História Um casal diferente (Yaoi). - Capítulo 44


Escrita por: ~ e ~Pamchu

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Casal Diferente, Drama, Drama Familiar, Drama Gay, Garotos, Garotos Capa, Gay, Gayteen, Lemon, Teen, Yaoi
Exibições 69
Palavras 3.019
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá amores, mais um capitulo para vocês, dessa vez a O.V.A, agora que eu reparei que as duas O.V.A's tem blood no nome, seria eu meio vampiro? Quem sabe.
Mas vamos à leitura <3

Capítulo 44 - O.V.A II Blood Moon - Parte II


Fanfic / Fanfiction Um casal diferente (Yaoi). - Capítulo 44 - O.V.A II Blood Moon - Parte II

Pedro acabava de abrir a porta do quarto quando sentiu algo atrás dele, ele se virou e rapidamente sentiu alguém se jogando em cima dele, se tratava de Gabriel descobrindo sua nova velocidade.

—Isso é incrível. —Ele falou sorrindo no colo de Pedro.

—Deixe eu te mostrar o que é mais incrível. —Pedro sorriu e tomou os lábios de Gabriel, saboreava cada pedaço de sua boca e Gabriel fazia o mesmo.

Pedro colocou Gabriel sobre a cama gentilmente e tirou sua camisa, desceu o beijo para o pescoço dele e deixou um chupão para ele se lembrar, desceu os beijos para o peitoral dele e aproveitou o corpo definido do garoto recém transformado e com os lábios desenhou um mapa de Gabriel.

Tirou sua camisa e ficou como Gabriel que não se controlou e ficou por cima de Pedro,  e retribuiu o favor que recebeu, beijou o pescoço de Pedro e também fez um chupão, sentia o volume na calça de Pedro e rebolou por cima, deixando ele mais louco de prazer.

—Você sabe o que está fazendo? —Pedro perguntou com um sorriso no rosto.

Gabriel deu um beijo como resposta, Pedro tomou o controle novamente, tirou a calça e a box dele e logo em seguida se levantou para fazer o mesmo com as suas, ficando completamente nus.

Felipe estava vendo tudo da porta, sentia um ódio que não conseguia controlar, ele desejava estar no lugar do novato ali, queria que fosse ele sendo beijado pelo Pedro.

Pedro pegou seu membro totalmente ereto e colocou em Gabriel que gemeu de dor, era sua primeira vez com outro homem e Pedro era brutal com isso, colocou tudo de uma vez só, Gabriel urrou de dor mas foi calado com um beijo.

—*Não tem por que disso tudo. —Pedro sussurrou para ele. —*Só estamos começando.

Pedro não perdeu tempo e foi colocando mais rápido e forte em Gabriel, que depois de um tempo começou a se acostumar com a dor daquilo, e no lugar veio o prazer, os gritos se tornaram gemidos e Pedro voltou a sorrir vendo a expressão de satisfação do garoto.

—Faça isso também. —Pedro falou e mordeu o pescoço de Gabriel, sentiu um pouco de dor mas passou logo, Gabriel usou suas presas e fez o mesmo no pescoço de Pedro.

Assim que Gabriel saboreou o primeiro ml daquele sangue ele sentiu um prazer quase sexual ao fazê-lo, era pelo menos vinte mil vezes melhor que o primeiro sangue que provou, ele não conseguia parar de toma-lo, Pedro estava fazendo o mesmo com ele, e não parava os movimentos que entravam e saiam de Gabriel.

Gabriel não aguentava todo aquele prazer e gozou em cima de sua barriga, Pedro sorriu e fez o mesmo dentro dele, Gabriel o beijou novamente parecia estar em frenesi, depois de beber o sangue de seu mestre. Pedro se caiu ao seu lado e viu o garoto mordendo os lábios.

