História Um coração em conflito (Malec) - Capítulo 96


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Categorias A Seleção, As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Camille Belcourt, Celeste Newsome, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), James "Jem" Carstairs, Magnus Bane, Sebastian Morgstren, Simon Lewis, Tessa Gray, Valentim Morgenstern, Will Herondale
Tags Clace, Jessa, Malec, Sizzy, Wessa
Exibições 359
Palavras 1.447
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 96 - Você é minha prioridade


Depois de sair do quarto do filho, Shelby andava pelos corredores analisando uma papelada e nesse momento de distração acabou soltando um gritinho quando Hodge se aproximou.

- Peço desculpas Majestade. Não era minha intenção assusta-la! Só gostaria de saber se a Senhora está bem.

- Se eu estou bem? – Ela indagou surpresa. - Ora senhor Starkweather, eu é quem deveria estar lhe fazendo essa pergunta, pois foi você que ficou gravemente ferido.

- Mas a senhora já me perguntou isso, várias vezes por sinal, quando foi me visitar na enfermaria nessa ultima semana. – Respondeu com um sorrisinho envergonhando.

A postura do homem era formal e relaxada ao mesmo tempo.

Sua expressão era tão gentil que Shelby acabou dando um sorriso também.

Um sorriso que a muito tempo não conseguia.

- Lógico que eu iria visitar o cavalheiro que arriscou a própria vida para me salvar.

- Eu não sou digno de sua preocupação, Majestade. Não consegui impedir que fosse sequestrada. – Disse com uma voz aparentando decepção.

Porém, contra todas as regras, a mulher deu alguns passos até ele e o abraçou.

- Você foi muito corajoso Hodge! Eu nem sei como agradece-lo. E fico feliz em ver que está se recuperando bem.

O homem se surpreendeu ligeiramente com o gesto dela, mas logo relaxou e retribuiu o abraço, sorrindo cada vez mais.

- Minha fidelidade sempre pertencerá a você. – Anunciou num sussurro. – E se me permitir, gostaria de ser seu assistente a partir de agora. Quero ajuda-la no que precisar.

Shelby não pôde deixar de ficar nervosa com o comentário e se repreendeu mentalmente por isso, mas quis ser sincera com ele.

- Com tudo o que tem acontecido ultimamente, a morte do meu marido, a descoberta de que ele era um carrasco, o sofrimento do meu filho e a responsabilidade toda do país caindo sobre os meus ombros me deixou um pouco receosa quanto a me abrir novamente. As vezes sinto que nem posso respirar. – Hodge tinha um olhar esperançoso e o coração da mulher amoleceu. Precisava mesmo de uma distração para ajuda-la a superar tudo e aquele homem poderia ser a pessoa certa para isso. – No entanto, acredito que seria muito bom ter alguém me fazendo companhia, e será um prazer tê-lo como assistente, senhor Starkweather. Mas somente depois que estiver totalmente recuperado.

- Talvez nós dois possamos nos recuperar com a companhia um do outro. – Disse sem malicia nenhuma e estendeu o braço pra ela, que o pegou com um sorriso.

 

  

****

 

 

Magnus e Alec estavam na cama, deitados de conchinha.

Tão próximos quanto era possível.

Presidente Miau, depois de pular e ronronar para Alec por longos minutos, se aquietou em sua própria caminha ao lado e dormiu.

Agora Magnus apertava o moreno em seus braços e distribuía beijos em sua nuca enquanto sussurrava palavras carinhosas, fazendo-o sorrir e se arrepiar.

- Como eu senti falta disso. – Alec comentou baixinho inclinando um pouco mais sua cabeça para que Magnus tivesse melhor acesso para beijar seu pescoço.

Em outras circunstancias, o rapaz não pensaria duas vezes e já estaria arrancando as roupas do moreno.

Mas Alec ainda parecia exausto, apesar de não estar mais com febre.

Sem contar que os dois ainda precisavam conversar.

Porém só depois de um banho relaxante.

Magnus trocou mais uns carinhos com ele e logo se levantou rumo ao banheiro.

Rapidamente encheu a banheira com água morna e espalhou alguns de seus sais favoritos.

Depois retornou ao quarto e encontrou Alec sentado na cama já sem camisa.

O rapaz prendeu a respiração no mesmo instante e não ousou se mover, pois se avançasse seria pra atacar os lábios de Alec até desmaiar.

Se controle Bane. Ele ainda está fraco e precisa se recuperar.” – Pensou.

Só que Alec não estava querendo seguir com o seu plano mental, pois se levantou com um sorriso e caminhou até Magnus, puxando-o pela cintura e o beijando.

Automaticamente as mãos do rapaz foram parar naqueles cabelos negros, apertando-os e puxando um pouco.

Em segundos Alec já estava sendo pressionado contra o batente da porta, tremendo em resposta aos toques de seu marido.

