História Um dia de um demônio - Capítulo 23


Escrita por: ~ e ~Brinkina

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjo, Comedia, Demônio, Inferno, Macabro, Viajem No Tempo, Violencia, Yaoi, Yuri, Zuera
Visualizações 3
Palavras 1.408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Josei, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Capítulo 18

No capítulo anterior - Zoe, quando chamada por Ana, descobre que ela sabia de algumas coisas dela, não teve muitas reações, apenas ficou normal. Até fazer uma promessa bastante estranha, que era não morrer e não usar magias altamente perigosas e que não podia usar o que está acima de seu conhecimento original.
Depois de um tempo, ela sente uma magia tenebrosa, bastante assustadora e que vinha diretamente de Sara.
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~Brinkina

Capítulo 23 - Capítulo 18 - O plano em ação sem mim (Sara)


*Visão de Sara*

- Mamãe... Você está bem? – perguntei a ela.

Eu estava ao seu lado, olhando seu corpo magro e pálido, - como a de um vampiro que comeu alho invés de sangue, mas nem tanto. – Ainda olhando o céu alaranjado da tarde através da janela e alisando lentamente seus cabelos loiros. - Que estavam perdendo a cor lentamente à cada semana que se passava, e crescendo um pouco mais rápido que o normal. - Não parecia que tinha me ouvido, então chamo por ela de novo, só que com o tom de voz mais envergonhado e um pouco mais preocupado. Ela me percebeu – com o rosto pálido e ainda meio velho, e com os olhos azul quase prata. – Com uma reação normal, como se nada tivesse acontecido.

Mãe: Sara – falou meu nome em tom fraco e como se fosse uma reclamação. Fez uma pausa, mas falou normalmente: - Pela quinta ou sexta vez: Sim, estou bem.

Eu sentia a sensação de culpa mesmo não tendo feito nada, mas naquele justo momento de quase tristeza (que minha mãe diria), eu estava vazia por dentro e preocupada por fora. Sua reação extremamente séria e normal mesmo estando (literalmente) morrendo, me dava uma sensação de agonia e coceira atrás do pescoço. Ela me olhou fundo nos olhos e fez um sorriso forçado, depois voltou a olhar o céu através da janela. Novamente sinto a sensação de culpa subindo o meu corpo; não resisto e me jogo contra o corpo dela, mas ela desvia e caio em cima do travesseiro que ela estava usando como escudo, mas isso não me impediu de abraça-la com força.

- Mãe! Por favor, -  implorei a ela – Me diz o que está acontecendo com você! Eu não quero – começo a gaguejar, mas consigo voltar a falar, só que soluçando por causa do choro que eu estava resistindo. – Eu não quero que a senhora morra!!

~ Tempos atuais ~

- MÃE!!-

Acordei extremamente assustada e enrolada nos lençóis da minha cama. Eu não estava respirando muito bem e uma dor de cabeça infernal me incomodava. Olhei ao meu redor e percebo que o meu quarto estava vazio. - Parecendo abandonado há muito tempo. – Pela janela, percebo que estava tarde, então olho o despertador e percebo que eram cinco horas e vinte quatro minutos. Me levantei da cama com calma e fiquei sentada nela, pois minha coluna doía infernalmente; levantei-me e me olhei no espelho do guarda-roupa, mas eu não conseguia ver direito, então me afastei um pouco e vi o lençol cobrindo o local da dor, quando retiro ele, vejo o enorme ferimento em minhas costas que me torturava.

Minha coluna vertebral estava bastante exposta e sangrando muito. De primeira pensei que era falso, mas era real demais; a dor, a fervura e o sangue derramando, era uma tortura atrás de outra: Primeiro foi Kiyrin me controlando e descobrindo uma habilidade que eu nem sabia que tinha; depois foram os demônios me atacando de repente e me deixando ferida e fazendo minha mão estar com ossos expostos; logo em seguida eu tenho um sonho estranho que acabo de me esquecer por causa do ferimento estranho e altamente visível. Aposto que isso já é o bastante para eu não disser: “Como isso pode piorar?”

Mas isso não era a única coisa que me preocupava, eu devia saber o que aconteceu Zoe, Ana e... Talvez a Matadora, que parece estar desaparecida desde manhã cedo ou ontem à noite... Minha mente está muito confusa. Rapidamente saio do meu quarto e vou para a sala. Não encontro ninguém. Olho para o enorme buraco da cozinha e percebo que o sol já estava se pondo, tinha poucas pessoas andando nas ruas e o clima estava ficando mais frio. (Porque ela fica no oitavo andar)

Fui direto à porta da sala - que estava trancada por fora - e por acidente piso em um pequeno pedaço de papel no chão. Pego ele e o abro, depois começo a ler:

Estou saindo para encontrar minha irmã, deixei o papel perto da porta, assim quando Ana perceber que sumi, irá abrir ela sem piedade e deixar o papel cair. E quando você acordar (ou não), encontraria o papel com essa mensagem escrita. Mas antes de joga-lo fora, coloquei uma linha de magia que liga o papel até mim, assim você pode me rastrear e me encontrar.

