História Um Certo Mauricinho - Imagine Suga - Capítulo 23


Escrita por: ~ e ~baekyungsoo

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Personagens Chanyeol, D.O, Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Lay, Lu Han, Mark, Rap Monster, Suga, Suho, V, Youngjae
Tags Imagine
Visualizações 118
Palavras 3.334
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii!
Finalmente quarta chegou e aqui está o capítulo.
A foto do capítulo é o vestido de (S/N)
~Boa leitura.

Capítulo 23 - Eu estou mandando


Fanfic / Fanfiction Um Certo Mauricinho - Imagine Suga - Capítulo 23 - Eu estou mandando

 

- Não sei... vou pensar —colocou a mão no queixo.

- Dá pra parar com esse cu doce, eu sei que você quer ir. 

- Você é muito chata sabia?

- Aprendi com o melhor —afirmo. — Então, a festa é amanhã e eu te passo o horário por mensagem —entro no carro novamente. — E mais uma coisa, vai de terno, tá? 

- De terno? —assinto.

- É um jantar formal, é uma obrigação ir de terno —ligo o carro. — Até amanhã Yoonie.

- Tchau (S/N) —saio dali.

Chego em casa, tomo um banho pra relaxar, visto um pijama e deito na cama. Não passou muito tempo e dormi. 

Yoongi On 

Quando entrei em casa, vi que minha mãe estava na sala lendo uma revista bem atenta as páginas. Tento passar por ela e ir para o meu quarto.

- Onde você estava até agora Yoongi? —ainda estava atenta a revista.

- Em uma lanchonete com amigos —sento ao seu lado.

- Ou então vagabundando como sempre faz —a voz do meu pai surge.

- Eu não sou mais assim —levanto.

- Você sempre vai ser assim —afirma, fico na frente dele. 

- Você não me conhece pra falar de mim —ele estava com halito de bebida.

- Sei o suficiente pra saber que você é um vagabundo inútil.

- Se eu sou um vagabundo inútil, aprendi com você. Você não acha que não sei que você trai a minha mãe? —sinto um tapa estalar e meu rosto virar com o impacto.

- Você não é nada pra falar de mim, está entendendo? —apontou o dedo no meu rosto. — Enquanto você viver aqui debaixo do meu teto, você nunca, mas nunca mesmo ouse falar comigo desse jeito. 

- Seu desgraçado, eu...

- Já chega —minha mãe entra na frente. — Yoongi vai pro seu quarto —não respondi a ela, apenas me virei e subi pro meu quarto.

Ainda conseguia escutar a discussão deles lá em baixo.

“Você podia pelo menos tentar pegar mais leve com ele.”

“Cala a boca, ele tem que aprender que quem manda aqui sou eu.”

Depois disso, não quis escutar mais nada. Entrei no banheiro, tomei um banho bem demorado e já saio com uma roupa de dormir. Minha mãe estava sentada na cama.

- Filho, posso conversar com você? —afirmo, deito na cama e coloco a cabeça no colo dela. — Perdoa seu pai.

- Ele não é meu pai.

- É sim —começa a alisar meus cabelos. — Ele criou você e ele te ama.

- Se amasse, não faria o que faz comigo.

- Ele ama sim, ele tem raiva de mim e desconta em você.

- Descontando em mim está tudo bem, mas se ele apenas pensar em machucar você, eu nem sei o que eu faço.

- Não fale isso.

- As vezes eu penso em como seria se eu matasse ele, nossas vidas iam ser muito mais fáceis. 

- Olha pra mim —virou meu rosto. — Nunca mais fale isso, é culpa minha dele te tratar assim —ela começava a chorar.

- Não mãe, não é culpa sua —me sento na cama. — Ele que é um idiota que não entende que você só fez isso por que o amava. E eu ainda não consigo entender como é que isso foi possível —limpei suas lágrimas.

- O amor é assim meu filho —sorriu discretamente de canto. — Não é você que escolhe e sim, o coração. E também, se você pudesse escolher quem você ama, qual seria a graça? 

- É, não tem teria graça nenhuma —sorrio me lembrando de coisas da minha vida.

- Mas e você? —perguntou me fazendo a olhar. — Não tem ninguém em mente? —deito novamente. — Você está diferente, com um brilho no olhar, mesmo que tente esconder isso.

