História Um Bom Vinho (Imagine T.O.P) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang
Personagens T.O.P
Tags Choi Seunghyun, Imagine, Jantar, Sexo, Top, Vinho, Você
Exibições 108
Palavras 3.344
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello! Voltei com mais um imagine, e o protagonista da vez é nosso querido T.O.P.
Espero que o gif ajude na imaginação de vocês.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Capítulo Único - Um Bom Vinho


Fanfic / Fanfiction Um Bom Vinho (Imagine T.O.P) - Capítulo 1 - Capítulo Único - Um Bom Vinho

 

 

- Aish, estou tão cansada, não aguento mais trabalhar tanto - suspirava enquanto organizava os documentos na minha mesa.

 

Tenho certeza que lá fora haviam centenas - quem sabe milhares - de mulheres que dariam tudo pra estar em meu lugar. Não só porque o emprego é muito bom, me fornece uma boa remuneração, mas também porque o meu chefe é um dos homens mais ricos da Coreia do Sul, invejado por sua beleza que quase sempre aparece em capas de revistas de negócios e arranca suspiros de todas as mulheres que se candidatam a estar em meu lugar. Até hoje me pergunto como consegui esse emprego.

Eu aceito que meu chefe é um homem muito bonito, mas não chega ao ponto de eu querer me jogar em cima dele, eu tenho meus princípios. Não sou dessas. Mas, pensando bem, talvez tenha sido por esse motivo que ele tenha me contratado. Eu acho que devo ser a única que não faz questão de mostrar que deseja ele nu em uma cama. Quem é esse meu chefe misterioso? Choi SeungHyun, conhecido como Sr. Choi.

Eu havia acabado de voltar do meu horário de almoço e encontrei uma pilha de documentos em minha mesa, eu tinha que os organizar - em ordem alfabética pra ser mais específica -, isso que dá ser assessora do chefe. Eu estaria o xingando mentalmente até agora, se um pouco antes eu não tivesse recebido um bilhete de sua secretária, me informando que o mesmo gostaria de jantar comigo essa noite, para tratar de negócios. De primeira pensei em negar - "quem ele pensa que eu sou, uma qualquer?" -, mas resolvi não fazer isso por dois simples motivos:

1 - Ele era meu chefe, talvez pudesse me demitir se eu recusasse;

2 - Provavelmente eu não teria nada pra comer quando eu chegasse em casa - esse é o lado ruim de morar sozinha -, então uma boca livre é sempre bem vinda.

Meu expediente já havia acabado. No bilhete havia escrito que o jantar seria às 20hrs, então me apressei em chegar logo à minha humilde moradia e procurar algo decente pra vestir. Revirei o guarda-roupa inteiro, minhas roupas estavam todas jogadas no chão. Por sorte encontrei um vestido preto, não muito justo, o tamanho até pouco mais da metade da minha coxa, de alças finas e um leve decote em meus seios. Pensei em procurar outra coisa, mas já eram 19:10 e eu ainda nem tinha começado minha maquiagem.

Fiz uma maquiagem básica, um lápis de olho, um delineador e uma máscara de cílios, acompanhada de um batom vermelho levemente puxado pro rosa. Deixei meus cabelos soltos, assim cobririam melhor meus ombros. Pus uma sandália de salto baixo, vesti meu casaco preto longo, peguei minha bolsa e segui pra chamar um táxi. De acordo com o endereço, eu acreditei ser um restaurante muito bom. Óbvio que meu chefe não iria me convidar pra jantar em seu apartamento não é? Engano meu. Grande engano meu.

Percebi o táxi parando em frente a um edifício. Questionei ao motorista se ele havia se perdido ou algo do tipo, e ele me respondeu que era aquele o endereço que eu o havia lhe dito. De primeira fiquei confusa, mas não liguei. Cheguei à recepção do prédio, perguntei se o Sr. Choi morava ali e fui informada que o mesmo já me esperava e que o andar do apartamento era a cobertura. Quem pudera, ele era um homens mais ricos da Coreia do Sul - pra não dizer um dos mais ricos do mundo -, morar na cobertura do prédio mais caro de Seul não me impressionou nem um pouco. Eu estava impressionada com o fato de ele ter me convidado a ir até ali.