Neste momento estou na cidade de Union ENGBR. (Union English-Brazil - União Inglês-Português)

~ Zoe :3 

- Acho que ela quis dizer: União "Unidos-Brasil"... Que nome tosco para uma cidade!

Mas eu estava estranhando um pouco, pois eu não conhecia nenhuma cidade com aquele nome. Percebo que tinha algo escrito de trás do papel:

U - W
            E.N.G/BR - ?
            Pergunta para o mistério: O que vovó Ana lhe disse quando você tentou escutar a nossa conversa?

Crie nomes com as letras.

....... QUÊ?!?!

- Pra falar à verdade... Isso é pior que dor de cabeça em dia de sol.

Tentei pensar na resposta para a pergunta que estava escrita no papel, logo me lembro que ela poderia me dar um castigo. Depois pensei em criar um nome com a letra "U". Não consegui pensar nada, logo reli o papel e pensei um pouco mais:

- Com a letra U... Não conheço nenhum nome com essa letra... Amenos que... W... Willon! (Pronuncia-se uilom)

- Certo, tem uma cidade com esse nome mas...  Se não me engano existe duas cidades com esse nome, só que me esqueci do segundo nome... Droga!

Então pensei por mais um tempo, até leio a pergunta novamente e penso na resposta. "Castigo". O que será que Zoe tinha em mente ao fazer essa pergunta? Logo penso na letra inicial da palavra e me lembro do resto do nome da cidade.

- Willon Castyer!... Sério... Acho que as pessoas estão ficando sem criatividade para criar nomes...

Fui direto ao meu quarto e peguei uma camisa branca sem manga; depois o meu casaco preto com bordas roxas (usado no primeiro capítulo); pego minha calça jeans que eu tinha usado quando lutei com um Líder Infernal e meus tênis all star. Levei tudo para o banheiro e fui tomar banho. Liguei o chuveiro e senti a água escorrendo pelo meu corpo e pela minha coluna vertebral. Vi todo o sangue escorrer pela água e descer pelo ralo, minhas costas pareciam normais, pois eu não sentia muita dor.

Depois me seco na toalha e percebo que todo o sangue tinha sumido, sem nenhuma gota. Então visto as minhas roupas e pego uma mochila no meu quarto, abro meu guarda-roupa; pego minha mochila preta com vermelha; uma bolsa de couro e os coloco na cama. Dentro da minha mochila coloco um salgadinho de queijo e outro de presunto - que por algum motivo estavam de baixo da minha cama. - e duas latinhas Gooks (refrigerante) que estavam na geladeira.

Abro a bolsa de couro e percebo que era de Ana, pois eu acabei de lembrar que tinha uma mochila extra.

- Onde será que coloquei a minha outra mochila?

~ Flashback ~

Arthur: Bora jogar tudo na fogueira! - Gritou jogando sua camisa rosa na fogueira.

Hugo: AAÊÊ!!

- Eu não preciso mais disso! - Grito jogando alguma coisa.

Goro: Ei... O que era aquilo?

- Minha mochila. - Respondo olhando para a minha mochila pegando fogo.

Goro: ... E aquilo era importante?

- Sim...

Goro: E tinha dinheiro dentro dela?

- ... Me fudi-

~ Fim do Flashback ~

- Merda... Como eu queria não estar bêbada naquele dia... Espere aí, eu estava bêbada ou não?

Infelizmente eu tenho uma memória ruim, mas parecia que isso aconteceu cerca de 3 anos atrás. Então não tive escolha, roubo  N100,00 em notas de N25. Só espero que vovó Ana não perceba isso. Depois de colocar a mochila nas costas, olhei o papel e uma linha roxa que estava ligado nele, apontou para minha direita; sai do apartamento e fui seguindo a linha, mais aí ela sumiu por um tempo e logo voltou. Eu estranhei isso por um tempo mas logo me importei no caminho que eu teria de percorrer até Willon Castyer.

Bem longo. - À pé levaria mais de 20 horas para chegar lá. - Eu precisarei de um veículo bem rápido para chegar lá em cerca de 2 ou 3 horas. Então pensei um pouco e me lembrei do trem que tinha na cidade.

- #PartiuViajar!


Notas Finais


Previsão para o próximo capítulo: Infelizmente um dos nossos parentes acabou falecendo... Há chances de não houver capítulos neste mês.

~ Brinkina


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