. 

Eles tocam a campainha e uma empregada vem abrir a porta. 

-Pois não? - diz  a mulher. 

-Hã... precisamos falar com a Senhorita Drew. - responde Nico. 

-Esperem aqui. - diz ela. - Irei perguntar se ela pode recebe-los. 

Eles estavam ali parados totalmente nervosos... na briga na Chacara Malia quebrou o nariz de Drew e a deixou toda cheia de hematomas pelo corpo e rosto... esperamos que ela esteja de bom humor. 

Para a surpresa deles uma pessoa desceu e não era Drew, era Umbridge com sua cara de sapo nada feliz. 

-Ora, ora, ora o que temos aqui. A ralé. - diz ela. - Não pisem em meu tapete, ele é apenas para pessoas descentes. 

-Não viemos falar com a senhora. - diz Malia. - Nos poupe. 

-Oh claro, me mandando calar a boca em minha casa. - sorri ela. - Falem, o que querem?

-Falar com Drew. - responde Leo. 

-HAHAHAHAHAHAHAHAHA- ela começou a gargalhar. - Depois eu que sou cara de pau, depois do que fizeram querem falar com ela. 

Nico trinca os dentes. 

-Ela começou, ela empurrou Percy na piscina enquanto ele dormia. - diz ele. 

Umbridge da de ombros. 

-A cadeira deve ter escorregado e caido e ela infelizmente estava ali no momento e não percebeu. - responde ela. - Ela não seria capaz de fazer isso com aquele encrenqueiro. 

-Umbridge, por favor. - diz Leo. - Não temos tempo pra isso, olha passamos de ano. Você se livrou de nós. Jason está morrendo, ele levou um tiro e precisa de sangue e o de Drew é o único que pode ajudar ele.

Ela levanta a sombrancela com o olhar. 

-Ta falando daquele filho de zeus? Que socou minha querida. Um homem não se bate numa mulher nunca. - responde ela fechando a cara. 

-Não vamos explicar de novo, ele ta morrendo. - diz Nico desesperado. 

-É o destino de todos os seres vivos. - responde ela. - Vão embora, ela não vai ajuda-los! Nenhuma mulher dessa casa vai ajudar um homem covarde como ele. 

Passos puderam ser ouvidos na escada e era Drew descendo. Ela tinha o cabelo preço, curativos e faixas em seu rosto e corpo. Ela levou uma grande surra de Malia. 

-Eu irei ajuda-lo. - diz ela para a surpresa de todos. 

-Mas... - Umbridge tenta dizer. 

Drew a iguinora e olha pros três ali presentes. 

-Me levem onde ele está. - diz ela. 

No caminho eles acabaram encontrando Stiles e as meninas e juntos foram ao hospital. Eles correram e o sangue de Drew realmente compativel. Percy ficou olhando pra ela totalmente agradecido, mas ela nem ligava para ele ou pra qualque um ali. 

Depois que ela deu o suficiente, ela precisou beber muito liquido e repousar. 

-Ele vai ficar bem, sorte terem encontrado um doador. - sorri Apolo, o médico totalmente feliz. - Se acalme garoto, seu namorado é forte. Com licença. 

Todos eles entram no quarto para ver Jason, mas Percy fica e suspirando tenta falar com Drew que estava sentada se sentindo fraca. 

Ele conseguiu dizer...

-Obrigado, de verdade. - diz ele sem arrependimentos, sem em pensar em todo o mal que ela lhe causou nessa vida. 

Drew apenas o encarou. 

-Fiz isso por ele, não por você. - responde ela secamente. - Eu gosto dele, apesar de eu saber que ele nunca vai olhar pra mim. 

Jason sempre foi um capricho pra ela, um sonho inalcançavel, ela mesma se engana. Sabe que ele nunca  vai amar ela, mesmo assim ela insiste. 

-Drew... - diz Percy engolindo em seco. - Porque... o que eu te fiz pra me tratar mal dessa forma? Ele se apaixonou por mim, eu não tenho culpa por isso. Olha você ama torta de amora e odeia morango, se o morango acusar a amora de você amar mais ela, ia ser certo o morango querer matar a amora?

Ela levanta a sombrancelha pra ele. Ela conseguiu entender o que ele  queria dizer. 

-Seja como for, jamais vou gostar de você. - responde ela. - Sempre o queridinho de todo mundo, tem amigos  de verdade e atenção de todos e quanto a mim...

-Se fosse uma pessoa melhor. - se arrisca Percy. 

-Run. - diz ela se levantando. - Eu fiz o que achei certo, não quero que me agradeça, mas lhe asseguro Perseu, enquanto eu viver você não vai ter sussego com Jason. Eu prometo. 

Ela sai andando ainda sonsa. 

Percy suspira, Drew era uma louca e má perdedora, a cabeça dele dói apenas em pensar no que ela ainda ia aprontar com ele nessa vida... e o medo era maior ainda...



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