—É fácil se viciar nisso não é. —Falou e abriu o sorriso. —Tome, pode beber o quanto quiser. —Estendeu o pulso para seu novato, Gabriel voltou a beber o sangue dele, ao mesmo tempo voltou a se excitar. —Aproveite, é raro um mestre que deixa a cria tomar seu sangue, faz ela ganhar um poder enorme e as vezes até mesmo supera o poder de seu mestre, mas eu tenho total confiança em você. —Pedro falou e dei outro beijo no pescoço de Gabriel e tomou mais um pouco do sangue dele, essa troca era quase tão prazerosa que o sexo para os vampiros.

Felipe quebrou um pedaço da parede que segurava de tanta raiva e inveja do Gabriel, chamou a atenção dos dois que olharam assustados, assim que ele percebeu isso ele correu para fora do lugar.

—Será que ele ficou chateado? —Gabriel falou preocupado.

—Eu quero que ele se foda, ele só está aqui por que implorou por isso. —Pedro sorriu. —Não é culpa minha se ele entendeu errado. —Deu de ombros.

...

—O problema da audição de um vampiro é que ele pode ouvir isso. —Amber falou colocando a mão no ombro de Felipe, se referia aos gemidos de Gabriel que ainda estava no quarto com Pedro.

—O que você quer? Veio me zoar de novo? —Falou irritado com ela.

—Não, vem comigo. —Falou e foi correndo até um lugar em que Pedro não poderia os ouvir.

Entrada do cemitério.

—Escuta aqui, eu estava bolando esse plano, mas como você parece gostar mais do mestre do que eu.

—Eu não quero fazer nada disso, tudo o que você planeja sempre da erado. —Falou com Amber e ia voltando, mas ela segurou ele.

—Eu sei um jeito dele te olhar diferente, ele pode até foder você se é isso o que quer. —Falou irônica.

—...

—É o seguinte, eu encontrei a base dos lobos eu estou pensando em fazer uma emboscada para eles, se der certo você vai fazer a alcateia toda ser destroçada aqui, e o nosso mestre vai ficar muito orgulhoso do vampirinho que nunca foi notado que pode até se esquecer do novato em um piscar de olhos.

—E se der errado?

—Você morre inutilmente, mas você já está morto e já é inútil então não tem nada a perder. —Amber deu de ombros.

—Me fale onde é...

—Assim que eu gosto, você só tem que falar que está se rendendo e quer deixar de ser um vampiro, ai se eles te ameaçarem fale que sabe onde está o vampiro que fez aquilo na faculdade, ai você os trás até aqui e nós vamos mata-los.

—Então eu vou avisar Pedro de uma vez e...

—Não, deixa que eu aviso, se você for agora ele pode ficar irritado e falar para você não fazê-lo, só vai Felipe, daqui a uma hora certifique-se de estar aqui.

Felipe foi logo para o local em que Amber apontou.

...

—Ei Yasmim, o que você acha de irmos fazer umas compras? Meu guarda-roupas está tão 2006. —Falou se sentando ao lado da garota.

—O Pedro não vai achar meio ruim? —A encarou.

—Ele não pode reclamar, ele andou saindo todos os dias e nós estamos presas a dez anos, você vai amar sentir o calor do sol novamente. —Puxou Yasmim.

—Podem ir vocês duas. —Pedro apareceu na porta usando o lençol como roupa para se tampar. —Nós vamos continuar essa nossa busca amanhã então hoje podem tomar como folga.

—Vamos Yasmim? —Encarou a garota.

—Vamos, já voltamos Pedro. —Yasmim mandou um beijo para Pedro.

—Quando voltarmos ele não vai estar mais aqui.... Provavelmente vai levar o novato para sair. —Falou sorrindo com teor irônico.

[...] Bar [...]

—Ei já voltou Nando. —Rafael falou atrás do bar limpando o lugar, mas Fernando não parecia estar muito feliz com algo. —O que está acontecendo, você achou algo?

—Eu fui até a casa do Gabriel e não o vi por lá, mas eu achei uma bolsa de sangue no lixo, e o cheiro que estava em sua cama certamente era de um vampiro. —Fernando se sentou no bar.

Rafael foi até ele e começou a massagear seus ombros.

