História Um começo em Outubro, mas de Janeiro a Janeiro - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hidan, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kakashi Hatake, Madara Uchiha, Mitsuki, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Pain, Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Tsunade Senju, Zetsu
Tags Colegial, Escola, Lemon, Mitsuboru, Romance, Sasodei, Sasunaru, Suspense, Yaoi
Exibições 155
Palavras 920
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aqui estou eu de novo, numa fic Sasodei!

Pra quem não sabe, essa fanfic será uma continuação da outra: A chance de recomeço, porém também vou me aprofundar em mais casais, beeeeem diferenciados.
Vai ter lemon? Vaaaaai sim! Mas eu quero focar também no desenvolvimento do romance e tudo mais.
Vai ter orange? Vai sim senhor! Que também terá foco no romance.

Espero que gostem!

Capítulo 1 - Não sei quem é Naruto, mas já odeio


Fanfic / Fanfiction Um começo em Outubro, mas de Janeiro a Janeiro - Capítulo 1 - Não sei quem é Naruto, mas já odeio

Um mês depois do acidente na escola...

 

 

Ver o rosto dele depois daquele dia, depois de 31 dias contando regressivamente a volta para nossa cidade, me fez tão bem quando um dia preso em um museu cheio de esculturas.

Logo depois que fomos resgatados, eu não pude levá-lo para ver o pôr-do-sol, porque meus pais me enfiaram em um avião cujo destino era um intercâmbio para uma nova competição de esculturas, e só pude avisar à ele poucos minutos antes de partir.

Por sorte, Itachi era o representante de classe, então tinha o telefone de Sasori. Sem fazer nenhuma pergunta, ele me passou o número do ruivo, com um sorriso travesso no rosto; eu tinha muito que agradecê-lo por não contar nada à ninguém.

 

31 dias longe da escola, em um paraíso, cheio de argila e salas para esculpir. De vez em quando nós tínhamos um tempo livre, e esse eu usava pra encher o saco de Sasori, mandando milhares de fotos das esculturas que eu fazia. A voz dele por telefone era ainda mais tímida do que pessoalmente, mas eu adorava ouvir ele falar e imaginar as diferentes expressões que ele poderia estar fazendo enquanto conversávamos.

Nos primeiros dias, ainda estávamos um pouco constrangidos em falar um com o outro através de ligações, mas mensagens tomavam muito do meu tempo, e eu poderia colocar o celular no viva voz e falar com ele até enquanto esculpia. Ele tomava muito o meu tempo, mesmo quando meu celular estava desligado. Pensava em assuntos, dos mais variados, para poder conversar com ele quando tudo ficasse em silêncio, aspirando qualquer segundo de folga para ver se havia uma chamada dele perdida. Não podia negar, mas me envolvi com um garoto de lá, um tal de Pain. Ele era legal, até divertido mas mesmo assim eu não conseguia esconder meu interesse pelo ruivo, que também me ligava de vez em quando apenas para nada, e morria de vergonha causando um “vou desligar...” do nada, grr, que droga, ele era extremamente fofo.

Eu queria dizer que estávamos perdidamente apaixonados um pelo outro, mas não era exatamente assim, nosso relacionamento parecia normal demais, como dois amigos que ficaram presos no vestiário por algumas horas, se abraçaram forte, combinaram um encontro que não deu certo e começaram uma amizade virtual temporária.

Eu não contaria para ele, mas havia feito uma escultura que parecia uma marionete, com os fios e tudo. Só me faltava uma oportunidade para dá-lo, porque eu não desperdiçaria uma boa chance, nunca mais. O único problema era essa boa chance aparecer, porque dali pra frente, nenhum momento bom o bastante parecia vir.

 

Sasori estava sentado em um dos bancos do aeroporto, quase dormindo. Mesmo que tivéssemos conversado até tarde, ele insistiu em me encontrar lá, batendo na tecla de que não ficaria cansado, mas que estava na verdade disposto à ir me buscar. Infelizmente, ele não sabia mentir. Já faziam quase vinte minutos que eu tinha saído do avião e achado ele, mas pareceu divertido ficar o observando lutar contra o próprio impulso de dormir ali. Aquilo me rendeu boas risadas, mas eu logo fui arrastando as malas na direção de um Sasori quase morto de sono. 

— Saso... — cortei minha fala ao ver que o ruivo estava dormindo, com os fios vermelhos caídos sobre seu rosto. O cabelo havia crescido numa medida considerável, mesmo não sendo muita ainda dava pra notar. Sua feição era de uma extrema paz, mas seus lábios estavam comprimidos, como se ele tentasse ser pacífico, mas seu corpo negasse isso. — Sasori... acorda... 

— Naruto... — murmurou ele, num tom audível para mim. — Não me deixe... Não faça igual aos outros... 

... Naruto?



Estávamos em uma cafeteria. Sasori ainda estava em transe pós-acordado, então não iria adiantar de nada perguntá-lo sobre o tal Naruto de seus sonhos. No caminho, tentei não pensar sobre as frases que ele havia sussurrado com tanta urgência, como um caso de vida ou morte, mas elas insistiam em rodear minha cabeça como um fantasma em filmes de terror. Naruto... isso é o nome que se dá à um namorado, à alguém próximo, não é? 

Voltando à cafeteria, eu poderia sentir que minha testa estava franzida, e eu estava com uma careta brava, porque Sasori me encarou com curiosidade. 

— Você perdeu? — sua voz era carregada de medo pela pergunta, mas os olhos castanhos criavam grandes expectativas pela minha resposta. 

— Ganhei. — pigarreei, voltando ao normal.

— Está bravo? — ele tombou a cabeça para o lado, como um cachorrinho. Eu resisti à vontade de tirar uma foto daquela expressão dele. 

— Não... por quê?
O ruivo apontou para o milkshake que transbordava, e o pobre copo que estava sendo esmagado em minha mão. Bufei, irritado por deixar isso acontecer e peguei alguns guardanapos para limpar aquela bagunça.

— Quem é Naruto? — ele pareceu confuso. — Você citou o nome dele enquanto dormia no aeroporto. É um namorado?

— Naruto... é um amigo. — ele corou fortemente. — Estou ajudando ele a ficar com um outro amigo. 

— Você parece não querer juntar eles. — revirei os olhos.

— E EU NÃO QUERO! — ele suspirou. — Droga, há tempos que eu estou de olho no Sasuke, mas chegou esse loiro de merda e eu não consigo mais nem falar com ele direito. Quando ele fala comigo, diz que também está afim do Naruto, e eu... eu não posso ver aqueles dois juntos! Quero que o Sasuke seja feliz, mas comigo! 

Ergui uma sobrancelha, ele realmente estava indignado com aquilo. 

— Então... temos um problema bem grave, Sasori. 

— ...? 

— Porque eu estou afim de você.


Notas Finais


Então... é isso! Até o próximo capítulo!


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