História Um anjinho para nós - Capítulo 12


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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Ithuriel, Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Raphael Santiago, Raziel, Robert Lightwood, Simon Lewis
Tags Alec, Anjos, Instrumentosmortais, Magnus, Malec
Exibições 103
Palavras 2.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Magia, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu não aguentei!!! Precisei postar isso rápido!!! Pedi ajuda a tudo e não consegui me segurar!!! O tão esperado casamento!!!

Capítulo 12 - O Casamento


Fanfic / Fanfiction Um anjinho para nós - Capítulo 12 - O Casamento

Já havia se passado dois anos desde o surpreendente pedido de Magnus. O casamento seria no dia seguinte e todos os preparativos já estavam feitos.
Demorou dois longos anos para Magnus e Alec entrarem em concordância sobre como seria. Enquanto um queria algo extravagante e cheio de luxo, o moreno queria algo simples e rústico. Todos os amigos estavam surtando com a indecisão do casal. Todavia finalmente conseguiram chegar em um consenso.
 
O local seria uma agradável clareira perto da casa de Ragnor em Londres. O altar estaria cheio de flores brancas e gramíneas formando um imenso arco, a tenda que o cobria era de um prateado brilhante como as estrelas. Todo o local era coberto pelas folhas brancas das árvores, dando ao local um toque se magia.  Os troncos decorados com flores brancas e rosas bem claras formavam a cadeiras  com detalhes talhados a mão. Um o grande tapete de flores brancas e cheio de pétalas vermelhas terminavam de completar o local.

Já para o jantar e baile usariam o grande salão de Ragnor, onde o luxo transparecia em cada detalhe. As mesas estavam cobertas de uma toalha prateada e  um grande vaso dourado com flores vermelhas e uma única preta no centro. A grande mesa do bolo de 4 andares todo branco com runas douradas e dos bonecos ( um idêntico ao Magnus com uma blusa de onça, uma calça preta e suas botas douradas; outro com uma camisa preta, uma calça preta e um coturno também preto idêntico ao Alec)  entrava em contraste com os doces gourmet.

O casal havia decidido que Alec teria Jace e Izzy como padrinhos, enquanto Magnus teria Ragnor e Merida.

O grande dia havia chegado Alec se encontrava, em um dos quartos da casa, terminando de colocar seu terno branco com detalhes em preto. Um misto de  nervosismo, ansiedade e alegria deixaram suas mãos trêmulas, seu coração disparado, seu estômago embrulhado, sua respiração pesada e seus pensamentos confusos. Nunca sentiu tanto medo em sua vida. Jace entra pela porta tirando seu parabatai do transe que se encontrava.

- Esta nervoso?

- Magina! Só vou me casar com o Alto feticeiro do Brooklyn… - a respiração ofegante do rapaz fez Jace cair na gargalhada.

- Quem diria que Alexander Lightwood um dos melhores caçadores de demônios de toda a Idrís, depois de mim é claro, tem medo de se casar! Pelo anjo cara, rebola essa bunda linda que você tem até o altar e deixar aquele feticeiro sem fala!

- Eu concordo com o Jace,  você vai deixar Magnus Bane com um fogo que olha! - disse a morena entrando pela porta - Agora maninho quero ver seu melhor sorriso e vamos logo para o altar se não esse casamento não sai hoje!

Alec tomou coragem e foi esperar Magnus no altar. Todos já estavam lá reunidos, do lado de Magnus haviam poucas pessoas que Alec conhecia, apenas Merida, seu marido e filha eram familiares ao moreno, o resto era um bando de fadas, elfos, feticeiro e tudo mais que se podia imaginar. Já do lado do caçador haviam poucas pessoas, Clary, Simo e alguns caçadores do instituto. Todavia mesmo com toda a felicidade haviam três lugares vazios dos quais Alec não tirava os olhos.

- Lamento, mas eles não vem maninho…. - disse a morena com um toque de triste em sua voz.

- Eu sei…. Papai e Mamãe nunca vão aceitar e Max já… você sabe - uma tristeza abateu o rapaz.

- De tempo a eles! Sei que cedo ou tarde iram aceitar. Agora deixa eu arrumar essa gravata que está um horror, só o Jace pra fazer um treco tão feio assim! - os dois rapazes riram para descontrair o ambiente.

Meia hora havia se passado e nada de Magnus chegar, aquela demora toda já estava deixando o moreno a ponto de desmaiar.

