História Um amor sob Flashes - Capítulo 3


Escrita por: ~

Exibições 6
Palavras 1.904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Comentários, please.

Capítulo 3 - 1 prova!


-Bom, vocês vão estrear esse quadro. Se chama Prisioneiros. Nesses três dias vocês vão competir, meninos contra meninas. Vai haver várias provas e desafios. Aqui será onde vocês vão ficar. Cada um tem o próprio quarto decorado de acordo com a personalidade própria e a gente foi na casa de vocês e tirou uma coisa importante e trouxe para cá. -Ela falou e abriu a porta do que pareceu ser uma casa. Todos os quartos eram a redor da sala que tinha vários assentos, uma Tv bem grande. -Ali é a cozinha. O banheiro é do lado. Agora achem seus quartos.

Tudo tinha uma decoração magnifica. O quarto da Kendall tinha uma passarela pequena até a porta, percebi na hora que era dela. Avistei uma porta com uma plaquinha com meu nome e uma estrela na porta, como um camarim de atriz. Ri do trocadilho. Assim que entrei, me apaixonei. Era realmente a minha cara. A decoração era verde água. Minha mala estava aos pés da cama, que era fofinha só de ver. Tinha quatro prateleiras com livros, um baú usado como mesinha cheio de coisinhas fofas. Alguns quadros na parede com frases motivadoras, uma bandeira do brasil, um mapa mundi na parede. Na hora eu descobri o que ela tinha pego na minha casa, era um retrato meu na minha primeira novela, eu tinha 6 anos e era uma novela brasilera. Lembro-me como ontem. Embaixo estava escrito: Eu nasci para ser alguém. Era uma frase da música do Justin. Sorri. 

Ellen nos chamou. 

-As gravações não vão ser aqui exatamente. As regras da casa estão anotadas ali. -Ela apontou para um panfleto na porta de entrada. Descansem um pouco e depois venham almoçar. Espero que aproveitem. 

E depois saiu. 

-Meu Deus. Só que eu que acho que esse programa vai dar o que falar? -Ashley perguntou. 

-Espero que seja de um jeito bom. -Falei para ela. 

Voltei para o quarto para ajeitar minhas roupas na comoda que tinha ali e logo depois tirei uma foto do quarto.

Parece que eu sou oficialmente uma prisioneira. Alguém para me salvar? :p (@carolineMüller via Snapchat) 

-Vamos almoçar agora, Carol. -Hailey me chamou. 

-Estou indo. -Falei. 

Encontrei todo mundo e fomos juntos. Um homem nos mostrou onde era que iriamos almoçar e Ellen já se encontrava lá. 

-Boa tarde, pessoal. -Ela disse. Várias câmeras estavam posicionadas para gravar o almoço. Meu lugar era entre o Justin e a Kendall e eu logo me sentei. 

-Boa tarde. -Falei. Era um almoço junto com uma conversa, nos interagíamos entre a gente. -Tem comida brasileira? -Falei assim que vi uma tigela com feijoada.

-Não podia faltar. -Ellen sorriu. 

-Vocês tem que provar, sério. -Falei pro pessoal. 

-Fei...O que? -Ashley perguntou.

-Feijoada. É feijão com um monte de coisa, provem. -Falei rindo. 

A comida estava realmente maravilhosa, estava sentindo falta da comida brasileira. 

-Então, Caroline. E o coração? -Ellen perguntou para mim sorrindo. 

-Ah, Ellen...Continua aqui, batendo. -Falei como quem não quer nada. Justin engasgou do meu lado e começou a rir junto com o resto do pessoal, Ellen gargalhou. 

-Eu adoro você. -Ela falou sorrindo. -Então ele está batendo para alguém?

-Ah, só para mim mesmo. -Falei. 

-Que pena. -Ela falou.

-Pena nada. Sem namorado, sem problema. -Falei arrancando outras risadas. 

Quando nós terminamos de comer, Ellen falou que a primeira prova seria fora dali e nos iriamos de carro até o local. Como seriamos em onze junto com Ellen e nos iriamos todos juntos, nos dividimos em dois carros. Troquei de roupa para ficar mais confortável ou seja, um short, um all star, um cropped cinza e uma blusa de amarrar na cintura. Como ele disse que teria sol, coloquei um boné bonitinho para o look ficar mais feminino. As meninas fizeram o menos. Quando fomos para o estacionamento, Decidimos que Eu, Justin, Kendall, Ellen e Alfredo iriamos no mesmo carro e Ashley, Luke, Maejor e Hailey no outro. 

