História Um conto de fadas Shirlipe - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~kittypurrys

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Palavras 1.313
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


EU DISSE Q IA POSTAR QUARTA SÓ NÃO DISSE DE QUE ANO haha sem mais piadas

Capítulo 8 - Atraídos


Fanfic / Fanfiction Um conto de fadas Shirlipe - Capítulo 8 - Atraídos

                                    Eu só quero te ter por perto, cada vez mais perto...

 

Jéssica dirigia perigosamente pelas ruas do Jardim Europa fazendo os pneus do seu carro tilintar a cada solavanco quando  freava o automovel crucialmente em um semáforo fechado.Buzinava ao mesmo tempo que insultava os pedestres e outros motoristas. Felipe não estava na Peripécia e ela estava irada o bastante para ignorar algumas normas sociais para boa convivência no transito.

Já fazia duas semanas que Felipe havia rompido com Jéssica, mas ela dispensava a ideia de que o desenlace fosse realmente definitivo.

 Pra ela mesma, afirmava que ex noivo apenas manifestava um receio trivial a aquela transição. O matrimonio implicava em uma série de adaptações conjuntas então era esperado que Felipe se sentisse encolhido perante tais dilemas conjugais.  E afinal que outro motivo levaria Felipe a desmanchar o noivado se não esse? Jéssica se opunha em conjeturar outra possibilidade. Era uma mulher prática e apesar de ser consciente das divergências de valores que os envolviam e que muitas vezes era responsável pelo desencadear de um discussão entre eles, achava que era o de menos.

 Jéssica tratava seu casamento como uma união pecuniariamente equivalente, já que ambos orbitavam em torno da alta sociedade paulista . Por mais que afirmasse para todo mundo que o amava, sabia que se ele não possuísse um amplo apartamento em um dos bairros nobres da zona oeste e não fosse filho de Vitória certamente não o cumprimentaria nem com um breve aceno de cabeça.

Ela tratava a ultima conversa que havia tido com Felipe e que propiciou o rompimento como um surto passageiro dele...  até aquele momento.

 Era inadmissível que Felipe a tivesse esquecido ou simplesmente negligenciado todas as suas tentativas de reaproximação sem ao menos ter atendido a uma de suas numerosas ligações ou te-la procurado, arrependido e resignado.

- Ele só pode ter outra –Falou pra si mesma enquanto apertava ainda mais as mãos ao volante convicta que o flagraria com outra mulher assim que chegasse no apartamento dele. – Ah mas isso não vai ficar assim...

 

                                                                                           ***

 

Shirlei nunca teve tanta dificuldade para finalizar um macarrão quatro queijos como naquele dia. Ainda sentia aquele formigamento corporal  anestésico que lhe impedia de articular qualquer palavra quando serviu o almoço de Felipe.

- Eu deveria ter avisado que viria almoçar... – Felipe se desculpava ao notar que Shirlei se atrapalhava com os talheres – A Cris não é uma grande entusiasta de refeições completas e saudáveis, pra ela um hambúrguer e uma coca-cola já é o suficiente... acho que acabei te dando um serviço extra hoje. – Ele garfava a refeição sem desviar os olhos de Shirlei que parecia cada vez mais retraída – E também é uma boa desculpa, eu queria ter ver...

- O senhor queria me ver?? Me ver!! – Ela enrubesceu diante a menção que Felipe fizera, e não pode conter a exclamação seguida da pergunta.

- Você já trabalha aqui há alguns dias e nós nunca tivemos a oportunidade de conversar.- Ele desconversou - Quando você chega pela manhã eu já estou saindo para Peripécia e quando regresso ao apartamento você já esta indo embora... Desencontros fazem parte do nosso cotidiano não é? – Esboçou um sorriso que logo se apagou. Não é indicado sorrir com a suspeita de ter resquícios de macarrão entre os dentes.

- É, eu acho que sim... -  Ela concordou simploriamente em um timbre descontente por ver o patrão apenas de relance algumas vezes quando o que queria era poder vê-lo todos os dias – Mas, não é serviço extra nenhum viu? O meu repertório culinario pode ser simples mas... se o senhor  tiver preferência por  algum prato mais elaborado eu posso aprender a fazer – Shirlei acrescentou solícita.

- Hmm, depois desse macarrão quatro queijos de hoje, acho que vou vir almoçar todo dia... – Felipe recostou-se na cadeira tentando lembrar-se da ultima vez que fizera uma refeição tão deliciosa.

Shirlei ia responder alguma coisa quando notou respingos de molho de tomate na camiseta azul marinho de Felipe.

- O senhor... É que... O senhor acabou manchando a sua camiseta.

- Ih Felipe, Felipe... É melhor eu ir trocar de camiseta...

