História Um anjo do Céu. - Capítulo 7


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Elsa, Emma Swan, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Roland, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Tinker Bell
Tags Once Upon A Time
Exibições 126
Palavras 6.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Primeiramente eu quero prestar condolência a todo os familiares dos presentes no voo que levava o time de Chapecoense para a colombia! Espero que Deus possa confortar o coração de todos vocês nesse momento de dor...
Chapecoense com certeza teria dado muito trabalho ao time da Sul Americana, então já são campeões só pelo que conquistaram!











Uma coisa que eu queria dizer é que, nem sempre as coisas são como parece ser ou imaginamos.... Lembrem-se disso :x

E sem esquecer de agradecer a todos os coments, favoritos e acompanhamentos! Vocês são muito especiais *-*

Quero pedir desculpas pelos erros de ortografias e demais erros que puderem existir na histórias... Juro que sempre reviso, mas talvez por ler tantas vezes eu acabo perdendo alguma coisa, então realmente me desculpem! Mas a história é boa, 'visse'. *-*

E vamos a mais um capitulo! Boa leitura... /o/

Leiam as notas finais ç.ç

Capítulo 7 - Qual é o tamanho de seu sonho?


Fanfic / Fanfiction Um anjo do Céu. - Capítulo 7 - Qual é o tamanho de seu sonho?

O ‘sumiço’ precoce de minha mãe, acordar com a gritaria no andar debaixo e meu irmão, que me abraçava como se eu fosse a única salvação para ele, era algo que mexia com o psicológico de qualquer criança de cinco anos! Principalmente quando conseguia-se ouvir do quarto principal da casa, a gritaria de sua mãe, algo que se quebrava e o silencio que passou a reinar logo em seguida. Essa era a ordem do que havia acontecido aquele dia, até eu ouvir a voz de minha tia Ruby em novamente a gritaria voltar.

Eu passei meus pequenos braços por seu pescoço e cintura e o abracei o mais forte possível contra o meu peito, sua lagrimas molhavam meu pijama de seda, mas naquele momento, eu não me importava, Matthews estava assustado e eu precisava acalma-lo! E aquilo foi o máximo que eu pude fazer para protege-lo! Algo havia acontecido e, eu sabia que a causa daquela baderna logo no começo da manhã tinha um 'dedo' de minha tia Ruby e Elsa.

Minutos depois, tudo ficou em silencio novamente e nas horas seguintes, vozes começaram a surgir na mansão. Lembro-me de ficar com medo de sair do quarto, mas ninguém pareceu sentir nossa falta naquele momento, então eu sai do cômodo quando já passava de 12hs e nossas barrigas começaram a reclamar de fome. Eu pedi ao meu irmão que ficasse ali, enquanto eu pegava algo para comermos e no momento em que desci as escadas, eu vi minha mãe, meus avós, tios e até amigos da família espalhados pela casa. Minha mãe estava desolada nos braços de minha avó, minha outra avó Mills estava deitada no sofá da sala principal com meu avô Mills que estava sentado na ponta do sofá e o restante das pessoas presentes desolados abraçados entre eles em algum outro canto da mansão.

Na época eu não sabia muito bem o que estava acontecendo, mas o abraço apertado de minha mãe loira em mim, dizia tudo o que ela queira dizer, mas não conseguia. Foi um dia doloroso para a família Swan Mills e, eu imagino o quanto foi difícil para minha mãe nos informar do ‘sumiço’ do avião e que, provavelmente nossa adorável mãe não estaria mais entre a gente!

Então eu prometi que cuidaria dela, que nunca mais a veria chorar e, que cuidaria dela para sempre. E assim eu tenho feito, ou tentado fazer, já que meu irmão começou com essa obsessão por encontra-la e, assim dar esperanças a minha mãe. 

Era uma situação difícil até mesmo para mim... Mas eu conseguiria retorna-la...

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Qual é o tamanho do seu sonho? Você já parou para pensar nisso?

Você já parou para pensar que são “n” as oportunidades a sua escolha, mas apenas uma opção é a certa para a sua vida? A “bola da vez”, “uma chance em um milhão”. Você já parou para pensar que uma escolha errada, poderia levar a sua felicidade embora para sempre? Meu professor de faculdade sempre mencionava uma frase quando algum colega não estava em seus melhores dias e eu passei a usá-lo em minha vida:

“Faça algo que você realmente goste e, então você nunca mais precisará trabalhar! ”.

Parece uma frase boba para se procurar em livros de autoajuda, mas, faz muito sentindo quando você faz algo que realmente gosta. E eu realmente encontrei, na verdade, eu nunca precisei me preocupar com esse detalhe pois, eu já tinha o meu sonho desde criança, um desejo de ser livre!