- Será que ele mudou de idéia? Será que ele não vem? - Jace coloca a mão nos ombros do parabatai e olha bem no fundo dos olhos dele.

- Alec se aquela pupurina ambulante não chegar aqui em 5 minutos eu vou até o inferno se for preciso e trago ele… tenho certeza que ele não vai desistir de se casar com você… deve tá passando um quilo de maquiagem pra tentar crescer aqueles olhos de flango que ele tem. - o moreno solta um leve gargalhada ou ver o esforço que o loiro estava fazendo para acalma - lo.

  Alec perde o ar ao ouvir a música Little Things, seu coração dispara e suas mãos tremem. Esta a ponto de desmaiar quando vê Enzo entrar de terno, segurando em sua mão as alianças e na outra a mão de Lumina, que segue jogando flores vermelhas. Segundos que parecer horas se passam e Magnus entra, com um terno branco com detalhes em dourado,  que conforme ele anda brilham como estrelas. Ragnor está segurando Magnus que caminha lentamente até o altar.

O coração do feiticeiro bate em um ritmo desordenado, sua respiração pesada e  desconecta embalam seu caminhar. Nunca nos seus 500 e poucos anos sentiu seu estômago embrulhado como agora, além de não conseguir pensar em nada além de como Alec esta maravilhoso. O terno branco do rapaz contratava com aquele brilhantes cabelos negros e aqueles olhos azuis brilhantes com as lágrimas que insistiam em sair, os lábios rosados do rapaz estavam abertos revelando um sorriso estonteante. Todos os convidados podiam sentir o amor presente naquele local.

Ragnor e Magnus chegam ao altar e meio desajeitado Alec desce para pegar a mão do amado.

- Cuide bem desse gatinho, em caçador! - Ragnor sorri e faz um tô de olho para o moreno que fica sem jeito.

- Pode deixar, eu sempre darei meu melhor! - Magnus sorri e beija delicadamente a bochecha de Alec, sumpreendendo a todos.

A cerimônia começa e não há uma pessoa presente que não chore, até Jace deixa cair algumas lágrimas.

- Antes de torna - los maridos, peço que leiam seus votos de casamento.

Magnus faz aparecer uma pequeno papiro e começa a ler com uma voz meio rouca devido a emoção e as lágrimas.

- Alexander, meu Alexander… quem diria que em meus 500 e tantos anos iria me apaixonar  pela primeira vez   por um filho do Anjo. Como muitos aqui sabem já tive várias paixões e casos, todavia meu coração nunca bateu por ninguém como bate por você. A cada manhã acordar com esses diamantes azuis ao meu lado me torna o homem mais feliz do mundo, seus sorrisos fazem os dias mais simples os melhores da minha vida, seu cheiro me deixa sem chão e sua voz é de invejar até os anjos, sua pele branca é minha perdição e seus fios negros terminam de esculpir a obra de arte mais perfeita de todas. Mas não foram esses perfeitos detalhes que me fazem amar você, ah não.. até porque daqui 20, 30 anos ainda estarei ao seu lado e você não será mais assim…. Eu te amo porque quem você é; amo pois foi a primeira pessoa que se pôs a me proteger, o primeiro Lightwood que pensa nos outros antes de si mesmo, alguém tão inocente… hoje nem tanto assim - ambos soltam um leve sorriso- Alguém tão inocente que mesmo que queira não consegue esconder seus sentimentos, amo porque você é o único homem que me leva a loucura e consegue me trazer paz ao mesmo tempo. Alexander eu prometo que você sempre será a luz da minha eternidade, mesmo que não sejamos eternos nosso amor será eternizado nesta terra e no meu coração.  Eu te amei desde do dia em que coloquei meus olhos nos seus naquela festa em minha casa.

Alec tentou segurar as lágrimas, mas não conseguiu. A cada palavra de Magnus o fogo do amor que sentia por aquele homem o transbordava. Nunca imaginou que Magnus o amava tanto e depois dessas palavras soube que mesmo com a sua morte o amor dos dois seria eterno.

