História Um Colégio Um Tanto Peculiar - Capítulo 2


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Dimitry, Iris, Kentin, Kim, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Terror
Visualizações 49
Palavras 1.399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Ficção Científica, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei?... Talvez, mas estive ocupada esses tempos e já voltei. Vamos conhecer alguns dos monstrinhos de Bizarre Academy.

Capítulo 2 - Ganhei Um Amigo E Uma Cicatriz


Fanfic / Fanfiction Um Colégio Um Tanto Peculiar - Capítulo 2 - Ganhei Um Amigo E Uma Cicatriz

Tentei forçar a maçaneta, mas não abria. Foi então que lembrei do par de chaves que o Diretor Raven me deu. Uma delas era do meu quarto, a outra, eu não sabia de onde era. Testei na fechadura, e... Abriu! 

Aki : Com licença... 

Eu disse, entrando e dando de cara com uma... Coisa. Uma Coisa que paralisou no momento em que eu entrei. A Coisa olhou pra mim. Eu olhei pra Coisa. A Coisa ficou me encarando, como se fosse me atacar a qualquer momento e eu notei que a Coisa era... Um Negócio. O Treco que me encarava era uma espécie de lobo humanóide, como um Lobisomem. Percebi que tinha vários remédios em cima da cômoda : calmantes, tranquilizantes e até sedativos, daqueles que derrubam cavalos. 

Em seus olhos, havia ferocidade, como um predador. Mas, ao mesmo tempo, havia algo que eu não conseguia distinguir... Medo, talvez? 

Sem qualquer aviso, o Lobisomem  veio pra cima de mim, me derrubando; uma das suas garras fazendo um grande corte no meu braço esquerdo. Nem senti dor, na hora; estava tomada pelo medo de morrer. Suas garras prensavam meus ombros no chão. 

Peguei a primeira coisa que vi (por sorte, uma seringa com um líquido tranquilizante dentro) e cravei em seu pescoço, injetando o líquido; o fazendo afrouxar meus braços e quase desabar em cima de mim. Aproveitei seu momento de fraqueza para pegar uma bandeja próxima de mim e bater bem forte em sua cabeça, desmaiando-o. 

A essa altura, já era umas três da manhã. Não percebi o tempo passando tão rápido. Arrastei o Lobisomem até a cama e joguei as cobertas sobre seus ombros; rezando para que ele não acordasse até umas seis e meia. Resolvi fazer uma pequena faxina no quarto, já que parecia que um furacão tinha passado por ali. Organizei os remédios numa gaveta e dei um jeito no chão e nas correntes estouradas e espalhadas. Me senti uma empreguete, limpando o quarto e cantando Ragatanga; quando decidi dar uma olhada no Lobisomem. 

Já não era mais um lobo. Era um garoto normal, com cabelos castanhos brilhantes e uma expressão pacífica no rosto adormecido. Acho que ele só precisava se acalmar um pouco, descansar um pouco. Sorri ao ver um pequeno esboço de sorriso surgir em seu rosto. Ele devia estar sonhando. Subitamente, uma expressão perturbada tomou conta do seu rosto e o garoto começou a se mexer. Aconcheguei o edredom em seus ombros descobertos, esperando que fosse apenas o frio. Quando ele finalmente se acalmou, deixei uma roupa separada aos pés da cama; assim já poderia se aprontar para a aula. Finalmente terminei a faxina! Olhei orgulhosa para o quarto, que antes parecia uma cena de desastre natural, agora estava arrumado e organizado em apenas três horas e meia. 

Dei uma última olhada no rapaz antes de voltar para o meu quarto; só para garantir que ele ficaria bem. No instante que eu fechei a porta e fui abrir a do meu quarto, a outra abriu. 

??? : Você... Foi você que veio ontem? 

Ele estava sonolento e pressionava a mão contra a cabeça, provavelmente com dor. 

Aki : Eu... Sinto muito, não deveria ter entrado. 

??? : Não, está tudo bem. Eu quero te agradecer. Normalmente, eu acordo no meio de destroços, mas hoje eu nem reconheci meu quarto. E é a primeira vez que eu acordo numa cama depois da lua cheia. Muito obrigado por tudo. 

Ele sorriu. Sorri de volta. 

Aki : Não foi nada. 

Seu sorriso se transformou em uma expressão de terror quando olhou para o meu braço. 

??? : Fui eu que fiz isso?! 

Aki : Hmm? Está tudo bem, depois faço um curativo. Isso não é nada.

??? : Não, não está tudo bem! É um corte muito profundo, você tem que ir para a enfermaria! 

Dito isso, ele foi me empurrando até o andar térreo e acabamos esbarrando em alguém. Melhor dizendo, eu esbarrei em uma pessoa e ele em outra. 

??? : Aii... 

Disse o garoto que trombou comigo. Ele tinha cabelos azuis e era muito pálido. 

??? : Caramba, vocês dois! Estão piores que o Lysandre! 