—Se tudo correr bem Gabriel só morreu como outra vítima. —Rafael falou com um meio sorriso e Fernando bufou. —O que foi, preferia que ele virasse um vampiro e você tivesse que mata-lo?

—Não é só que.... Ele não tinha nada a ver com isso, ele e Thulio foram pegos no meio desse fogo cruzado e se ele morreu por causa disso eu não sei o que vou falar para Pamella. —Ficou triste.

—Não é culpa sua, Pedro é infame e ele sim colocou tudo isso no fogo cruzado, ele quebrou o acordo de paz e matou pelo menos duzentas pessoas. —Rafael dei um beijo no pescoço de Fernando, fazendo o maior se arrepiar. —Ele não vai sair dessa e ele sabe, por isso está transformando os outros em vampiro.

—Será que ele pegou o Gabriel só para poder fazer chantagem? —Fernando falou se virando para Rafael.

—Estamos falando do Pedro, com certeza, eu realmente espero que Gabriel tenha só morrido, mas se nós encontrarmos ele...

—Não fale isso.

—Nós vamos ter que mata-lo. —Rafael concluiu.

—Claro que não. —Thulio entrou nervoso no lugar.

—Thulio. —Fernando se levantou e coçou a testa.

—Thulio nada, é do Gabriel que estamos falando, não é possível que vocês não tenham coração para falar uma coisa dessas. —Suas garras apareceram.

—Escuta aqui... —Fernando ia falar, mas Thulio avançou para cima dele derrubando ele no chão, Fernando empurrou ele com força até a parede e o prensou com o braço em seu pescoço. —Escuta aqui Thulio, um vampiro é algo nojento e podre, se Gabriel virou um deles com certeza não é mais o mesmo que você conheceu.

—Você não...

—E ai, você vai achar ele durante uma luta e vai fazer o que, ele não vai pensar duas vezes antes de arrancar sua cabeça fora, e nem pense em destransforma-lo que é impossível, ao contrário de nós que mudamos nosso corpo os vampiros tem que morrer para se tornar um, o Gabriel que você conhecia está morto. —Fernando falou e soltou Thulio que caiu no chão.

—Ei Fernando. —Rafael falou e olhou par a mão do outro, estava começando a perder o controle, coisa que não era normal. —Thulio não se preocupe, nós ainda não temos como confirmar isso, ele pode ter só morrido, ou então...

—Rafael não faça isso, não adianta você dar esperanças a isso, um vampiro só entra na sua casa se você deixar, Thulio aceite logo, você não vai conseguir fazer isso, então eu espero que você realmente não faça igual eu tive de fazer com a Mirian, eu tentei salva-la, mas não teve jeito, ela acabou por se soltar das correntes e matar outros dez inocentes, o pior sentimento é ver alguém que você se importa se tornar um monstro e sair por ai ceifando vidas, então se você realmente o ama, coloque um fim nele. —Fernando falou e saiu para o alçapão do bar.

—Não precisa ficar assim Thulio, tem vários outros garotos por ai. —Rafael colocou a mão no ombro dele. —Você está sentindo isso? —Mudou de expressão, estava tentando achar algo.

—Não como ele. —Thulio falou e se levantou. —Eu não quero mais fazer parte disso, não se for pra ter que matar ele, eu simplesmente...

—Espera. —Rafael tapou a boca dele. —Está sentindo esse cheiro?

—Qual cheiro? —Thulio falou e se concentrou no olfato, sentiu um odor diferente, não parecia ser humano.

—Um vampiro. —Rafael falou e mostrou suas garras, mas antes que pudesse fazer algo Felipe apareceu vindo como um raio e segurou o pescoço de Rafael.

—Solte ele. —Thulio falou e seus olhos brilharam em amarelo.

—Se você der um passo eu executo esse cachorrinho, cadê o alfa? —Felipe falou segurando com força.

—É melhor você soltar ele, se não eu juro... —Thulio falou, mas foi cortado por um uivo forte, suas garras sumiram e seus olhos voltaram ao normal.