- Aé, mãe —mudo de assunto. — Amanhã eu irei em um jantar formal que fui convidado. Ainda tem aqueles ternos aqui em casa?

- Eu acho que doei todos, mas eu resolvo isso. Amanhã compro um novo pra você. 

Ficamos ali por mais um tempo até mãe resolver ir para seu quarto. Deito direito na cama e tento dormir. Ao fechar os olhos, vem a minha cabeça as palavras de (S/N), “meu amor”. Será que foi só da boca pra fora ou será que ela... não, não posso criar esperanças sem saber o que se passa na cabeça dela. Esses pensamentos rodeiam minha cabeça até que pego no sono.

Ruth On 

Foi “obrigatoriamente” levar o Jongin na minha casa, ele ficou enxendo meu saco falando que queria rever meus pais, eu falei pra ele que eles provavelmente estariam dormindo, mas não quis me escutar e insistiu pra ir do mesmo jeito. 

Chegando lá, pra meu azar eles estavam acordados me esperando, se estivessem dormindo ia ser bem mais fácil, pois era só mandar o Jongin ir embora. 

- Ruth, onde você estava? —meu pai avista o garoto. — Kai, quanto tempo —foi cumprimenta-lo.

- É, eu consegui resolver o que eu tinha pra fazer e voltei lá de Busan —cumprimentou minha mãe.

- Eu estou indo dormir —fui rumo ao meu quarto.

- Ruth, fica com a gente —pai me chama. — Vai perder a oportunidade de conversar com o Kai.

- Sim —continuei indo pro meu quarto. — Não tenho nada pra falar com ele.

- De todos nós, ela foi a que mais sofreu quando você foi embora —minha mãe quase sussurra mas consegui escutar.

- Eu não sofri merda nenhuma por isso aí —entro no quarto.

Troquei de roupa colocando um pijama que não era lá um dos maiores e me deitei na cama. Mesmo estando sem sono.

Passou algum tempo e eu ainda estava tentando pegar no sono, foi quando senti alguém deitando no outro lado da cama. Presumi que se tratava do meu pai e me virei pro lado deitando sobre ele.

- Pra quem falou que não me aturava, até que estamos bem próximos —abri os olhos rapidamente com o susto que levei e sai de perto dele.

- O que você está fazendo aqui?

- Eu tenho que conversar com você.

- Tudo o que eu tinha pra falar com você eu já falei, ou seja, nada —se sentou na cama. — Será que dá pra sair do meu quarto? Eu quero dormir.

- Se você não quer conversar comigo, ok —levantou-se. — Apenas me escute —eu ia tentar falar mas resolvi ficar quieta. — Eu te peço perdão, sei que fui embora sem dar nenhuma explicação ou adeus pra você, mas tente me entender, foi preciso.

- Tá, tchau —falei seca.

- Ruth, é sério —chegou mais perto de mim. — Foi muito difícil pra mim ir e te deixar aqui. Ficou um grande vazio em mim.

- Um vazio em você? —me levantei e me sentei na cama com brutalidade sem me preocupar com o tamanho da minha roupa e com os olhares que lançou pra mim. — Você não faz ideia do quanto eu sofri. Eu fiquei noites acordada chorando por você. Você é um idiota que só liga pra si mesmo —eu já chorava muito. — Você por acaso em algum momento pensou em mim, você... 

- Todo dia —estava com a cabeça abaixada.

- O que?

- Todos os dias eu pensava em você —essa frase me desmoralizou por completo. — Pensava se você estava bem —levantou ficando frente à frente comigo, e só assim pude ver que ele também havia chorado. — Se também pensava em mim —me pegou pela cintura colando nossos corpos. — Pensava no seu cheiro —passou o nariz em meu pescoço me fazendo arrepiar. — No seu toque —aproximou mais. — No seu... —ficou tão próximo a mim que conseguia sentir a sua respiração quente e pesada. — Beijo —não conseguia pensar em mais nada à não ser te-lo pra mim. 

Ele finalmente me beijou e o beijo parecia e era de duas pessoas que não se viam há anos. Eu fiquei ali estática, para resistir a tentação de jogá-lo na cama que nem nos velhos tempos. 

