História Um amor violento - Capítulo 107


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dakota, Dimitry, Iris, Kentin, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya, Violette
Tags Alexy, Ambre, Amor Doce, Armin, Castiel, Dimitry, Iris, Kentin, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Rosalya, Viollet
Exibições 169
Palavras 3.596
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drabble, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Super Power, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


- Oiiieee.... Tudo bem com vocês?
Estava com saudades... hehe...


Postando mais um capitulo para vocês... Espero que vocês gostem...
Hoje vai ter TRÊS CAPÍTULOS! TRÊS ISSO MESMO! Hehehehe

Espero que gostem...
Obrigada por sempre acompanharem... Amo vocês...

Boa leitura!

Capítulo 107 - Eu te amo Porra!


Fanfic / Fanfiction Um amor violento - Capítulo 107 - Eu te amo Porra!

24/11/2016 – Londres

LIA PRESTA ATENÇÃO CARAI!

11/09/2011 – Paris

Lys: Ana? (Ele se posicionou em minha frente e colocou as mãos em minha cabeça). Está sentindo alguma coisa? Quer se sentar?

Ana: Ah... Eu? N-não... (Fechei meus olhos e respirei fundo).

Lys: O que eu posso fazer por você? (Olhei para ele e tinha os olhos preocupados me analisando).

Ana: Não... Tudo bem Lysandre! (Peguei em sua mão e percebi que ele se tranquilizou).

Lys: O que aconteceu? Você pareceu tonta rapidamente!

Ana: É que e-e-eu... Eu me lembrei!

Lys: Vo-você... Você se lembrou? (Ele deu um sorriso largo). M-mais o que exatamente o que você se lembrou? Me conta! (Ele me levou para sentar em um banco).

Ana: Bem... Eu me lembrei do dia que eu vim para cá as meninas e o Alexy! Estávamos todos sorridentes e felizes, estávamos todos brincando, parecia um piquenique que estávamos fazendo, Alexy jogando aguas em todos e nós correndo e rindo.

Lys: E o que mais? (Ele me olhava com atenção, seus olhos pareciam penetrantes agora).

Ana: B-bem... Só isso... (Corei) Não me lembro de mais nada!

Lys: Só? (Ele parecia decepcionado).

Ana: Só! (Dei de ombros).

Lys: Bem... Então tudo bem! (Ele respirou fundo). Quer continuar?

Ana: Quero sim... Agora que me lembrei desse pequena cena... Agora que quero continuar!

Lys: Legal! (Ele sorriu com seus olhos brilhando).

Ele se levantou alegremente e estendeu a mão para mim, olhei para o seu rosto.

Lys: Animada para sobremesa?

Ana: Com certeza! (Peguei a sua mão e me levantei).

Ele colocou sua mão envolta da minha e caminhamos juntos.

Lys: Quem sabe pelo caminho você não se lembra de alguma coisa. (Ele piscou para mim).

Ele é tão cavalheiro, está abrindo mão de estar com sua família ou até mesmo de fazer as suas coisas para está comigo, sou tão importante assim para ele?

Ana Off.

Lia On.

Eu já tinha terminado de comer as minhas batatas, e o Castiel já tinha terminado de comer e ficava roubando as minhas de vez enquanto.

Lia: Você já comeu a sua comida... Porque não deixa eu comer a minha? (Disse enfiando um batata frita na boca).

Castiel: Porque é legal roubar sua comida! (Ele piscou para mim).

Lia: Muito sem graça você em?

Castiel: Estou lhe ajudando a comer Lia... Quero ir logo para casa!

Lia: Já estou terminando!

Ficamos um bom tempo em silêncio.

Castiel: Lia... Posso lhe fazer uma pergunta?

Lia: Acho que sim! (Disse tomando o gole do meu refrigerante).

Castiel: Você teve muitos namorados?

Lia: Bem... Acho que nunca lhe falei sobre isso... Eu nunca tive um namorado... Você é o primeiro!

Castiel: Mesmo? (Ele me olhou com a sobrancelha levantada).

