História Um começo em Outubro, mas de Janeiro a Janeiro - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hidan, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kakashi Hatake, Madara Uchiha, Mitsuki, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Pain, Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Tsunade Senju, Zetsu
Tags Colegial, Escola, Lemon, Mitsuboru, Romance, Sasodei, Sasunaru, Suspense, Yaoi
Exibições 94
Palavras 998
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá de novo!
Não tô aguentando de ansiedade, preciso escrever tudo de uma vez! NFGKJSF
Foi mais curtinho esse, mas foi com amor. q
Espero que gostem! <3

Capítulo 3 - Eu quero me casar com Sasori?


Fanfic / Fanfiction Um começo em Outubro, mas de Janeiro a Janeiro - Capítulo 3 - Eu quero me casar com Sasori?


Bastaram duas semanas de aula para que eu soubesse do novo relacionamento de Naruto e Sasuke, e apenas dois segundos após o anúncio para que um Sasori em lágrimas viesse até mim. 
No dia em que anunciaram, Sasori parecia mais feliz que o comum, e eu era o único que via os lábios dele tremerem, um sorriso que pedia socorro, que na verdade, era o sorriso mais triste que eu havia presenciado em toda a minha vida. Então, chamei ele para o karaokê mais próximo depois da aula, e acabamos cantando as piores músicas. Eu não ficava satisfeito por ver ele sorrindo, porque sabia que era tudo um teatro, que ele estava forçando uma felicidade inexistente, e aquilo me partia o coração. 
Nos dias seguintes à noite do karaokê, Sasori estava mais sério, mais fechado. Exatamente como estava antes de se enturmar comigo, com Konan, com Gaara, Sakura, Hidan e o resto do pessoal. E era bem claro que todos estavam percebendo a mudança repentina, a regressão do ruivo para uma depressão. Ninguém queria aquilo, e por sorte, o aniversário dele estava próximo. 
— Eu apoio uma festa surpresa! — gritou Ino no meio do círculo. 
Estávamos todos reunidos em um parque, todos menos Naruto, Sasuke e Sasori. Estava mais pra uma bagunça do que reunião, mas eu ia fazer algo sair dali, querendo ou não; eram todos querendo falar ao mesmo tempo, uns concordando com Ino, outros não, uma perfeita reunião de baderneiros. 
— Sasori não gosta de muito escândalo. — comentei. — Precisamos ser um pouco mais simples que uma grande festa surpresa. 
— Não queremos assustá-lo. — concordou Itachi. 
— Então o que vocês sugerem? — cuspiu Ino, desagradada por termos discordado de sua decisão. 
— Eu não tenho ideia. — respondeu Konan, e um coro de negações seguiu os outros olhares. 
— Por que não fazemos algo igual... à isso? — perguntou Gaara. 
— Isso o quê?
— Uma reunião assim. Ao ar livre. Claro, com comida e tudo o mais, mas um pouco mais fechado que isso. Na casa do Shikamaru, por exemplo. Lá tem um espaço bom pra fazermos uma festa. 
— Não decida as coisas por mim! — retrucou Shikamaru.
— Cale a boca, estou tentando ajudar. E eu acho que você veio aqui com o mesmo propósito, então só aceita. 
Os dois bufaram, revirando os olhos. Senti meu celular vibrar no bolso, e quando o peguei, era Sasori. Fiz um sinal para todos, avisando que ele estava ligando e me afastei do grupo. 
— Sasori? Tá tudo bem? 
Você tá em casa? — por um momento, ouvi ele fungar. 
— Ahn... eu estou perto, aconteceu alguma coisa?
Nada... Não é nada. Você está bem?
— Corta essa, Sasori. — respirei fundo. — Estou voltando, não demoro nem dois minutos. Você quer algo?
Posso passar a noite aí? 
Meu coração parou. 
Minha voz disse que sim. 
Que merda eu tinha feito? 

Sasori demorou bastante pra chegar, porque havia se perdido no caminho e ligou pra mim, desesperado. Durante a ligação, eu ri bastante da voz dele tremendo, dele gaguejando e bravo por eu estar me divertindo da desgraça em que ele havia se metido. Por sorte, não estava em nenhum bairro perigoso. E quando chegou, estava vermelho, suando de tanto andar pela cidade. Não vou mentir, adorei ver a expressão dele de alívio. 
Ele estava na minha casa.
Ele iria ficar ali a noite inteira. 
Sasori estava no mesmo lugar que eu, e ia dormir na mesma casa que eu. 
A vida estava brincando comigo? Aquilo era uma pegadinha?
Eu o deixei tomar um banho, aproveitando que ele havia trazido umas roupas. E ele me pegou procurando por câmeras ao redor da casa, um pouco confuso com o que eu etsava fazendo. 
— Ahn... eu não ligo pra bagunça, tá? — ele comentou, me observando um pouco de longe.
— O que? Ah! Ignora, eu estava me perguntando onde estava... a chave! Isso, a chave! Do... do meu carro! 
— Você tem um carro?
— Tenho! Digo, não! Meus pais tem. Era uma cópia. Você está com fome? Eu sou um desastre cozinhando, podemos pedir uma pizza! 
Cocei a nuca, nervoso. Sasori estava a ponto de rir, mal sabia ele que meu coração estava quase saindo pela minha garganta de tanto nervosismo. Como alguém podia fazer aquilo sem nem mesmo se esforçar? 
— C-claro! Se não for te incomodar. — ele piscou, olhando para baixo. 
— Você pode se sentar lá na sala, eu vou pedir a pizza. 
Assentindo, ele começou a andar até lá. Pedir pizza era o meu objetivo, mas eu estava na verdade trancado no banheiro, sentado no pé da porta, abraçando os joelhos. Eu precisava antes de tudo, analisar a situação. 
Estava mesmo afim de Sasori? Eu gostava dele? 
Peguei meu celular, e liguei para minha última opção de resposta.
— Hinata. — suspirei aliviado quando ela atendeu. 
Deidara? Uau, há quanto tempo você não me liga? — pude ouvi-la rir do outro lado da linha. 
— Como você sabe que gosta de alguém?
Tão no ponto assim? Bem... eu não sei. Você acha que gosta de alguém?
Assenti, mesmo que ela não pudesse me ver. 
— Eu estou bem confuso, por isso liguei. 
Bem... você gostaria de namorar a vítima?
— Não fale como se eu fosse um assassino! — bufei. — C-claro... eu acho?
Você se casaria com ela?
— C-casar?! — quase gritei. Aproveitei para dar descarga, abafando o som. 
Deidara, você só pode pedir alguém em namoro se quiser continuar aquilo. É meio extremo? Sim, é. Mas você vai namorar por quê? Só pra passar o tempo? Não, se for pra namorar, que seja pensando em um futuro, onde possa pedir em casamento. Namoro não é pra se enjoar e pular pra outra, é pra construir uma família num futuro próximo ou distante, pra criar laços, compartilhar segredos e dores. Lembrar-se do passado, almejar o futuro sempre com a pessoa ao seu lado. — ela suspirou. — Acho que é isso. Preciso ir. E me ligue mais vezes, não pra pedir ajuda. 
Por isso eu amava aquela garota, sabia exatamente o que dizer. Agora a questão que rodearia minha mente... Eu gostaria de me casar com Sasori?
 


Notas Finais


Gostaram?
E então... Hinata colocou uma questão nele que vai ficar pesando os ombros do nosso Dei-Dei por alguns dias.
Até o próximo cap!


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