História Um anjinho para nós - Capítulo 11


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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Ithuriel, Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Raphael Santiago, Raziel, Robert Lightwood, Simon Lewis
Tags Alec, Anjos, Instrumentosmortais, Magnus, Malec
Exibições 105
Palavras 1.466
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Magia, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Meus lindos!!!! Como vocês estão?? Espero que felizes, pois hoje finalmente vamos saber se Alec sobreviveu o morreu....

Capítulo 11 - O despertar


Fanfic / Fanfiction Um anjinho para nós - Capítulo 11 - O despertar

Nathaniel corria de um lado para o outro do paraíso sem sabem o que fazer, viu seu amado menino ser quase morto e não pode fazer nada. Viu Alec sendo ferido e sentiu a dor que Enzo estava sentido, porém estava de mãos atadas. Mah e Miguel haviam sido bastante claros, nada de visitas ao menino. Miguel estava ao seu lado e viu seu desepero ao ver Alec morrer, porém o proibi de fazer qualquer coisa….
- Nathaniel não pode ficar aí parado… o que devo fazer… pensa Nathaniel… pensa!!!
Uma repentina idéia pessoa por sua mente. Seria arriscado e teria que se revelar para Enzo, todavia valeria a pena. Não sobreviveria ao ver seu menino triste pela perda do pai e carregando ainda o farto de não ter feito nada.

Ao chegar no quarto de Enzo faço com que todos na casa dormisse. Caminho lentamente até a cama do menor e sinto meu coração bater mais rápido ao ver aquela face tão angelical com  o semblante abatido. Por um prevê momento penso em seguir as ordem de Miguel, todavia ouço o menino sussurrar em meio a um sonho:

- Papai! Papai! Eu te amo… volta pra mim… me perdoa… - era um misto de choramingo e sonolência. Que me levou a não desistir.

Coloco minha mão em suas costas e noto que está gelado.

-  Enzo… Enzo, acorda anjinho. - o pequenino boceja e lentamente levanta.

O menino fica sem palavras ao ver as assas do rapaz, pensa em dizer algo todavia as palavras não conseguem sair.

- Me chamo Nathaniel… e bem…. Posso ajudar com  o seu pai, por isso te acordei. - o menino levanta e segue em direção às assas e gentilmente passas as mãos nela.

- Jura que pode ajudar Papai? - pergunta enquanto analisa o loiro a sua frente.

- Se não pudesse não estaria aqui! - o nervosismo e o medo de ser pego me consumiam.

- Ótimo! Você é meu anjo da guarda? - pergunta o menino já saindo do quarto e seguindo para o de seus pais.

- Digamos que sim… é complicado. - mexo no cabelo para tentar passar o nervosismo.

- Papai e Papi não gostam muito de anjos, mas você me parece legal e forte. Quando crescer vou ser um Caçador de sombras feticeiro, aí não precisarei mais de um anjo da guarda, mas se quiser pode cuidar de meus pais como esta fazendo hoje. - chegam na porta trancada o que deixa o moreno tristonho. Mas logo pego ele é sigo para janela do corredor.

- Será um grande guerreiro, porém ainda vai precisar de anjos te vigiando. É nossa obrigação observar  o mundo e não interferir, logo sempre vai ter alguém olhando por você mesmo não querendo. - abro minhas grandes assas e saio voando até a janela aberta do quarto do casal. O coração do menino dispara e ele se agarra em meu corpo. Quando pousamos sua respiração voltou ao normal aos poucos.

Me aproximo do corpo dos dois homem. Observo o grande ferimento em Alec e noto também que sua vida já não estava ali.

- O que vai fazer para salva - lo? - o menino se aproxima com a voz chorosa e os olhos já cheios de lágrimas.

- Não chore! Vamos salva - lo eu prometo! Mas preciso da sua magia, preciso que repita umas palavras comigo..

- Ainda não sei domina - lá direito e se meu pai não conseguiu salva - lo como eu…

- Xiuu! Confie em mim! Agora me de sua mão, estique a outra para o corpo de seu pai e repita comigo. - o menino fez o que  ordenei e ao pegar em minha sentimos uma força inimaginável fluir por nós. - Že život pochádza zo smrti, skrze lásku, ktorá spája nebo i zem. V mene večného života daného človeku v záhrade a potvrdila skrze krv, volal Alexander Lightwood späť do tohto sveta. Aká časť našej večnosti je daná výmenou za ním.

