História Um caminho errado - Capítulo 7


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Exibições 8
Palavras 1.767
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Acho que a cada cap que passa, eu me sinto mais representado pelas merdas que acontecem, eu gostaria muito de estar morto

Capítulo 7 - VII-Mais erros a serem cometidos...



Dr.Ryotaro:Por favor, abra boca e diga ahh.
Kuno:Ahh!!!
Maria:Então...
Dr.Ryotaro:Hmm...
Maria:Esta tudo bem?!
Dr.Ryotaro:Pode parar já, Sr.Hatsuy.
Kuno:Ok.
Maria:Da para voces falarem algo?!!!
Kuno:Se acalma, você e muito apressada,sabia?
Maria:Apressada é a mae, eu só sou curiosa, ok?
Dr.Ryotaro:Não precisa se preocupar, ok, ele já pode sair, só preciso de alguns minutos, para assinar os papéis, para que ele possa receber alta.Eu estou de saida então, seria melhor você se vestir logo, eu voltarei em breve, acho melhor você sair tambem...hmm...Maria, certo?
Maria:Ele não sai dessa cama a semanas, eu vou ajudá-lo a se vestir, além do mais eu estou com as roupas dele.
Dr.Ryotaro:Ok, então, so não decidam fazer nada de pervertido, ok?
Eu so pude rir diante do que ele disse, Maria corou ao ouvir isso, aliás, eu me esqueci de apresentar a voces o Dr.Ryotaro, ele cuidou de mim enquanto eu me recuperava de meu coma durante essas semanas, Maria me visitou todos os dias, ela foi a primeira pessoa que eu vi quando acordei, acho que ela se sente culpada por eu ter quase arrancado meu braço fora em sala de aula.
Maria:De jeito nenhum, isso nunca aconteceria...e pervertido é voce seu dourtor doente!!!!
Kuno:*risos abafados*
Maria:Esta rindo do que seu tarado?!
Kuno:Desse rosto fofo e corado.
Maria:Eu corei?!
Kuno:Mais que um personagem tímido de anime.
Maria:*ela disse meio invergonhada*P-pega aqui sua ro-roupa.
Kuno:Você pode se virar?
Maria:Po-por que?
Kuno:Porque eu estou sem cueca.
Ela corou mais ainda e se virou, eu comecei a rir denovo e sinto que ela corou ainda mais com minha risada.Eu me troquei o mais rápido possível.
Kuno:Pode se virar agora.
Maria:Ok.
Kuno:Esta mais calma agora?
Maria:Sim, podemos sair logo daqui?
Kuno:Temos que esperar o Ryotaro voltar, além do mais, você pode ir embora quando quiser, você só fica porque quer.
Maria:Eu não posso ir embora, eu me prontifiquei como a responsável por você, então, você tem que ir embora comigo.
Kuno:E por que você fez isso?
Maria:Você prometeu me ajudar na cozinha, e esse tipo de ajuda não se recusa, ainda mais eu, que vivo de fast food e entrega de comida.
Kuno:Nossa, e eu achando que você se importava comigo.
Maria:Eu me importo com você, mas me importo mais com meu almoço.
Kuno:Como você e fria.
Maria:Aprendi com meu mestre supremo.
Kuno:Satã?
Maria:Não seja ridiculo, foi com os neo-nazistas.
Kuno:Ata, faz mais sentido.
Maria:O que a gente faz pra passar o tempo nesse hospital?
Kuno:Eu normalmente asisto o noticiário.
Maria:Que bosta, mas é o que tem pra hoje, então...
Eu liguei a telivisão, e estava passando um noticía sobre um caso de necrófilia que ocorreu na região,uma forte dor de cabeça me veio, eu caí  e tentei me segurar na cama para não cair de cara no chão, vozes ressoavam pela minha cabeça.
???:Daisy, seu corpo e tão bom doce...Por favor não me abandone Daisy.
As imagens de um garoto, com aparentemente minha idade, transando com um cadáver, me apareciam, seu nome agora era gritado em meu ouvido enquanto eu me debatia no chão.
takashi...
Takashi!
TAKASHI!!!!
Quando recobrei minha conciência, eu estava em cima de Maria, estavamos na cama do hospital e ela me olhava assustada e ofegante, minha respiração estava forte, fiquei paralisado e sem reação, Ryotaro entrou no quarto e nos viu naquela situação, eu, num salto, sai de cima de Maria e me afastei dela, Maria se levantou totalmente corada e ofegante, sua camisa social estava aberta espondo seu sutiã vermelho com bolinhas pretas.
