História Um Conto Clichê - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, ChiNoMimi, Dajan, Dakota, Debrah, Giles, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lynn, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier, Violette
Exibições 27
Palavras 913
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura e ignorem os erros!❤

Capítulo 14 - Page 14


Fanfic / Fanfiction Um Conto Clichê - Capítulo 14 - Page 14

Jade Alibert

Havia chego dia que eu iria a Bordeaux com Sun Hee, eu estava tenso. Minhas coisas já estavam prontas, estava dirigindo pra casa de Sun Hee. Eu disse a minha mãe que iria sair fim de semana com uma amiga, agora ela acha que eu namoro...

Já estava estacionado na frente da casa de Sun Hee, esperava a garota sair. Cada segundo, meu coração estava mais acelerado. Eu estava muito, muito nervoso. Era uma coisa totalmente nova.

A garota saiu de sua casa com uma mochila nas costas, acenou pros pais e entrou no carro.

— Olá, Jade! Tá preparado pra viagem? – Sun deu sorriso.

— Sinceramente, não sei... – suspirei.

Eu estava extremamente confuso, era um misto de sentimentos. E as chances de eu obter alguma informação sobre minha irmã, eram mínimas.

Liguei o carro, eram 13h30 da tarde, no começo da noite já estaríamos em Bordeaux. Sun Hee havia me dito que pesquisou todos os orfanatos na cidade e só haviam 3.

(...)

— Vamos dar uma pausa? – Sun sugeriu, eram 15h10. — Comer algo e descansar um pouco. 

— Vamos, estou morrendo de fome! 

Estacionei o carro perto de uma dessas lanchonetes americanizadas. Eu sou vegetariano, então parar nessas lanchonetes normalmente não era uma coisa que eu faria, mal tem opção pra mim. 

Sun Hee abriu a porta do carro e se retirou. Desliguei o automóvel e me retirei também. Entramos juntos na lanchonete, a decoração era bem anos 50, nos sentamos perto de uma jukebox. Uma garçonete veio até nós.

— Um sanduíche de maionese, alface e tomate pra mim – olhei pra moça de cabelos ruivos — E um suco de laranja.

— Já eu, vou querer batata frita e refrigerante mesmo!

A moça anotou nossos pedidos e se retirou.

— E quais são os bairros que esses orfanatos ficam? – perguntei.

— O primeiro orfanato fica em La Bastide, o segundo em Cauderan, terceiro em Bordeaux Sud e o quarto em Centre Ville.

Após alguns minutos, a garçonete retomou com nossos pedidos.


Lana Juliet 

— O que você tá fazendo aqui, Charli? – encarei o garoto com raiva.

— Você poderia ficar feliz por eu estar aqui, por favor? – ele cruzou os braços.

— Não, não poderia. – me levantei.

— Depois de tanto tempo, é assim que me trata? – ele me encarou.

— É o que você merece, seu estúpido. – eu estava com uma raiva fora do normal, esse garoto inventou de reaparecer na minha vida.

— Você continua a mesma de sempre, a pessoa pessoa ruim e egoísta, pelo visto. Ainda tem raiva de mim por ter dado um fim naquilo que você chamava de namoro. – ele se levantou.

— Você... – eu bufei. — Me deixa em paz. 

— Você sabe o quanto ruim você é, né. – ele me olhou, eu já sabia do que ele falava.


Flashback on


— Lynn, eu matei uma pessoa! – eu gritava desesperada.

— Calma, Lana...você não matou ninguém! – ela segurava meus braços. — Cadê o Charli?! 

— Ele...ele está jogando o corpo fora. – eu tremia, estava apavorada.

— Eu já disse pra você parar de se meter com drogas, Lana! É isso o que acontece. Agora o Charli tem que dar um fim na merda que você fez. Poderia ter sido você, me escuta uma vez, por favor. – ela me dava sermão.


Flashback off


— Você quer apelar pra esse assunto, Charli? – eu o encarei. — Você volta pra me assombrar e me jogar essas coisas na cara? Saia da minha frente, por favor. – comecei a caminhar, mas o garoto me segurou pelo braço.

— Sua tia me contou que estava aqui, eu vim atrás de você. – ele colocou a mão em meu rosto.

— Me poupe, Charli! E tire essa mão de mim! – me afastei. — Eu nunca vou voltar com você!

— Veremos, então! – ele passou por mim, esbarrando em meu ombro. 

De longe, eu vi Armin saindo da loja de games, ele parece ter visto a cena inteira. Me virei de costas e comecei a caminhar.

— Lana! Espera, Lana! 

Ele vinha correndo atrás de mim, eu estava nervosa e envergonhada, mas, esperei o garoto.

— O que aconteceu? – ele parou ofegante em meu lado. — Quem era aquele? Sem querer ser intrometido, nem temos intimidade pra isso...mas, a situação parecia...

— É, não só parecia, foi. É meu ex namorado... – suspirei. — Tudo bem, não está sendo intrometido.

— Ele não é perigoso, né? – ele coçou a nuca.

— Não é não! – dei uma risada.

— Ah, então...fico aliviado por você. Ninguém merece um ex perigoso na cola, não é mesmo? Mas, se está tudo bem, vou te deixar. Tenha um bom dia, Lana! – o garoto já começou a andar em direção a saída do parque.

Armin aparecia em cada situação estranha da minha vida, parecia até um anjo na guarda. 

Ri com meu próprio pensamento e resolvi que iria embora do parque também.


Jade Alibert

Eu e Sun já estávamos dentro do carro, preparados pra ir para La Bastide, no primeiro orfanato. Eu sinceramente, estava sem esperanças de encontrar algo lá, essas coisas nunca são de primeira.

— Ansioso? – Sun me olhou.

— Nervoso. – eu mantinha os olhos na estrada.

Já estávamos quase chegando, eu estava uma pilha de nervos. 

— Chegamos. – estacionei, pisquei várias vezes. Eu estava realmente morrendo de nervosismo.

— Vamos entrar... 

Desci do carro junto com Sun Hee, começamos a caminhar em direção ao orfanato.


Lana Juliet

Eu caminhava irritada até minha casa, eu ainda estava desacreditada do Charli. Como aquela praga pode aparecer assim do nada? Jogar meu passado na minha cara e achar que vai me ter de volta?

Eu caminhava perdida em meus pensamentos, até ouvir uma voz masculina me chamando, me virei pra ver quem era.


Notas Finais


Bom, eu estou pensando em reescrever os capítulos anteriores dessa fic.
Eu gosto da história que está por vim, por isso, não vou desistir dela.
Enfim, espero que tenham gostado do capítulo ❤


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