O quarto tremeu e foi tomado por uma luz dourada que emanava tanto de mim quanto do pequeno anjinho ao meu lado. Alec aparece como espírito dentro da luz e entra dentro de seu corpo, uma luz ainda maior invade o quarto quando a primeira arfada de ar é dada pelo moreno. Enzo desmaia em meus braços após terminarmos o ritual. Levo ele até sua cama, deito o amável anjinho na cama que por um curto momento da um sorriso.

- Valeu a pena, só espero que não conte para ninguém. - o menino pega meu braço, sorri e se levanta um pouco.

- Muito obrigada meu anjo da guarda! Prometo que não vou contar a ninguém! -  ganho um abraço do menino que faz meu coração disparar por um instante, e ritribuo o afeto.

Deito - o novamente na cama e ordeno que volte a dormir. Deixo escapar um sorrio ao ve-lo bater continência, gargalhar e se deitar. Vôo de volta ao Jardim com uma chama de alegria ardendo em meu peito. Nunca vou me esquecer daquele olhos azuis e daquele maravilhoso sorriso. Valeu o risco ter ajudado o pai de Enzo, enquanto tiver forças prometo a mim mesmo proteger Enzo e sua família de todo mal que o cerca.

                                      ****
Na manhã seguinte Alec acorda sentindo ou pouco de dor, porém percebe que é de ter Magnus encima de si. Pensa em tirar o amado de seu peito, porém flexes de lembras da noite anterior fazendo soltar um grito. Magnus cai da cama ao ouvir o grito do amado e fica sem fala ao ve-lo de pé, sei coração dispara e uma alegria o congela no chão.
Alec nem nota o espanto de Magnus que estava em estado de choque e sai correndo para ver como seu filho estava. Abre a porta de Enzo com todo e se depara com seu filho dormindo em uma paz genuína. Sua respiração acalma e seu coração volta a bater no ritmo normal. Porém uma mão o puxa pelo ombro.
- Alec! Você está vivo! Magnus conseguiu salva - lo! Jace, Clary, Simon venha ver! Alec está vivo! - Izzy o abraça e beija cada canto do rosto do irmão.

Seus amigos logo chegam o abraçando e tocando em seu rosto. Todos estavam alegres e pasmos demais para ver que Alec estava confuso com toda  situação.

- Porque estão agindo assim? É óbvio que não morre? Nem ao menos me feri, se não estaria sentindo dor… - a confusão em seus olhos fez com que  Jace o sentasse na sala e contasse tudo.

- Não pode ser? - o moreno ficou branco e em choque, não sabia o que pensar… suas mãos tremiam e não consegui respirar direito.

Magnus saiu correndo do quarto quando finalmente percebeu que Alec estava mesmo vivo e aquilo não era apenas um sonho.  Entrou seu amado em pânico no sofá e correu para abraça - lo.

- Xiuu!!! Já passou Alec, agora você está vivo e com sua família! - o moreno se agarrou a ele e depois de se acalmar deu um longo beijo.

- Obrigada Magnus! Obrigada por ter salvado nosso irmão! - disse Jace e Izzy em armonia.

Magnus não sabia se fora ele mesmo que salvará Alec ou se por um milagre seu verdadeiro amor havia voltado dos mortos, todavia naquele momento nada mais importava a não ser te lo em seus braços. Magnus percebeu que precisava estar com Alec junto dele para todo o sempre. A coragem preencheu o corpo do feticeiro que se  levantou, levantou Alec e sorriu.

Com todos ali presentes Magnus foi em direção ao quarto fez aparecer em sua mão uma caixinha, onde estava o anel que Alec sempre olhava de canto de olho quando o casal ia a uma joalheria. Respirou fundo e seguiu novamente para a sala.  Todos estavam conversando sobre o alívio que estavam sentindo quando o rapaz entro no ambiente. Os olhares curiosos se pararam no feticeiro quando tal se ajoelhou em frete ao moreno.

- Alexander Lightwood aceita se casar com ele tolo feticeiro, que precisou te perder para tomar coragem de pedi - lo em casamento? - seu coração disparou e suas mãos suavam.

A caixa estava aberta e o anel de 18 quilates talhado a mão com um diamante  mediano no meio em forma de coração a mostra tremiam devido ao nervosismo de Magnus. Alec estava sem chão, uma felicidade enorme o preencheu… nunca imaginou que Magnus um dia o pediria em casamento. Quando seus músculos finalmente reagiram se Voou no colo do amado, derrubando ambos no chão.

- Sim! É claro que sim! - Alec sorria e beijava Magnus no chão. Que com muito esforço conseguiu colar o anel na mão do moreno, enquanto recebia muitos beijos em tal.


Notas Finais


Gostaram da surpresa?? Finalmente Magnus tomou coragem hahhaha só depois de perder que percebeu que já estava passando da hora de pedi - lo em casamento


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