História Um casal diferente (Yaoi). - Capítulo 26


Escrita por: ~ e ~Pamchu

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Casal Diferente, Drama, Drama Familiar, Drama Gay, Garotos, Garotos Capa, Gay, Gayteen, Lemon, Teen, Yaoi
Exibições 155
Palavras 3.562
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLÁ MEUS AMORES, que saudades, antes do capitulo sinto que preciso falar com vocês, agradecer à vocês por cada favorito e cada comentário que dão, serio, ajuda muito, eu sei que eu não sou o melhor autor de fanfic do site, nem que minha fanfic é a maior de todas, mas em comparação com a ultima, ela cresceu muito, como já falei em umas notas atrás, a primeira versão de UCD foi muito extensa com capítulos muito curtos, tinham cinquenta e poucos capítulos e 49 favoritos, as pessoas se cansavam da leitura, pois cá entre nós, eu escrevia MUITO MAL, serio, bem é isso, quero agradecer vocês todos, até você ghost que ta pulando as notais iniciais e ta vendo só essa parte por que ta admirando a capa.

Capítulo 26 - Equalize


Fanfic / Fanfiction Um casal diferente (Yaoi). - Capítulo 26 - Equalize

Notais iniciais são... A vocês sabem o que elas são.

00:00

Thulio pegou na mão de Gabriel e o levou para seu quarto.

—E é aqui onde eu dormia. —Falou sorrindo assim que passou pela porta.

Gabriel olhou o lugar, era tão sua cara, tinham pôsteres do Panic At The Disco! Nas paredes, uma cama de casal bagunçada e uma estante onde não continha nenhum livro, mas sim suas coisas como bonés e moedas, logo a sua esquerda tinha um violão pendurado.

—Por que eu nunca vi você tocar isso antes? —Gabriel falou olhando para o instrumento.

—Porque você ficou uns anos sem me ver, e perdeu essa transformação aqui. —Thulio falou sorrindo e pegando o violão.

Ele se sentou na cama e Gabriel sentou-se ao seu lado.

—Essa música aqui é perfeita. —Thulio falou começando a balançar as cordas.

Equalize – Pitty

Às vezes se eu me distraio
Se eu não me vigio um instante
Me transporto pra perto de você
Já vi que não posso ficar tão solto
Me vem logo aquele cheiro
Que passa de você pra mim
Num fluxo perfeito

Gabriel sorriu ouvindo a música, ele lembra de ter cantado uma vez no banho e o Thulio o elogiou.

Enquanto você conversa e me beija
Ao mesmo tempo eu vejo
As suas cores no seu olho, tão de perto
Me balanço devagar
Como quando você me embala
O ritmo rola fácil
Parece que foi ensaiado

E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é
Eu vou equalizar você
Numa frequência que só a gente sabe
Eu te transformei nessa canção
Pra poder te gravar em mim

[...]

Thulio acabou a música e colocou o violão de lado, sorriu de canto para Gabriel que estava o encarando da mesma forma.

—O que foi? —Thulio perguntou olhando dentro dos olhos de Gabriel.

—“E eu acho que gosto mesmo de você, bem do jeito que você é”. —Ele cantou a parte da música e subiu em cima de Thulio indo de encontro com seus lábios.

Thulio o beijou em meio a risadas, ele amava ter seu namorado tão apaixonado por ele assim, lembrava-o de todas as vezes que levava uma qualquer naquele lugar, era tão fácil para ele, ele só precisava tirar a roupa, ele até gostava do sexo, mas era diferente.

—No que esta pensando? —Gabriel falou e voltou de encontro com sua boca.

—Que eu quero isso. —Ele colocou as mãos na cintura de Gabriel e passou seus dedos por debaixo da camisa, sentiu a pele de seu namorado e levantou suas mãos fazendo que a camisa dele saísse junto.

—Eu também quero isso. —Gabriel sorriu e colocou suas mãos no abdômen de Thulio alisando todos os músculos daquele lugar, em seguida a levou para cima, fazendo o pano saiu dele.

Gabriel o beijou novamente, suas peles se tocaram e Thulio sentiu quase que um incêndio, o calor dos corpos se juntando, era melhor que qualquer outra transa que já teve.