Dr.Ryotaro:Vocês querem que eu saía e volte depois?
Maria:Não precisa.
Disse Maria, sem nenhuma expressão, enquanto fechava os botões de sua camisa.
Maria:A gente se ver, Kuno.
Kuno:Ok.
Ela saiu do quarto e foi embora.
Dr.Ryotaro:Voce já pode ir embora se quiser, eu já assinei seus papéis de saida.
Eu nem respondi, peguei minhas chaves e meu celular, e corri atras dela, quando a alcancei, eu segurei seu braço e ela disse chorando.
Maria:Me solta seu merda.*snif*
Kuno:Maria, me desculpa eu não queria...você esta chorando?
Maria:É claro, idiota, eu acabei de ser estuprada pelo meu melhor amigo, com queria que eu estivesse, super feliz e te agradecendo por isso?
Kuno:Não, não e isso, eu posso explicar o que aconteceu.
Maria:Ahh, mas eu também posso explicar, você é um pervertido que aproveitou um chance para poder satisfazer seus desejos sexuais e quem diabos e essa tal de Daisy que voce não parava de dizer o nome?!
Kuno:Daisy?!
Maria,Quer saber, foda-se, se vira para ir para casa, nunca mais fale comigo, ok?!
Ela saiu andando, não poderia deixar por isso, tinha que explicar o que tinha acontecido, segurei seu braço e tentei puxá-la para perto, mas ela se soltou e saiu andando. Fiquei ali de pé, observando o lindo corpo de Maria andar em direção as portas do hospital, nunca tinha parado para analisá-la, ela era um pouco mais baixa que eu, cabelos curtos e castanhos, seus olhos azuis estavam alimentados por uma profunda raiva e tristeza, eu me sentia um total de um merda, nunca mais poderia sequer ver minha melhor amiga, talves agora eu tentasse me matar e tivesse sucesso.
Depois de alguns minutos sem sequer me mexer um músculo, as dores voltaran, já tinha me acostumado com esses flashes e essas dores, mas dessa vez foi insuportável, eu caí de joelhos no chão e gritei de dor, o mais alto que pudesse, e então, as memórias chegaram.
Eu estava num quarto todo bagunçado, o chão e as paredes estavam cobertos de sangue e víceras humanas, eu estava amarrado numa cadeira de metal, Takashi estava de pé em minha frente com fios, ligados a uma bateria de carro, em suas mãos e ele parecia irritado, então ele falou.
Takashi:Por que você fez isso seu merda, por que?! Você sabe o que fez?!
Kuno:Me livrei de um corpo.
Takashi:Daisy era mais que um simples corpo, ela era da familia...
Kuno:Que familia, seu necrófilo maldito, era o maldito corpo de uma garota qualquer, eu te fiz um favor me livrando dela, além do mais, seus vizinhos já tinham percebido o cheiro daquele cadáver, você seria preso e arrumaria problema para nós dois, eu tenho negócios a tratar com voce e não quero confusão.
Takashi:Tarde demais seu merda.
Ele pegou alguns fios e me deu um choque.
Kuno:Ahh!!!
Eu acordei, no quarto do hospital novamente, provavelmente eu tive que ser retirado dos corredores do hospital, agora que eu não volto para casa de jeito nenhum.
Dr.Ryotaro:Eu soube o que aconteceu entre você e Maria, e eu agora sou responsável pela sua reabilitação psicológica, como ainda e menor de idade, não pode ser preso, então levaremos você até um centro psiquiátrico, então...
Kuno:Então eu irei para um manicômio juvenil?
Dr.Ryotaro:Não pense nele como um lugar para malucos e sim, como um centro de reabilitação para jovens com distúrbios mentais graves.
Kuno:Resumindo, manicômio juvenil.
Dr.Ryotaro:Não se preocupe, ok, eu sei que você saira de lá em breve, eu espero.
Kuno:Eu acho que ficarei lá no minimo alguns anos, considerando minha situação atual.
Dr.Ryotaro:So não pense demais nisso, ok?
Kuno:Ok.
/3 horas depois\