O elevador enfim se abriu, me revelando um pequeno corredor com apenas uma porta, que eu logo identifiquei ser a porta do apartamento de meu querido chefe. Toquei a campainha e fui recebida pelo mesmo, que trajava uma calça jeans, sapatos sociais e uma camisa social num tom branco levemente rosado.

 

- Boa noite senhorita _______ - ele sorriu enquanto me olhava dos pés à cabeça.

- Boa noite senhor Choi - sorri educadamente.

- Entre por favor, pode me entregar seu casaco - senti suas mãos passarem meus ombros no mesmo momento que eu adentrei o recinto - sinta-se à vontade - ele pôs meu casaco em um cabide e seguiu para a cozinha, aparentemente não tinha empregados.

 

Segui para a sala e me sentei no sofá branco enorme que havia ali. Era um local muito bem decorado, repleto de quadros com pinturas abstratas. Havia uma escultura de mármore branco próxima à enorme janela de viro, que dava uma visão ampla de Seul. Pelo visto meu chefe, além de bom entendedor de negócios, era um grande apreciador de arte.

"Começando por seu corpo, que devia ser algo esculpido pelos deuses", pensei.

Não demorou até que meu chefe me chamasse pra sala de jantar, onde haviam mais quadros. O jantar? Macarrão talharim ao molho branco, um dos meu pratos favoritos, mesmo que eu não coma isso com frequência. Nos sentamos e começamos a falar sobre o que realmente se tratava o jantar, negócios. Passamos um tempo conversando sobre uma nova empresa que meu chefe pensava em abrir e precisaria que eu dividisse meu horário para os dois locais. "Ótimo, mais trabalho". Depois de discutirmos tudo e comermos, ele finalmente falou algo que não se tratava de negócios.

 

- Eu queria ter lhe servido com vinho, mas achei que não seria apropriado tomarmos álcool enquanto conversávamos sobre algo tão importante, mas já que resolvemos tudo, aceita uma taça? - ele me olhou com um sorriso que eu podia jurar ser malicioso, então apenas afirmei com a cabeça.

 

Vi meu chefe se levantar e seguir até o armário de madeira, com portas de vidro, que havia na sala. Percebi que haviam várias garrafas de diferentes bebidas, a maioria eu identifiquei ser vinho, e dos mais caros. Meu chefe além de cozinhar bem, tinha um ótimo paladar quando o assunto eram bebidas.

 

- Infelizmente todas as garrafas da minha estante estão vazias - ele disse enquanto voltava - vou precisar pegar na adega, quer me acompanhar?

 

Novamente afirmei com a cabeça e levantei, seguindo meu chefe em silêncio. Era um silêncio levemente desconfortável, afinal, o que eu iria falar com ele? Perguntar o que ele achava da queda do dólar? Não. Definitivamente não.

Entramos em uma sala de luzes fracas, composta por algumas estantes. Mais parecia uma biblioteca, mas ao invés de livros, as estantes estavam repletas de garrafas de vinho. Do mais barato ao mais caro. Me perguntei o que ele faria com tantas garrafas de vinho ali, sendo que ele morava sozinho.

 

- Você deve estar se perguntando o que eu quero com tantas garrafas de vinho em meu apartamento não é? - ele me perguntou com os braços cruzados e sorrindo. "Ele lê pensamentos?"

- Err... De certa forma sim - sorri constrangida.

- Bom, é algo simples - ele pegou uma garrafa - quando me sinto sozinho, venho até aqui e escolho uma garrafa, elas são ótimas no quesito "me fazer companhia".

- Eu sei como se sente - disse enquanto olhava pra outra garrafa - também moro sozinha e muitas vezes também sinto isso, a diferença é que não tenho uma adega em meu apartamento pra me satisfazer  - ri, e ele também riu comigo.

- Existem outras formas de satisfazer a solidão - ele fez uma pausa enquanto pegava duas taças - existe o vinho - ele me entregou uma e pôs o vinho - e existem as pessoas - estremeci ao ver seus olhos passeando por meu corpo - geralmente abraços confortam mais que uma taça de vinho - ele sorriu - tim tim? - ergueu a taça.

- Tim tim - voltei a me concentrar e ergui minha taça, tocando na taça dele com calma.