As horas que passei na quadra da escola treinando meus lances livres e jogadas, que imaginei fazer para uma plateia de pessoas que vibraria a cada pontuação minha, passou! Apesar de ainda conseguir ouvir o barulho do atrito de meu tênis contra o piso da quadra. Eu queria ir mais longe, queria voar, conhecer várias pessoas de vários países e suas culturas e, ainda que o basquete estivesse presente em minha vida até o presente momento, eu optei pelo turismo, que me dava exatamente isso, além de me dar também a opção de voltar para minha casa quando quisesse, é realmente incrível! Talvez esse sim, fosse o meu lugar no mundo, aquele que busquei seguir com muita perseverança até chegar onde estava.

Meus pais sempre me apoiaram em todas as minhas pequenas e grandes descobertas, sempre estiveram ali em minhas decepções, e sempre me apoiavam e incentivavam quando eu pensava em desistir de tudo. A ajuda de minha adorável esposa também foi primordial nesses momentos, principalmente nos últimos semestres, quando o estágio obrigatório surgiu e, ninguém queria me contratar. Meu desespero na época foi tamanho, que meus lindos cachos louros começaram a abandonar-me e fios brancos começaram a surgir em seguida.

Foi aí que Elsa apareceu em minha vida.

Depois de muito procurar consegui, uma entrevista na empresa de sua família e, depois de alguns pouco anos, quando nossos estágios e também o cursou terminou, nos juntamos para fundar a empresa. No começo apenas com o intuito de terminar o nosso TCC, depois com o sonho de trabalhar para nós mesmas sem precisar de um chefe mandando.

Não foi fácil manter a empresa, principalmente nos primeiros anos de vida, quando segundo pesquisas, de 5 a cada 10 empresas fechavam as portas depois de quatro anos, por falta de verba, cliente ou qualquer outro problema que pudesse ocasionar o seu fechamento. Mas ainda assim fomos persistentes, lutamos para mantê-la aberta e chegar onde estávamos e agora sorriamos ao saber que hoje em dia, empresas que um dia fecharam as portas para nós, pediam oportunidades de convênios.

As coisas mudam, tudo sempre muda.... Basta você querer!

Seus pensamentos divagavam nessas lembranças, enquanto ela andava pela rua totalmente decorada da ilha. Emma não sabia exatamente a quanto tempo estava andando, mas pode ver pela pouca mudança de ambiente, que haviam funcionários da prefeitura que estavam suspensos com escadas em postes e residências para prender cartazes e faixas, além de trocar as lâmpadas dos mesmos postes. Os postes que já estavam prontos, possuíam uma cor roxa na luminária, semelhantes as luzes das portas de entrada das casas, hotéis e hosteis e também das barracas que fechava toda a calçada por várias e várias quadras. O sol daquela manhã, ainda castigava os turistas que andavam extremamente alegres e satisfeitos por toda a cidade, se troncando ao passar por uma parte mais estreita ou para tirar fotos de algo interessante.

As pessoas pareciam alegres, felizes, como se nada mais pudesse atrapalhar a vida deles, assim como ela também se sentia. Foi então que um estralo atingiu sua mente e, ela percebeu pela primeira vez, que a falta que sentia de Regina não era perigosa. Emma sentia sua falta sim e, talvez nunca deixasse de sentir, mas, era algo diferente, como se aquela ilha tivesse lhe dado um novo sentido para viver. Nesse momento ela sentiu que, igualmente aos turistas daquela cidade, ela também se encontrava de bem com ela mesma, que pela primeira vez depois de anos, ela se sentia como quando estava com sua adorável esposa. Feliz.

- Mãe, a senhora está me ouvindo? – Matthews perguntou parando em seguida alguns passos atrás de sua mãe, que também havia parado virando-se para ele. Quando o adolescente viu uma enorme ‘interrogação’ em seu rosto ele cruzou os braços e bufou irritado, mostrando um lindo bico. Ela provavelmente não havia ouvido nada do que ele dissera nos últimos dez minutos.

- Hã? Desculpe, Teu. – Emma mostrou tímido sorriso para o filho. Ao olhar em volta dela, ela percebeu o quanto que eles tinham andado sem ela ao menos perceber. - Você poderia repetir? – Ela perguntou gentilmente. – Eu acabei me distraindo com essa bela cidade!

- Eu disse... – Ele olhou desconfiado para a mulher mais velha, mas depois sorriu em seguida cruzando seus braços ao dela e voltando a andar. – Que esse lugar é lindo! Antes de vim para cá, eu estudei sobre ele e, descobri coisas incríveis daqui! – Sua empolgação atingiu um alto nível, fazendo Emma jogar a cabeça para trás, em uma gostosa gargalhada.