- Kai, espera —tentei me separar mas o mesmo não deixou e aprofundou o beijo.

Quando dei por mim, já estava deitada na cama com ele por cima do meu corpo. Eu sabia que era errado, sabia que estava traindo meu namorado mas... eu precisava disso. Precisava dele desde muito tempo atrás. Ele tirou a sua blusa e voltou a me beijar.

Desceu os selares até meu pescoço deixando um chupão ali.

- Você não faz ideia do quanto eu senti saudades de você —colocou as mãos dentro da minha blusa e subiu ela mostrando minha barriga. — Do seu corpo —começou a beija-la. — Disso tudo —foi até a barra da minha blusa e começou a tira-la.

- Ruth tem uma pess... —mãe entra no quarto assustando e fazendo Kai sair de cima de mim. — Meu Deus, me desculpa, eu não sabia que... nossa, Kai você anda indo a academia? 

- Mãe —entro na frente dele dando tempo a ele se vestir e pra fazer ela parar de olhar pro meu... quer dizer, pro Kai. — O que quer?

- É-é-é —ela pareceu ter esquecido com a "visão" que teve. — Tem alguém que quer falar com você.

- Quem é? —olho pra trás e vejo que já tinha vestido a blusa e que podia sair de sua frente. 

- Só vai descobrir se vier ver —saiu do quarto.

Sai do quarto com Kai atrás de mim. Ao chegar na sala vi uma pessoa que não via a muito tempo. Corri pra abraça-la.

- Quanto tempo —apertei mais o abraço.

- Também senti saudades de você —me soltei.

- Por que não me ligou? —cruzei os braços. — Sabe quantas mensagens eu deixei pra você?

- Eu tive uns probleminhas e tive que mudar de número —Kai chega na sala.

- Kai, você lembra da Lisa né? —ele ficou estático olhando pra ela. — Está tudo bem? 

- T-tá sim —voltou ao normal. — Como vai?

- Vou bem.

- Eu tenho que ir —ele fala e se direciona a porta, acena antes de fecha-la.

- O que aconteceu com ele? —ela pergunta.

- Eu não sei, estava bem até agora —nos sentamos no sofá. — O que você está fazendo aqui menina? 

- Eu vim pra ficar —sorri. — E eu preciso de uma ajudinha.

- O quê? —meus pais já haviam ido dormir.

- Eu vim pra cá de última hora e não deu tempo de arrumar um lugar pra ficar, ou seja, deixa eu ficar aqui só essa noite? Prometo que amanhã eu dou meu jeito.

- Sem problemas, tem um quarto vago. —ela sorriu. — Você pode ficar no quarto de (S/N). 

- Era exatamente o que eu ia te perguntar —pegou as malas e fomos em direção ao quarto. — Onde ela está?

- Ela tem uma casa só pra ela —abri a porta, o quarto ainda estava em ordem.

- 'Vixii —colocou as malas no canto do quarto. — Ela já está tão responsável assim?

- Ela e o Kai sempre foram os mais responsáveis dentre nós quatro —ela sentou na cama e tirou o salto que usava.

- Bons tempos aqueles —deitamos na cama.

- Eu tenho que ir dormir —levantei. — Amanhã vai ser um longo dia —me despeço dela e vou para o meu quarto.
Deitei na cama e fechei os olhos. Conseguia pensar apenas em como encontrei duas pessoas do meu passado em um mesmo dia. Passou um tempo e peguei no sono.

Lisa On 

Depois que tomei um banho bem demorado e relaxante, voltei para o quarto e coloquei uma roupa qualquer. Sentei na cama, cobri às pernas com o edredom e peguei o celular abrindo em uma foto do Jongin, comecei a passar os dedos sobre ela. Logo me lembrei de como ele reagiu ao me ver e como saiu sem dizer nada pra mim. Apaguei o celular e logo dormi.

Nicolly On 

Eu estava dormindo abraçada a Hoseok. E não, não tinha acontecido nada além de alguns beijos quentes e mãos bobas. Não estava com cabeça pra fazer algo além disso e ele compreendeu minha escolha, apenas me dando carinho que só ele podia dar. 