- Magnus Bane, Alto feticeiro do Brooklyn  meu coração dispara ao olhar seus olhos a cada manhã. Juro que as vezes penso que estou vivendo um sonho, que um dia vou acordar em meu quarto no instituto, tendo apenas lembranças e um vazio, porque sinceramente  você é bom demais para ser verdade. A cada instante desde que nos conhecemos o amor que eu sinto por você crescer. Sei que errei muitas vezes com você, que não sou perfeito e serio até hoje não entendo o que vê em mim… mas meus dias são perfeitos com você, meu primeiro beijo foi com você…v-você foi meu primeiro tudo e será meu último tudo… quero passar todos os dias acordando com o seu cabelo bagunçado e dormir com seu corpo colado no meu. Quero jurar a cada manhã que te amo como se fosse a primeira vez… quero te revelar todas as noites que você me faz o homem mais feliz de toda a eternidade, q-que seus beijos me levam ao céu e esse seu corpo ao inferno. - o asiático ri - Eu te amo tanto que não existe palavras para descrever como me sinto quando te vejo, passaria a vida toda sem ao menos saber o que é viver se não tivesses te conhecido.  Meu Feiticeiro eu te amo com todas as forças que tenho e sempre vou te amar, pois você é quem me completa… nossos corpos se encaixam como se fossem feitos um para o outro…. Hoje eu me entrego pra você mais um vez, como fiz desde que te conheci.

Todos os convidados se emocionam com o descurso de ambos. Pela primeira vez Jace percebeu que Magnus cuidaria muito bem de seu parabatai, o medo de ver o amigo sendo esquecido pelo promíscuo feiticeiro se foi e uma suave simpatia surgiu no lugar. Izzy não sabia mais onde achou tantas lágrimas, estava feliz que finalmente seu amado irmão havia realizado seu sonho. Ragnor percebeu que o caçador talvez não seria um parceiro tão ruim para seu amigo a final e concerteza Magnus o amava como nunca amou ninguém. Clary estava em euforia junto com Simon, ambos nunca haviam visto um casamento tão maravilhoso e nunca shipparam tanto um casal, ja estavam sonhando como seria o deles com seus parceiros. Enzo sorria e imaginava se um dia acharia um amor tao verdadeiro e forte como o de seus pais. Não havia uma pessoa naquele local que não foi tocado pelo áurea angelical do amor de Malec.

- Com isso só me resta perguntar: Alexander Lightwood você aceita Magnus Bane como seu legítimo esposo para ama - lo e respeita - lo, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueiza ou na probreza até que a morte os separe? - naquele instante o moreno sentiu que nunca viveu um dia tão maravilhoso com aquele, a alegria que o preenchia era inesplicavel.

- S-Sim! -  com as mãos trêmulas pega a aliança escrita no verso ( My Sorsere) e colocou no dedo dele.

Magnus estava com os olhos brilhando e pela primeira vez na eternidade sentindo como se o mundo pudesse finalmente acabar, porque nenhum dia seria tão perfeito como este.

- Magnus Bane você aceita Alexander Lightwood com seu legítimo esposo para ama - lo e respeita-lo na saúde e na doença, na alegria ou na triste, na riqueza ou na pobreza até que a morte os separe?

- Sim! - Magnus pega a aliança de outro escrita no verso ( My Angel) e colocou no dedo do moreno, depois depositou um suave beijo em sua mão.

- Então pelo poder investido a mim, como Juiz de paz eu os declaro Maridos até que a morte os separem. Podem se beijar.

Com um suspiro vindo dos convidados ao fundo, o moreno puxa o homem a sua frente para um beijo carregado de amor e gentileza. Aos poucos o beijo foi ficando mais quente do que o esperado e ambos esqueceram de onde estavam.

- Ei Ei Ei!!! Vamos guardando esse fogo aí para a Lua de mel! Temos crianças aqui seus pervertidos! - Jace afastou os dois interompendo o beijo e deixando seu parabatai rosa.

- Quem aí está afim de um festa??? - disse Enzo tentando fazer o pessoas ir logo, para finalmente poder colocar algo no seu estômago.

- Esse concerteza é filho do Magnus! - disse Ragnor.

- É do Alec ou você acha que não conheço essa desculpa esfarrapada para atacar a mesa de doces! - disse a morena desarmando o penteado do rapaz.

- Concordo com o Enzo vamos a festa! - disse Magnus abrindo um portal para todos. - Até porque quanto mais rápido irmos, mais rápido poderei tirar toda essa sua roupa! - sussurrou para o moreno, juntamente de um sorriso pervertido.


Notas Finais


Espero muitoooo que tenham gostado, porque assim super pressão pra fazer o mais bonito possível... na festa vai aparecer mais os convidados hahahah tive que focar nesses dois! Comentem se gostaram por favor!!!! Aí tô morta aqui!!!


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