Thulio pediu passagem para a língua que lhe foi cedida, ele explorava toda sua boca com o musculo enquanto suas mãos deslizavam pelas costas de Gabriel e passavam em cima de sua bunda por cima da bermuda.

Gabriel separou os lábios e sorriu, pegou sua mão e levou pra dentro da calça de Thulio que sentindo aquilo deu o mesmo sorriso, ele pegou o membro duro e o segurou fazendo movimentos pra cima e baixo, e enquanto fazia isso voltou a beijar seu namorado, de vez em quando Thulio os separava para gemer.

Gabriel desabotoou a calça de Thulio para ficar mais fácil os movimentos, sentiu que Thulio fez a mesma coisa com sua bermuda.

Thulio fez com que ele ficasse por cima de Gabriel, ele encarou nos olhos azuis do menor e sentiu que ele fazia e queria o mesmo, tirou sua calça com rapidez e Gabriel sua bermuda, chegou no pescoço dele e deixou um chupão.

—Para mostrar que você é meu. —Thulio sussurrou no ouvido de Gabriel que mordeu os lábios.

Thulio colocou seu pau em frente o buraco de Gabriel e no mesmo instante que colocou beijou Gabriel para abafar o gemido, com a mão esquerda ele se apoiava no colchão e com a direita fazia movimentos no membro de seu namorado, Gabriel estava mordendo os lábios para controlar o volume dos gemidos, Thulio sorria enquanto Gabriel estava se segurando para não fazer o barulho.

Ele estava indo mais forte a cada momento, Gabriel já estava ficando vermelho, ele abaixou até os lábios dele e o beijou parando com as estocadas por um momento, Gabriel mordeu o lábio inferior de Thulio com força e fez uma ferida, Thulio fez o mesmo, mas puxando o de Gabriel.

—Eu não mandei você parar. —Gabriel falou no ouvido de Thulio e mordeu sua orelha.

—Ai esta ele. —Thulio sorriu.

Voltou a enfiar mais rápido e mais forte, Gabriel acompanhava o ritmo e deixava alguns gemidos escaparem, Thulio continuava masturbando-o enquanto entrava nele.

Thulio encostou seu corpo novamente com o de Gabriel, que beijou o pescoço e também deixou um chupão no mesmo lugar que Thulio fez nele.

—Pra mostrar que você é meu. —Gabriel falou e um gemido escapou no final da frase.

Thulio já estava chegando em seu limite e gozou dentro de seu namorado, Gabriel sentindo aquilo fez o mesmo, jorrou em cima de sua barriga.

Thulio caiu do lado de Gabriel rindo.

—Parece que só falo isso depois de foder você, mas eu juro que te amo. —Falou rindo com um sorriso enorme no rosto.

—Eu também te amo meu amor. —Falou e beijou Thulio, fazendo em seguida o beijo virar um selinho e por último um beijo na bochecha. —Mas vamos nos limpar antes de dormir. —Falou indo pro banheiro de mãos dadas com seu namorado.

[...] Manhã seguinte [...]

Pamella acordou com a cabeça doendo um pouco, antes de abrir seus olhos ela colocou os dedos pelos fios platinados de seu cabelo, desceu a mão para o pescoço e o estalou.

Assim que abriu os olhos viu que não estava na sua casa, nem na de Mirian, durante dois segundos ela pensou que tinha sido sequestrada, mas se lembrou da noite anterior, de Alex no bar e como foi sua noite, ela mordeu o indicador e sorriu, pegou a camisa dele e a vestiu.

—Bom dia. —Ela falou chegando na cozinha e o vendo fazer café.

—Bom dia, tentei não te acordar, mas... —Ele falou sorrindo enquanto virava os ovos na frigideira.

—Alex além de culto e bom de cama sabe cozinhar? O que mais esse super-homem consegue fazer? —Ela falou mordendo o lábio.

—Muitas coisas. —Ele sorriu. —Eu posso te mostrar se quiser. —Falou de um jeito sedutor, para Pamella todas as palavras dele eram desse nível.

—Adoraria conhecer mais de você, mas tenho que voltar es... Casa. —Ela falou se corrigindo de última hora.