Quando abri os olhos, vi que já estava de madrugada. Me soltei dele cuidadosamente sem fazer barulho para não o acordar. Fiquei um bom tempo ali o olhando dormir, até que resolvi ir até a cozinha para pegar um copo de leite, mas, ao abrir a geladeira, não havia o que eu queria. Voltei pro quarto vendo Hobi acordado sentado na cama, entrei no quarto e tranquei a porta. 

- Onde você estava? —coçou os olhos.

- Fui ver se tinha leite na cozinha mas —deitei ao lado dele. — Como pode ver, não tinha —Hoseok me colocou por cima de seu corpo alisando meus cabelos. 

- Você está melhor? —afirmei com a cabeça. — Então eu acho que já posso ir.

- Não, não pode —abracei sua cintura. — Fica aqui comigo. Só hoje.

- Tá —continuou alisando meus cabelos. — Eu fico —levantei o rosto sorrindo e selei nossos lábios de forma lenta.

Ele pegou minha cintura me puxando para mais perto dele. Trocou as posições ficando por cima de mim e aprofundou o beijo. Mas logo parou e deitou na cama. Me deitei por cima do seu peito e ele beijou o topo da minha cabeça voltando a fazer carícias na minha nuca. Dormi pouco tempo depois.

(S/N) On

No dia seguinte...

Acordei como sempre com o despertador no meu ouvido. Levantei, fiz minha higiene e sai com o uniforme da escola. Desci e tomei um café da manhã rápido pois estava atrasada. Peguei as chaves do carro, minha bolsa e ia sair de casa, mas quando abri a porta, vi Ruth ali parada.

- O que você está fazendo aqui?

- Onde pensa que vai? —entrou na casa.

- Pra escola como todo dia, e eu estou atrasada —tentei sair de casa.

- Não, nós vamos pro salão ter nosso dia de princesa. Vá se arrumar —sentou em uma poltrona que tinha ali.

- Meu amor —tirei ela do lugar. — Dia de princesa é coisa pra você, não para mim —abri a porta.

- Ei calma aí —uma voz que achei que nunca mais iria escutar surge. — Isso tudo é pra me ver?

- Vadia —corri pra abraça-la. — Lembrou que existimos.

- Sabe né, não consegui viver sem vocês.

- E pelo que conheço de você e Ruth, esse assunto de "dia de princesa" é coisa de vocês né? —assentiu.

- Vamos logo, a hora está passando —Ruth puxa nós duas.

- Espera! Me deixa pelo menos vestir outra blusa —ela bufou, fui até o quarto e coloquei uma roupa qualquer.

Voltei e fomos no meu carro até a casa dos meus pais e de lá fomos com o carro do meu pai até o spa. 

Fiquei no banco de trás conversando com Lisa. Conheci ela e Kai por meio de Ruth, eles eram colegas de escola, ou seja, eu era a mais nova do grupo.

Eles três sempre faziam trabalhos de escola na nossa casa, por esse motivo ficamos amigos bem próximos.

Ruth me contou que Kai era o garoto que toda menina queria pegar, era o mesmo com Lisa e os meninos. E Ruth era a patricinha popular que todos queriam ficar perto. Então eles viraram o trio top da escola.

Chegamos ao local, ao entrarmos a recepcionista nós levou a uma sala de estética, iniciamos um tratamento que não sei pra que serve mas fizemos. 

Também fizemos várias outras coisas que eu continuo não sabendo pra que servem. Saímos do spar e fomos pra um salão, ficamos a tarde toda lá. Já era noite quando saímos. O carro de pai ainda não tinha chegado então ficamos conversando. 

- Lisa —me olhou. — Você também vai pro jantar?

- Eu queria, mas, não tenho com quem ir —fez bico.

- Chama o Jongin —as duas me olham assustadas.

- E-eu não sei se ele quer ir comigo.

- Não custa tentar, vai —o carro tinha chegado. — É bom que junta nós quatro de novo.

- Falando nisso —entramos no carro. — Você tem com quem ir?

- Tenho sim —afirmo sorrindo. — Você vai conhecer ele lá, Ruth já conhece —ela estava no banco da frente com os braços cruzados e de cara emburrada. Não deve ter gostado da ideia que dei mas como gosto de provocar, não liguei muito. — Ruth —chamei.