Lia: Mesmo! (Limpei minha boca com o guardanapo). Quando os meus pais morreram, eu era muito criança, fui para no orfanato, e foi lá que comecei a ter esquizofrenia, como as freiras não sabia da doença, falava que frescura minha ou que eu estava inventando histórias. Quando fiquei maior de idade, fui molestada e abusada, e foi ai que comecei a machucar as pessoas e fui para no hospital psiquiátrico.

Castiel: Molestada? ABUSADA? (Ele me olhou sério e o seu punho cerrado).

Lia: Sim... É uma parte da minha vida que não gosto de falar sabe... Ai me machuca... Mais não importa... Isso não vai mais fazer importância.

Castiel: Como assim não faz importância? Você deveria ter dado uma paulada no pau do cara!

Na hora eu me engasguei com o refrigerante e comecei a ri.

Lia: Hahahaha... Não ouvir isso! Hahaha...

Castiel: É sério Lia! Não é brincadeira... Olha... Se eu descobri quem fez isso com você, eu juro que mato o cara...

Lia: Então você vai ter que matar muitos...

Castiel: Não foi somente UM?

Lia: Não! Como eu disse... Isso não importa! (Eu peguei em sua mão e ele apertou). Eu estou com você... E mesmo sabe que você seja um idiota... Você não vai decepcionar, ou me machucar... Porque você me ama...

Castiel: Isso é verdade! (Ele acariciou a minha mão com o seu polegar). Você foi à melhor pessoa que me apareceu...

Eu corei com o seu comentário, dei um sorriso pequeno para ele.

Castiel: Foi um verdadeiro remédio para minha dor! (Ele me olhava nos olhos, ai como eu queria beija esse a bestado). Perdeu! Hahaha...

Lia: O QUE? Mais? (Olhei para minha bandeja e não tinha mais batata frita, ele pegou tudo). Eu devia saber... Idiota! VOCÊ É MUITO SEM NOÇÃO...

Castiel: Hahaha...

Lia: Estava bonito demais para ser verdade... Vamos embora! (Me levantei da cadeira e andei).

Castiel: Calmo ai... Hahaha...

Lia Off.

Ana On.

Oh! Essa lanchonete eu conheço ela... Ela não mudou muito, dar até para sentir o cheiro de bolo de cenoura saído do forno.

Ana: Hum... (Fechei os meus olhos sorrindo).

Lys: Bom não é?

Ana: Sim... Essa é a sobremesa?

Lys: Sim... Bem... Você quer comer primeiro ou vamos logo ao lugar fantástico?

Ana: Lugar fantástico? (Olhei curiosa para ele). Que lugar fantástico?

Lys: Sweet Amoris!

Ana: Mesmo? Mais como podemos entra lá?

Lys: Um telefonema resolveu a situação... (Ele me mostrou o celular).

Ana: Então... Aquela ligação importante no restaurante era...

Lys: Era a diretora!

Ana: Meu Deus... Ela ainda está viva?

Lys: Haha... Ana?

Ana: Ah foi mal... Mais não gostei até hoje a maneira que ela me mandou correr atrás daquele cachorro pulguento dela!

Lys: AH... Não foi tão ruim assim...

Ana: Não foi? É porque você não correu atrás dele...

Lys: Na verdade sim... Mais sou paciente... Ele veio por vontade própria!

Ana: Aham... Sei! (Cruzei os braços).

Lys: Ok! Então qual lugar a senhorita quer ir primeiro?

Ana: Vamos para escola!

Lys: Muito bem... Então vamos!

Caminhamos alguns metros até chegar à entrada da escola, a escola continuava a mesma, não mudou nada.

Ana: Como é que são os alunos daí?

Lys: Bem... Eu não sei... Vamos entrar para descobrir? (Ele indicou com a cabeça e sorriu).

Apresentamo-nos para o porteiro que agora tem na escola, ele nos liberou a entrar.

Ana: Parece que a segurança é a única mudança por aqui... (Olhei as câmeras de segurança).

Lys: É...

Ana: Aconteceu alguma coisa enquanto estudávamos aqui?

Lys: Bem... Conosco não, mais parece que tempos atrás houve um roubo na escola, ai eles colocaram tudo isso para proteção dos alunos!

Ana: Entendo!

Chegamos ao pátio da escola e lembrei-me de quem sempre ficava por aqui...

Ana: Castiel...