Apesar de eletrônicos ser a sua ‘praia’. Matthews adorava viajar e fazia fielmente o seu ‘dever de casa’, estudando e conhecer o lugar do qual iriam visitar para ter um conhecimento melhor sobre a viagem. Na maioria das vezes, era ele o “guia” que indicava, mostrava e explicava os pontos principais da cidade e sua história, deixando Emma extremamente orgulhosa! Ele estava se tornando um ‘homem’ esperto e inteligente.

- É mesmo, pequeno gênio?

- É sim, “Roland” – Bufou. – Mas acho que a senhora não merece saber... – Seus braços se soltaram da mãe e ele seguiu o caminho alguns passos à frente da loira.

- Ah mais você vai me contar sim! – Emma sussurrou e correu, rodeando seus braços pela cintura do filho mais novo, suspendendo-o no ar e girando várias vezes seguidas, para depois colocá-lo novamente no chão e enche-lo de beijo na bochecha. Essa ação chamou a atenção de alguns turistas que sorriram e até mesmo fotografaram aquele momento ‘espontâneo’.

- Esses beijos são da mamãe? – Ele perguntou sério, embora ela soubesse que havia um sorriso quase nascendo em seus lábios.

- Sim... – Então ela beijou o outro lado do rosto várias vezes. – E esses são os meus!! – Mais beijos foram depositados, fazendo o menino gargalhar. – Então, agora eu mereço a sua história?

Matthews colocou o dedo indicador nos lábios, fingindo pensar e inflou o peito ao ver os verdes esmeralda da mãe tão cheio de brilho, ela realmente parecia feliz! O adolescente nunca havia visto sua mãe tão cheia de vida igual estava vendo naquele momento e, aquilo de certa forma o deixo feliz. Ele poderia facilmente culpar a cidade por tal feito, já que tudo que ele havia lido condizia com o que estava acontecendo com sua mãe e desejava que quando eles voltassem para New York, ela pudesse continuar assim.

- Acho que a senhora está perdoada, mãe! – Um beijo foi depositado em sua bochecha quando a mais velha o soltou e voltou a andar ao lado do filho. – É apenas uma lenda da ilha, mãe, mas, pareceu ser tão verdadeira que eu acredito! Do fundo do coração! – Ele pôs a mão no peito.

Emma passou a prestar atenção no filho, pois além de um ótimo estudante, ele também era um ótimo criador de histórias. O hostel não estava tão longe como antes e ela se sentiu mal por não ter dado atenção ao filho no caminho.

- Segundo a lenda... – Ele começou. - Essa ilha foi criada através de uma maldição feita pela rainha Má para punir o Príncipe Encantado e a Branca de Neve por terem roubado seu final feliz.

- Eu achei que os dois viviam felizes para sempre no "reino encantado".... – Emma comentou enquanto procurava o número do hostel.

- Não, não.... Esse aí são das histórias infantis que a senhora e o Roland contava para mim! – Suas mãos gesticulavam na altura do corpo e, a curiosidade de Emma atingiu o nível de empolgação dele. Ela estava curiosa! – A história dessa cidade é um pouco diferente! A rainha Má, que por sinal tem o nome de mamãe, estava prometida de se casar com o pai de Branca de Neve, o rei Leopoldo, só que Regina, a Rainha Má, era apaixonada pelo homem que cuidava do estabulo de sua família e em uma noite em que eles planejavam de fugir, a Branca de Neve viu os viu e correu para contar para a mãe da Rainha. Na verdade, a Branca de Neve tinha a intenção de ajudar sua nova amiga, mas foi persuadida e enganada pela mãe de Regina e, na primeira oportunidade que sua mãe teve, arrancou o coração do rapaz, esmagando na sua frente!

- Nossa... – Emma não sabia o que dizer.

- Pois é, depois disso, a Rainha Má passou os últimos anos seguintes encontrando uma forma de “punir” a Branca de Neve por roubar o seu final feliz e, foi através de um pacto com Rumpelstiltskin que ela conseguiu lançar a maldição e trazer todos os personagens das histórias infantis para cá...

- Eu acho que quem inventou isso, tem muita criatividade! – Emma sorriu olhando para o mapa e em seguida para o hostel número 910 a sua direita. O hostel tinha um estilo medieval, de dois andares e bem amplo na cor cinza, parecia ser antiga, mas não deixava de ser linda, como todas as residências por onde eles passaram. – Você conhece os contos dos “irmãos Grimm”? – Emma voltou seu olhar para o filho, e entrou no local, caminhando ao lado do filho em direção a recepção. – Pois parece bastante!

- Não tem nada a ver com as histórias dos irmãos Grimm, mamãe! – Ele respondeu parecendo ofendido. 

- Certo, certo... – Revirou os olhos e sorriu ao se aproximar da recepção. – Bom dia, eu tenho uma reserva no quarto 08.

- Está no nome de quem? – A moça perguntou gentilmente enquanto mexia no mouse.