Eu tinha aceitado meu destino, o que diabos eu fiz, eu simplesmente estuprei uma garota, e não foi uma garota qualquer, eu estuprei minha melhor amiga, mesmo que eu a conheça à poucas semanas, ela a melhor das poucas amizades que eu formei durante minha vida, eu comecei a me sentir de volta naquele poço imaginário, não sei dizer se estava alucinando denovo, mas eu vi alguém entrar pela janela de meu quarto, minha visão estava embaçada, então não consegui ver quem era nitidamente, então eu disse.
Kuno:O que...quem è você?
???:"Shh"... eu vou te tirar daqui, ok?
Kuno:Ham...Ai-chan?
Ai-chan:"Shh", não fala nada ok, nos temos que sair daqui, ta bom?
Kuno:Ok...
Ai-chan me ajudou a levantar da cama e ambos saimos pela janela do hospital, naquele momento percebi o quanto alto era o quinto andar, descemos pelas escadas de incêndio até chegar no final delas, andamos por alguns quarterões até chegar em um prédio de apartamentos, lá, Ai-chan abriu o portão do predio, era um prédio em uma situação meio precária; pequeno, sujo e sujeito a o tráfico clandestino de drogas ilícitas, quando passamos pelo porteiro, no hall principal, ele disse.
Porteiro:Olá...Mai...
Kuno:Quem é esse?
Disse desconfiado.
Ai-chan:Só ignora...
Ela puxou meu braço e nós caminhamos até o elevador, subimos ate o terceiro andar, ele parecia pior que o primeiro, totalmente destruido, rachaduras, no teto e nas paredes, se estendiam por todo lugar, algumas portas estavam com tabuas pregadas, acho que a unica porta inteira era a do apartamento 302, o apartamento de Ai-chan, quando entramos no recinto, eu pude ver a diferença entre onde Ai-chan morava e o resto do prédio, seu apartamento era totalmente limpo, nem parecia que estavamos no mesmo prédio, era um lugar realmente aconchegante.
Ai-chan:Eu preciso tomar um banho, você deveria também, tem um banheiro nos fundos, pegue aqui, pode se secar com isso.
Ela me deu uma toalha preta e foi em direção ao banheiro principal, eu segurei seu braço e disse.
Kuno:Ai-chan, eu...eu tenho que dizer...
Ai-chan:Não precisa dizer nada...eu sei de tudo, ele me falou que isso poderia acontecer...só tente se lembrar de mim, ok?
Kuno:Ok...
Eu soltei seu braço e ela andou até o banheiro, aparentemente ela me conhecia mais do que eu mesmo, eu caminhei até o banheiro, lá tomei um banho melancólico enquanto tentava me lembrar de mais coisas, eu tinha certeza da importancia de Ai-chan em minha vida, mas não conseguia me lembrar de nada, somente de Takashi me torturando com uma bateria de carro e alguns fios desincapados.Sai do banho, caminhei até a sala e lá tinha roupas aparentemente do meu tamanho, eu vesti elas, qualquer pessoa em minha situação estaria desconfiado com alguém saber o tamanho e o estilo das roupas veste, mas eu ja estava tão fundo nesse buraco desgraçado, que eu decidi deixar que a vida me guiasse, além do mais, eu confio nela, de uma forma estranha e sem precedências, mas confio.Eu decidi analisar o local em que eu estava, no rec da sala eu vi algumas fotos, nelas estava eu e Ai-chan em um parque de diversões, alguns flashes surgiram em minha mente, eu vi nós dois andando em algumas das atrações do parque, foi realmente divertido esse dia, eu gostaria de poder me lembrar de mais coisas, mas isso foi tudo que eu consegui recordar.
Ai-chan:Lembra desse dia?
Kuno: ...
Ai-chan:Esse, talves, foi o nosso dia mais feliz.
Ela me abraçou por trás e eu pude sentir seus batimentos e sua respiração.
Ai-chan:Eu só queria que você lembrasse de mim...




Continua...
 


Notas Finais


Se eu morrer ate o proximo cap, nao se preocupem que eu ressucitarei so para postar mais caps
nos vemos no proximo cap FALOWWWWWWWWWW


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