Lys: Oi?

Ana: Castiel... Ele sempre ficava por aqui... Maioria das vezes para matar as aulas.

Lys: Pois é... Até que um dia a professora Delaney o pegou e ele levou suspensão! (Continuamos andando para dentro da escola).

Ana: Nossa... Essa professora deve ser bem severa!

Lys: Muito... Ela ainda trabalha aqui, ela é professora de química!

Ana: Mais essa não era matéria do professor Faraize?

Lys: Era! Isso mesmo!

Foi então que ouvimos uns gritos estridentes, olhamos assustados para ver o que seria.

Meninas: AHHHH... É O LYSANDRE! O LYSANDRE!

Era um grupo de meninas loucas gritando para ele, mais afinal que porra é essa?

Lys: Ai não! (Ele falava assustado, rapidamente ele segurou minha mão).

Ana: O que é isso?

Lys: São fãs... Droga! Venha!

Ele me puxou correndo, nem deu tempo de eu falar alguma coisa, mais o que é isso gente?

Ana: Onde você está me levando? (Ele foi me levando para o pátio).

Lys: Ah isso... Aqui... (Ele nem me dava ouvidos).

Entramos no jardim da escola, ele se sentou ofegante na grama, eu continuei olhando em minha volta, está tão diferente do que era antes. Têm mais árvores mais flores, e mais fechado, fazendo como um jardim secreto, deixando o lugar todo coberto de sombras das folhas das árvores.

Lys: Perdoe-me por isso... Eu pensei que não iríamos encontrar elas por aqui! (Ele me olhava apoiando suas mãos em seus joelhos).

Ana: Elas sempre perseguem você? (Me sentei em sua frente, ajeitando meu vestido).

Lys: Não muito... Mais as que não são acostumadas dar sempre esses ataques! Rsrs...

Ana: É freqüente?

Lys: Oh! Não... Esse é o mal de ser famoso! (Ele dar de ombros).

Ana: Hum... Verdade! (Sorri e olhei para baixo).

Lys: Está chateada?

Ana: Não... É que isso é tudo diferente para mim...

Lys: Logo não vai ser... Pois você também logo vai ser famosa!

Ana: Ah... Eu não quero isso... Gosto de ficar nos bastidores!

Lys: Então não devia ser modelo! (Ele disse sussurrando para mim e logo sorriu).

Ele parece tão feliz e mais solto. Faz que eu me sinta bem ao seu lado, sorri com isso.

Lys: O que você está rindo?

Ana: Que eu estou feliz... De está aqui com você!

Lys: Também estou!

Ana: Esse lugar é tão lindo... Traz uma paz tão boa... (Me deitei na grama, olhando as folhas se mexerem com o vento).

Ele se aproximou e se deitou ao meu lado.

Lys: Sim... Eu gostava desse lugar... Sabe, quando eu queria lhe achar... Esse era o lugar que procurava primeiro.

Ana: Mesmo?

Lys: Sim... Às vezes eu te encontrava... Outras não!

Ana: Mais quando você me procurava... O que você queria falar comigo?

Lys: Sobre sua vida, como você estava... Ou só ficar lhe admirando lendo o seu livro... Ou aproveitando sua presença... Raramente eu lhe procurar para pedi uma ajuda!

Ana: E porque não?

Lys: Porque você sempre se preocupou com os outros. E eu não queria leva mais uma carga para você.

Ana: Ah que isso... Sempre gosto de ajudar meus amigos...

Lys: Mais você era impulsiva... Você ajudava até quem não era seu amigo!

Ana: Acho que isso é um mau meu rsrs!

Lys: Não... É isso que lhe deixa ainda mais atraente!

Olhei para ele e os nossos olhares cruzaram aquele olhar de ternura dele para mim era tão profundo, direcionei meu olhar para seus lábios que estão lindos me chamando para um beijo. Percebi que ele foi se proximando, eu me levantei rapidamente.

Ana: Bem... Hum... (Sentir meu rosto corado e me sentei).

Lys: Desculpa por isso... E-eu...

Ana: Tudo bem... Rsrs...

Lys: Vamos logo para lanchonete... Creio que se passeamos pelo colégio não vamos ter sossego!

