História Um castelo - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Michael Jackson
Tags Michael Jackson, Rei Do Pop, Romance
Exibições 19
Palavras 777
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lírica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Recentemente assisti ao comercial da Pepsi estrelado por Michael : Price of Fame, (este é o nome da trilha sonora para o comercial )então tive esta ideia para fic inspirada por aquela fase de sua carreira,a Era Bad.
A imagem que uso como capa da Fic é o blog do baixista japonês Jasmine You,acho que a imagem traduz o espírito dessa escrita .

Capítulo 1 - Na Janela do meu quarto


Fanfic / Fanfiction Um castelo - Capítulo 1 - Na Janela do meu quarto

O rapaz passou pela rua na penumbra seguia para casa. Em seu quarto abriu as janelas, queria ficar olhando o céu; era pouco mais do que 7:00 da noite.

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            Ela já havia se acostumado a observar a janela abrir e ascender uma luz no quarto em frente ao seu, de frente a sua varanda, e pela silhueta de cabelos encaracolados curtos, se trata de um rapaz. Ela não havia se acostumado com a casa nova na Avenue Hayvenhust em Encino Califórnia, tudo é uma novidade, as palmeiras na entrada da rua, o sol desde as primeiras horas da manhã, o alaranjado na linha do horizonte ás 5:00 da tarde, e as lojas que prometeu visitar com suas melhores amigas, mas estava em casa vendo apenas o passar do dia, hora arrumando suas roupas, hora no meio da sala com sua mãe, ambas tentando decorar a casa e achar lugar para os livros velhos e enfeites de natal que já deviam estar arrumados desde a primeira semana do mês de dezembro. E estava no início da segunda segunda semana do mês, logo é natal.

            As 4:00 da tarde saiu no corredor indo para a cozinha o perfume de um bolo que sua mãe tirava do forno encheu a casa. O sol batia no balcão de mármore da cozinha e iluminava o piso claro com manchas marrons, ela se sentou no balcão o bolo estava descoberto e percebeu que era de laranja. Sua mãe pegava talheres e 3 pratos pequenos do armário quando se virou e disse:

 -Não coma agora. Vá arrumar o seu quarto porque hoje nem vamos dormir antes da meia noite sem fazer essa mudança de vez.

 -Certo. Mas mãe eu quero dar um jeito no meu cabelo hoje mesmo.

 -Só depois de arrumar comigo a casa eu ajudo você, não vamos ao salão já aviso. E nem arrume outra desculpa pra adiar a faxina-Depois de dizer isto a sua mãe se virou para a parte do armário onde estava um liquidificador ligado e colocou a polpa de uma fruta pra bater.Com o barulho preferiu sair para a sala e jogar as caixas vazias fora e tirar as cadeiras do corredor. As cortinas novas já estavam lá e eram brancas e verde claro, as luzes brancas rodilhavam as duas janelas da sala-Melinda, nem vá para a pisciana -a mulher falou enquanto abria as gavetas procurando alguns talheres que ainda não estão no lugar adequado.

-Tá bom. - respondeu com tédio Na verdade não estava com preguiça e nem tinha vontade de dormir à tarde, mas ficava no quarto pois sentia um pouco de medo, medo do cair da noite nessa nova rua, mas não era um assalto que temia, era medo da mudança. Saudade? não, não era e não tem ninguém em mente para ter tal sentimento. Mas, não conseguia se concentrar no que tinha por fazer naquele lugar novo, então ficava quieta no quintal ou lendo algo no quarto com a janela aberta, apenas as cortinas filtrando o sol e o céu azul dissipava um pouco os receios. E ficar na sala média sozinha, sem tv ligada por perto... estava evitando. Foi aí que pegou as três caixas vazias cheia de plásticos e colocou na porta da frente de sua casa. Tinha que caminhar certa distância até o primeiro portão se quisesse mesmo se livrar do lixo como faz todas as pessoas normalmente e colocar no recipiente azul quase no final da calçada, mas neste bairro de classe média a alta como a sua mãe explicou, elas não conseguiriam fazer todas as tarefas da casa sozinhas sem ajuda, e sua mãe também pediu para ela ser discreta pois mesmo com os muros meio altos e palmeiras, e flores decorando cada centímetro da maioria das janelas, alguns moradores já manifestaram curiosidade sobre a nova movimentação naquela casa, claro, com olhares discretos e indagações de algum empregado quando estiveram no mercado ou na sorveteria a poucas quadras dali. Do outro lado da calçada está a casa semelhante a sua, com o grande portão de ferro na entrada e do lado esquerdo podia reconhecer dali a tal janela que ascende toda a noite.

            Chutou as caixas até a ponta dos degraus pequenos que ficavam afastados da porta principal espelhada. Para onde se olha asfalto,árvores, parece que seus dois vizinhos da frente são donos de metade da rua com suas propriedades. Neste momento no portão da casa ao lado um homem sai do carro fala alguma coisa no interfone e o portão se abre, e ela tem que voltar para dentro de casa mesmo querendo ficar mais tempo ao sol, o céu ainda é azul turquesa neste horário.

           

 

 

 


Notas Finais


Quem seria o rapaz?


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