 

Comecei a beber o líquido escarlate. Estava tudo calmo - pelo menos eu queria acreditar que estava calmo -, até que percebi meu chefe resmungar. Ele havia derramado vinho em sua camisa. Me perguntei se aquilo foi um acidente ou se foi proposital.

 

- Não se preocupe - ele disse enquanto começava a desabotoar a camisa.

 

"Meu chefe desabotoando a camisa na minha frente? Eu só posso estar sonhando."

 

- Oh nossa, manchou toda - ele resmungava enquanto olhava pra mancha enorme, enquanto eu estava paralisada olhando seu peitoral desnudo. Ele realmente tinha um corpo esculpido pelos deuses - você deve estar constrangida não é? - ele me ergueu o olhar, me tirando do meu transe.

- Err... N-não - sorri nervosa - não senhor, fique à vontade, o apartamento é seu.

- Você também pode ficar à vontade se quiser, tenho certeza que essa sandália está lhe incomodando - ele fitou meus pés. Realmente, aquela sandália me deixava um pouco desconfortável.

- Tudo bem, eu aguento.

- Por favor - ele se abaixou - permita-me - pôs a mão em meu pé e começou a desabotoar a sandália - percebo que você está tensa - ele passou a mão em minhas panturrilhas e apertou levemente - acho que tenho lhe dado muito trabalho esses dias não é mesmo?

- Que isso - tentei não me concentrar nos seus toques - eu entendo que o senhor é um homem de negócios.

- Não me chame de senhor - ele se ergueu e pousou as mãos em minha cintura - me chame de Hyun - senti seus lábios tocarem os meus. A partir daí não me segurei mais.

 

Suas mãos, que estavam em minha cintura, logo desceram pelo meu corpo, parando em minhas coxas. Percebi ele erguer minhas pernas pra cima, então as cruzei em sua cintura e me senti sendo guiada pela adega, sendo posta em uma mesa próxima à parede, enquanto continuávamos em um beijo afoito. Minhas mãos seguravam em sua nuca, puxando seu rosto mais pra perto, enquanto as mãos dele passeavam por minhas coxas, levantando meu vestido.

 

- Ah.. Hyun... - suspirava baixinho enquanto senti sua mão entre minhas pernas, próxima à minha calcinha.

 

Separamos o beijo apenas por conta do oxigênio, mas Hyun não parava de me estimular, descendo os beijos por meu pescoço e começando a massagear minha intimidade coberta pela lingerie. Ótimo dia pra inaugurar minha lingerie nova, não que eu tenha aceitado jantar com ele com essas intenções. Sua outra mão desceu uma das alças do meu vestido, enquanto sua boca espalhava beijos por meu pescoço e ombro.

Minhas mãos agarravam suas costas, eu não pretendia arranhá-lo agora, pois queria reservar minhas unhas pra quando chegasse o momento certo. O ajudei a tirar a outra alça de meu vestido e o puxei pra baixo, conseguindo tirá-lo e ficar apenas de lingerie. Hyun não hesitou em se livrar logo de meu sutiã. Resmunguei baixinho quando o vi se afastar de mim, mas relaxei novamente ao vê-lo voltar com uma garrava de vinho e uma taça.

 

- Você sabe que eu amo vinho certo? - afirmei com a cabeça - eu sempre o provei em taças, mas dessa vez eu quero prová-lo de um jeito diferente - o vi colocar o líquido na taça, tomar um gole e espalhar beijos por meus seios.

 

Apoiei minhas mãos na mesa e joguei minha cabeça pra trás, deixando meu corpo mais exposto aos seus toques. Percebi algo escorrendo por minha barriga, e percebi que Hyun havia derramado um pouco de vinho sobre meus seios, e começava a sugar o líquido conforme ele escorria por meu corpo. Eu suspirava baixinho,  mordendo meus lábios pra não soltar meus gemidos que insistiam em querer sair, não queria dar esse gosto pra ele tão fácil.

Seus lábios passearam por minha barriga e logo chegaram à minha intimidade úmida. Soltei um gemido rouco, mas baixo, ao sentir sua respiração perto daquela área sensível. Minhas pernas abriram-se involuntariamente quando senti sua língua passar por cima do tecido da minha calcinha. Suas mãos deslizaram por minas coxas e seguraram nas alças da peça, a puxando pra baixo. Senti uma vergonha imensa ao ver minha intimidade tão exposta daquela forma, minhas bochechas deveriam estar roxas.