Ana: Vamos... Que estou com muita vontade de comer o bolo de cenoura com recheio de Nutella!

Lys: Sabia que você iria pedi isso... Vamos!

Levantamo-nos e caminhamos lado a lado até a lanchonete.

Ana Off.

Lia On.

Eu e o Castiel já tínhamos saindo do shopping estávamos a caminho de casa. Eu ainda não falei nada durante o caminho, fiquei mexendo no meu celular, ele fava comigo enquanto dirigia o carro, e eu nem dava atenção para ele. Poxa ele me tinha falando tantas coisas bonitas e logo veio com uma brincadeira sem graça, fala sério.

Castiel: LIA PRESTA ATENÇÃO CARAI!

Lia: Estou ocupada! Tente outro momento! (Ele pegou o celular das minhas e jogou no banco de trás do banco). EIII...

Castiel: Não está mais ocupada!

Lia: Aff... O que você quer?

Castiel: QUE ME FALA DESSE BICO TODO?

Lia: VOCÊ...  MAIS QUE PORRA!

Castiel: Mais só porque eu brinquei com você... Pensei que fosse mais madura!

Lia: Eu madura? E VOCÊ? Falam-me aquelas coisa todas bonitas e do nada... POW! Estraga tudo!

Castiel: Mais você sabe que eu amo você Lia!

Lia: Ama mesmo? Então prove que me ama mesmo! (Cruzei os braços).

Castiel: Quer mesmo que eu te prove?

Lia: QUERO!

Castiel: Você pediu...

Ele parou o carro, em frente a sua casa, ele saiu do carro e abriu a porta do meu lado e me puxou com tudo.

Lia: Ai... Mais... Mais o que você está fazendo?

Castiel: Vou te prova que eu amo você! Porra!

Lia: Castiel... Eu quero ir para casa... Me solta!

Castiel: Não agora! (Ele abriu a sua porta, enquanto a sua cachorra pulava pedido sua atenção). Agora não Bell... Depois eu brinco com você.

Ele me jogou para dentro de sua casa, estava um pouco escura, estava um pouco bagunçada, mais tinha muita elegância a casa, ele sabe escolher bem.

Castiel: Agora chegou a hora de eu lhe prova... (Ele veio na minha direção).

Meu corpo paralisou só meus olhos estavam arregalados.

Lia: O que... O que você vai fazer? (Eu fui dando passos para trás, até me encostar-se a uma parede).

Castiel: Nada do que você não goste! (Seus olhos tinham um brilho diferente do normal e um sorriso malicioso formou em seus lábios).

Todas as coisas que eu passei me vieram à tona, todos aqueles homens querendo se aproveitar de mim. Comecei a sentir medo, e eu não quero sentir medo do Castiel.

Lia: C-castiel... (Me segurei na parede, como se ela fosse o meu único refugio).

Castiel: Você não queria provas? Então... Estou aqui... Para lhe provar... (Ele passou a mão em minha cintura).

Lia: E-eu... Eu não sei... (Minha respiração estava bem ofegante, meu coração faltava pular para fora).

Castiel: Não tenha medo... (Ele se aproximou do meu corpo). Eu não vou fazer nenhum mal a você... Como eu lhe disse... Eu amo você, seria incapaz de fazer isso com você!

Lia: M-m-mas... (Ele beijou meu pescoço). Ahh... Eu...

Castiel: Eu sei que você quer... E eu quero muito fazer amor com você... Deixa-me lhe mostra o quanto lhe amo... (Ele sussurrou em meu ouvido me fazendo-me arrepia por inteira).

Lia: V-v-você promete? (Minha voz saiu quase chorosa).

Ele pegou meu rosto com suas duas mãos e me olhos no olhos.

Castiel: Prometo... E pode para quando você quiser!

Aqueles olhos cinza me olhando com ternura, fez com que o meu medo sumisse tudo aquilo que presenciei há anos, não iria acontecer... Eu confio nele... Coloquei minha mão em seu rosto e acariciei... Ele não é aqueles homens nojentos, ele é o meu Castiel... O meu idiota!

Lia: Então tudo bem... Mais que faça sua essa noite... Que seja a melhor, para que supere todos aqueles horrores que passei...