- Mills, Emma Swan Mills. – Respondeu. – E a maldição.... Ela foi quebrada? - Voltou a olhar para o filho.

- A lenda diz que sim. – Ele deu em ombros. – Segundo a história da cidade, a maldição foi quebrada quando a filha da Branca de Neve apareceu na cidade. – Ele sorriu pegando alguns folders de cima do balcão. – E então todos tiveram seus ‘finais felizes’.

- E a Rainha? – Emma perguntou.

- Ela também encontrou o seu ‘final feliz’ – A atendente respondeu mas corou quando o olhar dos dois se voltou para ela. – Sinto muito, eu não quis me intrometer na conversa de vocês.

- Não... – O adolescente sorriu empolgado. – A senhora pode continuar...

- A ‘senhora’ estava no céu... – Sorriu gentilmente para o adolescente. – Mas, a rainha ajudou muito nossa cidade e ganhou o respeito de todos os moradores daqui, que começaram a trata-la com o respeito que ela merece. Então ela encontrou o seu ‘final feliz’ nela mesma! Quando ela entendeu isso, foi quando ela aprendeu a seu feliz...

- Ela encontrou o amor próprio, então. – As palavras de Emma saíram involuntariamente de seus lábios vermelhos enquanto prestava atenção na atendente.

- Sim... – A moça de cabelos ruivos continuou. – E graças a ela, todos os nossos antepassados puderam viver felizes! Alguns com seus True Love's

- O que é True Love? – Emma perguntou olhando para os dois.

- É o amor verdade, mãe! Muitos procuram, mas poucos realmente tem... – Matthews sorriu. – Como vovó e vovô. Eles são True Love, porque se amam e se correspondem com a mesma intensidade.... É como se eles dividissem um único coração, entendeu?

- Entendi... – Balançou a cabeça em confirmação, agradecendo a atendente.

A conversa sobre a cidade continuou pelos restantes dos dezesseis degraus do hostel e pelo extenso corredor que levava até o quarto 08 onde se encontrava seus pais e sua irmã.

- Em toda a minha vida... – Tinker resmungou tirando os olhos do aparelho móvel ao ver a porta do quarto ser aberta. – Eu nunca irei entender, como você consegue trocar um quarto privativo para ficar em um quarto de hostel e que, mal tem sinal de rede!

- Eu acho que você deveria parar de resmungar e curtir a cidade. - Emma retrucou.

- Eu iria, se não estivéssemos esperando você chegar com o fujão aí... – Deu em ombros.

- Desculpa, tia. – O menino abaixou a cabeça envergonhado.

- Está tudo bem, pirralho. - A loira mais velha sorriu. – Pelo menos você fez sua mãe correr.

- Onde está o Roland? – Emma perguntou preocupada enquanto digitalizava o quarto. – Ele não encontrou vocês?

- Encontrou sim, mas descobriu o terraço e está lá desde então... – Mary respondeu. – Meu Deus, o que houve com você? – Ela foi de encontro ao neto, passando os dedos no lado de sua boca.

- Eu cai apenas vovó... – Matthews respondeu fazendo careta com o toque no canto de sua boca.

- Esse chão tem um ótimo ''Jab”, então! – Tinker olhou desconfiada para a irmã.

Emma não respondeu a provocação da irmã, de que talvez ela tenha lhe acertado, e suspirou dando meia volta e seguindo pelo corredor estreito do hostel. Quando ela encontrou uma porta vermelha de emergência ela abriu, subindo mais um lance de escadas em direção ao terraço. Mais treze degraus, foi a contagem que ela fez mentalmente até abrir uma segunda porta e encontrar a claridade daquele lindo dia. A loira teve que fechar os olhos por alguns segundos até se acostumar com a aluminação e ver o filho que se encontrava em um conjunto de mesas próximo a um muro cinza de pedras, que lembrava muito a sacada de um castelo. Ele parecia distraído, brincando com o jarro de flor em cima da mesa.

O local era aberto, amplo e bem arejado, totalmente decorado com plantas, quadros e objetos de decorações, algumas redes eram presas em pilares e havia também uma grande sala de jogos do lado direito a porta de saída, onde havia mesas de sinucas e pimbolim, no local também tinha duas televisões e dois aparelhos de vídeo game da geração com quatro controles. Era definitivamente um lugar para se ficar em família.

- Será que posso me sentar? – Emma colocou as mãos nos bolsos traseiros ao se aproximar do filho.

- Claro que pode, mamãe. – Ele sorriu, oferecendo uma cadeira ao seu lado.

- Está mais calmo agora? – Perguntou.        

- Sim.... E, eu devo desculpas a senhora e ao Matthews, por mais cedo. – Ele abaixou a cabeça. – Mais eu não quero vê-la chorar de novo, mãe. – Ele suspirou levantando o rosto e, então ela percebeu que ele estava chorando. – Eu quero ver a senhora feliz, quero ver aquele sorriso que eu pouco me lembro, mas que eu sei que a senhora ainda tem! E com essa obsessão que o Teu está de encontrar a mamãe, eu sei que vai ser impossível!