Joguei minha cabeça pra trás mais uma vez no momento que senti sua língua tocar meu clitóris. Eu estava muito excitada, e tenho certeza que ele estava também. Percebi Hyun tomar outro gole do vinho e voltar a me estimular, passando a língua por toda minha intimidade, sem deixar nenhuma área sem seu toque. Não demorou muito até eu sentir seu dedo me penetrar, de forma lenta, o que me fez gemer baixinho outra vez. Logo ele pôs o segundo dedo, fazendo movimentos de tesoura, me alargando pra poder recebê-lo. Pensei em morder meus lábios outra vez pra conter meus gemidos que só aumentavam, mas decidir parar de me conter e deixar minha boca aperta para que eles pudessem sair livremente.

 

- Você é deliciosa _______ - Hyun dizia enquanto continuava a me estimular com sua língua e eu segurava seus cabelos.

 

O vi se erguer novamente, desabotoando o cinto e a calça, a puxando pra baixo e ficando apenas de boxer.

 

- Acho que alguém aqui quer um pouquinho de atenção também - Hyun sorria malicioso.

 

Saí da mesa e me ajoelhei à sua frente, acariciando seu membro por cima do pano. Subi meu olhar e encontrei o seu, que me observava como um lobo observa um cordeiro. Passei minha língua por cima de seu volume enquanto ouvia seus gemidos. Deixei uma mordidinha leve em sua glande, o que o fez segurar meus cabelos com certa força. Pus minhas mãos no cós de sua boxer e a puxei pra baixo, sentindo seu membro pulsante bater em meu rosto. "Nossa, como ele é grande",​ pensei.

Não hesitei em abocanhar seu membro, sugando sua glande com certa força, enquanto o masturbava com minha mão. Sua mão, que estava presa em meu cabelo, puxava meu rosto cada vez mais pra frente. Deixei seu membro entrar em minha boca, relaxando minha garganta pra caber o máximo possível, mas ele era tão grande que nem isso foi o suficiente para recebê-lo por completo, então voltei a masturbar a região que estava do lado de fora. Revezei entre sucções fortes de sua glande, mordidinhas leves e as vezes que eu colocava seu membro, quase por completo, em minha boca. Parei apenas quando percebi sua mão puxar minha cabeça pra cima, me avisando que era hora de parar.

 

- Agora é minha vez - ele me puxou pela cintura e me colocou de volta na mesa - você quer que eu lhe foda? - apenas afirmei com a cabeça, o que o fez apertar minha bunda com força - quero ouvir você dizer.

- M-me foda... Eu quero que você me foda, bem forte, Hyun - gemi baixinho olhando em seus olhos.

- Boa garota - ele sorriu enquanto pegava um preservativo e o colocava em seu membro.

 

Gemi baixinho ao sentir sua glande roçar sobre minha intimidade.

 

- Você é virgem? - neguei com a cabeça - melhor assim - Hyun me penetrou de forma funda e precisa, o que me fez gemer um pouco alto demais, sentindo meu corpo inteiro estremecer.

 

Cruzei minhas pernas em sua cintura enquanto ele me estocava de forma rápida. Podíamos ouvir o barulho da mesa batendo na parede. Hyun tomou meus lábios num beijo repleto de luxúria, enquanto o barulho de nossos corpos se chocando ecoava pela adega. Uma de minhas mãos estava presa em seu cabelo, enquanto eu arranhava fortemente suas costas com a outra. Nossas línguas disputavam quem iria ditar o ritmo, mas acabei cedendo ao seu pedido insaciável de dominância, afinal, eu estava totalmente entregue a ele.

Nos separamos para respirar um pouco, enquanto Hyun ainda me penetrava de forma rápida. Ele gemia rouco enquanto olhava pra seu membro me invadindo diversas vezes. Em certo momento ele deu uma pausa, e começou a tirar seu membro devagar, mas não chegou a sair de dentro de mim, pois logo depois ele me penetrou fundo o suficiente pra acertar meu ponto sensível, o que me fez dar praticamente um grito e voltar a agarrar suas costas, as arranhando sem pudor. A partir daquele momento, todas as estocadas acertavam meu ponto sensível.

