História Um casal diferente (Yaoi). - Capítulo 27


Escrita por: ~ e ~Pamchu

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Casal Diferente, Drama, Drama Familiar, Drama Gay, Garotos, Garotos Capa, Gay, Gayteen, Lemon, Teen, Yaoi
Exibições 138
Palavras 1.547
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá meus amores, como falei nas notas finais, mais um capitulo para vocês, aproveitem. Esse é o 2/3

Capítulo 27 - O.V.A Royal blood -Parte II


Fanfic / Fanfiction Um casal diferente (Yaoi). - Capítulo 27 - O.V.A Royal blood -Parte II

Lembrando que O.V.As não tem ligação com a historia principal.

Dois meses se passaram e o casamento de Gabriel e Pamella estava prestes a acontecer.

—Senhor, a vestimenta está boa? —Uma serviçal falou olhando para o príncipe que se arrumava, ele usava uma túnica azul, a cor de seu reino, uma calça normal com a cor índigo, e suas botas de couro.

A serviçal colocou gentilmente a coroa sobre sua cabeça e colocou sobre ele a capa azul com as bordas brancas em pele de lobo.

—O senhor está ótimo meu senhor. —Ela se curvou.

—Não precisa curvar-se, não serei tal tipo de rei. —Ele sorriu. —Estou um pouco nervoso. —Ele começou a andar de uma lado à outro.

—Não há de que meu senhor, sua esposa já está pronta, é uma linda dama e parece tão delicada quanto uma rosa das neves. —A serviçal sorriu.

—Esse não es o motivo da minha preocupação, tenho medo de algo sair errado... Eu...

—Senhor, está tudo está devido os conformes, me siga por favor. —Outra serviçal falou chegando até seu quarto.

Gabriel foi andando até o salão do trono, onde seu pai o aguardava ao lado de sua mãe.

—Ai esta ele, o meu garoto. —Seu pai falou o pegando pelos ombros. —Hoje você vai virar um homem meu filho, virarás o rei quando seu pai vier falecer, mas não tema, eu ainda vou aguentar muitas batalhas. —Falou rindo e o cheiro de vinho ficou no ar.

—Parabéns meu filho, eu lhe desejo muita sorte e fortuna. —Sua mãe falou sorrindo e pegando em sua bochecha. —Você um dia assumira o reino de vosso pai, lutará batalhas ao lado de seus aliados e com a sorte dos Deuses sairá vitorioso, hoje sais daqui um garoto que é um príncipe, mas quando retornais à vossa casa será um homem, e o herdeiro do trono.

Gabriel sorriu falsamente, ele não queria nada daquilo, durante os últimos dois meses ele estava tomando aulas particulares com Douglas, que lhe ensinava muito mais que usar a espada, eles se apaixonaram um pelo outro e Gabriel com medo de machuca-lo não contou o que teria que fazer, achou que poderia esconder por mais tempo, mas naquela manhã foi anunciado que ele teria que passar pela vila de carruagem com sua coroa para mostrar quem seria o herdeiro, ele estava suando frio dês de então.

—Ande moleque, quem chega atrasado na catedral é a noiva. —Seu pai falou em cima da carruagem que tinha um assento azul, ele subiu e logo em seguida sua mãe, o cavaleiro deu a partida e os cavalos foram seguindo o caminho.

Chegando na vila que já esperava tal evento, pode ver todas as pessoas, agora ele era oficialmente conhecido por todo aquele lugar e não voltaria a passar despercebido, ele tentou se esconder com a capa, mas seu pai o fez ficar de pé ao seu lado, as pessoas sorriam e acenavam e gritavam palavras de boa sorte.

No meio  da multidão o par de olhos verdes que ele tanto conhecia o chamou atenção, era Douglas, ele olhava para tal momento descrente do que estava vendo, seu amante passando com vestimentas reais pela sua vila, ele deu as costas e entrou na taberna de seu pai.

O resto do caminho para Gabriel foi totalmente despercebido, pois em sua mente a única coisa que estava se passando era a feição de Douglas entrando no estabelecimento, antes que percebesse chegou ao lugar onde seria sediado seu casamento.

Ele entrou pelas portas e a atenção foi totalmente focada nele, ele seguiu o longo tapete vermelho estendido no meio dos bancos em direção ao altar, a musica o fazia ficar ansioso, ele queria acabar aquilo rápido, ele sentia que haviam milhares de mariposas em seu estomago, mas não pelo casamento, e sim para saber o que Douglas falaria, ele subiu no altar e viu as pessoas importantes sentadas nos bancos, via mensageiros de todos os reinos por entre tantos, a família de pamella estava no canto esquerdo do altar, enquanto a sua ficava no canto direito, ele contando até cem para o nervosismo passar.

Depois de alguns minutos angustiosos a porta finalmente se abriu novamente, era Pamella, usava um vestido vermelho com a cauda de sete metros e com a parte da frente aberta e mostrando o segundo vestido por baixo em rosa-quartzo, um véu branco e por cima de tudo sua coroa com uma pedra de Ruby no topo.

