História Um Certo Mauricinho - Imagine Suga - Capítulo 14


Escrita por: ~ e ~baekyungsoo

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Personagens Chanyeol, D.O, Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Lay, Lu Han, Mark, Rap Monster, Suga, Suho, V, Youngjae
Tags Imagine
Visualizações 358
Palavras 1.436
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaaa!
Nos vemos nas notas finais.
~boa leitura!

Capítulo 14 - Desculpa


Fanfic / Fanfiction Um Certo Mauricinho - Imagine Suga - Capítulo 14 - Desculpa


 

Sexta feira

Acordei um pouco mais cedo do que devia, aconteceu tanta coisa nessa semana. 

Depois de terça Karen não quis mais conversar comigo, nem eu quis conversar com o Jimin. 

Kamille e Tae ainda estão brigados um com o outro, as brigas deles dois são muito engraçadas. 

Nic e Hobi estão mais próximos depois deles terem ficado — ela nos contou —, Jess e Kook vão sair, e eu e Yoongi estamos do mesmo jeito. 

Me levantei, fui ao banheiro fazer minhas higienes, coloquei meu uniforme e desci para tomar café. Ao terminar, olhei a hora no celular e já estava indo. Peguei a bolsa, a chave do carro, tranquei a casa e fui para a escola. 

Cheguei lá e não tinha ninguém na porta, como estava com sono abaixei o banco e praticamente deitei nele, fechei os vidros do carro e relaxei. 

Quando estava quase dormindo, escutei a porta do carro ser aberta, levantei no susto. 

- Calma —sorriu, entrou no carro e fechou a porta. — Sou eu. 

- Seu idiota —deitei no banco novamente com a mão no coração que estava acelerado por causa do susto. — Quase me mata de susto —ainda tentava normalizar minha respiração. — Que intimidade é essa pra você chegar assim entrando no carro dos outros? 

- E quem disse que você é "outros"? 

- Não sou? —levantei meu banco. — Nós não somos só "colegas"? —fiz aspas com os dedos. 

- Era exatamente sobre isso que eu queria falar com você —prestei atenção. — Eu queria te pedir... —respirou fundo. — Desculpas.

- Por que está me pedindo desculpa? —me olhou surpreso. — Você nunca estava errado, não é mauricinho? Era sempre o dono da razão?

- Eu sou um idiota tá bom —sorri por ele ter falado a verdade. — Me desculpa —olhou nos meus olhos. — Eu estava sendo um idiota com você. 

- É... —pausa de suspense. — Claro que eu te desculpo —ele sorriu, parecia aliviado. — Então quer dizer que a gente não é mais colegas né?

- Amigos? —estendeu a mão. 

- Amigos —afirmei pegando na mão dele, mas logo o puxei para um abraço. Ele usava um perfume muito bom e seus cabelos eram macios. Nos separamos e percebi que já estava cheio de alunos na porta da escola. 

Saímos do carro e fomos em direção aos outros. Conversamos e o sinal bateu, fomos pra sala. 

(Quebra de tempo)

 

- Então tchau gente —me despeço. — Karen, quer que eu te dou uma carona?

- Não precisa —falou seca. — Eu vou dar trabalho. 

- Eu estou indo abastecer e fica no caminho. 

- Não quero ir com você —vira o rosto para conversar com Nic. 

- Karen você não entendeu —fui até ela e puxei seu ombro. — Eu tenho que conversar com você —fechou a cara mas veio comigo, entrou no carro e dei partida. O caminho todo foi em silêncio. 

Quando chegamos a casa dela, deixei o carro estacionado e entramos, cumprimentei sua mãe e fomos para seu quarto. Ao entrarmos no quarto, fechei a porta. Karen se sentou na cama de costas para mim e começou a tirar o tênis. 

- (S/N) pode ir, não quero conversar com você. 

- Você não quer? —ela nega. — Beleza então, só me escuta —parei na frente dela. — A culpa não foi minha tabom —indiquei para mim mesma. — Ele me beijou, eu não podia fazer nada. 

- Óbvio que você podia —se levantou. — Podia muito bem não querer e negar com a cabeça. 

- Karen, era um desafio, e eu também fui pega de surpresa. Para mim, ele iria dar o selinho em você —afirmei. 

- Eu também achei isso. 

- Então —peguei nas mãos dela. — Não deixa um menino ficar entre a gente. 

- Mas —seus olhos começaram a lacrimejar. — Eu gosto dele (S/N) e ele te beijou. 

- Karen —fiz ela olhar nos meus olhos. — Eu não gosto dele, e mesmo que eu gostasse, nunca iria deixar ele ficar entre a gente —ela me abraçou.

- Desculpa, desculpa, desculpa —falou e voltou a olhar para mim. — Eu estava agindo como uma criança.

- Sem problemas —dei um beijo na sua testa. — Eu amo você tá?