-Eu vou no banco perto da janela. -Kendall falou entrando no carro. 

-Eu vou no outro. -Falei antes que Justin pudesse fazer alguma objeção. Ele bufou, eu ri. 

Justin entrou no carro e eu logo entrei também fechando a porta. Abri o vidro para que o ar pudesse entrar por conta da claustrofobia e tal, ele me olhou agradecido. Alfredo colocou uma música e estava tocando e por pura coincidência estava tocando let me love you na rádio. Cantarolei a música baixinho enquanto mexia a cabeça no ritmo da música e quando fui ver, Kendall, eu e Ellen já estavamos cantando a música na maior altura, Alfredo gravando isso pro Snapchat, Justin rindo da gente. 

-Olha aquele garoto, olha lá. -Falei olhando para a menina do carro que estava do nosso lado, ela estava com os olhos arregalados vendo a gente. Acenei para ela. Ela pareceu gritar dentro do carro, rimos ainda mais. -Ai meu Deus.

Ellen estacionou o carro no meio do nada. Literalmente do nada. Sério. Todo mundo saiu dos carros e ficamos sem saber o que ia acontecer. 

-Você vai sequestrar a gente, Ellen? -Perguntei olhando em volta. Eles riram.

-A primeira atividade de hoje será um circuito. Quem chegar primeiro até o ponto ganha. São uma e dez da tarde. Quatro horas eu quero que todos tenham terminado. Vocês vão enfrentar várias coisas, se preparem. Aqui estão dois mapas, uma mochila com tudo que vocês vão precisar. Não se preocupem sem se perder, vamos achar vocês caso isso aconteça. Aqui é totalmente seguro e cuidado com bichos, eles gostam de ficar em florestas. 

Depois dessa chuva de informações, a única coisa a se fazer foi pegar cada grupo uma mochila e correr cada um pra um lado. 

-Meu Deus do céu. -Ashley falou ofegante. 

-Vamos ver o mapa. -Falei com o mesmo na mão. 

-A gente saiu daqui. -Kendall apontou para o primeiro ponto e saiu arrastando o dedo pela marca. -Temos que chegar até aqui. Para isso vamos precisar passar por esse monte de árvore.

-Acho que aqui tem um rio que a gente vai ter que atravessa. -Hailey gemeu. 

-Vamos lá. Temos que ir para o Leste. -Peguei uma bussúla que eu tinha achado na mochila. Corremos um pouco, a floresta não era fechada, o que melhorava muito. Diminuimos a velocidade quando Hailey quase bateu de frente com uma árvore, e isso seria engraçado senão fosse trágico. 

-Que horas são? -Ken perguntou.

-Estamos aqui a quarenta minutos. Vamos lá. -Um barulho de água corrente nos fez correr mais. 

-Que coisa maravilhosa. -Ashley falou quando viu o rio. Isso foi irônico. 

-Será que é fundo? -Perguntei chegando mais perto. Meu pé escorregou no monte de folhas secas e se Hailey não tivesse me segurado último segundo eu já estaria bem lá no meio daquele rio. -Jesus Cristo. 

-Vamos. -Ashley falou. Descemos com cuidado. -Ali tem uma canoa. 

-Ótimo, alguém sabe remar? -Hailey ironizou. 

-A gente aprende. -Kendall falou. Entramos na canoa e ficamos bem apertadas por que era pequena. 

-Só tem dois remos, vamos se revesar. -Falei. -Eu e Ashley primeiro, Kendall e Hailey depois. 

A correnteza não era tão forte, mas meus braços já pediam por socorro antes mesmo de chegar na metade do rio. 

-Toma, Ken. -Falei entregando o remo a mesma. Determinadas, nos finalmente chegamos ao outro lado. Graças a Deus, ninguém aguentava mais. 

-O mapa. Vamos ver o mapa. -Ashley ofegou. 

-Estamos em algum lugar depois do rio. -Hailey falou. 

-Vamos continuar para leste. -Falou Kendall. Andamos um pouco para tentar descansar, acabamos com 4 das oito garrafas de água que estavam na mochila. 

-Horas? -Hailey perguntou.

-Duas e meia. -Falei. 

-Certo. Vamos correr. -Ashley falou. 

Depois do que pareceu uma eternidade, chegamos a uma ponte. Uma ponte não, A ponte. 

-Puta que pariu, eu não atravesso isso nem amarrada. -Ashley falou dando um passo para trás. 