 

- Vejo que está gostando muito... Ah... - ele disse rouco em meu ouvido enquanto começava a dar beijos em meu pescoço e massagear meu clitóris.

- M-muito - gemi baixinho - estou g-gostando muito... Ah Hyun... - mordi o lóbulo de sua orelha com um pouco mais de força à medida que o senti aumentar o ritmo da penetração.

 

Senti Hyun sair de dentro de mim, o que me fez soltar um gemido decepcionado. O observei ir em direção à uma cadeira, de madeira rústica e com um acolchoado vermelho.

 

- Vem cá - ele me chamou dando tapinhas em sua coxa, não hesitei em fazer o que ele mandou - quero que cavalgue em mim.

- Como você quiser - mordi meu lábio inferior com um sorriso malicioso enquanto me pus sobre seu membro e comecei a sentar nele levemente.

- Ahh... Isso - Hyun gemia enquanto pendia a cabeça pra trás e mantinha os olhos fechados.

 

Suas mãos seguraram minha cintura, e novamente começamos nossos movimentos - que dessa vez era eu que comandava. Eu rebolava com precisão enquanto sentava e levantava, fazendo um barulho extremamente excitante quando minhas coxas batiam nas suas. Segurei seus ombros e comecei a olhar pra baixo, vendo como seu membro me invadia rapidamente, o que me fazia gemer alto. Tomei seus lábios outra vez, sem parar de rebolar e quicar sobre seu membro, que começava a pulsar dentro de mim, provavelmente anunciando que ele estava próximo ao seu ápice.

 

- Ah... Hyun, você é t-tão grande - gemi em seu ouvido enquanto suas mãos apertavam minha bunda

 

Passados alguns minutos, Hyun gemeu muito alto, segurando minha cintura me fazendo parar de cavalgar. Com esse movimento seu membro acertou meu ponto sensível outra vez, o que me fez gritar enquanto cheguei ao meu ápice, exatamente com meu chefe. Senti meu corpo estremecer e de repente relaxar, o que me fez cair sobre seus ombros, o abraçando.

 

 

- Isso foi maravilhso ______ - Hyun disse ofegante e com um sorriso no rosto, tirando seu membro de dentro de mim.

- Concordo - sorri fraca.

- Você deve se perguntar como conseguiu trabalhar pra mim, tendo tantas concorrentes não é mesmo?

- Como você adivinhou? - o encarei confusa.

- É fácil perceber, sou um bom leitor - ele piscou - o motivo principal de eu ter lhe escolhido, foi porque você foi a única que não se mostrou interessada por mim, bom, pelo menos não até agora pouco - riu - e além de contratar você, me fez gostar de você também, então... Sei que pode parecer estranho, mas você aceita ser minha companheira?

- Companheira? Do tipo, que ficam juntos, andam de mãos dadas, todos sabem e... - fui interrompida por seu dedo sobre meus lábios.

- Sim, do tipo que todo mundo vai saber que você namora comigo, você aceita?

- Claro que aceito! - sorri - mas não pense que estou aceitando por seu dinheiro.

- Eu conheço você, sei que não faria isso - Hyun passou a mão sobre meus cabelos - minha namorada - sorriu e me roubou um selinho, pra logo após me abraçar.

- Meu namorado - sussurrei.

 

Naquela noite dormi em seu apartamento. Se eu disser que não repetimos mais uma dose eu estaria mentindo. Já fazem 2 anos desde aquele dia, e até hoje estamos juntos. Fui pedida em casamento há dois dias atrás, e planejamos nos casar daqui a alguns meses. Posso dizer que o amo, e sei que Hyun também me ama, pois ele faz questão de me dar flores e repetir isso todos os dias. Sou muito feliz ao lado dele, pois confiamos muito um no outro. Conseguir aquele emprego foi a melhor coisa da minha vida.

 


Notas Finais


Vinho combina com T.O.P. Dinheiro combina com T.O.P. Arte combina com T.O.P. Sexo combina com T.O.P.
Então nem preciso explicar né?
Espero que tenham gostado. Perdoem qualquer erro de digitação. Kissus.


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