- Oh meu amor! – Emma puxou o filho, abraçando-o o mais forte possível e permitindo que algumas lágrimas saíssem de seus olhos também. – Eu sou feliz! Eu sou feliz porque... – Ela soltou o filho olhando em seus olhos castanhos. – Eu tenho suas tias em minha vida, meus pais, meus sogros, meus amigos, mas acima de tudo.... Eu sou feliz porque eu tenho você e seu irmão ao meu lado. Eu amo vocês, Roland e nada me faz mais feliz do que poder acordar e ter vocês dois ao meu lado... – Seus dedos passavam carinhosamente por baixo dos olhos do filho, limpando pacientemente as lágrimas que teimavam em surgir.

- Então, a senhora me perdoa por te gritado com você e com o Matthews? – Abaixou a cabeça envergonhado.

- Eu sempre vou te perdoar, meu filho. – Ela suspirou levantando a cabeça do filho mais velho. – Mas por favor, me prometa que isso nunca mais se repetirá.... – Sua voz era doce e calma, como se quisesse demonstrar ao filho que estava tudo bem e, ele agradeceu por isso.

- Eu prometo, mamãe. – Ele sorriu.

- uhn.... – Emma sorriu de um jeito travesso. – Que tal uma partida de futebol? Como nos velhos tempos.

- Não posso.... – Fez bico. – Se não, a senhora me deixara de castigo pelo resto da vida por vence-la.

- Você anda muito confiante, Roland Mills! Saiba que ninguém nunca me venceu no futebol.

- Eu não sabia que existia vídeo games na época dos dinossauros, mamãe... – Provocou correndo em seguida para a área de jogos.

- Ora seu moleque! – Emma correu atrás dele.

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Estar com sua mãe ali, era como voltar a onze anos atrás e ver a alegria que ela mostrava apenas para a gente. Seu sorriso sincero de lábios vermelhos, seus dentes milimetricamente tortos e seus olhos tão verdes quanto a mais bela esmeralda, exibia a felicidade eminente em seu rosto. Sua mãe estava feliz, feliz como ele se lembrava a tantos anos atrás e, então ele pode sentir que sua promessa estava se cumprindo. Ele estava cuidando bem de sua mãe, seu irmão e sua família, estava sendo o homem da casa e se sentia orgulhoso de si mesmo por isso.

Os dois iniciaram uma conversa enquanto jogavam e um assunto foi levando ao outro até que à tardinha começou a nascer no céu ensolarado da cidade e aquele calor insuportável da manhã, começou a dar lugar a um frio agradável da tarde para eles. Emma gostava de conversar com o filho mais velho, gostava de saber sobre o seu dia, e sobre o que estava pensando, ela amava a facilidade que ele tinha de expressar as suas opiniões, seus conselhos e até mesmo suas brigas como uma forma de proteção. Seu filho tinha muito o seu temperamento, apesar da semelhança incrível com Regina. Estar com ele, era como estar com sua adorável esposa novamente.

- Gol! – O adolescente girou o braço de ferro da mesa de futebol e viu a bola entrar maestramente no gol de sua mãe. – E com esse gol, podemos dizer que eu ganhei de...

- Não enche... E vamos embora logo! – Emma soltou os ‘braços’ da mesa e se afastou caminhando em direção a porta de saída da sala.

- Qual é, mãe... – Abraçou a mais velha por trás. – Eu não sabia, que a senhora não sabia perder... – Zombou.

- Quer ficar de castigo? – Ela segurou os braços do menino preso a sua barriga. – Então não fale comigo pelos próximos cinco minutos.

O percurso até o andar em que sua família estava foi em silencio, que era quebrado apenas pelos turistas que estavam hospedados no hostel e das pessoas do lado de fora que conversavam sobre qualquer coisa. Apesar do pedido de Emma de ficarem calados, ela sabia, que aquele silencio era acolhedor e sincero. Ele estava em silencio, mas ela sabia que ele estava ali, para quando ela precisasse. Seu ‘bebe’ de quase dezessete anos, estava virando um homem!

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Se arrumar dentro daquele hostel foi realmente uma tarefa difícil para aquela família, principalmente porque o quarto tinha apenas um banheiro, o que dificultava em muito a vida deles. Depois de muito discutir e, pouco resolver, ficou decidido que os quatro mais jovens usariam o banheiro público do hostel e os dois mais velhos usariam o oferecido pelo quarto. Mary ainda se sentia indisposta da longa viagem que fizera com sua família e, mesmo depois de boas horas dormindo, ela ainda se sentia mal. Talvez se desse ao fato de sua pressão ter baixado razoavelmente durante o voo e a viagem de barco, ou talvez pelo fato dela não ter comido direito pelas últimas oito horas. O fato era que, a anfitriã da família precisava de um médico antes de qualquer outra coisa.