- Magnus... – Gemeu de forma suave enquanto o apertava mais contra seu corpo.

O mundo todo foi sendo esquecido e os dois se perderam nos braços um do outro, mas de repente Magnus arregalou os olhos e deu dois passos pra trás.

- Você precisa descansar Alec.

O moreno suspirou e entrou no banheiro.

- Eu sabia que você diria isso, mas não custava tentar.

De fato Alec ainda se sentia cansado e dolorido e preferiu não forçar nada agora mesmo.

Então se despiu rapidamente e entrou na banheira.

Magnus concluiu que não seria muito sensato entrar ali com ele então o deixou relaxando sozinho.

Resolveu chamar uma empregada e pediu alguma coisa para eles comerem.

O rapaz estava ciente de que deveria avisar os outros sobre Alec ter acordado, mas tinha certeza que seu quarto seria invadido às pressas e os dois não teriam tempo para conversar.

Eles vão entender se não contarmos nada por mais algumas horinhas” – Afirmou mentalmente e foi se sentar na sacada, bebericando uma taça de vinho que a empregada tinha trazido.

Alguns minutos depois, Alec surgiu ali fora com uma camiseta azul de Magnus e uma calça de moletom.

Seus cabelos negros pingavam ligeiramente e seu olhar não parecia mais tão exausto.

Magnus sorriu ao vê-lo e estendeu a mão pra ele, fazendo com que sentasse ao seu lado naquele sofá e os dois ficaram observando o sol se pôr devagarinho.

Alec apoiou a cabeça no ombro de Magnus e foi mordiscando um sanduiche como se fosse o maior banquete de todos.

O rapaz riu do jeito que ele revirava os olhos de prazer e lhe deu um beijo na testa, mas logo ficou sério e suspirou.

- Eu sinto muito por tudo o que você teve que passar, meu amor.

- Não sinta Magnus. A culpa não foi sua, foi minha que me separei do grupo durante a batalha. E eu é quem tenho que te pedir desculpas pelo que fiz com o seu pai. Eu não o matei, mas eu queria tanto fazer isso que acabei...

Magnus o interrompeu para evitar o sofrimento dos dois.

- Alec... o meu pai era um monstro e teve o que merecia. Eu já tinha desistido dele e por isso você não precisa se preocupar comigo. Eu te perdoo e sei que você só queria me proteger.

Um peso imenso saiu dos ombros do moreno e ele sorriu com o beijo que recebeu, mas sua expressão voltou a ficar triste quando ele pensou na rainha.

- A sua mãe pensa que eu sou um assassino. Eu estraguei tudo. Como é que vai ser daqui pra frente?

- Você não estragou nada meu amor. Não se apavore ainda. Vocês dois só precisam conversar... depois que eu te paparicar mais um pouco, é claro.

Magnus roçou seu nariz pelo pescoço de Alec e foi distribuindo delicados beijos por seu rosto.

Quando a lua começava a brilhar e uma brisa fresca os envolveu, o moreno deitou com a cabeça no colo do rapaz e sorriu enquanto recebia morangos com chocolate na boca.

Mas quando restou apenas um, Magnus o comeu e recebeu um olhar indignado do outro.

- Por que você sempre tem que comer o ultimo morango?

Com uma risada satisfeita, o rapaz começou a fazer cafuné nele.

- Eu sou o Príncipe, querido, e tenho privilégios Reais.

- Até quando você vai usar essa desculpa, Alteza?

Magnus sabia que os dois teriam que ter essa conversa mais cedo ou mais tarde, mas estava mais nervoso do que o esperado.

– Bem... Depende de quanto tempo eu ainda tenho como Realeza.

Alec se levantou para que pudesse observa-lo melhor.

- Como assim?

- O Conselho está me pressionando para assumir o Poder logo, mas eu não quis fazer nada sem saber o que você quer Alexander. Você assumiria o Trono comigo e todas as responsabilidades do País, ou prefere morar comigo num lugar calmo e tranquilo, longe de tudo isso.

O moreno arregalou os olhos e quase perdeu o ar ao ouvir essas palavras.

- Magnus... você está falando sério? Você desistiria do Trono pra viver tranquilamente comigo?

- Eu desistiria de tudo por você Alec.

- Mas você ama e se preocupa tanto com o povo.

- Sim... mas você é minha prioridade e eu só quero te ver bem.

A ideia de viver sozinho com Magnus em um lugar tranquilo fez o coração dele quase parar por um momento.

Então apertou a mão dele e focou em seus olhos.

- Eu sei bem o que eu quero Magnus Bane...


Notas Finais


Que bom que o Alec sabe pq eu não sei hahaha
Pensei em dois finais (AMBOS FELIZES E MARAVILHOSOS) pra essa fic mas realmente não sei o que vocês querem.....
Então a duvida tá aí, me corroendo de dentro pra fora


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