-  Eu vou pegar uma camiseta limpa pro senhor na lavanderia – Shirlei rapidamente se dirigiu até o cômodo mais pequeno do apartamento de Felipe.

 

                                                                                  ***

 

As engrenagens do elevador começavam a se movimentar ascendentemente propulsando-o até o seu destino: 14º andar.

 Jéssica já era conhecida no prédio em que Felipe morava, e ninguém a contestou se queria ser anunciada ou não até por que ninguém se atreveria aborda-la. Seu péssimo humor era visível, enquanto apertava impacientemente os botões do elevador, era como se um aviso de Afaste-se mulher irada pendesse em sua testa.

 

                                                                                ***

 

Shirlei  após escolher meticulosamente uma camiseta na lavanderia para Felipe, se apressou a alcançar o quarto do patrão para entrega-la.  Ao ultrapassar a soleira da porta  a passos  desmedidos acabou esbarrando no patrão que vinha  igualmente  precipitado na direção oposta.

A garota bamboleou o corpo para trás após o choque acidental quando o seu olhar caiu involuntariamente sobre o peitoril desnudo de Felipe. Ele estava sem camisa e ela foi assaltada por uma falta de fôlego repentina.

- Desculpe seu Felipe, eu não vi o senhor...

- A culpa foi minha, eu estou um pouco atrapalhado hoje quase te atropelei... de novo – Ele sorriu ante ao nervosismo habitual e dessa vez mais acentuado na empregada quando estava na sua presença.

Shirlei tentava recuperar o ar que se fazia cada vez mais rarefeito em seus pulmões enquanto  se perguntava se a mudança brusca de temperatura naquele ambiente só era sentida por ela. Estava calor ali. Sentia suas bochechas corarem, o coração ribombar no peito e não fazia a mínima ideia de como afastar os pensamentos que a dominavam nem de como amenizar aquele tremor frenético ridículo que fazia suas mãos suarem. Felipe era absurdamente atraente e ela já antevia que seu patrão se tornaria em um (lindo) problema.

- Eu trouxe a sua camiseta... – Ela enfim conseguiu proferir alcançando a peça de roupa devidamente limpa que aquela altura queimava entre seus dedos.

Sem perceber, um sorriso impressionado despontava de seus lábios.

Felipe a contemplava sorridente.

- Ela é tão linda e tão pequena! – pensava enquanto se viu tomado por uma atração irresistível que o impulsionou instintivamente a dar meio passo a frente abreviando ainda mais o curto espaço que os separavam. Podia sentir a respiração arfante de Shirlei e ver com mais nitidez aqueles olhos que se desviaram furtivamente dos seus.

- A Porta... Tem alguém tocando a campainha... – Ela disse afastando-se sôfrega dele. Por mais que sentisse uma necessidade lancinante que nem ela compreendia direito de o querer cada vez mais perto dela, a sua racionalidade a despertava para a realidade: Ele era o seu patrão.

- A porta? – Ele perguntou confuso. Alguém quase esmurrava a porta da entrada de seu apartamento pedindo passagem mas ele estava tão fixado em Shirlei e alheio ao que acontecia a sua volta que nem sequer havia ouvido a campainha tocar.

- Eu vou atender... – Shirlei fez a volta se afastando rapidamente em direção a sala abaixando os olhos e fazendo um esforço  enorme para não se mostrar perturbada pelos bíceps muito bem torneados de seu patrão.

- Felipe, Felipe...  vê se toma jeito...-  Sozinho em seu quarto ele repreendia a si mesmo  - Mas que ela é linda, ela é...

 

                                                                 ***

 

 

Shirlei ria nervosamente se perguntando o que exatamente tinha acontecido para deixa-la tão zonza.

- Shirlei, tira isso da sua cabeça, ele é o seu patrão... – Ela ainda evidenciava um sorriso bobo quando abriu a porta.

- Ah Finalmente...– Jéssica adentrou o apartamento  bufando e sem nenhuma cerimônia ignorando completamente a empregada.

- Shirlei? Quem esta ái?– Felipe  surgiu na sala com a camiseta parcialmente aberta.

Jéssica o olhou primeiro, depois se voltou para Shirlei.

Compreendeu, equivocadamente, tudo.

- Estou atrapalhando algum divertimento seu Felipe? 


Notas Finais


eita é treta é treta

poxa gente entramos nas ultimas semanas de haja coração como viverei sem shirlei sem felipe ?? :(( ainda não é tempo para despedidas mas de qqr forma a fic vai se estender para alem do fim da novela claro q pretendo escrever sobre o futuro de shirlipe PQ IMAGINEM Q COISA FOFA SERIAM OS FILHINHOS??? mas isso é mais frente então td q posso fazer agora e torcer para q o ortiz não destrua o meu casal ORTIZ NÃO DESTRUA O MEU CASAL bye bye e até o proximo capitulo:))


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