História Um anjinho para nós - Capítulo 10


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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Ithuriel, Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Raphael Santiago, Raziel, Robert Lightwood, Simon Lewis
Tags Alec, Anjos, Instrumentosmortais, Magnus, Malec
Exibições 104
Palavras 1.317
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Magia, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Vamos lá!!!! Primeiro eu quero me desculpar pelo capítulo de ontem, foi maldade eu sei!!! Sorry!!!
Segundo tive que me segurar muitoo para não postar isso ontem, graças a Raziel eu tive forças hahhaha

Espero que gostem!!!!

Capítulo 10 - Lembranças de um amor


Fanfic / Fanfiction Um anjinho para nós - Capítulo 10 - Lembranças de um amor


  Já estava tarde quando cheguei. Decido abrir a porta devagar para não fazer barulho, já que Alec provavelmente deveria estar dormindo, todavia ouço uma suave música lenta vindo de nosso apartamento. Os pensamentos mais pervertidos passam por minha mente.

Quando abro a porta um chama de amor arde em meu peito, decido ficar em silêncio admirando aquele magnífico momento.

  Alec estava com Enzo em seus braços, no meio da sala, com Presidente Miau se esfregando nas suas pernas enquanto o moreno dançava um lenta valsa.

Meus olhos se prendem naquele embalo. Até os anjos ficariam com inveja da beleza que Alec resplandecia. Seus corpo se mexia de forma suave e sublime.
                          
                             ***

   Alec andava de um lado para o outro. Nunca havia visto ele daquele jeito, mesmo quando o mundo estava para desmoronar. Desde Enzo chegou Alec se tornou um pai super protetor, a cada estante queria curtir o pequenino.

- Alexander assim vai abrir um buraco no chão!

- Magnus vocês está tendo noção que deixamos nosso anjinho em uma escola pela primeira vez? Viu a dor nos seus olhinhos?

- Alec ele estava super feliz, não acredito que é tão protetor assim. - me aproximo por traz e beijo a nuca do moreno.

- Magnus este não é uma boa…. MAGNUS!

- Xiuu!!!! Vem que vou deixar relaxado. - Alec tentou recusar mas a cada beijo ficava mais relaxado.
                                    
                            ****
 

  Enzo aprendeu a andar fazia alguns meses e já sabia falar algumas palavras.

- Papai!

- Isso meu amor! - admirava o sorriso que se forma nos lábios de Alec todas as vezes que Enzo o chama.

- Esta com cara de bobo.

- Não tenho cara de bobo Alexander. - senti no chão para fazer companhia aos dois.

- Tem sim! Toda vez que me vê com o Enzo, faz essa cara. Essa aí oh - apontou- Fica com os lábios entre abertos e os olhos brilhando.

- Ok Alec! - o moreno se aproximou e beijou os lábios do amado.

Passamos a tarde brincando, comento besteira e vendo filmes, nos breves momentos de sono do bebê.
                                        
  
                               * * *

   Alec caminhava entre as árvores do central parque enquanto me contava sobre a longa semana que teve, já estavamos juntos a 2 anos e ainda sentia uma explosão todas as vezes que o vejo sorrir.

- Magnus! Ouviu o que te perguntei?- virou  e fitou meus olhos.

- Desculpe, estava…

- Tudo bem. -  aquela mania de achar que tudo era mais importante que ele ainda me toca fundo.

- Desculpe meu amor, estava pensando em quanto sou mais feliz com você! - um tímido sorriso surge em seus lábios. - Mas o que estava me perguntando?

- Se gostaria de ir a…. Bem….- o nervosismo transparecia por sua voz- Quer ir a um balé de máscara que vai ter no Teatro de Manhattan, no sábado a noite? - as palavras saíram como um raio.

Fiquei imprecionado com o convite, Alec não era do tipo que ia a bailes. Mas se o moreno teve a coragem de convidar - me para um evento desse eu concerteza iria.

- Eu adoraria… te pego as 9hrs.

- Estarei esperando.

O resto da semana passou rápido, muito trabalho não me permitiu pensar na festa de sábado. Já havia três horas que tenta arrumar uma roupa adequada:

- Parabéns Magnus Bane você tem um guarda roupas enorme e não tem nenhuma roupa para usar… me sinto uma adolescente de 15 anos…

Depois de várias trocas decidi ir com uma blusa preta, uma calça preta, um terno vinho e umas mechas vermelhas no cabelo. Abro um porta direto para o quarto do Alec e me deparo com um anjo.