—Mora em outro lugar? —Ele perguntou a encarando. —Sim... Vim só para o aniversário de uma amiga, mas a festa dela foi meio...

—Meio música eletrônica alta e um monte de adolescentes bêbados dando em cima de você? —Ele falou completando a frase.

—Exato. —Ela falou rindo.

Eles tomaram o café da manhã e Pamella se arrumou, deu o seu número de celular para o Alex e saiu, ele até a ofereceu uma carona, mas ela recusou, não poderia saber nada dela.

[...]

—Bom dia. —Thulio falou assim que percebeu Gabriel despertar.

—Como você sabe o exato momento em que acordo? —Gabriel perguntou com os olhos fechados pelo sol no lugar.

—Nós somos homens, algo em nós acorda antes de nós mesmo. —Apontou para a ereção de Gabriel.

—Seu bobo. —Gabriel deu um beijo em sua bochecha e abriu os olhos.

—Não falei nenhuma mentira. —Falou sorrindo.

Eles foram para o banheiro e dividiram o espelho para a higiene matinal.

—Hmmm esse cheiro de café esta me matando. —Gabriel falou sentindo o aroma do café.

—Vamos descer logo então. —Thulio falou se vestindo com umas peças de roupa qualquer.

—Não vai dar problema com seus irmãos lá? —Gabriel perguntou.

—Meus irmãos acordarem antes de meio dia no final de semana. —Thulio riu. —Vista-se com isso. —Ele deu uma de suas camisetas para Gabriel e uma bermuda, ficavam um pouco largo mas ele achava fofo Gabriel com suas roupas.

Cozinha.

Gabriel viu a mãe de Thulio colocando o café na garrafa.

—Olha, acordaram na hora certa. —Ela falou colocando café sobre a mesa.

—Nossa o cheiro disso está ótimo. —Gabriel falou. —Está fazendo panquecas? —Ele chegou perto dela. —Deixa eu ajudar. —Gabriel falou sorrindo e pegando a frigideira e moldando-as.

—Olha só, ele é prendado filho, ganhou na loteria. —Ela falou rindo.

—Você não sabe o que esse garoto pode fazer. —Thulio falou chegando por trás dele e dando um beijo em seu pescoço.

—Pelo visto a noite foi boa. —O pai de Thulio se referiu aos chupões, Gabriel e Thulio ficaram vermelhos de vergonha.

Thulio voltou a se sentar em seu lugar calado e Gabriel ficou meio sem jeito também.

—Mudando de assunto, como está a escola filho? —Perguntou enquanto tomava um gole da xicara de café.

—Boa...

Flashback On

—Eu sinto pena de você Fernando, faz essas merdas e depois fica chorando escondido por ai. —Thulio falou olhando para os olhos inchados de choro do Fernando.

—...G... Gabriel. —Fernando falou e voltou a chorar.

A expressão de Thulio mudou de agua para o vinho, sua cara de desprezo virou preocupação.

—O que aconteceu com ele? —Thulio perguntou nervoso. —O que aconteceu com ele porra. —Thulio o socou contra a parede.

—Ele... ele.... ele... —Fernando gaguejou e chorou entre as palavras.

—ELE O QUE PORRA! —Thulio gritou com raiva.

—Ele está morrendo. —Fernando concluiu. —Gabriel está morrendo. —Falou chorando e deixando as lagrimas caírem no chão.

Flashback off.

—Ou não. —Concluiu.

—Por que filho? —Ela perguntou.

—Só um cara que foi bancar o stalker e fez umas merdas na escola. —Thulio falou desviando o olhar.

—Pelo menos acabou, ele já foi expulso da escola. —Gabriel falou servindo a mesa.

—Que ótimo, quando seu pai estudava em escola interna também tinha isso, mas eu que era a perseguidora. —Ela riu.  —Eu deixava várias cartinhas para ele.

—E eu nunca respondia, achava que ela estava brincando comigo, por que eu era feio na época...

—‘Ta que fofo gente, mas para com isso... —Thulio falou revirando os olhos, pois toda vez que levava alguém para casa tinha que ouvir aquela ladainha.

—Então ok, vamos falar de vocês, como vocês se conheceram? —O pai de Thulio perguntou.

