História Um beijo, um dia, uma história. - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.504
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Ficção, Fluffy, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Nada a dizer, apenas que o que contém daqui para baixo ja não é de responsabilidade minha .q ;-; Boa leitura.

Capítulo 1 - One shot - Tudo ou nada.


Fanfic / Fanfiction Um beijo, um dia, uma história. - Capítulo 1 - One shot - Tudo ou nada.

~Quinta-feira, período de aula~

Eu estava na minha rotina normal, escola, baderna, conversa chata sobre jogos. Tudo em perfeita ordem.

Assim seria se nesse mesmo dia, aparentemente banal, uma menina cujo eu sequer me dava atenção me  chama até sua mesa, e como se fosse um ato mais banal que meu dia a dia, me dá um beijo estalado na bochecha, na frente de tudo e de todos.

Ta, como qualquer outro garoto virgem (de boca também) no auge dos 16 anos, fiquei extremamente corado, mesmo sabendo que ela fez apenas por zoeira com seus amigos. Mesmo sabendo disso, de tudo isso, eu gostei daquilo e eu parecia estar notando ela de forma que não devia. Analisei mais seu corpo, seus gestos, de forma descarada, volta e meia trocávamos olhares... Insinuantes? Nem eu sabia dizer.

~Intervalo~

-Próxima aula é educação física, que ótimo. -Falava meu amigo, Mateus, com sarcasmo e desânimo evidente no tom. 

-Eu tô meio estranho hoje, vou cabular. -Dessa vez eu me expresso ao grupinho que acente com o que decido, porém dizendo que eu cabularia sozinho, para que não se ferrassem junto a mim. Amigos, sempre amigos.

~Durante a aula de educação física

Permaneço na sala, mexendo no celular enquanto todos estão lá em baixo. Todos?

Giovanna, garota cujo havia me beijado antes, entra na sala sozinha e de forma escandalosa ao pensar que haveria apenas ela aqui.

-Ah, oi Antônio, tava me esperando? -Diz a mesma com um tom brincalhão ao se surpreender com minha presença.  -Vejo que o beijo o incomodou um pouco, huh? -Espero um pouco para dar a resposta, tentando meu máximo não deixar mostrar a tonalidade que tive em minhas bochechas ao ouvir isso.

-Claro, eu gostei do beijo, mas bem que podia ter sido um pouco mais, huh? -Respondo no mesmo tom sarcástico que ela havia perguntado, causando espanto na mesma, mas logo em seguida uma reação que eu não esperava. Ela não me respondeu, apenas veio em minha direção com um sorriso nos lábios mordendo os mesmos, e sentou-se... No meu colo???? O que está acontecendo?

-G-giovanna? -Tento demonstrar meu desentedimento, que teve como resposta uma leve rebolada da dita cuja, e sussurrando em meu ouvido.

-Por que o espanto? Não queria mais? -Diz ela de forma soprada e desejável bem perto do meu ouvido.

Coro fortemente não tendo reação, que virgem eu sou. Ao perceber que não correspondi, ela tenta fazer com que tivesse sido uma brincadeira, rindo e indo sair da onde estava até então, do meu colo.

Porém, não, eu não vou ser tão virgem assim. Então a puxo rapidamente da onde não deveria ter saído, e a respondo tentando ser o ativo agora. -Por que está saindo? Não permiti. -Dou uma leve batida em sua coxa e em seguida apertando seu quadril ao depositar uma mordida em seu pescoço.

A mesma não fala, apenas me responde com leves gemidos e reboladas, me deixando louco. Já devia estar bem visível minha ereção entre as pernas, e quando a morena percebeu isso apenas piorou minha situação começando a massagear o local.

-Não deveria estar acontecendo isso, mas o que posso fazer se você se excita tão facilmente? -Diz ela sem vergonha alguma enquanto passeava suas mãos pelo meu corpo. 

Okay, chega, não da pra me conter. A minha única resposta foi beijá-la, dessa vez na boca, de forma desesperada e sedenta, cujo nem eu sabia que poderia fazer. A pego no colo e vou levando -entre os beijos- até a mesa do professor, a maior do local, e a deito ali, de forma até gentil para o quão desesperado estava.

-E agora, o que fará? -Digo enquanto prendo suas mãos contra a mesa, admirando aquele corpo completamente entregue a mim.

-A única coisa que digo, é que temos apenas 45 minutos até que todos subam.-Ela responde novamente, sem a mínima vergonha, que por falar nisso, a minha houvera desaparecido a um bom tempo. -Espero que possamos aproveitar.

-Em 45 minutos te faço ter 3 orgasmos. -Isso Antônio, um ex-boca virgem falando isso, genial viu?

Porém resolvo dar logo antecedência ao que antes havia sido interrompido e deslizo uma de minhas mãos em seu corpo, enquanto a outra ainda prende Giovanna, até que repouso minha mão embaixo de sua blusa, na barriga mais precisamente, e vou subindo até chegar em seus seios, que era separado do nosso toque direto apenas pelo sutiã. Rapidamante Giovanna tenta corresponder pedindo para que tirasse as roupas incômodas. E assim fizemos. Tiramos apenas as camisas, por enquanto, e ela me puxa para que ficasse em cima de si, ainda deitada na mesa.