- Também te amo —me abraçou de novo. — E você já conversou com o Jimin?

- Eu vou resolver isso hoje. 

Me despedi de Ká e de sua mãe, então fui embora — mas antes passei no posto para abastecer o carro —. Cheguei em casa e como sempre estava bagunçada. Joguei minha bolsa para um lado, tênis pro outro e fui tomar banho. 

Vesti uma blusa de manga longa cinza, um short jeans e um tênis branco e deixei o cabelo solto. 

Desci e comi algo. Olhei para a sala e pensei: “Quando eu voltar eu arrumo você”. 

Sai de casa a trancando e fui pra casa de Jimin a pé por ela ser perto da minha e eu precisava pensar. 

Passei por algumas quadras e cheguei a casa dele que era uma das mais bonitas da rua. Apertei a campainha e logo a empregada veio atender. 

- Oi Min Sa —acenei. — O Jimin está? —eu já era íntima dela por ter ido várias vezes na casa de Jimin pra fazer trabalhos. 

- Tá sim (S/N) —abriu a porta e vi ele no sofá conversando com o pai. — Entra, eu vou chamar por ele —entrei e fiquei em frente à porta. 

Ela foi até o garoto e falou com ele, que virou a cabeça para me ver. Me chamou e fui em direção a ele, cheguei ao lado de Jimin. Cumprimentei seu pai. 

- Boa tarde senhor Park —me curvei. 

- Boa tarde —falou sem olhar para mim. 

O pai de Jimin não gostava de mim, pois era para Jimin ter um relacionamento com minha irmã — é, eu tenho uma irmã —, mas por ela ser dois anos mais velha e além de tudo, ser insuportável, ele nunca nem quis ter nenhum tipo de intimidade com ela. E por ele ser meu melhor amigo, seu pai me culpa por não gostar dela. 

- O que foi (S/N)? —Jimin pergunta. 

- Eu queria conversar com você, mas tô vendo que você está ocupado —olhei para seu pai. — Mais tarde nós conversamos —me virei para ir embora. 

- Não (S/N) —segurou meu braço. — Nós já terminamos. 

- Jimin, eu não quero atrapalhar.

- Ele pode ir —seu pai interrompe. — Já terminamos —Jimin se levanta. 

- Vamos para um lugar mais calmo —falo. 

Nós fomos para um lugar no meio do jardim. 

- Estou tão feliz que você veio conversar comigo —me abraçou mas eu não correspondi. — O que foi? —voltou a me olhar. 

- Você sabe muito bem por que eu vim conversar com você —me sentei em um banco que tinha lá perto. 

- Eu sei, mas eu precisava fazer aquilo e sinceramente eu —sentou ao meu lado. — Tenho que te pedir desculpa, precisava muito fazer aquilo.

- Precisava —me levantei e parei a sua frente. — Por que você fez aquilo?

- Eu tinha que saber se ela gostava de mim. 

- Então quer dizer que você me usou —abaixou a cabeça. — E a coisa só melhora né.

- Essa não era minha intenção —falou com a voz chorosa e levantou a cabeça, seus olhos estavam cheios dágua. Ele sabia que eu não resistia vê-lo assim, me deu muita vontade de abraça-lo e falar pra se acalmar, mas fui forte. 

- Eu sei Jimin —me sentei. — Mas, além de você estragar minha amizade com ela, estragou a minha com você. 

- Confia em mim (S/N) —pegou em minhas mãos. — Eu vou resolver tudo. 

- Eu não posso dar a minha confiança assim pra você —me levantei. — Você vai ter que conquistá-la de novo —andei até mais ou menos a porta dos fundos. — E aliás Jimin —me olhou. — Eu te perdôo —deu um sorrisinho discreto de canto. 

Atravessei a casa me despedindo das pessoas. Cheguei na rua e fui para minha casa. 

(Quebra de tempo)

 

Quando cheguei em casa olhei para ela.

- Amanhã eu te arrumo —falei pra mim mesma. 

Procurei minha bolsa e fui fazer as tarefas. 

Fiz todas e quando terminei já tinha se passado toda a tarde, comi alguma coisa na cozinha e subi pra tomar banho. Demorei um pouco, deixei que a água quente me relaxasse. Quando sai vesti uma camisola não muito curta e deitei na cama, comecei a mexer no celular e mandei uma mensagem para Jess. 

“Me conta tudo sobre o encontro” 

E ela me respondeu: 

“Claro, tô louca para encontrar com ele à sós.”

Desliguei o celular e me aconcheguei para dormir. Estava quase dormindo quando escuto bater na porta. 


Notas Finais


Primeiramente, eu e a autora queremos agradecer pelos 80+ favoritos.
Segundamente(?), Eu queria pedir desculpas pela demora, mas é que eu acabei ficando sem internet;-; , pelo menos agora eu tenho de volta.
É só isso. Beijinhos e até o próximo capítulo!!<3


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