Atrás dela estavam seus três cavaleiros, o da direita já era conhecido de Gabriel, era por quem a princesa era apaixonada, ele era o único que não usava o elmo, ostentava com orgulho uma cicatriz na testa que foi feita em batalha para proteger sua princesa de uma flecha

Pamella chegou no altar e seus cavaleiros se ajoelharam e tocaram com a mão direita no chão.

—Muito bem meus caros. —O padre falou, Gabriel engoliu a seco. —Estamos aqui hoje para a cerimonia de casamento de Pamella do reino de Hiems e Gabriel de Aestas, antes de começarmos vos farei uma pergunta, ambos estão aqui por sua própria vontade, não é? —O padre perguntou e ambos responderam que sim. —Que comece a troca de alianças e os votos.

O cavaleiro Fernando pegou uma almofada e ajoelhou-se entre os dois a levantando com as alianças em cima.

Gabriel pegou a menor aliança e olhou nos olhos de Pamella.

—Neste dia de hoje eu me caso contigo, juro à você minha vida e meu coração até meu último suspiro, juro estar contigo na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza e na alegria e na tristeza, até que a morte nos separe. —Ele falou passando a aliança pelo dedo anelar de Pamella e se curvando para beijar sua mão enquanto olhava em seus olhos.

—Neste dia de hoje prometo cuidar de você, serei a paz entre o caos, serei a vela em teu caminho, a agua para tua sede, prometo estar ao seu lado durante todos os momentos de sua vida, até meu ultimo suspiro, até que a morte nos separe. —Ela falou colocando a aliança em Gabriel.

—Agora o vinho. —O padre falou entregando-lhes a taça de ouro cravada em joias e diamantes cheia de vinho.

Pamella segurou o objeto com suas duas mãos, Gabriel levanto seu véu e quando sua mão desceu passou por seu rosto, ela estava chorando, assim como ele, Gabriel colocou a mão por cima das dela.

Ele sussurrou para ela: Ego sum apud te. (estou contigo)
—Com este vinho, selo nosso matrimonio, a partir deste momento não seremos mais dois indivíduos, mas apenas um, juro que contigo crescerei espiritualmente e mentalmente, contigo dividirei todas as bênçãos e fartura, até que a morte nos separe. —Falaram em conjunto, Gabriel levou o cálice até os lábios de Pamella e deixou ela dar um gole, logo em seguida ela fez o mesmo com ele.
Ambas as mães estavam chorando com a cerimonia, os pais se encaravam com um olhar de ódio entre os dois.
—Pode beijar a noiva. —O padre falou pegando o cálice deles.
Gabriel pareceu travar por alguns segundos, os convidados olharam e comentaram sobre algo, Gabriel pegou sua esposa e beijou, a segurou pela cintura e a puxou para perto dele, Pamella retribuiu e após cinco segundos, que foram combinados se separaram e deram as mãos sorrindo.

As lagrimas param de rolar e eles saíram da catedral, os convidados jogavam grãos de arroz dizendo plenté, plenté. Que significava abundancia

Eles subiram na carruagem e voltaram até o castelo da família de Gabriel, assim que chegaram tiveram que dançar no salão, logo em seguida uma festa foi dada, todas as pessoas influentes foram convidadas e eles tiveram que falar com eles, sobre o futuro dos reinos e sobre a união deles.

[...]

Anoite quando as festas acabaram eles foram para o quarto, Fernando o cavaleiro de Pamella a seguia por ordens, ficaram os três no quarto.

—Pelos Deuses isso foi difícil. —Gabriel falou se sentando na cama.

—Vosso pai estava bem animado para este momento, ele dizia que era o momento em que você finalmente seria um homem. —Pamella falou se sentando na cama.

—E de fato este é. —Gabriel falou, ele chegou na porta e colocou o ouvido na mesma, pode ouvir a respiração de alguém atrás da porta. —Este é o momento que eu esperei pelo dia todo, será o momento em que te farei minha mulher de fato. —Falou e apontou para Fernando, fez movimentos para ele tirar a armadura e ir para cima de Pamella com a cabeça.

—Por favor Gabriel, venha e me faça ser tua. —Pamella falou.

Fernando e ela começaram o ato em cima da cama, enquanto eles faziam Gabriel continuava na porta ouvindo a respiração, depois de um tempo Pamella começou a gemer.

—Este é meu filho. —O pai de Gabriel bateu na porta e o animou. —Mostre o sangue que corre em tuas veias. —Falou.

Gabriel ouviu os passos se afastando, Fernando e ela acabaram o ato, Fernando se vestiu novamente e agradeceu seu amigo por aquilo.

—Pelo menos um de nós pode conseguir o que quer na vida. —Gabriel falou sorrindo e caindo na cama ao lado de Pamella.

—Não se preocupe Gabriel, dará tudo certo, confie nos deuses.



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