Depois de duas horas e meia se arrumando e dos três rapazes praticamente implorando para que eles saíssem, eles se encontraram no lado de fora do hostel e, então eles puderam se maravilhar pela linda decoração da cidade. A prefeitura havia feito alguns reparos nos enfeites e colocado mais algumas decorações ao redor das casas e postes, deixando ainda mais lindo toda a rua.

As luzes roxas em toda a rua, que até o momento estavam apagadas, começavam a aparecer à medida que o céu ia escurecendo, mostrando uma tímida iluminação da mesma cor, as barracas que se encontravam vazias até o horário em que eles entraram no hostel, agora estava completa com pessoas e objetos de vendas e as ruas que já pareciam lotadas, agora transbordava gente, dando uma certa dificuldade até mesmo para andar sem ‘troncar’ nos turistas. Os nativos da cidade eram reciproco em receber os turistas e faziam de tudo para que eles se sentissem bem e não tinha como não sentir de casa quando até mesmo o cheiro que o lugar emanava, era agradável.

Tudo levava a crer que no momento em que eles pisaram na ilha, eles se tornaram parte dela e, Emma tinha certeza disso desde o momento em que estava no barco. Aquela ilha realmente era um lugar especial.

- “Ralph Lementiz, favor comparecer ao posto 7. Seus pais estão à sua espera! ” – O alto falante informou.

- Vocês sabem porque as luzes dessa cidade estão roxas?

- Não... – Todos responderam enquanto andavam.

- Por causa da maldição? - Sua mãe arriscou e Matthews sorriu. Ela tinha realmente prestado atenção na conversa.

- Acertou, mãe! - O filho mais novo sorriu, fazendo um joia com o dedo. - Segundo a lenda, o roxo era a cor da maldição em que Rainha Má lançou e enviou os moradores da floresta encantada para cá, fazendo todos os moradores perderem a memória e viver o mesmo dia todos os dias. – Matthews abriu uma espécie de folder onde mostrava as luzes roxas no lado esquerdo da folha e luzes colorida do lado direito. – Olha, aqui são as luzes roxas, que enfeitam a cidade nesse período do ano! Ele dura exatamente uma semana e quando der 00hs de hoje, todas as luzes da cidade se apagaram e, uma grande queima de fogos vão clarear o céu, junto com as luzes coloridas que surgiram por toda a cidade.

- É como se reescrevessem a quebra da maldição? – Tinker perguntou curiosa.

- Mais ou menos isso tia! - Ele estava empolgado. - Na verdade, é mais para mostrar o perdão da cidade para a rainha. - Matthews apontou para a pracinha no centro da ilha. - Tem também o barco de Vinks que fica por três dias no centro da praça para queimar os objetos ruins que nos trazem lembranças ruins. Eu li, que eles deixam esse período de tempo, para que todos os turistas consigam jogar seus pertences dentro dele!

- Acho que vou jogar você lá, Teu! – Roland abraçou o pescoço do irmão. – Talvez assim eu possa aumentar o meu quarto!

- Seu quarto já e duas vezes maior que o meu e, eu sei que você me ama o suficiente para não ter coragem de fazer isso...

- Diz “duvido”...

- Du-vi-do... – Matthews sussurrou pausadamente, soltando-se do irmão e correndo.

- “Marcia Me....rrelhes, favor comparecer ao posto 7. Sua mãe está a sua procura”. – A música parou e o autofalante anunciava com um pouco de dificuldade o nome da pessoa.

- Matthews é sempre cheio de história, não é Ems... – Tinker puxou o braço da irmã para ela enquanto via os dois sobrinhos conversando na frente.

- Sim, ele sempre gostou muito de ler e Roland sempre o incentivou a isso! - A loira mais nova olhou para a irmã. - Eu acho que por isso o Teu se tornou esse garoto que lê até rótulos de produtos de supermercado.

- Eles puxaram isso de Regina, né. – Sua mãe entrou na conversa.

- Porque eles não podem ter tirado esse gosto de leitura de mim? – Emma alternava o olhar entre as duas mulheres.

- Porque nãos te conhecemos mais do que você imagina, maninha... – Tinker abraçou a irmã.