O garoto-lobo disse, do meu lado.

Azulado : É que eu tenho que ir na enfermaria. Bati o pulso na quina da mesa e acabou quebrando. 

Ele balançou o pulso esquerdo, enquanto o outro ergueu a mão. Assustada, notei que faltava o seu polegar. 

Moreno : E eu preciso costurar meu dedo. De novo. 

Azulado : Virou a noite jogando, esse besta. 

??? : Ela tem que ir para a enfermaria, por causa disso. 

Ele apontou para o meu braço. 

Aki : Já disse que não foi nada! 

Azulado : Está sangrando! 

Moreno : Temos que ser rápidos. 

Os três saíram me empurrando até o térreo; onde entramos numa sala tão branca que quase fiquei cega. Uma mulher de cabelos compridos da cor do mar e franja estilo Maria Do Bairro na altura dos olhos veio em nossa direção. 

Enfermeira : Armin, a agulha e a linha estão na segunda gaveta. Alexy, as bandagens estão no armário. 

Sem dizer mais nada, ela me sentou numa maca e examinou meu braço com cuidado. 

Enfermeira : Kentin, pegue o ácido desinfetante, no armário de vidro. 

O garoto-lobo correu até um armário, pegando um recipiente de metal. A enfermeira despejou o líquido sobre o meu braço. Eu sentia que meu braço estava correndo, derretendo. Respirei fundo várias vezes, para evitar dar um grito ensurdecedor. 

Enfermeira : Nathaniel não te avisou para não entrar lá?! Em que estava pensando, Aki?! Mas ainda sim, estou surpresa que ainda não tenha se transformado, depois de uma ferida de Lobisomem. 

Aki : C-como você sabe de tudo isso? Eu nem te disse nada! 

Ela levantou a franja, revelando um terceiro olho em sua testa. 

Enfermeira : Eu vejo tudo. Eu sei de tudo. Alexy, me traga algumas faixas. E Kentin, vá se arrumar para a aula. Você já fez muito por ela. Armin, se você vier aqui procurando linha porque seu dedo caiu, eu juro que quebro o resto da sua mão! 

Os garotos se retiraram. Algum tempo depois, ela terminou meu curativo e me liberou. 

Enfermeira : Você é uma garota forte, Aki. Eu sinto isso. 

Saindo da enfermaria, dei de cara com Kentin, Armin e Alexy me esperando do lado de fora. 

Kentin : Ficou tudo bem? 

Aki : Acho que sim. Ela disse que sou forte, então deve ser alguma coisa boa. 

Armin : MORRE, MALDIÇÃO!!! 

Alexy : Aish, você não aprende, né?! A Naysha vai te quebrar se você continuar jogando até cair os dedos! 

Kentin : Isso é homicídio, Armin. Ficar aí, matando zumbis. 

Armin : Mas a gente não é igual a eles. Eles matam e devoram pessoas. Sem falar que são burros pra caramba! 

Aki : Como assim? 

Armin sorriu. 

Armin : Ainda não percebeu, Aki-chan? 

Alexy : Ela não tá acostumada. Melhor falar logo. Aki, você tem medo de zumbis? 

Aki : Claro que não. Por quê? 

Armin : Porque é isso que nós somos. Zumbis. 

Suspeitei desde o princípio. Quem diria que quebrou o pulso com tanta naturalidade? Quem iria atrás de agulha e linha o tempo todo porque o dedo caiu? 

Alexy : Você não está com medo? 

Aki : Nem um pouco. Vocês parecem ser muito legais e eu não acho que comeriam meu cérebro. 

Rimos e fomos conversando todo o caminho até a escola. Conheci melhor Armin e descobri que tínhamos uma coisa em comum : amávamos jogos. Alexy era um amorzinho de pessoa e adorava ir ao shopping, lojas de roupas e coisas do tipo. Combinamos de ir fazer compras um dia desses. Kentin era amigável e gentil, embora parecesse um pouco ciumento. Passeamos um pouco antes do sinal tocar. 

Kentin : Vamos. A primeira aula é de Combate Armado. 

Aki : É O KÊ? Não tem perigo de alguém acabar, sei lá, MORTO? 

Armin : Não se preocupe, é só um treinamento. Não vamos lutar contra ninguém, além do professor. 

Combate Armado. Pra quê serviria isso? Fui em direção ao vestiário. No meio do caminho, trombei em alguém. De novo. 

??? : Me desculpe, eu estava distraído. 

Aki : Tudo bem, eu também não olhei para onde andava. 

O garoto estendeu sua mão e eu a segurei; me levantando. Ele sorriu. Notei uma coisa em seus dentes, e não era sujeira. Eram presas. 



Notas Finais


*Tocando a musiquinha de To Be Continued *
Deixei curiosos, né? Quando sai o próximo capítulo?
...
Num sei. Só sei que vamos conhecer geral.
Um beijo com Toddynho (o que eu usei pra escrever isso) e até a próxima!


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