—Estávamos na outra escola, Matheus e Felipe estavam na aula e eu teria educação física, mas como estava chovendo fiquei no prédio mesmo, então ouvi esse ser cantando no clube do coral.

—Aquele que você falava que era coisa de viadinho e depois começou a participar né? —A mãe de Thulio falou o alfinetando.

—Esse mesmo mãe, até que pra alguém da sua idade...

—Não começa. —Ela falou nervosa.

Todos começaram a rir.

—O resto da história já sabemos graças aquilo no bar. —O pai dele falou bebendo o café.

[...] 10:00

Pamella foi até a casa de Mirian e bateu na porta, não foi atendida, pegou seu celular e viu que havia uma mensagem dela falando que tinha uma chave embaixo do tapete, Pamella levantou o tapete de boas vindas e pegou a chave, entrou na casa e foi para o quarto de Mirian.

Entrando no quarto pode vê-la jogada na cama de casal nua com um garoto a sua esquerda e uma garota a sua direita, no mesmo estado, eram os mesmos da noite passada, Pamella coçou a testa e achou melhor não ficar por ali, desceu para a sala e ficou lendo seu livro até eles acordarem.

10:40

—Bom dia Pamella. —Mirian falou descendo as escadas com um roupão.

—Bom dia, parece que aproveitou a noite né. —Ela respondeu sorrindo.

—Com certeza, e você? —Mirian abriu a geladeira e pegou um pedaço de pizza.

—Você nem sabe o quanto. —Pamella se sentou e fechou o livro. —Tinha esse cara e...

Ela contou a Mirian sobre o que ela fez na noite anterior.

Mirian olhou assustada. —Quem diria Pamella. —Mirian falou mordendo sua pizza.

—E você, como foi sua noite. —Pamella perguntou a encarando.

—Quase isso, mas com aquele casal, eu tenho esse fetiche por casais, mas raramente consigo achar um que queira fazer isso, ontem tive sorte. —Mirian falou sorrindo. —Sem falar que eles eram gatos né, você viu aquela garota?

—Você é Bi então? —Pamella perguntou.

—Sim. —Mirian sorriu.

—E cadê eles que até agora não desceram?

—Eles já saíram. —Mirian falou e Pamella a olhou confusa. —A janela é a serventia da casa. —Elas riram.

[...]

—...E quando vamos conhecer seus outros amigos. —Raquel perguntou a Fernando na mesa do café.

—É mesmo, você vivia falando desse Gabriel. —Sarah falou mordendo o pão.

—E só parava de falar dele para falar da Pamella. —Raquel completou.

Rafael riu e olhou para Fernando.

—Então, pode demorar um pouco, fiz umas burradas e eles estão um pouco distantes. —Fernando falou.

—Que pena filho, tomara que eles te perdoem. —Raquel falou.

—Bem difícil. —Fernando sussurrou. —Bem eu vou indo correr com Rafael, acho que vou levar o Josias, posso? Obrigado mães, tchau. —Fernando pegou Rafael pelo braço e assobiou para o cachorro que os seguiu, foi rápido pela porta e a fechou mais rápido ainda.

 ...

—Pra que essa pressa toda meu querido? —Rafael sentou no banco do calçadão para descansar.

—Eu conheço aquela cara que minha mãe fez, ela ia perguntar o que eu fiz e depois ia dar um sermão. Coisa de policial. —Fernando falou se sentando ao seu lado.

—Coisa de família né? —Rafael falou olhando para a agua.

—Quer entrar? Eu fico aqui esperando. —Fernando falou segurando o Josias no colo.

—Eu? Não, não sei nadar. —Rafael deu de ombros.

—Serio? Até eu que morava no centro de São Paulo sei. —Fernando riu.

—Como você sabe eu morava em Paris, minha mãe se preocupava em trabalhar, meu pai mais ainda, a tarde o que eu ficava fazendo era vestido para meus bonecos do power rangel. —Rafael sorriu. —Então em esportes eu não sou nada bom.

—Serio? Na escola eu te ensino então, nadar não é difícil. —Fernando riu. —E aproveitando o fato que já é uma piranha. —Ele sorriu.

—Ai ai. —Rafael riu.  —Seu bobo.

