História Um conto de quê? - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Amor, Conto, Felicidade, Magoa, Ódio, Perdão, Romance, Tristeza
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Terminada Não
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Um conto de Solidão


Um conto de Amor - parte 1

Meia-noie

     Ainda estava acordada aquela hora, uma hora em que todos estava dormindo, no mais profundo dos sonhos.

      Ela ansiava por isso, um dia em que pudesse sonhar e figir de sua realidade dolorosa e não despertar mais, mas por enquanto isso era apenas um plano, uma reserva pra quando faltasse forças.
      

      Caminhou trôpega até a janela mais próxima, que dava pra rua.

     
      O cenário não era dos mais bonitos mas era o que tinha.

      Quando se mudou para lá a paisagem era mais acolhedora, talvez menos povoada, ainda tinha calçada em pedra, árvore pra todo quanto é lado, logo depois veio o asfalto, o trânsito interminável, e milhares de apartamentos com vizinhos incomunicaveis. O céu também costumava ser de um azul profundo, desse que se olhasse muito você provavelmente teria dor na visão.

      

                                         ***

                   Duas da madrugada

       O tédio já a havia dominado totamente, agora deitada, fitava o espaço vazio entre a cama e o teto, no lado esquerdo um garda-roupa de três portas eno direto um televisão em uma estante completava o espaço.

       Na completa escuridão do quarto, uma sombra tomou forma. Agora deu, pensou, comecei a alucinar. Fechou olhos com força e os abriu novamente, levemente tonta por conta da força em demasia que uso para fecha-los.
       

         Sentou-se depressa, as sombras agora estavam ao seu redor, a fechando, encarando, fazendo sentir-se cansada, por um momento imaginou-se caindo, como se sua cama a estivesse jogando-a fora, em uma vala escura e sem saida, caindo lentamente e rapidamente ao mesmo tempo, as paredes eram de marfim e havia canos que subiam e canos que davam voltas em espiral o teto era glamurosamente sujo e gotas e mais gotas escoriam, escórias de uma purificação de metais mal acabada, uma ciência mal feita. E o chão finalmente se aproximou, num verde gosmento, desafiando-a a continuar inteira, por miseros segundo o ar parou, ficou difícil de respirar e, como se estivesse voltando novamente, caiu, realmente caiu...

          
        Ou quase
   

        E ela piscou, simples assim, e estava devolta ao seu pesadelo particular.

        Sorriu, sim, sorriu, finalmente havia voltado a sonhar, mesmo que um pesadelo, por um instante havia sonhado, e não aquele preto horrível e sem forma que estava acostumada. E continuou sorrindo enquanto voltava ao seu escuro reconfortantemente odiado.


Notas Finais


Espero que gostem!


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