Castiel: Com maior prazer! (Ele me beijou com ferocidade, e eu retribuir de bom grado).

Suas mãos desceram para minha cintura e puxaram ainda mais contra o seu corpo, deixado colados um no outro. Ele pegou em minha bunda e me fez cruzar as minhas pernas em sua volta, e me pressionou contra a parede, ele desceu os seus beijos para o meu pescoço, me deixando arrepiada por conta da sua barba rala e de sua respiração, era tão bom.

Senti-lo caminhando comigo pelas escadas, enterrei minha cabeça em seu pescoço e distribuir mordidas pelo seu pescoço.

Castiel: Ai Lia... Isso... Isso você não pode...

Lia: Não gosta?

Castiel: Não isso... Porque se não vou fazer você vai me paga por isso... Mais continuar... É bom!

Continue minhas mordidas pelo seu pescoço e ouvir alguns de seus suspiros, mais parei quando ele me jogou na cama, e subiu em cima de mim.

Lia: Nossa... Que cavalheiro?

Castiel: Sempre a seu dispor!

Ele beijou o meu pescoço, e colocou sua mão por debaixo da minha blusa, foi bom sentir o seu toque em minha pele, ele apertava carinhosamente a minha cintura.

Castiel: Você tem um cheiro tão bom!

Ele beijou minha boca, coloquei minhas mãos em sua nuca e em seu cabelo, incrível com apenas um beijo dele, já me deixa toda acessar por dentro, passei minhas mãos pelos seus braços sua barriga, dei uma pequena arranhada em sua barriga chegando até a barra de sua calça.

Castiel: Ah... Li-Lia... Não provoca... Se não você não agüenta! (Era engraçado ver ele assim, corado).

Lia: Estou doida para ver isso... (Disse sorrindo).

Castiel: Para quem estava com medo, agora está bem solta em...

Lia: Você me dar segurança... (Puxei-o para um beijo).

Ele me beijava com muita ferocidade, sentir sua mão por de baixo da minha blusa, minha respiração ficou acelerada rapidamente, coloquei minha mão em sua jaqueta na tentativa de tirá-la, ele vendo que estava com dificuldade, ele mesmo tirou e logo tirou sua camiseta, encarei o seu abdômen nu e mordi meus lábios, ele voltou a me beijar, passei minhas mãos pela sua barriga, percebi que ele arfar baixo perto do meu ouvido, isso me causou arrepio.

Ele começou a morder meu pescoço, creio que seja o troco de eu ter feito isso nele, espero que não fique marcado. Sentir suas mãos deslizarem pelos meus seios e pela minha barriga, chegando a minha calça, ele parou o beijo e abriu o botão e o zíper, com minha ajudar tirou minha calça, logo em seguida tirei a dele.

Deixando-me somente de calcinha e sutiã e ele de cueca Box preta, percebi que tinha um volume grande ali, sentir meu rosto esquentar, ele se sentou na cama e me fez sentar em seu colo, sentir o seu volume ali pulsando, e me beijou novamente, de alguma forma que eu não estava com vergonha, até que eu estava amando tudo aquilo.

Ele acariciava minhas costas, até que pega em meu sutiã e tenta abrir o fecho, não por muito tempo ele tirou e jogo em algum lugar, ele olhava meus seios, colocou suas mãos em meus seios, o toque de suas mãos em meus, fez com que eu sentisse algo diferente, novo e muito bom dentro de mim, ele percebeu que eu gostei, então continuou fazendo movimentos circulares com seus polegares, me segurei em suas costas e então ele abocanhou o meu seio direito, sugando lentamente, me deixando totalmente tonta.

Eu fechei os meus olhos e apertei suas costas, minha respiração estava totalmente fora do controle.

Lia: Ah... Cast... Ah...

Segurei em seus cabelos já suados, ele sugava um dos meus seios e outro sua mão massageava, nada de que eu vivia antes, é comparada com isso, todas as vezes que eu era abusada, me sentia imunda, vontade de chorar, implora para que aquele homem para com aquilo.

Mais com ele não, com o Castiel é tão bom, tão diferente, ele me toca tão carinhosamente, como seu eu fosse algo único a ele, ele pode ser bruto, rude às vezes, mais sabe muito bem como deixar uma mulher satisfeita, e ainda bem que eu sou essa mulher.