A família seguiu primeiro, para o hospital da ilha, onde Mary se consultou com um adorável medico que lhe fez alguns exames e a liberou em seguida, depois de ter certeza de que a senhora estava bem. Quando a família saiu do hospital, novamente puderam se encantar pela cidade, observando e contemplando cada objeto de decoração plantado em casas, barracas ou até mesmo em postes. Tudo era imensamente lindo, talvez o lugar mais lindo que ela já havia visitado. O barco Vinks que seu filho queria tanto visitar estava a alguns metros de distância deles, embora ela pudesse vê-lo facilmente de onde estavam. Havia pessoas também que passavam por eles jogando seus objetos pessoais e, ela se arrependeu de não ter trago nada significativo para jogar lá, mas, o que ela poderia jogar afinal? O que ela queria, aquele barco não poderia nunca lhe dar!

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- Emma, você tem certeza de que não teremos problemas? – Regina caminhava com Emma presa em seu braço. – Eu não acho que deveríamos estar a essa hora da noite na rua! – Sussurrou, confiando sua palavra a namorada enquanto vasculhava a praça Abingdon Square.

- Não se preocupe... – Sorriu, passando as mãos gentilmente sobre a sua cintura para um abraço apertado. - É só andar comigo, que eu lhe protegerei de todos os inimigos que possam aparecer...

Regina sorriu dando um selinho na namorada, segurando sua mão e voltando a caminhar pela praça pouco movimentada do local, até pararem em frente a uma fonte dos desejos. Emma se soltou da morena e correu até o lugar, parando em frente a uma estátua com Regina que que chegou segundos depois.

- Então quer dizer que a garota mais popular da escola, acredita em fonte dos desejos... - Regina pôs as mãos na cintura.

- Você sempre vai agir com sarcasmo quando eu lhe impressionar? – Levantou a sobrancelha enquanto olhava o rosto bem feito da adolescente ao seu lado. 

- Talvez... - Respondeu. - Qual será o seu desejo? – A morena perguntou olhando curiosa para a namorada.

- Não posso contar... – Sorriu. – Se não, nunca acontecerá...

- Uhn... Então provavelmente não contarei o meu também... – Regina sorriu e Emma pode reparar as curvinhas que nasceram em seus lábios, junto com seus olhos castanhos que se fechavam poucos centímetros. Uma de suas mãos foi até seu bolso dianteiro, pegando uma moeda prata e colocando em seu dedo indicador, já dobrado, seu dedo polegar foi para baixo da moeda e em seguida pressionado para cima, fazendo a moeda voar e girar seguidas vezes até chegar a água cristalina da fonte. Emma fez a mesma coisa, e ambas observavam a moeda que voava também de encontro a água.

Regina estava incrivelmente linda, com uma calça jeans de lavagem escura e uma blusa de frio da cor salmão, ela estava de all star preto, que fazia ela manter sua altura mais baixa que a loira e seu rosto, pouco maquiado, ganhava uma iluminação extra da luz do poste próximo a elas. Naquele momento, Emma percebeu que não desejaria mais nada que não fosse a "garota nerd dos livros" ao seu lado.

- Eu te amo, Regina Mills... – Emma se declarou pela primeira vez pegando Regina de surpresa.

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Roland e Matthews puxara a mãe de seus próprios pensamentos, puxando-a para perto do barco, onde alguns flash’s de turistas incomodaram suas vistas. Vários sorrisos foram exaltados naquele momento, de seus pais, sua irmã, e até de seus filhos, e naquele momento ela sabia que não queria mais nada, queria apenas que seu desejo continuasse presente.

- Vamos, mãe. – Matthews puxou gentilmente a mão de sua mãe. – Logo o barco vai pegar fogo, e eu quero estar em um lugar bom para isso.

- Samantha Davis, seus pais estão à sua espera no posto 7! – A música havia parado novamente, dando lugar ao autofalante.

O caminho foi curto quando uma barraca em si chamou a atenção dos meninos. Era uma barraca comum, igual a todas as outras, porém nela, havia vários brinquedos e, dentre eles um em especial que fez os meninos se hipnotizarem. Era um peão de madeira de tamanho normal, mas que havia pequenas luzes que piscavam quando o mesmo começava a roda e, imediatamente ela se lembrou de sua adorável esposa novamente.

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- O que vocês três estão aprontando? – Emma apareceu na porta da sala principal, onde estava Regina com os filhos.

- Roland queria um peão que brilha e mamãe vai fazer um peão que brilha! – Roland se levantou empolgado.

- Matthews quer! – O mais novo também se levantou, mas caiu em seguida fazendo careta.

- Uhn... Emma também quer, será que ela ganha? – A loira passou pelo cercadinho, entrando na sala principal.

- Emma, terá que trabalhar, para conseguir... – Regina sorriu.

- Porque eu tenho que trabalhar e eles não? – Sentou no chão com o mais novo se pendurando em suas costas.

- Porque alguém precisa trabalhar, enquanto fazemos arte.... Não é mesmo, meus amores? – Os castanhos de seus olhos cruzaram toda a sala até se encontrarem com os verdes da esposa, quando o sorriso ainda encontrava em seu rosto.