Um vulto rápido quebrou o alçapão e em questão de milésimos de segundos Felipe foi atirado na parede com violência.

Thulio conseguiu enxergar Fernando em meio ao vulto, seus olhos eram vermelhos e suas garras da mesma forma, mas pelo sangue do vampiro.

—Você é muito forte, ou é muito idiota? —Fernando falou, sua voz estava bem mais grossa que o normal, foi indo em direção ao vampiro ainda se recuperando no impacto.

Rafael foi correndo no vampiro e enfiou suas garras no pulmão dele.

—Pode ficar com esse meu amor, não sabia que os vampiros faziam delivery. —Fernando falou e virou de costas.

—Espere. —Felipe falou com dificuldades.

Rafael enfiou mais fundo e Felipe já estava morrendo.

—Eu sei onde está o vampiro que destruiu a faculdade.

—Pare Rafael. —Fernando se virou, mas Felipe já tinha apagado. —Ele poderia nos...

—Fernando eu não sou novato, só apaguei ele, claro que eu ia interroga-lo. —Falou se levantando e puxando o corpo do outro pelo braço.

—É por isso que eu te amo. —Fernando falou sorrindo e deu um beijo em Rafael.

[...]

Felipe acordou em uma sala estanha, era como se fosse um tipo de masmorra, tentou se levantar mas viu que tinham correntes o prendendo, tentou parti-las , mas estava fraco.

—Nem tente, meu querido. —Rafael falou sorrindo. —Nós já te demos um pouco dessa erva. —Ele falou, estava segurando um ramo de verbena. —O que você quer nos falar?

—Ei sei onde o Pedro está. —Falou com dificuldades, ainda estava cicatrizando das feridas anteriores.

—E por que você falaria onde seu mestre está? Acha que eu tenho cara de idiota? —Rafael falou serio.

—Não só a cara. —Felipe riu, mas tossiu logo após. —Eu não quero mais ser um vampiro, eu odeio isso que fizeram comigo.

—Não há mais volta para você, uma vez vampiro...

—Eu sei, mas se ele morrer junto já vale a pena. —Felipe falou encarando Rafael.

Rafael percebeu que não havia mentira em sua voz, mas Felipe estava pensando em Gabriel quando falou.

—E como vou saber que não é uma armadilha? —Rafael perguntou olhando indiferente.

—Você pode me levar como refém, eu te mostro o caminho. —Felipe falou e Rafael novamente não sentiu nada de mentira.

...

—...É isso. —Ele falou com Fernando tudo que tirou de informação.

—Então Gabriel é mesmo um vampiro. —Thulio ficou cabisbaixo. —Isso tudo por que eu deixei ele sozinho, droga. —Ele socou a mesa e ela se quebrou.

—Nós vamos lá agora, vamos aproveitar o sol, espere... Como ele chegou aqui durante o sol?

—É esse anel que ele usa no dedo, ele conseguiu com Pedro, então você já sabe com quem. —Rafael falou se preparando, foi atrás do bar e pegou duas pistolas e umas granadas, ambas eram de verbena.

—Até que para um barman...

—Cale a boca e você vai pagar essa mesa. —Rafael falou irritado. Desceu até o alçapão e pegou Felipe amarrado por uma corrente.

[...] Cemitério [...]

—Eles decidiram ficar aqui por causa do olfato de vocês. —Felipe falou andando na frente.

—Percebi, que cheiro nojento. —Fernando falou e empurrou Felipe para andar mais rápido.

—Eu já vim aqui antes. —Thulio falou. —Não vi nada fora do normal, só essa igreja antiga e...

Felipe tirou uma Pedra de cima da porta e revelou um alçapão.

—Escute aqui, se isso for um...

—Não brincaria com minha vida. —Felipe sorriu

—Rafael, prepare as granadas, assim que eu entrar jogue elas, pode tudo ser uma grande armadilha, se isso acontecer, você e Thulio corram.

—Deixe que eu vou na frente, vai ter menos impacto e você pode mirar melhor. —Falou e olhou para Rafael.

