História Um anjo do Céu. - Capítulo 2


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Elsa, Emma Swan, Lilith "Lily" Page, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Roland, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Tinker Bell
Tags Once Upon A Time
Exibições 73
Palavras 1.612
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um capitulo fresquinho!! ahhahaha

Capitulo dedicado a Zangada Bond como presente de aniversário... Espero que tenha gostado *-*

E agradecer também a todos os favoritos, acompanhamentos e pessoas perdidas que passam por aqui! rs
Obrigada de coração ^^'

Então sem mais delongas! Me desculpem pelos erros de ortografia... E... Vamos a história!

Capítulo 2 - Um Adeus?


Fanfic / Fanfiction Um anjo do Céu. - Capítulo 2 - Um Adeus?

Horas antes.

— Senhoras e Senhores passageiros, boa noite... – Anunciava a voz já conhecida do piloto que ecoou mais uma vez pelo interior do avião, acordando Regina e o restante dos passageiros de seu sono. A morena levou suas mãos até a máscara que escondia seus olhos de qualquer tipo de luz levando até o topo da cabeça, enquanto ouvia atentamente o que o rapaz dizia. – Desculpe acorda-los, mas em instantes passaremos por uma grande área de turbulência, por isso solicitamos que voltem o encosto de sua poltrona para a posição vertical, mantenham a mesa fechada e travada... – A voz no autofalante parou e voltou novamente. – E afivelem os cintos... O serviço de bordo estará suspenso até que o avião estabeleça a sua rota. Obrigado! – Um chiado mais alto foi dado indicando o termino da ligação ao mesmo tempo em que a aeronave começava dava leves sacudidas.

No mesmo instante, ela pode ouvir o levantar das poltronas junto com o barulho de “trec” do cinto dos outros passageiros e, espelhando-os, voltou a sua poltrona para a posição vertical, afivelando os cintos e conferindo o aviso de “atar cintos” e “proibido fumar” no alto de sua cabine. Regina gostava de seguir fielmente as ordens expostas pelo piloto, graças a sua adorável esposa que a alguns anos atras “acidentalmente” havia feito ela assistir a um documentário sobre quedas de aviões que passava na TV a Cabo. “Acidentalmente” porque ao sentar no sofá, a loira sentou também no controle da televisão e, como o destino que adorava pregar peças, parou justamente no tal canal. Ela passou então a ter medo do que poderia acontecer, caso uma coisa simples com uma mesinha destrancada pudessem causar. Era uma coisa boba, mais ela não queria simplesmente arriscar.

Seu companheiro de fila | e também novo amigo | havia acabado de acordar, lhe desejando um bom dia e fazendo o que foi solicitado pelo piloto. Ainda estava escuro quando a morena puxou a “cortina” da pequena janela que o avião disponibilizava e ali ela pode se encantar com a beleza daquela madrugada. Um lindo sorriso nasceu em seus lábios naquele momento e ela pode contemplar ali como a natureza era bela.

O céu era uma mistura perfeita de preto com azul escuro, dando um contraste melhor no azul, a lua cheia também não ficava para trás com seu branco amarelado que dava um brilho a mais naquela imensidão, mesclado é claro com as estrelas que pintavam todo o local. Mais à frente ela conseguia ver uma densa nuvem cinza e branca, mas nada que tirasse a beleza daquele momento.

Eram momentos assim que faziam com que Regina amasse a noite. Aquela atmosfera apesar de sombria e melancólica dava um ar de liberdade, como um novo dia a nascer. Ela pregava que a noite servia para você ter a certeza de que um novo dia estaria chegando, com novas expectativas e esperanças e que não importava o quanto seu dia estava ruim, você sempre teria mais uma chance no outro dia. Emma dizia que o dia era melhor, que as chances de tudo dar certo eram maiores do que a noite. Regina discordava! Talvez por um programador preferir a noite para trabalhar, mas ainda assim, a noite sempre seria melhor! A morena abaixou poucos centímetros pegando seu celular de dentro da bolsa para fazer uma pequena gravação daquela paisagem e mostrar para sua esposa que a noite era definitivamente melhor que o dia e com aquela paisagem, Emma não poderia negar nunca! Depois de alguns poucos cliques seu celular foi guardado e ela virou para o lado, iniciando uma conversa agradável com o Sr. Clinton.

Aparentemente o senhor iria a França para uma reunião de família, da qual ele não via a mais de 15 anos, mas que parecia estar indo obrigado, ele não parecia ser casado e dava descaradamente em cima da aeromoça má em todas as oportunidades que podia. Medico em Nova York, havia se separado da mulher alguns anos depois do filho nascer, sem ter mais qualquer contato com eles, mas parecia não se importar.

Sua conversa seguia tranquilamente com o rapaz, que contava toda a sua vida como se fosse um daqueles senhores que adorava contar histórias para o neto e Regina ouvia tudo atentamente, contando também sobre a sua vida. Ele era um homem tranquilo de conversar, apesar das coisas que ele contava.

— Senhoras e Senhores passageiros, boa noite! Aqui quem fala novamente é o piloto... – A tal voz tão conhecida por todos da aeronave começou – Informamos que por motivos de segurança mudaremos nossa rota afim de uma viagem mais segura e tranqui... – O autofalante cortou a voz e voltou segundo depois. – Peço que todos permaneçam sentados e com o cinto afivelado para melhor segurança. Retornaremos nossa... – O autofalante cortou mas voltou em seguida. – ota assim que possível! Obrigado, boa madrugada. – Alguns minutos depois do autofalante ser desligado o avião fez um movimento direcionado a direita como se estivesse fazendo um contorno, retornando novamente a direção, se inclinando novamente para a esquerda e retornando a asa para a posição normal.