- Certo, o que eu preciso fazer?

- Você poderia abrir alguns pequenos buracos nos peões, enquanto eu coloco a luzinha nesse. - Regina entregou um peão a Emma

- Certo.

- Por favor, não se machuque... – Regina advertiu.

- Certo, fazer buraco sem me machucar! – Emma beijou a bochecha do mais novo. – Será que conseguimos, bebe?

- Mathews consegue! – O mais novos, em sua curiosidade, saiu das costas da mãe e sentou-se ao colo da mãe, com suas pequenas mãozinhas que tentavam insistentemente pegar o prego e o martelo, enquanto Emma pacientemente se desviava deles.

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- Eu vou querer esse aqui! – Roland logo puxou um.

- Eu também! – Matthews também pegou.

- São $10 dólares cada. – Uma senhora atendeu os dois com um sorriso no rosto.

- Vocês só têm $20 dólares para gastar o resto da noite. – Emma advertiu. – Tem certeza de que querem gastar agora?

- Sim!! – Os dois responderam ao mesmo tempo tirando algumas notas do bolso.

- Eu... Só tenho $10 dólares... – Matthews abaixou a cabeça chateado.

- Eu quero dois! – Roland entregou uma nota completa para a vendedora que entregou os dois brinquedos.

- Você vai ficar com fome depois... – O mais novo devolveu o brinquedo para a senhora. - Não posso aceitar...

- Está tudo bem, Teu. – Ele sorriu. – Eu comi antes de sair de casa, então esse dinheiro provavelmente voltaria comigo... – Roland deu em ombros pedindo o brinquedo para a senhora e entregou para o irmão. – Toma, é meu presente de aniversário para você! – Ele sorriu.

- Obrigado... – O mais novo corou.

- Vamos? – David chamou os quatro que caminharam atrás deles.

Emma realmente não poderia se sentir mais feliz com os filhos, ambos se mostravam cada vez mais unidos e educados, não importava quantos anos se passassem. Talvez sua adorável esposa realmente estivesse feliz por ela.

Já na praça, o casal de velho se sentou a uma mesa redonda conversando sobre algo enquanto esperavam seus lanches chegar, as duas irmãs estavam sentadas em um muro baixo de arvore, um pouco mais a direita e os meninos que conversavam no centro deles.

- Então, como se joga isso? – Tinker perguntou se afastando um pouco da irmã, se aproximando dos sobrinhos.

- É assim, tia – Matthews prendeu a corda no dedo da tia e entregou o peão. – A senhora vai jogar o peão assim e, depois vai puxar de volta. Está bem?

- Certo... – Ela balançou a cabeça. – Jogar e puxar. – A loira já se preparavam para jogar quando Roland a chamou.

- Espera tia! - Roland gritou. - A senhora tem que cantar...

- Cantar o que?

- Ela não conhecer esse anime, Rol... – Emma cruzou os braços. – Sua tia não teve infância... - A loira gargalhou quando viu a mais velha lhe atacando com o olhar.

- Vamos cantar para ela então, Rol... - O mais novo sugeriu.

- "Eu vou te mostrar, do que ela é capaz! E você vai ver que é legal demais, você vai pro chão, e então levanta outra vez... E beyblade!" – Roland jogou, e Tinker jogou em seguida.

O peão rodava em uma velocidade padrão enquanto eles observavam a cidade que parecia estar em roxo. Tudo parecia calmo, apenas com a música de fundo que rolava numa altura agradável e crianças que corriam para todos os cantos enquanto brincavam. Emma então voltou a lembrar de sua esposa, e no desejo que ela tinha no momento de tê-la ali. Ela sentia sua falta, sua cama nunca foi a mesma, sua vida nunca mais foi a mesma, e ela sabia que ela também nunca mais foi a mesma.

Fogos de artifícios começaram a voar no céu estrelado da cidade, já havia anoitecido mais ela pareceu não perceber isso, até aquele momento. Tudo estava tão lindo quanto um sonho, um sonho que talvez ela jurasse ser verdade. Quem dera se todos esses anos fosse apenas um sonho.

- Amanda Clinton, seu pai está te esperando no posto 7! – A música novamente parou dando lugar ao autofalante.

- Hã... Oi? – Emma acordou de seus pensamentos quando viu Matthews se abaixar em frente a uma criança. – Como você se chama?

 


Notas Finais


Então... Quais são as teorias?! hahahah Deixe-me saber *-*

Coisinhas a mais:

* Eu dei um resuminho básico sobre a história da maldição e da cidade, pq não queria entrar muito em detalhes para o capitulo nao ficar tao grande.

* Há narração de Emma e Roland no meio.

* Tem flashback's com Regina! /o/

* O numero 910 é o numero da pensão da Granny`s /o/

twitter: @tasmynehespanha

Até a próxima pessoal! /o/


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