-Vamos lá, loira. -Falei tentando dar uma força. 

-Se a gente cair desse negócio, a gente morre. -Ela falou. 

-Morre nada, a Ellen dá um jeito. -Hailey falou observando a ponte. 

-Eu vou primeiro. -Falei. 

-Coloca esse negócio ali. -Kendall apontou para alguns equipamentos que estavam dentro de uma caixa. 

-Ai meu Deus, isso são bichos? -Hailey gritou. Eu também dei um passo para trás. 

-Eu não pego esse negócio nem morta. -Falei me distanciando da caixa.

-Ai meu Deus. -Kendall choramingou dando um passo para frente, abaixou até a caixa, pegou o equipamento e jogou no chão. Os bichos dentro da caixa começaram a sair e eu fiquei enojada só de ver. Eram baratas e várias outros coisas misturadas que eu mal consegui ver. 

-Eu não vou fazer isso. -Falei negando. 

-Eu vou primeiro. -Kendall disse. Se afastando da gente, ela tirou uma das blusas que estava vestindo, pegou o equipamento com ela e balançou para se livrar dos bichos. Ajudamos ela a amarrar o equipamento na cintura e o outro lado na árvore e com cuidado ela atravessou a ponte. -Carol, fica por último para poder ajudar as meninas. 

-Tudo bem. -Falei puxando o equipamento de volta e o amarrei na cintura de Hailey. Ela passou a ponte com os olhos quase fechados sem conseguir olhar para baixo. -Ashley, sua vez. 

-Não, não. -Ashley falou me olhando. 

-Vai. Você não vai cair, ok? Vai estar segura. -Falei com toda a firmeza. Ajeitei o equipamento nela e ela tremeu um pouco só de olhar para a ponte. -Vai dar tudo certo. 

O mais devagar possível ela foi andando segurando nas cordas. Quase chorou quando chegou do outro lado. Puxei o equipamento e o amarrei na minha cintura. 

-Certo. Posso fazer isso. -Respirei fundo. E assim que coloquei o pé naquela ponte, minhas segurança toda foi por água a baixo. 

-Não olha para baixo. -Hailey falou quando eu fiz menção de abaixar cabeça. Assenti. -Vem. 

Na metade do caminho, um pedaço de madeira que tinha no chão da ponte simplesmente caiu. 

-E aquele Todos estão seguros da Ellen? -Perguntei dando um passo para trás.

-Vem logo antes que o vento aumente. -Ashley falou. 

Fui o mais rápido que minhas pernas conseguiram trabalhar. Se nos tivéssemos mais tempo, provavelmente eu teria beijado do chão. Olhamos o mapa.

-Temos quarenta minutos, falta muito pouco. Vamos lá. -Falei. Seguimos pela floresta sentindo o alivio de finalmente estar acabando, meus pés pediam por socorro. Corri como se minha vida dependesse disso. 

-Estamos chegando. -Ashley falou quando começamos a ouvir barulhos diferentes de vozes altas. Cinco minutos depois já estávamos saindo daquela floresta, totalmente acabadas e com mais dores no corpo do que eu mesma consigo falar. 

-Cadê os meninos? -Hailey perguntou assim que Ellen chegou perto de nós. 

-Bom, vocês são as primeiras. -Ela falou.

-Kendall, me lembra de nunca mais aceitar ir a algum programa no qual eu não sabia oque vou fazer, por que talvez eu pare dentro de uma floresta. -Falei ofegante. Ellen riu. 

-Ali tem água e comida. Podem ir lá. -Ellen apontou para uma mesa embaixo de uma tenda. Sentei na primeira cadeira que eu vi bebendo uma garrafa e meia de água de uma vez. Eu estava mortinha. 

-Os meninos chegaram. -Hailey apontou para os garotos que saiam da floresta. Ellen conversou com eles e eles logo chegaram perto de nós. Hailey tirou onda. -Perdedores. 

-Ganhar uma guerra não significa ganhar uma batalha. -Alfredo falou. 

-Não seria: Ganhar uma batalha não significa ganhar uma guerra? -Perguntei. 

E mesmo todos cansados, suados e com dores no corpo, nos gargalhamos até não poder mais. 


Notas Finais


O quadro prisioneiros foi inspirado no Entubados. O entubados realmente existe, mas não é no programa da Ellen. Não pesquisei muito sobre ele, mas há video nos canais dos participantes como o youtuber Lucas Lira e outros. :)


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