- Pelo anjo! Não me assuste assim Magnus.

- Essa expressão é tão sexy! Você está tão sexy Alexander… esse seu terno branco, uau! Não esperava isso de você. - deixou o moreno sem jeito.- Ah e amo essas suas bojechas rosadas! - roubo um beijo cheio de amor e arrumo sua gravata.

- Vamos?

- Vamos!

Naquela noite a neve caia  em toda a New York, pela janela do grande Teatro podia se ver a imensa cidade calma e luxuosa. Alec não tirava os olhos da pista de dança enquanto bebiricava sua taça de vinho e analisava o salão.

- Esta gostando?

- Um pouco… só…. Bem…. Isso é novo pra mim.

- Porque quis vir aqui?

- Por você Magnus, sei que gosta de festas requintadas e cheias de luxo. - seus olhos fitava o chão. Levantei seu rosto para fista-lo nos olhos.

- Alexander Lightwood eu amo estar com você em qualquer lugar. Não importa se é na minha sala apenas conversando, ou no parte te olhando, ou até em um café de quinta categoria com um lobisomem briguento. - Alec sorrio e destruiu vários beijos pela face do rapaz.

- Magnus Bane aceita dançar com esse atrapalhado rapaz? - estendeu sua mão e coloquei a minha sobre a dele.

- Com o maior prazer.

Caminhamos até o centro do salão, demos as mãos e sutilmente trouxe Alec perto o suficiente para estar grudado nele. Senti a batida do sei coração e o suor em suas mãos.

- Esta nervoso?

- N..não! - sua voz trêmula o denunciou.

-É sua primeira vez?

- Sim… Izzy tentou me ensinar essa semana, mas… digamos que não fui um bom aluno. - Não consegui segurar meu riso com aquele beicinho e cara de frustrado.

- Izzy não te deu o estímulo apropriado. - colei nossos corpo colados.

- Sinta nosso corpos se movendo, sinta a música e olho apenas em meus olhos.

No início Alec teve dificuldades, mas logo pegou o ritmo. Deitei - me em seu ombro e dançamos a noite toda.

De todas as noites até agora essa era a melhor. Alec e eu nos encontrávamos em nosso mundo particular, sua batida ritmada e seus longos suspiram embalaram a noite, poucas palavras se foram necessárias. Essa noite sentimos que éramos um.

Poderia ama - lo eternamente… como queria ama - lo por toda eternidade. Ter ele ao meu lado todas as manhãs, tardes e noites. Que aqueles grandes olhos azuis fossem minha primeira visão pela manhã e à última durante a noite. E aqueles lábios, há aqueles lábios, fossem eternamente um receptáculo de nossos apaixonados beijos. Sentir aquele cheiro de café que tanto me agradava e ouvir sua voz angelical ao entregar minha xícara.

Como eu amava, não… como eu amo esse homem.
                                  
                               ***

- Deveria ter pedido ele em casamento enquanto podia. - uma estranha voz quebrou o universo que me encontrava, levando - me para um local estranho.

Era um misto de magia e paz que invadia o meu ser, naquele estranho local. Parecia ser uma floresta cheia de luz, flores brilhantes e pó mágico no ar. Um homem com grandes assas brancas  se encontrava em cima de uma árvore, a voz aparentava ser dele.

- Não estava pronto ainda… - olhei para baixo, pois a vergonha do medo que senti me consumia.

- Nunca estamos pronto para um passo desse… porém agora de nada adianta. Você o perdeu para sempre! - olho para cima e vejo um corpo como o de Alec nos braços do que parecia ser um anjo.

- Devolva - o para mim! - uma angústia me tomou.

- Jamais, você perdeu a chance de deixa - lo feliz! Agora ele pertence a mim! Farei dele meu… para todo sempre!

Um misto de medo, fúria e angústia consumiu meu eu ao ver aquele maldito anjo beijar os lábios do meu amado. Gritei por Alec, porém minha voz não saia tentava alcançar ele e o anjo de assas negras como a noite e os olhos vermelho como sangue em vão. Fui puxado por mãos que me arrastavam para dentro da terra cada vez mais longe de Alec e do anjo de risada diabólica.


Notas Finais


Tá fofo vai!!!! Amanhã tem mais!!! Quem sabe eu paro de torturar vocês ou faço mais um drama, ainda não me decidi hahahahahha

Quero a opinao de vocês, o Alec deve viver? Se sim porque!!!!


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