História Um conto de várias raças. - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


O capitulo esta curto? Sim. Está um lixo? Provavelmente. Vocês vão me matar? Espero que não.



Aqui está o novo capitulo, desculpa demorar tanto e postar só isso. Podem me apedrejar.

Capítulo 4 - Capitulo 2 :3


Fanfic / Fanfiction Um conto de várias raças. - Capítulo 4 - Capitulo 2 :3

Capitulo 2

 

Aqueles olhos azuis me seguiam, eu já estava com medo. Quando entrei na sala, aqueles olhos sumiram e poucos segundos depois o sinal bateu e eu fui esmagada por uma onda de alunos.

 

Ah como eu odeio ser aluna nova. Ninguém sabe quem você é e ainda te esmagam contra a parede. Isso é uma merda!

 

Eu me recupero da falta de ar momentânea e percebo que não tem mais nenhuma carteira livre a não ser do lado de um garoto de óculos e olhos azuis. Hoje não é meu dia de sorte leitor.

 

Eu me sentei ao lado do garoto que parecia não se importar com a minha presença, mas também não se importava com a aula, já que eu vi ele desenhando a Fiona do Hora de aventura.

 

Aquele garoto era realmente muito bonito. Usava uma armação de óculos  clássica, seus olhos eram azuis e sues cabelos negros. Ele aparentava não ser muito alto, e também tinha um rosto pequeno. Ao lado dele estava sentado o garoto da primeira aula, ele tinha cabelos negros e olhos vermelhos, ele me encarava.

 

Logo o sinal para a última aula bateu e eu fui a última a sair. Isso aconteceu pois aquele garoto de olhos avermelhados simplesmente pegou e jogou todo meu material pela escada. Estou começando a odiar aquele Saiko.

 

Eu já estava quase espumando pela boca quando aquele garoto veio na minha direção.

 

-- Olá, me chamo Nicolas, e você? – Aquele olhar dele chegava a me intimidar.

 

-- Luna, Luna Loup. – Respondi tentando sair.

 

-- Onde você vai? – Ele disse me segurando pelo braço.

 

-- Para casa. – Eu disse tentando me soltar.

 

-- Converse comigo Luna, eu quero te conhecer melhor. – Ele apertava mais a mão em volta do meu braço.

 

-- Me solta, você está me machucando. – Quando eu disse isso, ele imediatamente me soltou.

 

-- Desculpe, não era essa a minha inten... – Antes que ele terminasse a frase, Jeniffer aparece e dá um ta na cara dele fazendo subir um vergão em forma de... cruz?

 

-- Saia de perto dela seu idiota! – A Jeniffer começa a me puxar para saída. – Você está bem? Ele não te machucou não é?

 

-- Não se preocupe, eu estou bem, sério. – Eu tentava me soltar. Mal tinhamos feito amizade e ela já virara um carrapato? – Pode me soltar? Eu quero ir pra casa.

 

-- Oh, me desculpe, solto sim. – Ela disse me soltando por fim. – Aliás, onde você mora?

 

-- Numa casa no meio da mata, a trilha fica meio longe daqui.

 

-- Uhn, temos várias casas no mato por aqui. Sabe me dizer o nome de quem a construiu.

 

-- Foi... – Pense, pense, o nome do seu tio avô por parte de pai. – Henrrique Guerrier Loup se não me engano.

 

-- Uhn, acho que já sei onde é. Fica no caminho da minha casa, podemos ir parte do trajeto juntas.

 

-- Claro. – Nós começamos a caminhar.

 

-- Ah, Luna, o que seu pai faz?

 

-- Ele é guarda florestal. – “Ele mata seres humanos e vende os corpos na feira mitológica” deu vontade de dizer, mas como ele trabalha também como guarda florestal, acho que essa profissão é menos traumatizante para ela. – E o seu?

 

-- Caça lobos, e outros animais que ameacem a cidade. – Um calafrio me subiu a espinha quando ela disse que ele matava lobos. – E a sua mãe, o que ela faz?

 

-- Ela é veterinária. – Esse sim era 100% verdade. – Ela fica fora quase que o dia inteiro.

 

-- Que profissão legal, a minha só cuida da casa e as vezes ajuda meu pai.

 

-- Entendo. Cuidar da casa cuido eu. – Eu me espreguicei. – Quase sempre eu que tenho que limpar a casa, mas pelo menos não tenho nenhum irmão enchendo meu saco.

 

-- Sorte sua, Eu tenho quatro!

 

-- Uou, família grande a sua hein.

 

-- É, as vezes é diicil sobreviver sendo a única menina da família.

 

-- Eu poderia dizer que te entendo mas.... eu não te entendo! – Eu comecei a rir e ela me acompanhou.

 

-- Ah, eu viro aqui, tchau Luna.

 

-- Ah, ok, eu ainda tenho mais sete quarteirões pela frente.

 

Eu cheguei em casa e peguei meu livro. “Um contos de mundos opostos”

 

“Numa terra há muito tempo esquecida...”

 

Opa, opa, opa. Tá achando que vou te deixar ler comigo? Não, não, não. Fale com a autora dessa história, já que ela devia ter lançado esse livro faz tempo, cobrem dela. Mandem ela escrever essa história para vocês lerem. Então vamos pular a parte da leitura

 

Depois de algumas horas lendo, acho que acabei pegando no sono e só acordei quando uma brisa de ar entrou pela janela, mas espera, a janela não estava fechada?

 

-- Quem está aí? – Eu perguntei procurando a faca que ficava embaixo do meu travesseiro.

 

-- Oi Luna, a sua faca está comigo. – Aquela voz... era o Nicolas???


Notas Finais


E aí, o que acharam? Querem que eu continue?


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