Eles se entreolharam e assentiram.

Felipe desceu até o esconderijo, viu Pedro e Gabriel no sofá, pareciam estar lendo algo antigo, como um tomo.

—Felipe, que bom que chegou, olhe só o tomo que nós conseguimos, nele fala como nós podemos... —Pedro se levantou e foi em direção ao Felipe, sentiu algo diferente.

—Cadê os outros? —Perguntou afoito, —Cadê a Yasmim e Amber?

—Saíram, elas pediram agora pouco, parece que viu um fantasma, o que aconteceu? —Pedro o encarou com a sobrancelha arqueada.

—AGORA. —Fernando entrou, já estava transformado e jogou Pedro na parede, logo em seguida Rafael jogou uma granada de agua benta e Verbena que queimou os três no lugar.

—O que é isso? —Pedro falou nervoso. —Felipe? —Olhou para o garoto que não sabia o que fazer.

—Você fugiu de mim por tanto tempo. —Fernando estava nervoso. —Você matou tanta gente, está na hora de você pagar. —Falou e ficou suas garras no peito de Pedro, como foi tudo uma surpresa Pedro não conseguiu reagir a tempo para fazer nada, as garras de Fernando chegaram ao coração e Fernando segurou. —É só...

—Não faça isso. —Rafael falou. —Nós precisamos de umas respostas primeiro, e parece que ele pode nos ajudar com isso. —Levantou o tomo em latim arcaico.

—Você tem razão. —Fernando tirou a mão de lá e Pedro caiu no chão enfraquecido pela agua benta. —Até que esse inútil pode fazer algo. —Fernando chutou Pedro com toda força contra parede, onde ocorreu a colisão se quebrou. —E você Gabriel. —Fernando foi até o garoto no chão, ele estava se recuperando ao mesmo tempo que a agua benta o queimava a dor que ele sentia o deixava imóvel. —Thulio, você cuida dele, já sabe o que fazer. —Fernando falou se levantando. —É uma pena, eu realmente gostava dele.

Pegou Pedro e colocou em sem ombro o levando, Rafael pegou Felipe e amarrou novamente com a corrente, agora puxava o loiro arrastado pelo caminho.

Thulio ficou sozinho com Gabriel.

—Gabriel, você esqueceu seu cachecol ontem. —Ele falou sorrindo para o garoto no chão. —Falou que eu sempre perdia tudo, mas... —Os olhos de Thulio encheram de lagrimas. —Eu não achei que eu perderia você também. —Começou a chorar. —Eu não quero fazer isso, mas se eu te deixar vivo você pode...

—Thulio. —Gabriel estava nervoso de raiva. —Me mate logo, eu não quero ouvir isso. —Falou friamente. —Você teve dezoito anos para falar isso, e logo agora que estou morrendo você decide, que ironia. —Ele tentou levantar, mas aquela queimadura era como estar mergulhando em lava, se queimando constantemente porem se recuperando só para se machucar mais, ele acabou por sentado apoiado na parede.

—Você também...

—Eu vou falar só uma vez Thulio, eu estou apaixonado pelo Pedro, ou você me mata agora, ou eu juro que eu vou atrás de vocês e vou ter o prazer de matar cada um de vocês pelo o que fizeram aqui, e isso inclui aquele traidor.

Thulio se ajoelhou na sua frente, e mostrou as garras, Gabriel fechou os olhos esperando para o golpe, mas o que sentiu não foi isso, sentiu os lábios de Thulio.

—Eu não consigo. —Falou isso com lagrimas escorrendo pelo seu rosto. —Eu não posso. —Falou e saiu deixando Gabriel ferido para trás.

—Você fez? —Rafael perguntou.

—Sim. —Respondeu e limpou as lagrimas.

—Foi melhor assim, agora supere isso, nós estamos mais próximos de conseguir fazer nosso plano ser um sucesso. —Fernando falou levantando o tomo.


Notas Finais


Amber será tão cobra assim na historia principal também? Eu acho que já é :T


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...