—Vamos continuar a caminhada, hoje quero o dobro de ontem. —Fernando se levantou do banco dando um beijo na bochecha de Rafael e voltando a correr, Rafael o seguiu.

[...]

—E de novo eu ganhei Thulio, não sei nem por que você me desafia para jogar. —Gabriel falou colocando o controle no chão e encarando Thulio que estava sentando ao seu lado no sofá.

—Mas nesse jogo é fácil, tem outro jogo que eu sempre ganho de você. —Thulio falou abrindo os braços no sofá.

—Duvido, eu nunca sou derrotado em nenhum jogo. —Gabriel o encarou.

—Como é difícil ter um namorado Gaymer. —Sorriu. —Mas se você quiser perder eu posso começar o jogo agora. —Thulio falou o encarando de volta.

—Coloque, quanto mais rápido colocar mais rápido eu ganho. —Falou convicto.

—Ok. —Thulio se sentou ao seu lado no chão e passou o braço pelos ombros de Gabriel e o encarou de perto. —O jogo é você não me beijar. —Ele aproximou os lábios o mais perto possível instigando Gabriel.

Gabriel o encarou, por mais que ele quisesse beija-lo, ele odiava perder em qualquer jogo.

—Você é resistente. —Thulio falou e beijou Gabriel caindo por cima dele. —Ainda bem que sou um bom perdedor. —Falou e voltou a beijar os lábios de Gabriel.

—Olha só Matheus, tem lixo jogado no chão de casa. —Felipe falou com uma voz irônica.

Thulio revirou os olhos e se levantou.

—Thulio vamos passar lá em casa, eu quero ver minha mãe esse final de semana ainda. —Gabriel falou se levantando também.

—Vamos. —Thulio deu a mão para ele e foram até a moto.

Thulio deu a partida e foi até a casa de Gabriel, eles passaram por Fernando e Rafael no calçadão, mas não pararam.

Casa do Gabriel.

Gabriel abriu a porta e viu sua mãe dando um beijo em Marcelo que estava sem camisa, o roupão dela estava meio aberto e a mão do médico estava no peito dela.

—Isso mãe, me traumatiza de novo. —Gabriel falou e eles se arrumaram.

—Oi filho. —Ela falou correndo e dando um abraço nele. —Estava morrendo de saudades do seu café.

—Só do café né... —Gabriel falou sussurrando.

—Ei dona Helena. —Thulio falou sorrindo.

—Olha só, não falou que eu não pareço sua irmã pela terceira vez Gabriel, o que fez com o Thulio? —Helena falou sorrindo.

—Temos que conversar. —Gabriel falou e pegou a mão dela e a levou para o sofá.

—Eu vou ali conversar com Marcelo, depois passa lá. —Thulio deu um selinho em Gabriel e foi até o Marcelo que jogou uma latinha de cerveja para ele.

—Mãe, eu tenho que te falar isso, aconteceu uma coisa bem ruim essa semana na escola. —Gabriel falou e abaixou a cabeça. —Eu quase morri, e também o Forbes voltou a dar aula.

—QUE?! —Ela falou alto.

—É, o Forbes voltou a dar aulas, não é ótimo. —Gabriel falou sorrindo.

—Gabriel Alves, o que aconteceu naquele lugar? —A mãe dele perguntou.

—Um cara deu uma de A de PLL e estava tacando o terror na escola, mas não se preocupe, ele já foi expulso da escola e não pode voltar. —Gabriel falou rindo.

—Que bom, Gabriel se isso acontecer de novo, espero que nunca aconteça né, mas se acontecer não se envolva, pede para sair antes da escola... —Helena começou a dar um discurso de segurança para Gabriel e ele ignorou o resto todo.

—Ta mãe, mas para. —Ele tapou a boca dela. —Agora quero falar outra coisa, meu quarto...

—Sobre isso, não precisa de se preocupar, já estamos fazendo o quarto novo para eles, no corredor dá para colocar os dois quartos e os pedreiros vão começar essa semana, então acho que até semana que vem já está tudo certo.

—Ótimo. —Gabriel falou. —Cadê eles a proposito?

—Bia foi num encontro de animes e Emerson foi jogar futebol.