O avião havia entrado naquela densa nuvem negra que ajudava a enfeitar o céu, e agora sentia o balançar mais forte da turbulência. Ela não sabia ao certo porque estavam dentro da nuvem naquele momento, mas levou as mãos ao braço da poltrona quando sentiu que a turbulência ficava cada vez mais forte. Seu companheiro de fila juntou suas mãos a dela, numa tentativa falha de acalma-la. Regina odiava turbulências, sacudidas e qualquer coisa que fizesse ela se sentir em um liquidificador. Ela definitivamente não era acostumada com isso. Suas viagens costumavam ser sempre em família e ser sempre em um curto período de tempo dentro da aeronave, ela não gostava de ficar trancada em uma caixa a vários pés do chão, aquilo lhe causava um pânico terrível do qual apenas a Emma conseguia acalma-la. Aquele emprego havia caído do céu para ela, já que ela faria algo que gostava, com a chance de ajudar as pessoas, porém não ter sua esposa ao seu lado fez ela pensar várias vezes na possibilidade.

Emma | apesar do show para deixa-la ir embora | tinha comprado sua passagem. Como Regina iria sozinha pela primeira vez e com várias horas dentro do voo, ela procurou escolher o melhor acento e o melhor dia/horário para a viagem, | não que aquilo adiantasse muita coisa | mais loira imaginava que isso poderia melhorar o estresse. Fora que ela tinha também marcado o spa para que a esposa pudesse relaxar pós viagem e um presente que ela receberia quando chegasse no hotel. Tudo isso, para que Regina pudesse “perdoa-la” por não poder acompanha-la.

Uma nova chacoalhada foi dada jogando os passageiros poucos centímetros para o lado e para o outro e Regina novamente apertou a mão de seu companheiro. Seu olhar foi para o interior da aeronave e ela pode ver as mais diversas expressões no rosto dos passageiros, depois para o lado de fora da aeronave, onde ela não conseguia sentir, mais sabia que o vento estava tão forte quanto ela poderia aguentar se estivesse lá. O barulho do vento batendo contra a lataria do avião, parecia assustador como num daqueles filmes de terror em que você sabe que vai acontecer algo mais continua chamando. Ela não sabia muito bem o porquê de ainda estarem dentro daquela nuvem, eles não haviam mudado a rota justamente para a melhor segurança deles?

De repente o avião começou a chacoalhar mais forte do que o normal, as asas da aeronave pareciam uma gangorra naquele momento, indo para cima e baixo em uma velocidade impressionante, o barulho do vento começou a ficar mais forte fora da aeronave e, tudo aconteceu...

As luzes do interior do avião se apagaram quase ao mesmo tempo em que máscaras de oxigênio caíram do compartilhamento acima de suas cabeças. Regina imediatamente pegou o objeto amarelo de bolsa de ar branca pendurado no ar e prendeu sobre seu rosto. O restante dos passageiros espelhara seus movimentos com alguns entrando já em pânico. As mãos da morena foram a sua barriga acariciando o local gentilmente enquanto olhava para o rapaz ao seu lado. Ele tinha um sorriso tímido nos lábios, como se dissesse que estava tudo bem... Mas não estava, ela sabia que não estava.

O avião sofreu uma pequena queda de altitude fazendo os passageiros gritarem novamente. Inglês, português, francês italiano, japonês, árabe, russo? Ela não sabia ao certo que língua era, nem o que falavam, ela só sabia que todos tinham os mesmos pensamentos e as mesmas sensações. Outra queda de altitude foi dada e, o avião começou a descer violentamente. Se continuasse assim, ele iria se chocar ao oceano rapidamente. Gritos e mais gritos foram dados e sessados em seguida.

Em segundos a gritaria que estava no avião foi passando, como se todos tivessem perdido a voz, ou os sentidos e apenas a imagem de Emma e seus filho no aeroporto foi lembrada, quando Regina olhou para o lado.

O tempo parecia ter entrado em um estado slow, onde tudo acontecia em câmera lenta, as pessoas começam a desmaiar seguida pelo seu amigo que também abaixou a cabeça fechando os olhos e permitindo que sua mão caísse, até que ela própria caiu em seu sono profundo. A última imagem que ela teve foi de sua família, aquela família que mesmo em tão pouco tempo, encheu seu coração de alegria. Aquela mulher, que conseguiu enxergar nela mais que a nerd estranha dos livros, aqueles filhos que que ela amou incondicionalmente e que amaria para toda a eternidade. Ela se lembrou deles e esperava que eles se lembrassem dela...

Para sempre....


Notas Finais


Estou vendo o sangue nos olhos de vocês? >.<" Por favor! Não me matem!!

Então... Eu quis fazer uma parte só de Regina... Pra vocês terem um pouco de como ela é. Espero que tenham gostado... E repito...Por favor.... Não me matem mesmo! >.

Deem a sua opinião, sugestão, elogio, reclamação, duvida!... Todas serão lidas e respondidas com muito carinho!!

Então até a próxima!!


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