Ele parou o seu trabalho ali, e foi beijando meu pescoço até chega a minha boca, ele me fez deitar na cama novamente, deitando por cima de mim também.

Ele ainda deitado, pegou algo em seu criado mudo, e voltou me beijando novamente, ele segurou firme minha cintura, sentir sua mão tocar em minha calcinha eu parei o beijo rapidamente.

Castiel: Calma... Quer parar?

Lia: Não... É que é... Complicado! (Olhei para outro lado).

Castiel: (Ele acariciou meu rosto e me fez olhá-lo). Pode para se quiser... Não vou me importa!

Mais é claro que vai, só é olhar para baixo para perceber isso, mais confesso que quero ir até o fim disso tudo, eu amo ele... Eu quero mais ele...

Lia: Quero continuar! (Coloquei minha mão em seu rosto).

Ele deu um sorriso largo, e me beijou novamente, sentir novamente sua mão em minha calcinha, ele tirou minha última peça de roupa, fechei minhas pernas por instinto. Ele me olhou, naquele olhar tinha uma mistura de carinho e maliciar, acariciou minha coxa e voltou a me beijar e mordendo o meu lábio inferior.

Sua mão foi descendo para o meu intimo e foi então que um de seus dedos adentrou em mim, dei uma gemida sustada, mais ele foi movimentando seus dedos dentro de mim, e algo diferente foi surgindo, como eu chamaria isso?

Ele parou o beijo, tirou sua cueca, ele ficou de costa para mim, ouvir um barulho de um plástico, rapidamente e ficou cara a cara comigo novamente.

Castiel: Preparada? (Ele tinha um sorriso enorme no rosto).

Lia: Acho que sim!

Castiel: Haha... Legal!

Foi então que sentir o seu membro entrando em mim, minhas mãos pousaram em suas costas. Suas mãos ficaram lado a lado do meu corpo, quando finalmente ele o entrou me olhou sorrindo.

Ele começou os movimentos lentos, porém fortes, apertei minhas mãos ao redor de sua cintura.

Castiel: Ah... Isso... Aperta-me! Ah... (Ele fechava os olhos, com os seus cabelos suados balançando com os movimentos).

Obedeci a ele, apertei ainda mais sua cintura, ele gruniu e aumentou o seu ritmo.

Lia: Ah... Nossa... Como isso... É bom... Ah...

Castiel: Você ainda não viu nada Gata! Ah... (Sua voz saiu rouca que me deixou arrepiada).

Passamos um bom tempo naquele ritmo, até que parou e deitou sobre mim, eu só sentia sua respiração ofegante em meu pescoço, me deixando ainda mais feliz.

Eu estava tão leve, tão bem... Seria essa palavra que o Alexy e a Rosa sempre fala, vendo estrelas? Então se encaixa perfeitamente para minha situação agora. Ele saiu de dentro de mim e deitou ao meu lado, me virei e fiquei encarando ele.

Ele parecia tão feliz, será que eu também estou assim?

Castiel: Como você está? Se sente bem?

Lia: Bem? Acho que estou viajando! Rsrs...

Castiel: Haha... Bom... Sentir-me melhor!

Lia: Por quê?

Castiel: Porque da próxima vez prometo não ser tão bonzinho assim com você! Hahaha...

Lia: Mesmo? Poxa... Estava tão bom!

Castiel: Mais você também vai gosta!

Lia: Obrigada! Você é melhor do que pensava!

Castiel: Claro que sou melhor...

Lia: Nunca perde a pose! (Dei um soco em seu ombro).

Castiel: Mais espero que isso tudo tenha superado o que você viveu... (Agora seu olha ficou preocupado).

Lia: Não... (Ele me olhou com os olhos arregalados). Foi melhor do que eu pensava! Eu te amo!

Castiel: Eu também te amo!

Ele me puxou para ficar próxima ao seu corpo, me envolveu com seus braços e logo eu adormeci.

Lia Off. 


Notas Finais


- Espero que vocês tenham gostado... Até daqui a pouco...

Curta a página: https://www.facebook.com/fanficumamorviolento/


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...