—NOSSA ERA ESSE FINAL DE SEMANA, MEU DEUS. —Gabriel falou colocando a mão na cabeça. —Eu fiz um cosplay. —Gabriel apoiou a cabeça no ombro de sua mãe.

—Deixa pro próximo filho, vamos lá nos nossos homens antes que eles fiquem bêbados.

—Não sei o Marcelo, mas o Thulio pode beber todo o estoque que não fica bêbado... infelizmente, tenho tentado ser o ativo.

Helena riu, até chorar.

—Aí filho boa piada. —Ela falou e viu que ele não estava rindo. —Mas não desista, boa sorte.

Cozinha.

—...Vamos lá, vai ser legal. —Marcelo falou e viu que Gabriel e Helena chegaram na cozinha.

—O que vai ser legal? —Gabriel perguntou.

—Ele ta me chamando para jogar futebol, o pessoal sempre vai no domingo jogar. —Thulio falou. —Mas eu falei que o final de semana é seu.

—Vamos ué, no que atrapalharia, você já joga no colégio. —Gabriel falou dando de ombros.

Thulio sorriu e deu um selinho em Gabriel.

Campo.

Eles foram até o campo de futebol, helena ficou em casa para fazer o almoço e Gabriel acompanhou Thulio e Marcelo, o campo estava cheio, Gabriel reconheceu Douglas, Gustavo, Rafael e Fernando que apareceram de ultima hora.

—Olha só quem também veio assistir os garotos jogarem. —Gabriel falou com Rafael enquanto ele sentava no canto.

—Claro né, não entendo nada do esporte, mas entendo dessas bundinhas durinhas e essas bermudas curtas, sobe até um calor. —Rafael falou se abanando com a mão.

—Como foi com o Nando? Vimos vocês correndo no calçadão. —Gabriel falou.

—Foi legal, ajudei a pintar o quarto dele, ele sujou meu macacão e estou nervosíssimo com ele. —Rafael falou nervoso. —Mas fora isso foi legal conhecer as mães dele, e o cachorro dele é um amor.

—Mães? —Gabriel perguntou.

—Sim, ele foi adotado por duas mulheres ótimas, você não sabe o quão fofas elas são, Raquel e Sarah. —Ele mostrou uma foto que tirou das duas.

—Que lindas. —Gabriel falou vendo a foto, passou o dedo sem querer e viu uma foto do Fernando sem camisa. —Só delas que você tirou foto? —Falou o encarando e arqueando uma sobrancelha.

—Não sou de ferro né amor. —Rafael riu. —Acho que vai começar.

Ele falou e viu os garotos correndo pelo campo atrás da bola, eles não estavam entendendo quase nada, só que faziam pontos quando a bola passava no gol.

Douglas estava no banco esperando acabar o primeiro tempo e subiu até Gabriel.

—E ai. —Ele falou e Gabriel o ignorou. —Ta me ignorando agora? —Sorriu.

—Sim, você podia ter feito uma merda enorme aquele dia, se aproveitou da minha amnesia para me pegar. —Gabriel falou sem tirar os olhos do campo.

—Você sabe que ainda gosto de você, e eu ainda quero que fiquemos juntos. —Douglas falou e pegou a mão de Gabriel.

—Então desencana, eu to com o Thulio agora Douglas. —Gabriel falou e foi para o outro lado da arquibancada.

—Se quiser outra pessoa, me liga. —Rafael falou piscando e seguindo Gabriel.

Notais finais são importantes também, elas querem um lugarzinho no mundo. vai deixar elas sozinhas?


Notas Finais


Olá de novo, vim aqui pra falar algumas coisas, mas como sempre antes disso...
Musica: https://www.youtube.com/watch?v=S4TP7eeNSbs
Dessa vez peguei um cover de um menino cantando, essa musica marcou minha infância.
HOJE VAI TER ROYAL BLOOD YAAAY
É não esqueci ela no churrasco, calma, é só que eu tava com as ideias dos capítulos pipocando na minha cabeça, e é aquilo, se ta com uma ideia, ESCREVA antes que você esqueça.
Pois é.
Vale lembrar também que antes de uma tempestade o dia é mais bonito e brilhante <3


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