- Que é? —respondeu seca.

- Onde que vai ser o jantar? 

- Vai ser na puta que par... —respirou fundo e falou o lugar certo. Peguei o celular e mandei mensagem com o endereço pra Yoongi.

O motorista me levou em casa primeiro, Ruth saiu do carro comigo.

- (S/N) me desculpa —segurou meu braço. — Não sei o que deu em mim.

- Sem problema —sorri. — Eu sei como você fica quando falo do Jongin —bufou e soltou meu braço com brutalidade. 

- Te amo —a olhei surpresa.

- Você está bem? —coloquei a mão na testa dela e a mesma revirou os olhos. — Também te amo.

- Aé —se soltou do abraço. — Mãe falou que tem uma surpresa para você —entrou no carro. — Tchau.

Entrei em casa e subi pro quarto. A primeira coisa que fiz foi pegar o roupão e entrar no banheiro. Fiz um coque no cabelo e entrei de baixo do chuveiro. Relaxei ali. 

Sai do banheiro e quando olhei pra cama, vi uma caixa branca com um laço rosa, cheguei mais perto e pude perceber que havia um cartão.

“(S/N)
Espero que goste da surpresa. 
Mamãe.”

Abri a caixa e vi um vestido preto lindo. Não achei que ela iria acertar em algum estilo de vestido que eu gostaria mas, acertou. Comecei a me arrumar.

Lisa On 

Logo depois de deixar (S/N) em casa fui até a casa do Kai, era uma casa bem modesta, parecia com ele.

- O que você está fazendo aqui? —perguntou ao abrir a porta.

- Vim falar com você —entrei na casa sem ser convidada.

- Primeiro... —fechou a porta. — Eu não te chamei pra entrar. Segundo, não tenho nada pra falar com você e terceiro, como você descobriu onde eu morava?

- Eu tenho meus contatos —sentei no sofá. — Continuando... você vai comigo em um jantar.

- Eu não vou em lugar nenhum com você.

- Você não entendeu né? —levantei, empurrei ele no sofá e sentei em seu colo. — Eu estou mandando você ir, então você vai —segurei seu queixo. — Entendeu?

- Eu não vou em... —coloquei o dedo em seus lábios.

- Você vai falar "não" pra mim? —ficou em silêncio. — Sabe o que acontece quando não faz o que eu quero. 

- Eu não devo nada a você —cuspiu as palavras.

- Mas é óbvio que deve —selei nossos lábios a força. — Você e eu sabemos o que você fez, e se mais alguém saber...

- Tá, agora dá pra sair de cima de mim? —tentou me tirar mas não deixei. 

- Antes você gostava —afirmei. 

- Isso foi bem antes agora sai —tentou me tirar de novo.

- Ah, para Kai —coloquei os braços em volta do seu pescoço. — Vamos nos divertir —selei nossos lábios novamente, mas, ele não queria ceder, então parei.

- Não quero Lisa, sai. 

- Eu quero transar com você agora, eu estou mandando —olhei fixamente nos olhos dele.

- Já estarei cumprindo uma ordem sua hoje, outra eu não vou fazer —me levantei e ele continuou sentado.

- Ok, aqui está o endereço —escrevi em um papel e entreguei. — Vai de terno.

Ele se levantou e foi até a porta a abrindo para que eu saísse. Passei antes dele fechar a porta, o beijei de novo, e ele novamente não cedeu.

- Você se nega, mas eu sei que gosta —falo.

- Gostar? —sorriu. — Eu tenho nojo de você —bateu a porta.

Sai sorrindo de lá, ele fala que não gosta mas eu sei que ele gosta. E também sabe que eu o amo, só por isso que faço essas coisas. É o amor que me incentiva a fazer isso.


 


Notas Finais


Vocês acham que a Lisa vai causar ou não??
Eu também não sei, a autora gosta de fazer mistério, mas eu acho que vai.

Desculpa pelos erros, tem uns que passam despercebidos.

Tenho uma coisinha a dizer: Se preparem para os próximos capítulos jsjsjj
Nós esperamos que vocês tenham gostado. Obrigados pelos favoritos e pelos comentários do capítulo passado

Vejo vocês no próximo?
Até!


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