-Você tem noção do que estamos fazendo? -Pergunto apenas para confirmar se tenho tal autorização de me aprofundar mais na ocasião.

-Você não tinha me prometido 3 orgasmos? 

O que disse como resposta foi a gota ďágua, enquanto eu tirava minha calça, ela ia tirando seu sutiã, um pouco hesitante, por incrível que pareça.

E que seios, que para seus poucos 16 anos eram bastante fartos, eram lindos, sem marcas alguma. Até o momento em que decido mordê-los em seguida de chupões, alternando entre os dois mamilos já carentes por mais de meus toques.

Ela soltava gemidos manhosos porém contidos com seus lábios prendido em seus dentes, para que não chamasse atenção. 

Eu, apenas de cueca, comecei a prosseguir com tudo isso levando meu membro já dolorido e pulsante para o encontro de sua entrada -já bem aparente que desejava por mais de mim- impedindo contatos maiores apenas por conta da calça que ela ainda vestia, mas que não demorou muito para que entre beijos, eu fosse tirando esse incômodo com ajuda da morena.

E lá estava ela, nua, entregue, sedenta por mais. E iríamos fazer aquilo, precisávamos. Por que? Não sei, apenas era tudo aquilo que desejávamos naquele momento.

Comecei a deslizar meus dedos pela sua intimidade, sempre tendo como respostas seus gemidos e pedidos por mais. 

Então decido masturbá-la lentamente, indo prolongando de forma rápida. E como se só de ver essa maravilhosa cena não me bastasse, a morena retribui fazendo o mesmo com meu membro já molhado pelo pré-gozo. Como estava quase me desfazendo só com aquilo, decido então parar com os simples toques de mãos, começando a deslizar meu membro em sua entrada.

E assim o fiz, sem precaução, nunca imaginaria que meu dia banal teria essa reviravolta sem prévios avisos, então não tinha nenhuma camisinha ali comigo, e nem a Gio.

Comecei de forma gentil, ela não era virgem, mas eu sim, e não queria que fizesse isso errado.

Penetrei de forma lenta e aprofundei mais, seu interior era quente e apertado, era tão prazeroso, convidativo e aconchegante. A morena já não conseguia segurar seus gemidos então tive que fazer entre beijos, calmos e confortantes.

Ela então começa a rebolar pedindo por mais, e assim o faço, até que todo meu membro se encontre dentro dela, iniciando movimentos de vai e vem.

-M-mais rápido.. -Pedia ela entre suas tentativas falhas de segurar seus gemidos, e eu apenas correspondendo, não só com a penetração mas com uma mão apertando forte seu quadril e a outra a um de seus sensíveis seios.

A morena só respondia com expressões de prazer, gemidos hora abafados e hora arrastados, e com arranhões nas minhas costas nuas.

Não demorou muito para que eu me desfizesse dentro dela, não podia ser fora pois não haveria tempo de limpar tudo. E ela queria isso, me queria por completo, sentindo seu auge do orgasmo juntamente ao momento em que me desfiz.

Caí sobre ela, ambos suados e ofegantes, apenas apreciando o que acabara de acontecer.

-Você... era virgem? -Diz ela entre um riso sem graça, ainda ofegante.

-Sim.. por que? Não correspondi como esperava? -Pergunto aflito da resposta ser afirmativa.

-Não, eu apenas sempre escuto vocês alegarem coisas assim. -A morena responde com um sorriso gentil, já recuperando seu fôlego. -Não acho que sexo seja só prática, tem que haver amor e desejo também.

-E você me ama? -Pergunto de forma natural, encarando-a.

Ela demora um pouco a responder e solta um riso meigo e convidativo, afirmando um "Sim" um pouco envergonhada.

-Então esse foi o melhor sexo que poderíamos fazer, e que já fez. -Digo deixando a mesma confusa ao pensar que eu estivesse sendo convencido e um pouco grosseiro. -Porque eu também te amo.

Ao dizer isso ela sorri largo, e me dá um beijo molhado longo, carente, amoroso, nossas línguas travavam trocas de carícias entre si.

Não um beijo, na bochecha, na mão. Não um simples beijo.

Foi O Beijo. Que desde quando houvera sido por simples ganância e brincadeira, estava marcado de que não seria apenas um beijo na bochecha.

Porém como nem tudo são rosas, começamos a ouvir conversas e passos de pessoas -que mais pareciam bando de mamutes- e tivemos que rapidamentos nos recompor, vestir nossas roupas e agir "naturalmente", em nossas mesas, claro.

Mas óbvio que mesmo assim, ao entrarem na sala, juntamente ao sinal ter sido tocado, começaram com desconfianças, já que antes haviam visto o beijo -na bochecha-.

Não ligamos, afinal tinha acontecido muito mais que um beijo, muito mais que um simples devaneio de adolescentes. E isso era nosso segredo, só nosso, assim como o beijo, o momento de prazer, e assim como nosso amor.










Notas Finais


Foi uma one shot, que era pra ser curta, dedicada a meus graciosos amigos .qq E só para aviso, a parte de "fatos reais" vai só até o beijo na bochecha, de resto é tudo ficção -infelizmente-
Tchauzinho c:
E obg por lerem.


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